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No Amapá, animais são levados de reserva em crise financeira há 3 anos

Araras sendo transportadas por técnicos do Ibama em Santana, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)Araras sendo transportadas por técnicos do Ibama, em Santana, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

Paulo Amorim, administrador da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Revecom, em Santana, no Amapá, disse que acordou nesta quarta-feira (26) ‘para ouvir pela última vez o som dos pássaros’ que mantia há mais de 15 anos. As aves foram as primeiras dos 72 animais retirados nesta quarta-feira pelo Ibama. Os bichos foram doados ao Estado por ocasião da crise financeira pela qual passa a reserva desde 2011.

Tucano também foi transportado para centro silvestre em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)Tucano também foi transportado para centro
silvestre em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)

Araras, papagaios e tucanos, além de jabutis e micos, foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Macapá, de onde serão encaminhados para zoológicos e reservas em outros estados, já que não há no Amapá outra RPPN e o único zoológico não está legalizado para receber animais.

Os animais retirados da reserva nesta quarta-feira foram os primeiros dos 515 que ainda deixarão a área de 171 metros quadrados em que viviam, na Revecom.  

“É triste ver um trabalho de dedicação ter que ser desfeito em função da falta de investimento em um local destinado para a preservação do meio ambiente”, lamentou Paulo Amorim.

Cerca de 70 animais, como araras, foram retirados da Revecom, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)Cerca de 70 animais, como araras, foram retirados da Revecom, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

Um grupo de estudantes de biologia da Universidade Federal do Amapá (Unifap) acompanhou a retirada dos animais e manifestou contra a ação. Eles pediam investimento público na área. A estudante Tayná Souza chegou a chorar quando o caminhão do Ibama deixou a reserva levando alguns animais.

Estudante Tayná Souza, se despedindo de arara que foi transferida da reserva (Foto: John Pacheco/G1)Estudante Tayná Souza se despediu de ave
(Foto: John Pacheco/G1)

“Um trabalho tão bonito. Está sendo difícil vê-lo se desfazer, mas, além disso, estamos verificando se os animais vão ser levados de forma adequada para o Cetas, que não tem uma estrutura para receber esses bichos”, disse Tayná, que promove nas redes sociais uma campanha em que recolhe assinaturas para uma petição destinada à reabilitação da RPPN amapaense.

Animais de grande porte, como uma onça-pintada, um gato maracajá e um gavião-real, vão aguardar a definição de locais adequados para serem transportados.

Paulo Amorim disse que somente um investimento permitirá à Revecom receber novamente grupos de estudantes e visitantes interessados em conhecer as trilhas existentes na reserva. Ele contou que para manter a Revecom com os mais de 500 animais que havia abrigado precisava de ao menos R$ 30 mil mensais, para alimentação dos bichos e limpeza do ambiente e pagamento de servidores. Segundo Amorim, a reserva recebia, no entanto, R$ 8 mil mensais, doados por parceiros, e parte da alimentação dos animais que era doada por empresários do ramo alimentício.

Paulo Amorim diz que ouviu canto dos animais pela última vez na Revecom (Foto: John Pacheco/G1)Paulo Amorim, administrador da reserva
(Foto: John Pacheco/G1)

Médico aposentado que há mais de 15 anos se dedica à reserva, Paulo Amorim disse que outro fator que contribuiu para a doação dos animais da reserva foi a contaminação do solo e da água da Revecom, através do esgoto jogado sem tratamento no rio Amazonas, que banha parte da reserva e servia aos bichos. “A tubulação de metal tem mais de 50 anos e apresenta corrosão em alguns pontos, o que causa o mau cheiro na área”, disse.

O superintendente do Ibama no Amapá, César Luís Guimarães, disse que o órgão não tem poder para repassar recursos para manutenção do local, e que a incumbência do instituto é apenas de garantir a preservação das espécies.

“Essa transferência tem que ser o mais rápido possível pois essa estrutura que a Revecom oferece não dispõe mais de fundos e como nós não temos também, a responsabilidade tem que ser nossa [Ibama]. Para o transporte das aves, estamos dando toda a estrutura, e dentro do Cetas vamos dar todo o cuidado para esses animais”, disse Guimarães.

Atrás das grades, onça-pintada espera tranferência para outro estado (Foto: John Pacheco/G1)Onça-pintada aguarda tranferência para outro estado (Foto: John Pacheco/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Papa substitui cardeal à frente de autoridade financeira do Vaticano

O Papa Francisco substituiu nesta quinta-feira (30) um cardeal que desempenhou um papel central nas finanças do Vaticano durante mais de uma década, seu gesto mais recente para reformar o organismo financeiro associado a seu antecessor.

O Vaticano afirmou que o Papa aceitou a demissão do cardeal Atillio Nicora como presidente da Autoridade de Informação Financeira do Vaticano (AIF), seu organismo regulatório interno.

Nicora, de 76 anos, exercia funções de alto nível nas finanças do Vaticano desde 2002. Ele foi substituído pelo bispo Giorgio Corbellini, de 66 anos, que tem um histórico de reformas dentro da burocracia do Vaticano.

A mudança, que se segue à troca de quatro cardeais ligados ao banco do Vaticano em 15 de janeiro – incluindo o brasileiro dom Odilo Scherer – acontece no momento em que Francisco se aproxima do primeiro aniversário de um pontificado marcado pela austeridade e sobriedade.

Com o gesto desta quinta-feira, o Papa rompeu quase totalmente com a estrutura financeira que herdou de Bento 16, que se aposentou no ano passado.

Entre 2002 e 2011, Nicora serviu como chefe da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica (Apsa), que cuida dos investimentos imobiliários da cidade-Estado e dos portfólios financeiros e de ações e ainda atua como departamento de compras e de recursos humanos.

Entre 2007 e 2013, ele também integrou uma comissão de cardeais que supervisionou o problemático Banco do Vaticano, que atualmente passa por um processo de reforma para adaptá-lo aos padrões internacionais de transparência e contra a lavagem de dinheiro.

Um relatório de 2012 da Moneyval, um comitê de monitoramento do Conselho da Europa, expressou preocupação de que havia pessoas com cargos tanto na AIF, cujo mandato inclui a regulação do banco, quanto no próprio banco.

Velha Guarda
Nicora deixou o posto de supervisor do banco no ano passado, mas manteve seu cargo na AIF até quinta-feira.

A AIF terá um papel vital na reorganização das finanças do Vaticano nos próximos meses, quando as reformas de Francisco devem se intensificar. A Autoridade de Informação conduzirá uma investigação dentro do banco em breve a pedido da Moneyval.

Uma fonte do Vaticano disse que teria sido constrangedor para Nicora ter qualquer papel na investigação dos departamentos nos quais outrora teve cargos altos.

Ele disse que Nicora era parte da velha guarda, que teve que ser posta de lado por causa de sua associação passada tanto com o banco quanto com a Apsa durante um dos períodos mais turbulentos para as finanças do Vaticano.

Nicora estava no comitê supervisor de cardeais do banco, oficialmente conhecido como Instituto para as Obras de Religião (IOR) em 2012, quando o então presidente do IOR, Ettore Gotti Tedeschi, foi demitido pelo conselho não-clerical do banco.

O conselho disse que ele era um mau gerente, mas Gotti Tedeschi afirmou ter sido demitido por querer que o banco fosse mais transparente.

A Apsa, outro departamento que Nicora encabeçou durante anos, está sendo investigado pelo Promontory Financial Group, uma empresa independente.

O monsenhor Nunzio Scarano, um prelado que trabalhou na Apsa durante 22 anos como contador e está preso sob acusações de contrabando e lavagem de dinheiro, disse a magistrados italianos que a Apsa operava como um banco paralelo.

Scarano disse que pessoas de fora podiam ter conta na Apsa, embora seja contra seu regulamento.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Vaticano adota lei de transparência, vigilância e informação financeira

O Vaticano anunciou nesta quarta-feira (9) que irá adotar uma lei de “transparência, vigilância e informação financeira” para prevenir atividades monetárias ilegais.

A lei, aprovada nesta terça-feira (8) pela Comissão Pontifícia para o Estado da Cidade do Vaticano, dá continuidade às disposições do decreto do Governatorato e ao ‘Motu Próprio’ (lei papal) do Papa Francisco de 8 de agosto.

A medida segue a legislação já vigente “para a prevenção da atividade ilegal no campo financeiro e monetário”, introduzida também “motu proprio” pelo papa emérito, Bento XVI, informou em uma nota o gabinete de comunicação do Vaticano.

O Papa Francisco acena para fiéis após audiência geral no Vaticano. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)O Papa Francisco acena para fiéis após audiência geral no Vaticano. (Foto: Giampiero Sposito/Reuters)

Concretamente, esta nova lei consolida a norma existente para prevenção e luta contra a lavagem do dinheiro; financiamento do terrorismo; vigilância e regulamentação das entidades que realizam atividade de natureza financeira e colaboração e troca de informação com a Autoridade de Informação Financeira em nível interno e internacional.

“Desejo renovar o compromisso da Santa Sé em adotar os princípios e executar os instrumentos jurídicos desenvolvidos pela comunidade internacional, adequar ainda mais a ordem institucional para a prevenção e a luta contra a lavagem, o financiamento do terrorismo e a proliferação de armas de destruição em massa”, disse Francisco em seu “Motu Proprio” de 8 de agosto.

Segundo o comunicado, a lei consolida as medidas contra quem ameaçar a paz e a segurança internacional e exige a declaração de dinheiro em espécie em valores igual ou superior aos 10.000 euros quando se trata de transporte além da fronteira.

A lei também determina as funções, os poderes e a responsabilidade da Autoridade de Informação Financeira no exercício da função de vigilância e regulamentação.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Infoserver anuncia portal corporativo de produtividade financeira

A empresa mostra no Ciab 2012 uma solução de portal online com autenticação forte para transações de alto risco em tempo real

A InfoSERVER, desenvolvedora de soluções completas de tecnologia e segurança forte, companhia do portfólio da Intel® Capital, apresenta durante o CIAB FEBRABAN 2012 o “Portal UC de Produtividade Financeira com autenticação forte”, para empresas do setor que precisam tomar decisões de alto risco em tempo real. A solução possui tecnologia de segurança com autenticação forte e foi desenvolvida especificamente para atender processos críticos de negócios do segmento financeiro, a partir da solução comunicação unificada da Microsoft (UC), com Share Point – Business Intelligence, Gerenciamento Eletrônico de Documentos/Conteúdo (ECM – Enterprise Content Management, solução de colaboratividade e tecnologia de busca (Enterprise Search).

De acordo com o diretor de tecnologia e produto da InfoSERVER, Abel Filho, a grande vantagem da solução está no ganho de velocidade em transações financeiras, já que o portal possibilita a comunicação entre vários executivos, a partir de diferentes plataformas, com acesso às informações do sistema e de mercado simultaneamente. “É possível realizar uma vídeo conferência entre executivos, todos com possibilidade de usar o sistema e atualizá-lo em tempo real, ao mesmo tempo ver emails e telas de informações do mercado, por exemplo”, conta Filho.

A solução é extremamente amigável e todas as operações de caixa postal, recados de voz, chat, emails, vídeos e atendimento telefônico podem ser feitas dentro do mesmo, com segurança tão forte quanto àquela do ambiente de trabalho na empresa, mesmo que o acesso seja feito em uma an house.

A proteção da identidade de cada usuário do portal é feita com tecnologia de duas faces (segurança máxima e no padrão internacional OATH – open authentication) para proteção de identidade de usuário e login com a solução InfoSERVER, tanto no modelo de token para celular, token embutido em processador Intel® ou token externo. Por ser um Partner Microsoft, GOLD em Portal e Colaboração e GOLD em Comunicação, ou seja, especialista nos dois segmentos, a InfoSERVER implanta, ensina a usar e faz grandes implementações de soluções da parceira.

Para demonstrar a solução funcionando em um ambiente de negócio financeiro, a InfoSERVER desenvolveu um dashboad que é correspondente a uma mesa de operações de compra e venda de ações. Na Demo, executivos conversam em video conferência para validar uma transação em tempo real, com acesso aos dados do sistema e tela de vídeo simultaneamente. O cenário é de um Diretor Financeiro, um Vendedor de Ações e o Tesoureiro da empresa fechando uma venda.

No Portal, uma das telas mostra os cálculos e informações no sistema – as informações de operação de vendas de ações, duas outras mostram o vídeo dos executivos com quem o vendedor interage. As telas do sistema mostram mudanças em tempo real, informações financeiras, simulações e emails e toda a transação é armazenada e a documentação disponibilizada em dados, vídeo e voz inclusive para processos de auditoria.

A solução de documentação e armazenamento do Portal adequa-se ao Acordo de Capital de Basiléia II. “O Portal oferece melhor qualidade de dados, o que agiliza e torna mais assertiva a tomada de decisão dos executivos. No mercado de riscos, uma decisão errada por falta de informação ou lenta por problemas de comunicação significa perda de resultados. Ao mesmo tempo, alguns minutos mais rápido por transação podem representar alguns milhões a mais no final do mês, pois aumenta diretamente a produtividade de diretores e profissionais de altíssimo nível”, comenta Abel Filho. “Do ponto de vista tecnológico, como o Portal UC de Produtividade Financeira foi desenvolvido na solução Microsoft, uma solução que já está presente em praticamente todos os ambientes de negócios de bancos e instituições financeiras, a ferramenta pode ser instalada rapidamente e sem grandes intervenções “, declara.

Material distribuído por Stefani Comunicação Corporativa. A Computerworld não se responsabiliza pelas informações contidas nos releases.

Confira mais releases do Ciab 201

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Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Ataques DDoS não têm motivação financeira, diz relatório

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Cerca de dois terços dos ataques no mundo tiveram objetivos políticos e ideológicos.

09 de fevereiro de 2012 – 10h43

O hackativismo substituiu os objetivos financeiros como principal motivador para interromper o tráfego de um site com um ataque DDoS, de acordo com um documento da Arbor Networks, companhia de segurança de redes. 

“Informações anteriores mostravam que os principais fatores eram financeiros, seja por razões de competição ou extorsão de terceiros” apontou a empresa no sétimo Worldwide Infrastructure Security Report, relatório emitido uma vez ao ano. “No ambiente atual, qualquer empresa pode ser tornar alvo de um ataque, e visto a variedade de ferramentas para realizar um ataque DDoS, qualquer um pode realizar um ataque. Isso representa uma mudança de cenário em relação às ameaças e no modelo de avaliação de riscos de para os operadores de rede e consumidores finais que dependem da internet para seus negócios” continuou. 

A Arbor também levantou que dois terços de todos os ataques DDoS no mundo foram motivados por razões políticas, ideológicas, niilistas ou simplesmente vandalismo. Além disso, a pesquisa mostrou que grande parte dos responsáveis pelas redes continua sem procurar as autoridades quando é atacada; eles não acreditam na capacidade e vontade de as autoridades investigarem esse tipo de atividade. 

Ano passado foi um período notável para ameaças na web porque foi marcado pela “democratização” do DDoS, de acordo Roland Dobbins, principal autor do artigo. “Qualquer companhia que opere online – o que compreende qualquer tamanho ou tipo de organização – pode se tornar um alvo por serem quem são, vender o que vendem, por serem parceiros de determinadas empresas ou quaisquer outras afiliações”, alertou Dobbins. “Além disso, a explosão de ferramentas de ataques baratas e de fácil acesso está habilitando qualquer um a executar investidas por meio de negação de serviço. 

Juntamente com o relatório de ameaças, a Arbor disponibilizou um guia visual das ferramentas para realizar negação de serviço disponível na web. Há cerca de 50 recursos, que variam de armas mais simples até ferramentas mais sofisticadas. No entanto, até os métodos mais simples podem causar danos sérios aos usuários de um website, observou Curt Wilson, membro da equipe de segurança e engenharia da Arbor. Isso acontece porque podem haver Trojans para roubar senhas, baixar e executar malwares, gravar teclas pressionadas e executar outras atividades maliciosas. 

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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