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Beyoncé e Jay-Z confirmam turnê conjunta nos Estados Unidos

Anúncio da 'On the run our', de Beyoncé e Jay-Z (Foto: Divulgação)Anúncio da ‘On the run our’, de Beyoncé e Jay-Z (Foto: Divulgação)

Beyoncé e Jay-Z anunciaram oficialmente nesta segunda (28) a “On the run tour”, na qual se apresentarão juntos em estádios dos Estados Unidos. Foram reveladas as datas de 16 shows, todos durante o verão.

A primeira apresentação conjunta do casal irá acontecer no dia 25 de maio, em Miami, e a última, ao menos por enquanto, será em 5 de agosto, em San Francisco. A turnê irá passar ainda por cidades como Filadélfia, Atlanta, Houston, Nova Orleans, Chicago e Los Angeles, entre outras.

Beyoncé acaba de encerrar sua turnê mundial “Mrs. Carter Show” enquanto Jay Z concluiu em janeiro passado a sua, “Magna Carta Holy Grial”, e em ambos casos os dois subiram juntos ao palco. Os dois também se apresentaram juntos na cerimônia do Grammy deste ano, quando cantaram “Drunk in love”.

As datas e locais dos 16 shows foram publicadas no site oficial da cantora.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Música

 

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Deslizamento de terra deixa três mortos nos Estados Unidos

Vista aérea mostra os danos do deslizamento após ser retirado um pedaço de terra do lado da colina de frente ao Rio de Stillaguamish (Foto: AP/ Marcus Yam/ The Seattle Times)Vista aérea mostra os danos do deslizamento após ser retirado um pedaço de terra do lado da colina de frente ao Rio de Stillaguamish (Foto: AP/ Marcus Yam/ The Seattle Times)

Equipes de resgate trabalhavam na remoção de uma grande quantidade de lama, pedras e árvores neste domingo (23) em uma tentativa de resgatar sobreviventes após um deslizamento de terra que causou a morte de três pessoas no noroeste dos Estados Unidos.

Pelo menos oito pessoas ficaram feridas, incluindo um bebê de seis meses, quando parte de uma montanha veio abaixo devido às chuvas torrenciais que atingem a região, destruindo seis casas na comunidade rural de Oslo, nordeste de Seattle, no estado de Washington, informaram a polícia local e os bombeiros.

‘Há pessoas pedindo ajuda e estamos nisto’, disse à imprensa neste domingo Travis Hots, chefe dos bombeiros do distrito localizado no condado de Snohomish.

‘Enfrentamos em uma situação muito instável’, disse Hots.

As equipes de emergência estão utilizando câmeras de imagem térmica para ajudar nos trabalhos de resgate, informou o gabinete do xerife do condado de Snohomish em um comunicado.

Os temporais das últimas semanas foram mais intensos na região de Cascade Mountains, segundo as autoridades. A previsão indica que as condições serão melhores neste domingo, mas pancadas de chuva ainda devem ser registradas durante a semana.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Estados Unidos criticam bloqueio do Twitter na Turquia

O Departamento de Estado americano denunciou nesta sexta-feira (21) o bloqueio ao Twitter ordenado pelo primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, e declarou que a decisão é “contrária ao desejo da Turquia de ser um modelo de democracia”.

“Os Estados Unidos apoiam a liberdade de expressão na Turquia e rejeitam qualquer ação que infrinja o direito de liberdade de expressão”, disse a porta-voz da pasta, Jen Psaki, aos jornalistas.

“Pedimos ao governo turco que desbloqueie o acesso de seus cidadãos ao Twitter e garanta o livre acesso a todas as plataformas de redes sociais”, acrescentou.

Por instruções do governo, as autoridades turcas das Telecomunicações proibiram o acesso à rede social na quinta-feira (20) à noite. A oposição tem usado o microblog para divulgar registros de conversas por telefone grampeadas e que envolvem Erdogan em um enorme escândalo de corrupção.

Funcionários americanos, entre eles o embaixador dos Estados Unidos na Turquia, vêm trabalhando no assunto, revelou Psaki. “Nós temos de expressar nossa preocupação por esses canais”, frisou.

“Os governos democráticos têm de aceitar ouvir as vozes que estão em desacordo com eles”, insistiu a porta-voz.

“Que os meios independentes se manifestem sem travas constitui um elemento essencial das sociedades abertas e democráticas”, defendeu.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Estados Unidos tentam conter superpopulação de cavalos selvagens

Exemplares de cavalos selvagens que vivem em área dos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Bureau of Land Management)Exemplares de cavalos selvagens que vivem em área dos Estados Unidos (Foto: Divulgação/Bureau of Land Management)

O cavalo selvagem, descendente dos cavalos trazidos da Espanha para a América, é um símbolo do Oeste dos Estados Unidos, mas sua proliferação sob o amparo de leis de proteção se tornou um problema de espaço vital no país.

O Birô de Gestão de Terras (BLM, na sigla em inglês), uma dependência do Departamento do Interior, tem a seu cargo atualmente 33.780 cavalos e 6.825 burros selvagens que trotam, galopam, pastam e se reproduzem livremente em cerca 12 milhões de hectares de terras federais.

Os equinos não têm predadores naturais e as manadas podem dobrar de tamanho em apenas quatro anos, e por isso o BLM precisa prender todo ano milhares de animais para controlar a população nas terras federais, que englobam dez estados do oeste do país.

Para tentar driblar a superpopulação, o BLM criou um programa de adoção que, no ano passado, colocou 2.671 animais sob cuidado de indivíduos privados, mas o número é pequeno comparado à adoção de mais de 5 mil cavalos por ano em meados da década passada.

Cavalos adaptados
Uma ferramenta para o manejo de população é, obviamente, o uso de anticoncepcionais, e em 2013 o BLM aplicou o tratamento a 509 éguas – também pouco, comparado às 1.051 éguas do ano anterior, e um número ínfimo comparado ao tamanho das manadas.

A aplicação de anticoncepcionais não é fácil, como sabem os responsáveis pelo manejo de cerca de 175 equinos selvagens na ilha Assateague, em Delaware. O tratamento é feito atirando um dardo na égua, e requer, primeiro, encontrar o animal selvagem e se aproximar sem que ele saia galopando.

E os cavalos aprendem: como a arma exigia uma aproximação de cerca de dez metros, os cavalos de Assateague aprenderam a manter-se a cerca de 15 metros dos humanos. Quando a arma foi aprimorada e bastava se aproximar 20 metros, aprenderam a se manter a 30 metros de distância, e depois aprenderam a se manter a mais de 40.

Quando se trata das dimensões dos territórios abertos onde os mustangues vivem, a aplicação de anticoncepcionais tornou-se uma ferramenta de uso limitado. Há os que sugerem que, já que são animais selvagens, deveria se deixar que a natureza agisse livremente: os cavalos e burros que não encontrarem comida ou água suficientes morrerão e isso reduzirá as tropas a um número que o território possa sustentar.

Antes, porém, será preciso lidar com um obstáculo: a lei de 1971 obriga o BLM a cuidar dos cavalos, e a agência não pode permitir que sofram de fome ou sede.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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O governo dos Estados Unidos jogou neve falsa nas ruas?

Serão reais os vídeos que mostram que está sendo espalhada pelas ruas dos Estados Unidos uma neve artificial que não derrete e não pega fogo?

Em janeiro de 2014, inúmeros vídeos começaram a circular pela web mostrando uma estranha descoberta. Segundo relatos (e experimentos), a neve que teria caído no sudeste dos Estados Unidos não é real, pois não queima e sequer derrete ao ser aquecida.

Nos vários testes publicados no YouTube, alguns moradores das regiões afetadas tentam queimar a neve com o auxílio de isqueiros, tochas e maçaricos e nada acontece. A neve fica preta e, segundo afirmam, com cheiro forte de produtos químicos.

Neve artificial está sendo espalhada nos EUA! Será? (Foto: Reprodução/YouTube) Neve artificial está sendo espalhada nos EUA! Será? (Foto: Reprodução/YouTube)

Como não sabem o que pode ser esse fenômeno, muitos norte-americanos sugerem que o governo dos Estados Unidos esteja os enganado, manipulando de alguma forma o clima e espalhando essa neve falsa!

Alguns sites sugerem que a HAARP estaria por trás disso, fazendo algum serviço de “geoengenharia”, pulverizando produtos químicos nos céus para mudar as condições climáticas do planeta.

Assista abaixo dois desses vídeos e descubra conosco se isso é verdadeiro ou falso:

E esse teste, feito na Georgia:

Outros vídeos como esses podem ser vistos no Alien Disclosure!

Os vídeos são reais, mas seu conteúdo é falso!

A impressão que dá ao assistir aos filminhos é a de que a neve não está derretendo com o fogo, mas a neve não é falsa. É que a neve aparentemente não derrete com isqueiros ou maçaricos!

Na verdade, a neve é um pouco diferente do gelo sólido, pois ela é muito menos densa e muito mais porosa (possui cerca de 5% de água e o restante é somente ar). Ao aquecer um bloco de neve com a chama de um maçarico ou de um isqueiro, muitas das moléculas de água acabam passando diretamente do estado sólido para o gasoso (sublimação). Ao mesmo tempo, outras moléculas passam do estado sólido para o líquido, mas esses fluídos acabam sendo absorvidos pela porosidade da neve e nem chegam a pingar.

Podemos ver em um dos vídeos que, enquanto o maçarico está queimando uma ponta da neve, alguns pequenos cristais que se desprendem da outra ponta formam pingos de água na mesa:

neve_derretendo

Se você tentar derreter uma pedra de gelo com um maçarico, o mesmo fenômeno ocorrerá com uma pequena diferença: O gelo, por não ser poroso, não irá absorver a água e escorrerá!

O camarada no vídeo a seguir repetiu o teste da queima da neve, mas também a colocou no microondas e, adivinhem:

Em todos os vídeos publicados no YouTube podemos ver que o fogo deixava uma mancha preta na neve queimada, mas há uma explicação simples para isso.

O que ocorreu nos vídeos foi uma combustão incompleta!

Esse fenômeno se dá quando não há oxigênio suficiente para consumir todo o combustível (no caso, o butano). No caso dos compostos orgânicos, os produtos da combustão incompleta podem ser monóxido de carbono (CO) e água; ou carbono elementar (C) e água.

O filme abaixo explica melhor o fenômeno:

A neve falsa norte-americana não é falsa! Ela derrete, sim!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Marmota Phil ‘prevê’ inverno longo nos Estados Unidos

Marmota é segurada pelo treinador John Griffiths depois de sair de sua toca (Foto: Gene J. Puskar/AP)Marmota é segurada pelo treinador John Griffiths depois de sair de sua toca (Foto: Gene J. Puskar/AP)

A marmota Phil saiu de sua gaiola neste domingo (2), na pequena cidade de Punxsutawney, no oeste do estado americano da Pensilvânia e, diante de grande expectativa de milhares de curiosos, viu sua sombra, o que significa, segundo a tradição, que o inverno durará seis semanas a mais neste ano no país.

Às 7h25 locais (10h25 de Brasília), em uma manhã úmida, Phil fez sua esperada previsão em cerimônia mais acompanhada pela tradição do que por sua exatidão. Segundo dados do Centro Meteorológico Nacional, entre 1988 e 2012, a marmota acertou suas previsões 10 vezes, e errou 15.

Se a marmota não tiver visto sua sombra, o folclore local indica que o inverno termina mais cedo, abrindo caminho para a primavera.

No entanto, a previsão de Phil não foi muito bem recebida, especialmente na costa leste dos Estados Unidos, que vem sofrendo neste inverno com sucessivas e pouco frequentes ondas de frio ártico que deixaram as temperaturas abaixo da média da região.

Desde 1887, a cada 2 de fevereiro é comemorado o “Dia da Marmota”, cuja popularidade disparou depois do filme “Feitiço do Tempo” (1993), protagonizado por Bill Murray, e milhares de turistas vão à pequena cidade localizada a 100 quilômetros a nordeste de Pittsburgh.

Phil tem imitadores em vários lugares do país, como Chuck em Staten Island (Nova York), Sir Walter Wally em Raleigh (Carolina do Norte) e Beau Lee em Atlanta (Geórgia), entre outros. 

Marmota saiu de sua toca neste domingo (2) e previu mais seis dias de inverno (Foto: Gene J. Puskar/AP)Marmota saiu de sua toca neste domingo (2) e previu mais seis semanas de inverno (Foto: Gene J. Puskar/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Mal-estar e moral baixo afetam forças nucleares dos Estados Unidos

Moral baixo e falta de perspectivas: a Força Aérea dos Estados Unidos identificou a causa do acúmulo de incidentes em suas unidades de mísseis nucleares, mas não a solução para seus oficiais, que se questionam sobre a utilidade e sobre o valor de sua missão.

Entre erros, negligências, posse de drogas, ou ingestão de álcool, os incidentes se multiplicaram nos últimos meses nas três bases de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) que a Força Aérea americana tem em seu território.

“As pessoas que estão encarregadas das armas nucleares devem mostrar o máximo de profissionalismo, mas continuamos vendo que este não é o caso”, critica Jim Lewis, da ONG Centro para o Controle de Armas e Não Proliferação.

Ao todo, 34 oficiais foram suspensos na semana passada por trapacearem em um exame de rotina para verificar suas competências. Dois deles foram acusados de posse de drogas.

Em outubro, quatro oficiais já haviam sido suspensos por dormirem em serviço, na frente do monitor, deixando aberta a porta blindada de seu posto de lançamento.

Essas falhas também foram registradas nas mais altas patentes. Em julho passado, um general que comandava as unidades de mísseis ICBM foi destituído do cargo por consumo excessivo de álcool durante uma viagem a Moscou.

Desde 1945, o poder de destruição desses mísseis tem sido a maior e melhor garantia contra seu uso. Com o fim da Guerra Fria, reduziu-se ainda mais a probabilidade de que sejam usados. Os Estados Unidos mantêm 450 unidades ativas.

Nas bases de Malmstrom (Montana), Minot (Dakota do Norte) e Warren (Wyoming), cerca de 500 tenentes e capitães da Força Aérea continuam vigiando 24 horas por dia os “bunkers” subterrâneos, “esperando para pressionar um botão que sabem que nunca apertarão”, resumiu Joseph Cirincione, presidente do Fundo Ploughshares, um grupo de reflexão e pesquisa especializado em temas nucleares.

“Não é uma questão de disciplina, ou de supervisão. É quase uma questão existencial” para esses jovens homens e mulheres, disse à AFP.

Tédio: o pior inimigo Em artigo publicado em 2011 na revista “Wired”, um desses oficiais fala sobre o assunto.

“O seu pior inimigo é o tédio. Nada de heroísmo no campo de batalha, nada de ganhar uma medalha, o dever hoje é percebido como um anacronismo irrelevante”, lamentou.

O problema não é novo e, em junho de 2008, levou o então secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates, a afastar os chefes civis e militares da Força Aérea, após uma série de incidentes nas forças nucleares.

Um grupo de trabalho criado na época concluiu a existência de uma “diminuição inequívoca, dramática e inaceitável do compromisso da Força Aérea para realizar sua missão nuclear”.

Essa queda foi “gradual”, em consequência das mudanças na organização, no pessoal e nos procedimentos dentro de suas unidades, explicou o painel de especialistas.

“A maioria dessas mudanças era simples, mas o impacto global na missão nuclear foi mais pronunciado do que o esperado e é muito importante para ser aceitável”, apontou o grupo de trabalho.

A última série de incidentes coloca “a questão de saber se as falhas e os problemas sistêmicos identificados em 2008 foram corrigidos”, questionou Gates em entrevista esta semana à CNN.

Desde 2008, foram tomadas medidas para amenizar a situação, afirmou o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Mark Welsh, admitindo, porém, que a noção de “importância vital” da missão pode não estar suficientemente arraigada nas tropas. Ao mesmo tempo, ele defendeu e garantiu o profissionalismo das forças nucleares.

De fato, há aspectos do trabalho que não mudaram. A função não é mais invejada na Força Aérea – como já foi no passado -, e as perspectivas de carreira continuam sendo escassas.

As deficiências identificadas também põem em xeque a necessidade de manter ativos os mísseis ICBM junto com os submarinos nucleares e as bombas lançadas de aviões. O atual secretário da Defesa dos EUA, Chuck Hagel, reafirmou seu compromisso com os ICBM.

“Não vemos esse tipo de problema na frota de bombardeiros, ou submarinos”, disse Cirincione. “Porque têm outras missões. A única missão dos mísseis balísticos intercontinentais é sacrificar milhões de civis inocentes”, explicou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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