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Arquivo mensal: outubro 2013

Governo anuncia cúpula mundial em abril sobre uso da internet

Dilma em encontro com Fadi Chehadé (esq.) e o ministro Paulo Bernardo (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)Dilma em encontro com Fadi Chehadé (esq.) e o ministro Paulo Bernardo (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)

A presidente Dilma Rousseff acertou nesta quarta-feira (9) a realização de uma cúpula internacional no Brasil, em abril do ano que vem, para dar início à elaboração de um marco civil multilateral de governança e uso da internet com o objetivo de garantir a proteção aos dados na rede.

A decisão foi anunciada pelo Planalto após reunião de Dilma com o CEO da Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), Fadi Chehadé.

A ICANN é responsável pela coordenação global de identificadores de internet, como nomes de domínio (.org e .com, por exemplo) e endereços eletrônicos. De acordo com o site da corporação, a entidade “se dedica a preservar a estabilidade operacional da Internet, a promover a concorrência, obter a ampla representação das comunidades globais da Internet e desenvolver políticas adequadas à sua missão”.

“A presidenta concordou com a proposta de realizarmos uma reunião de cúpula de natureza global a ser realizada no ano que vem nessa matéria aqui no Brasil. Vamos convidar lideres globais de diferentes partes interessadas nessas agendas provenientes de todos os segmentos da atividade e da vida humana para se reunirem e acordarem como poderemos gerir a internet conjuntamente no futuro com base em muitos dos princípios hoje que constam no atual marco civil brasileiro”, afirmou Fadi Chehadé após o encontro com a presidente, no Palácio do Planalto.

A promoção da cúpula internacional é um desdobramento da posição sustentada pela presidente brasileira na Assembleia Geral das Nações Unidas, no mês passado. Na ocasião, ela afirmou que as denúncias de que os Estados Unidos espionou usuários, empresas brasileiras e a própria presidente e seus assessores provocaram indignação e repúdio na pública mundial.

Em discurso, ela defendeu na ONU o estabelecimento de um marco civil multilateral para a governança e uso da internet e de medidas que garantam uma efetiva proteção dos dados.

Fadi Chehadé elogiou a fala de Dilma nas Nações Unidas e disse que ela ‘falou por todos nós”.

O evento deverá ocorrer no Rio de Janeiro em abril de 2014, de acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que participou da reunião com Dilma.

Segundo Bernardo, o fórum deverá envolver gestores do governo, da indústria e também usuários. A ideia é que o organismo tenha duas instâncias, uma técnica e uma política.

O ministro afirmou que uma cúpula internacional com finalidade específica é necessária porque uma organização de caráter político, como a ONU, por exemplo, não seria capaz de discutir as questões técnicas do problema.

“Se você levar isso para uma discussão de um órgão com caráter diplomático ou político, isso vai empacar lá por seis anos”, afirmou. Segundo ele,

No último sábado, a presidente disse, por meio do seu microblog Twitter, que espera que o novo marco civil da internet seja votado nas próximas semanas pelo Congresso Nacional. “Nossa proposta p/ um marco civil internacional será enviada à ONU assim q nosso marco civil da internet for aprovado”, escreveu Dilma.

Fonte G1

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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Tigre passa por cirurgia para retirada de pedra nos rins; veja fotos

Sorry, I could not read the content fromt this page.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Águia é liberada nos EUA depois de passar por tratamento em zoológico

Uma águia-de-cabeça-branca foi solta no Parque Estadual Abraham Lincoln pela equipe do Dakota Zoo, na cidade de Bismarck, na Dakota do Norte. A ave ferida foi trazida para o zoológico no início de agosto e recebeu tratamento até se recuperar. “Agora é com ela”, disse o diretor do zoológico Terry Lincoln depois de soltar a águia.

 Águia alça voo no Parque Estadual Abraham Lincoln; Allison Suda (esq.) e Becky Walcker (dir.), funcionárias do Roosevelt Park Zoo observam a ave. (Foto: AP Photo/The Bismarck Tribune, Tom Stromme) Águia alça voo no Parque Estadual Abraham Lincoln; Allison Suda (esq.) e Becky Walcker (dir.), funcionárias do ‘Roosevelt Park Zoo’ observam a ave. (Foto: AP Photo/The Bismarck Tribune, Tom Stromme)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Mulheres sauditas fazem campanha para poder dirigir no país

Mulher saudita dirige carro durante protesto em Riad, na Arábia Saudita, em julho de 2011. (Foto: AP)Mulher saudita dirige carro durante protesto em Riad, na Arábia Saudita, em julho de 2011. (Foto: AP)

Um grupo de ativistas sauditas lançou uma nova campanha para exigir que as mulheres possam dirigir na Arábia Saudita e pede que elas saiam às ruas com seus carros no dia 26 de outubro para desafiar a proibição.

Sob o lema “Que a mulher conduza é uma escolha e não uma obrigação”, a campanha convida todos os sauditas a participarem da convocação para “pedir direitos civis” no reino, regido por uma versão estrita do islã.

As organizadoras desta iniciativa lembram, em comunicado, que “as mulheres dos acompanhantes do profeta Maomé montavam cavalos e camelos”.

“Nós mulheres temos direito de dirigir, a não ser que queiram que voltemos a montar mulas e cavalos”, dizem.

Segundo as ativistas, não há nenhuma frase na “sharia” (lei islâmica) nem na jurisprudência do islã que proíba as mulheres de dirigir. “Se houver justificações para isso, surgiriam da tradição e dos costumes”, alegam.

A campanha considera que até agora o Estado não apresentou nenhuma justificativa “lógica” para insistir em sua proibição e antecipa que quer pedir que seja facilitado algum mecanismo para que a comunidade expresse sua opinião a respeito.

Além disso, a ativista saudita Layin al Hazul postou um vídeo no site “Keek” no qual pede que as mulheres sauditas dirijam seus carros em 26 de outubro.

A convocação foi recebida de forma positiva pelos meios de comunicação locais, que nos últimos dias abordaram em suas páginas o direito da mulher de dirigir, o que pode assinalar uma certa tolerância das autoridades com este assunto.

De fato, a Comissão para a Promoção da Virtude e a Prevenção do Vício, também conhecida como polícia da moral, anunciou recentemente que não é sua competência perseguir mulheres ao volante.

Este organismo se encarrega de zelar pelo cumprimento dos estritos códigos islâmicos que imperam no ultraconservador reino com relação à vestimenta e à moral.

A luta das mulheres sauditas para dirigir remonta à proibição desta prática em 1990, quando o já falecido mufti da Arábia Saudita, xeque Abdulaziz bin Baath, emitiu um édito religioso neste sentido que levou o Ministério do Interior a impor essa restrição.

Em setembro de 2007, um grupo de mulheres intelectuais sauditas criou a primeira associação no reino para reivindicar o direito de dirigir.

O habitual é que as autoridades detenham as motoristas e expropriem seus veículos, até que o “mehrem” ou tutor – um homem da família – se apresente na delegacia e assine um documento no qual declara que a infração não vai se repetir.

Já em 2011, algumas ativistas realizaram uma campanha parecida que acabou com a detenção de algumas mulheres que conduziram nas ruas do país.

Entre as detidas estava Manal al Asharif, uma das organizadoras da atual convocação, que no final foi libertada mediante pagamento de fiança.

Nos anos 90, várias mulheres, em sua maioria jornalistas e acadêmicas, saíram em uma manifestação com seus carros e todas foram detidas. O que traz à tona a pergunta: o que ocorrerá no próximo dia 26 de outubro?

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Vivendo o sonho

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. e para esclarecer: Eu não sou parecido com a logomarca do blog. LOL.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Rússia diz ter encontrado drogas em embarcação do Greenpeace

O navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, é escoltado pela guarda costeira russa na Baía de Kola, perto da base de Severomorsk. A Rússia entrou com um processo acusando a ONG de pirataria depois que membros tentaram invadir uma plataforma de petróleo. (Foto: Efrem Lukatsky/AP)O navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, é escoltado pela guarda costeira russa na Baía de Kola, perto da base de Severomorsk. A Rússia entrou com um processo acusando a ONG de pirataria depois que membros tentaram invadir uma plataforma de petróleo. (Foto: Efrem Lukatsky/AP)

Investigadores russos afirmaram nesta quarta-feira (9) que vários dos 30 ativistas do Greenpeace, em prisão provisória sob acusação de pirataria, por tentarem realizar uma ação de protesto no Ártico, serão acusados de outros delitos graves, segundo a agência AFP. Depois de uma revista em seu barco, de acordo com as autoridades, foram achados entorpecentes e equipamentos suspeitos. A organização nega que houvesse drogas ilegais no Arctic Sunrise.

O comitê de investigação com sede em Moscou indicou, em um comunicado, ter achado na embarcação produtos entorpecentes, aparentemente dormideira (papoula) e morfina, assim como equipamentos tecnológicos suspeitos. Esses equipamentos tinham “um duplo propósito e poderiam ser utilizados não apenas para fins ecológicos”, acrescenta o comitê.

Outro lado
“Qualquer declaração de que drogas ilegais foram encontradas no navio é pura invenção”, respondeu a organização em nota. “Podemos somente presumir que as autoridades russas se referem às medicações obrigatórias que carregamos a bordo, o que é estipulado pela própria legislação marítima. O navio foi vistoriado semanas atrás pela Guarda Costeira Russa, que buscou provas criminosas em cada canto da embarcação, o que nos leva a crer que essa alegação, agora, foi pensada para desviar a atenção do julgamento em Murmansk, que sofre cada vez mais pressão internacional”, argumenta o Greenpeace.

A organização diz que mantém uma rigorosa política contra drogas recreativas a bordo dos seus navios. “Antes de deixar a Noruega rumo ao Ártico russo, o navio foi vistoriado inclusive por um cão farejador, como norma padrão. As leis norueguesas estão entre as mais duras do mundo, e nada foi encontrado, porque não havia nada ilegal”, diz a nota.

A ONG esclarece ainda que o Arctic Sunrise é considerado território holandês e, estando em águas internacionais, está sujeito às leis da Holanda. “É ilegal navegar um navio de bandeira holandesa sem os suprimentos médicos obrigatórios por lei. O navio tinha a bordo um médico totalmente capacitado com mais de dez anos de experiência em hospitais russos. Alguns dos remédios eram mantidos em segurança num cofre, sob acesso apenas do capitão e do médico. Sabemos que o cofre foi arrombado pelas autoridades russas durante a inspeção do navio. Presumimos que são esses os medicamentos aos quais o serviço de segurança russo se refere”.

Os detidos, 28 ativistas do Greenpeace, incluindo a brasileira Ana Paula Alminhana Maciel, e dois jornalistas freelancers, foram presos em 18 de setembro após uma ação de protesto contra exploração de petróleo no Ártico.

A embarcação Arctic Sunrise foi interceptada pela guarda costeira russa no mar ao norte do país. Eles ficaram detidos no navio, sendo conduzidos posteriormente a um tribunal de Murmansk. Lá, foram colocados dentro de celas provisórias.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

Garantia
O diretor do Greenpeace se ofereceu nesta quarta-feira para ir morar na Rússia e se colocar como garantia para viabilizar a libertação sob fiança dos 30 detidos. A oferta foi feita por meio de uma carta, escrita por Kumi Naidoo ao presidente russo, Vladimir Putin, vista pela Reuters e enviada nesta quarta-feira em seguida a uma decisão judicial de negar fiança a três dos detidos.

“Ofereço a mim mesmo como garantidor da boa conduta dos ativistas do Greenpeace, caso sejam libertados sob fiança”, escreveu Naidoo na carta, na qual ele se ofereceu para “mudar sua vida para a Rússia enquanto durar o caso”. Ele acrescentou que nem ele nem os ativistas se consideram acima da lei, e solicitou uma reunião urgente com Putin.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Vaticano adota lei de transparência, vigilância e informação financeira

O Vaticano anunciou nesta quarta-feira (9) que irá adotar uma lei de “transparência, vigilância e informação financeira” para prevenir atividades monetárias ilegais.

A lei, aprovada nesta terça-feira (8) pela Comissão Pontifícia para o Estado da Cidade do Vaticano, dá continuidade às disposições do decreto do Governatorato e ao ‘Motu Próprio’ (lei papal) do Papa Francisco de 8 de agosto.

A medida segue a legislação já vigente “para a prevenção da atividade ilegal no campo financeiro e monetário”, introduzida também “motu proprio” pelo papa emérito, Bento XVI, informou em uma nota o gabinete de comunicação do Vaticano.

O Papa Francisco acena para fiéis após audiência geral no Vaticano. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)O Papa Francisco acena para fiéis após audiência geral no Vaticano. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)

Concretamente, esta nova lei consolida a norma existente para prevenção e luta contra a lavagem do dinheiro; financiamento do terrorismo; vigilância e regulamentação das entidades que realizam atividade de natureza financeira e colaboração e troca de informação com a Autoridade de Informação Financeira em nível interno e internacional.

“Desejo renovar o compromisso da Santa Sé em adotar os princípios e executar os instrumentos jurídicos desenvolvidos pela comunidade internacional, adequar ainda mais a ordem institucional para a prevenção e a luta contra a lavagem, o financiamento do terrorismo e a proliferação de armas de destruição em massa”, disse Francisco em seu “Motu Proprio” de 8 de agosto.

Segundo o comunicado, a lei consolida as medidas contra quem ameaçar a paz e a segurança internacional e exige a declaração de dinheiro em espécie em valores igual ou superior aos 10.000 euros quando se trata de transporte além da fronteira.

A lei também determina as funções, os poderes e a responsabilidade da Autoridade de Informação Financeira no exercício da função de vigilância e regulamentação.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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