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Hardcore gringo e punk brasileiro empolgam plateia do Abril Pro Rock

Conquest for Death, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)‘Lema’ da Conquest for Death é “muitas nações, um underground” (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Os fãs do punk e do hardcore não tiveram do que reclamar na segunda noite de shows do Abril Pro Rock, neste sábado (26), no Chevrolet Hall, em Olinda. Os norte-americanos do Conquest for Death mostraram porque são uma grande influência para o hardcore e também para o punk, trash e metal. O punk brasileiro foi defendido pelos capixabas da Mukeka di Rato e da tradicional banda paulistana Olho Seco.

Formada em 2006, a Conquest for Death é conhecida por trazer integrantes de diferentes continentes, todos unidos no lema ‘muitas nações, um underground’. Em um show eletrizante, o grupo veio pela segunda vez ao Nordeste e mostrou muito pique, com os integrantes correndo pelo palco e vibrando junto ao público.

Abrindo com “Yellow Tape” e trazendo no repertório músicas como “Beyond Hidden Valley”, “A sunny day in no man’s land” e “The unbridled disgust of being human”, a Conquest mostrou fôlego e encantou mesmo quem não conhecia a banda. “Essa é a graça do Abril, você vem ver uma banda e acaba conhecendo outras”, conta o professor Fred Costa, que veio de Selânea, na Paraíba, para a noite do rock.

A rodinha punk crescia a cada música, tornando pequeno o espaço no Chevrolet Hall para tantos fãs de rock. “Mosh é vida, não tem essa de ser mulher, não tem idade. Ou você gosta, ou você se afasta. Não é violento, está todo mundo brincando aqui”, avalia a farmacêutica Jucélia Souza, que acompanhou o show todo na roda.

Olho Seco, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Olho Seco é uma das veteranas do punk brasileiro (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Das origens do punk
“Isso é Olho Seco, seco, seco, seco!”, vibravam os apaixonados pelo punk assim que a paulistana Olho Seco subiu ao palco. A banda do começo da década de 1980 é responsável, junto a ícones como Ratos de Porão, por escrever parte da história do gênero no país. Mistura de hardcore punk com thrashcore, o vocal agressivo enlouqueceu o público do Chevrolet Hall.

A energia pulsante do grupo permeou o repertório com múscas como “Me tirem deste inferno”, “Vida violenta”, “Castidade” e “Eu nao sei!”. Ficar junto à grade nesse show foi um verdadeiro desafio. “Esse é o tipo de banda que, ou você gosta muito, ou odeia. Eu tô aqui na grade, com dor, a galera empurrando, porque amo mesmo”, afirma o estudante Pedro Barbosa.

Para o empresário Osíris Goes, a Olho Seco é única na história do punk brasileiro. “Junto deles, só Cólera e Garotos Podres. É muito bom mesmo, vim para ver Obituary, mas valeu muito a pena o show”, conta. A noite contou ainda com as músicas “Nada”, “Isto é olho seco”, entre outros sucessos da banda.

Mukeka di Rato, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Mukeka di Rato tem público fiel no Recife (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Capixabas
Do Espírito Santo, os veteranos do Mukeka di Rato mostraram porque enlouquecem os fãs por onde passam, durante 16 anos de carreira. A roda de punk começou logo na primeira música, com roqueiros subindo na grade para se jogar por cima da galera. Sem parar um minuto, os integrantes da banda percorriam o palco, incitando a plateia a não parar também.

Vários foram os que tentaram pular para o palco e não conseguiram, mas não se arrependeram. “Você não vê sempre esses caras aqui. Se você não tenta, é porque nunca veio para um show direito”, diz o estudante Aloíso Sá, que veio com os amigos de Maceió para curtir a noite do rock pesado.

O repertório passou por músicas como “New Wave Indio”, “Escolinha”, “Mickei”, “Maconha”, além de outras mais recente trabalho “Atletas de Fristo”. “Só faltou o Ratos de Porão para essa noite ficar perfeita. Mukeka di Rato é uma das melhores bandas que tem da cena alternativa”, define o promotor de vendas Filipe Almeida.

Pedro aguentou o empurra-empurra junto à grade, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Pedro Barbosa aguentou o empurra-empurra junto à grade, durante show da Olho Seco (Foto: Katherine Coutinho / G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Obituary, Kataklysm e Havok marcam noite de despedida do Abril Pro Rock

Banda Obituary, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Banda Obituary comemorou 25 anos do primeiro disco, “Slowly we rot” (Foto: Katherine Coutinho / G1)

A segunda e última noite do Abril Pro Rock, neste sábado (26), no Chevrolet Hall, em Olinda, foi um verdadeiro tributo ao rock pesado. Aproximadamente 10 mil pessoas lotaram a casa de shows para conferir a lendária Obituary, que comemora seus mais de 20 anos de carreira, os franco-canadenses do Kataklysm e os norte-americanos da Havok.

Comemorando 25 anos de seu primeiro álbum, “Slowly we rot”, Obituary é considerada uma das mais importantes bandas de death metal. Não é à toa que atraiu fãs de todos os lugares do Nordeste e era a atração mais esperada da noite. “A gente curte os outros, mas vim mesmo é para vê-los”, afirma o empresário Osíris Goes.

O show integra a turnê “Classic set-list take over”, que traz sucessos dos mais de 20 anos  do grupo, como “Stinkupuss” e “Intoxicated”, que abriram o show. O professor Fred Costa reuniu os amigos e veio de Selânia, no interior da Paraíba, para conferir a apresentação. “A gente veio por eles mesmo, é o melhor show da noite, sem dúvida”, comentou.

Pela primeira vez no Recife, a banda fez questão de bater cabeça durante o show, acompanhada pelos fãs apaixonados pelo gutural de Tardy. A cada parada do grupo para se refrescar, a multidão entoava “Obituary, Obituary”. O setlist não deixou de fora canções como “The end complete”,  “Dead silence”, “Chopped in half” e, como não podia faltar, ”Slowly we rot”, para deixar saudade em todos.

Com Donald Tardy na bateria, Trevor Peres e Kenny Andrews nas guitarras, John Tardy no vocal e Terry Butler no baixo, os gringos da Obituary provaram que ainda têm fôlego para muitos anos de apresentações, completando a fila de sucessos com “Blood soaked”, “Immortal visions”, “Gates to Hell” e “Infected”.

Banda Kataklysm, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Kataklysm veio pela primeira vez a Pernambuco e encontrou muitos fãs (Foto: Katherine Coutinho / G1)

A dobradinha gringa do death metal contou ainda com os franco-canadenses do Kataklysm, que tinha um público ansioso pelos riffs de guitarras e a voz gutural característica do grupo. “Vamos dar trabalho para os seguranças, quero ver vocês vindo em ondas aqui para frente. Esses seguranças gentis vão segurá-los”, convocou o vocalista Maurizio Iacono, sendo prontamente atendido.

Como dizem os fãs, “o metal ensina geografia”. Em uma noite de norte-americanos, os canadenses mostraram fôlego e energia para contagiar a plateia com “Prevail”, “Push the venom”, “Like angels weeping (The dark)”, além de “Like animals” e “As I slither”, fora outras músicas de sucesso da banda. “Se eu já gostava só ouvindo os álbuns, vendo eles aqui é ainda melhor”, apontou o professor José Feliciano Santos.

Convocando todos para cantar junto, “Fire” literalmente incendiou o público com sua intensidade, em uma noite que teve ainda “At the edge of the world”, “Iron will’ e “Shadows and dust”. Em sua primeira passagem por Pernambuco, ficou a promessa de voltar mais vezes. “Eu vim só por causa deles mesmo, esse som não tem igual”, afirmou o serralheiro Ewerton Pereira, que veio de Caruaru, no Agreste do estado, para conferir os canadenses.

Banda Havok, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Novo representante do trash metal, Havok se esforçou para ser entendido pela plateia, falando pausadamente em inglês (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Nova geração
Os norte-americanos da Havok trouxeram a nova geração do trash metal internacional a Olinda, atraindo uma legião de roqueiros apaixonados, que se jogavam e entravam na roda punk, aproveitando o show ao máximo. “Vocês podiam gastar seu dinheiro em qualquer lugar do mundo hoje, mas resolveram gastar aqui com esse show de rock”, agradeceu o vocalista David Sánchez.

Em uma noite com “Covering”, “Point”, “Liberty” e “Scumbag”, o som pesadíssimo empolgou. Sem saber português, Sanchez buscava falar um inglês mais pausado e claro na hora de interagir, sendo compreendido por quem falava o mais básico da língua. “Eu viajaria meio mundo só para vê-los tocar”, afirma a estudante Alícia Santos, que veio de Aracaju só para conferir a performance dos americanos.

Apresentando um trash metal agressivo e direto, a banda mostrou porque chamou a atenção do selo Candlelight, responsável por lançar nomes fundamentais do metal, como Obituary, Gorgoroth e Vader. Deixando um gosto de quero mais, a noite teve ainda “I am the state”, “From the candle” e “Time is up”.

Amigos vieram do interior da Paraíba para curtir o Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Amigos vieram do interior da Paraíba para curtir o Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Rock feito em Pernambuco tem público garantido no Abril

Banda Dune Hill, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Banda Dune Hill abriu segunda noite do Abril pro Rock, no sábado (Foto: Katherine Coutinho / G1)

O tão falado “Recife multicultural” mostrou neste sábado (26) sua cara mais ‘pesada’. A terra do frevo mais uma vez acolheu os fãs do hard rock, que vibraram ao som dos pernambucanos da Dune Hill e caíram na roda punk com a Desalma, que lançou seu primeiro disco, “Foda-se”, no palco do Abril Pro Rock, realizado no Chevrolet Hall, em Olinda.

Com cerca de cinco anos de existência, a Dune Hill abriu a segunda noite e trouxe o encontro entre o hard rock e o heavy metal, fazendo os metaleiros de plantão bater cabeça logo cedo. Acompanhando o trabalho da banda, o estudante Hugo Câmara ficou logo junto à grade. “É muito bom, a vibe deles é hard rock. Se fosse como antes, que tinha uma noite do metal, eles seriam muito mais valorizados”, avalia Câmara.

O vocalista Leonardo Trevas interagia com o público, convocando todo mundo para erguer as mãos. A plateia vibrava ao som de músicas como “Big Bang”, “Revolution 2”, “Lamb of Gold” e “Miracles”. O show foi curto para aqueles que mergulharam no som da banda. “É a segunda vez que vejo eles ao vivo. O maior problema das bandas aqui de Pernambuco é que não têm divulgação. São trabalhos muito bons”, afirma o estudante Ulisses de Moura.

Fãs aprovam show da banda Dune Hill, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Hugo (E) e Ulisses aprovam show da banda Dune Hill, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

O espaço em frente ao palco estava completamente dominado pelo público quando os recifenses da Desalma chegaram para apresentar seu rock pesado. Formada por Erick Dartelly (voz), Mathias Severien (guitarra), Pedro Diniz (baixo) e Renato Corrêa (bateria e voz), a banda lançou seu primeiro disco para um público que vibrava e batia cabeça, em sintonia com a banda.

A roda punk foi aberta logo no começo do show, incentivada pelo vocalista. Em casa, o grupo mostrou que o rock de qualidade têm espaço em qualquer lugar, com músicas como “Fragmentos”, “Corpo-seco” e “Mais um templo”. “E aí, querem mais? Tá bom para vocês?”, perguntou Erick Dartelly, sendo respondido por gritos de apoio.

Banda Desalma, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Banda Desalma aproveitou  Abril pro Rock para lançar primeiro disco (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Para mostrar que tinha mais, a banda convidou o grupo de percussão Bongar, provando que o rock feito em Pernambuco se mistura com outros estilos, sem crise. A casa de shows foi ao delírio, com gritos de aprovação. “Eu me apaixonei e olha que eles nem fazem meu estilo normal, gosto mais do gótico. E dá um orgulho danado de saber que eles são daqui, da nossa terra”, diz a estudante Viviane Cavalcanti.

O repertório da noite contou ainda com outras músicas da banda, como “Tortura”, “Desgraça” e “Desprezível”. “Eu já conhecia o trabalho de estúdio deles, que é muito bom. Tinha muita vontade de ver ao vivo, mas nunca tinha rolado. Gostei muito”, conta o estudante Luiz Felipe Valença, que acompanhou o show todo junto à grade.

Banda Desalma toca com o grupo Bongar, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Banda Desalma toca com o grupo Bongar, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Do trash ao melódico, metal brasileiro mostra sua força no Abril pro Rock

Banda Chakal, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)A “banda do mal de BH”, Chakal, se apresentou no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Uma noite para quem ama o rock em todas as suas versões, passando do trash metal ao stoner rock e metal melódico. As bandas brasileiras comprovaram que, em uma noite de atrações internacionais de peso como Obituary, têm seu público certo e apaixonado no Nordeste do país, na segunda noite do Abril Pro Rock, no sábado (26), no Chevrolet Hall, em Olinda.

Com uivos, vindos tanto do público como da abertura do show, o Chakal subiu ao palco sendo ovacionado pelos fãs. “Nós somos a banda do mal de Belo Horizonte”, avisou o vocalista da banda, Vladimir Korg, fazendo questão de ressaltar a origem mineira e aproveitando para zoar com o público, perguntando se tinha alguém cansado.

Formada nos anos 80, a banda é uma das responsáveis pela base do trash metal brasileiro, junto ao Sepultura. O vocal gutural marca as músicas “Christ in Hell”, “Exorcise-me”, além de “Headshooting for dummies” e “Anubis”, The lord of the Necropolis”. Um banquete sonoro para quem curte o ritmo. “Eles são os reis do trash. Muita gente fica só com Sepultura, mas esses caras aqui são outra história”, acredita o gerente de loja André Neves, que veio de Campina Grande (PB).

Lembrando o álbum anterior, “Demon King” levou ao delírio os fãs dos mineiros. O som pesado e a sintonia da banda com os fãs mostrou porque eles são ovacionados todas as vezes que vêm ao Nordeste fazer shows.

Banda Krow, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Krow mostrou ao público do Abril pro Rock as músicas do novo EP, “Relentless disease” (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Também mineiros, mas da cidade de Uberlândia, a banda Krow subiu ao palco prometendo mostrar aos gringos “como é que se faz death metal de verdade”. O som pesado do grupo arrebatou os roqueiros de plantão, com direito a muitos moshes – a famosa ‘rodinha punk’. Batendo cabeça e apostando no vocal gutural, os mineiros trouxeram músicas do seu mais novo EP, “Relentless disease”, gravado na Suécia.

Para o encarregado de produção Alex Silva, o show da Krow foi memorável. “O death metal deles é animal. É o melhor tipo de rock que tem”, defende Silva, afirmando que os fãs acabam sofrendo preconceito no Nordeste. “O Nordeste é muito carente de shows desse tipo. A galera acha que a gente só tem brega, forró…”, aponta.

Após de fazer shows em festivais da Europa ao lado de mandas como Napalm Death, Primoridal e Negura Bunget, a banda deixou para lançar a música “Whoreborn”, do mais recente trabalho, para o público fiel da segunda noite do Abril Pro Rock. “Isso que é música de verdade. Não conhecia os caras, mas vou procurar agora”, garante o estudante Alan Santos. A noite contou ainda com “Before the ashes”, “Outbreak of a maniac” e a música que batizou o EP, “Relentless disease”.

Banda Hibria, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Hibria abriu shows da turnê brasileira do Black Sabbath (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Metaleiros
Em uma noite com bandas de som pesado, o metal melódico do Hibria não deixou a desejar. Um pouco mais leve que as outras bandas, o quinteto gaúcho veio pela primeira vez ao estado, depois de já ter tocado no palco do Rock in Rio, ano passado, e de ter aberto os shows da turnê brasileira do Black Sabbath.

Mostrando que já tem fãs em território pernambucano, a banda foi recebida com gritos e aplausos assim que subiu ao palco. O setlist contou com músicas como “Silent revenge”, “Lonely fight” e “Shoot me down”. “Eu tinha visto o show deles no Rock in Rio, estava louca para que viessem para o Nordeste. As letras, o instrumental deles é perfeito”, afirma a técnica em enfermagem Larissa Corrêa, que veio de Maceió para ver o quinteto.

Prometendo voltar para uma turnê pelo Nordeste, o Hibria convocou o público a pular e bater cabeça em hits como “Silence will make you suffer”, “Steel lord on wheels” e “The anger inside”, além de “Blinded by faith”. “É bom ver que eles não esqueceram o metal melódico. A gente perdeu muito espaço com essa diminuição de dias do festival”, acredita o professor Lúcio Alves.

Banda Monster Coyote, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Monster Coyote atraiu fãs do RN para curtir show do Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Rock potiguar
Cria da cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, a Monster Coyote arrebatou fãs em sua apresentação no palco do Abril Pro Rock. O grupo de stoner rock — subgênero do metal tradicional –,  fez um som impactante, colocando os roqueiros para bater cabeça ao longo de toda a apresentação.

No setlist não faltaram as canções “Dead bravery”, “Windmill tales” e “Wolfslayer”. Acompanhando o trabalho do grupo desde o começo, a técnica de laboratório Lorena Rocha era uma das mais empolgadas na grade, cantando todas as músicas. “Eles são top, uma das melhores bandas de Mossoró, sem dúvida. O ritmo que eles levam é bem stoner, esse sem dúvida é o ponto alto da banda”, acredita Lorena, que é da mesma cidade do grupo.

O repertório da noite incluiu ainda “Walk of the untouchable” e “Beacon of losts souls”, arrebatando o público em uma noite dedicada ao rock do começo ao fim.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Música

 

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Conclusão da incorporação da Nokia à Microsoft é adiada para abril

A Nokia não espera concluir a venda de seu negócio de telefonia à Microsoft até abril, à medida que conversas com os reguladores de alguns mercados em que atua se arrastam, informou a companhia nesta segunda-feira (24), o que alimentou especulações de que deverá fazer mais concessões para fechar o negócio.

Analistas disseram que o atraso significa que a Nokia, que esperava fechar o negócio até o final de março, poderá ter que fazer concessões sobre as taxas de licença que irá cobrar sobre patentes que permanecerão com a empresa finlandesa depois que o negócio for fechado.

No início deste mês, reportagens na mídia afirmaram que o Google e a Samsung Electronics tinham pedido a reguladores chineses para garantir que o negócio de 5,4 bilhões de euros (equivalente a US$ 7,18 bilhões) entre a Microsoft e a Nokia não levasse a taxas de licenciamento mais altas.

“[O atraso] é um mau sinal. Eles têm discutido com as autoridades há um bom tempo, e ainda precisam de mais tempo”, disse Sami Sarkamies, analista da Nordea Markets.

Sem a sua deficitária divisão de celulares, a Nokia irá no futuro obter mais de 90 por cento de suas vendas com a unidade de equipamentos de telecomunicações Nokia Services and Network, e também terá um acervo de patentes de tecnologia, bem como uma unidade de software de navegação.

A expectativa é que a Nokia revele sua nova estratégia após o fechamento do acordo com a Microsoft.

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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‘Titanfall’ para Xbox 360 atrasa novamente e chega em 8 de abril

Titan são robôs com sete metros de altura em 'Titanfall' (Foto: Divulgação/Electronic Arts)Titan são robôs com sete metros de altura em
‘Titanfall’ (Foto: Divulgação/Electronic Arts)

O game de tiro em primeira pessoa “Titanfall” foi lançado para Xbox One e PC em 11 de março. Inicialmente, essa era a data prevista para a versão de Xbox 360, mas ela foi adiada para o dia 25 de março. Agora, os donos do videogame da Microsoft terão que esperar até o dia 8 de abril para jogar o game, já que a empresa adiou seu lançamento novamente.

Na Europa, o game será lançado apenas no dia 11 de abril, um mês depois do lançamento para XOne e PC.

Diferentemente da versão do videogame de nova geração e dos computadores, desenvolvida pelo Respawn Entertainment, a versão para Xbox 360 está sendo feita pelo estúdio Bluepoint.

“Vimos algumas coisas que poderíamos melhorar, então estamos dando mais tempo ao Bluepoint para ajustar o necessário e entregar uma experiência épica de ‘Titanfall’ no Xbox 360”, disse a Electronic Arts, produtora do título, em comunicado. “O jogo terá as mesmas partidas com 12 jogadores (6 contra 6), mapas, modos, armas e cartas das outras versões”.

“Titanfall” custa R$ 250 no Xbox One e R$ 100 no PC. No Xbox 360, o jogo custará R$ 200. O game é o primeiro trabalho do estúdio Respawn Entertainment, fundado pelos criadores da série “Call of Duty”. O grande destaque do game é a possibilidade de usar robôs gigantes, os Titãs, em batalhas contra humanos.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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‘LEGO: The Hobbit’ será lançado em 11 de abril para consoles, PC e Mac

Anões de 'O Hobbit' no game baseado nas peças de Lego (Foto: Divulgação/TT Games)Anões de ‘O Hobbit’ no game baseado nas peças
de Lego (Foto: Divulgação/TT Games)

O game “LEGO: The Hobbit”, que trará o conteúdo dos filmes de Peter Jackson para o cinema usando pecinhas de Lego, será lançado em 11 de abril para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, Wii U, Nintendo 3DS, PS Vita, PC e Mac.

O título irá cobrir as cenas dos primeiros dois filmes da trilogia – o segundo, “A Desolação de Smaug”, estreou no Brasil no final de 2013 e o terceiro tem previsão para chegar aos cinemas no final de 2013. A adaptação transforma os heróis e construções em peças de Lego, com o jogador podendo desmontar inimigos e montar peças para resolver quebra-cabeças.

No game o jogador controla Bilbo e os anões que ele acompanha na aventura. Piadas, bom humor e quebra-cabeças tradicionais da franquia de games “LEGO” são esperados para o título.

Locais como o Condado, Valfenda e a Montanha Solitária estarão retratados com o visual de pecinhas de Lego. Cada personagem, inclusive os anões Thorin, Fíli, Kíli, Óin, Glóin, Dwalin, Balin, Bifur, Bofur, Bombur, Dori, Nori e Ori terão habilidades únicas que deverão ser usadas em determinados momentos da aventura.

O TT Games desenvolveu outros jogos de franquias famosas que usam as peças de Lego como “LEGO Star Wars”, “LEGO Pirates of the Caribbean” (Piratas do Caribe), “LEGO Indiana Jones”, “LEGO Batman” e “LEGO Marvel Super Heroes”. Os filmes “O Senhor do Anéis” receberam o game “LEGO The Lord of the Rings”, também da TT Games.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Com visual de desenho, RPG ‘Child of Light’ chega em 30 de abril

Cena de 'Child of Light' (Foto: Divulgação/Ubisoft)Cena de ‘Child of Light’ (Foto: Divulgação/Ubisoft)

O game de RPG “Child of Light”, da Ubisoft, será lançado para Xbox One, PlayStation 4, Xbox 360, PlayStation 3, Wii U e PC no dia 30 de abril. O título que tem visual de desenho animado será traduzido para o português e será vendido exclusivamente por meio de download. No Brasil ele será vendido por R$ 35.

O jogo está em desenvolvimento por um time dentro do estúdio que desenvolveu o game de tiro “Far Cry 3” e utiliza o mesmo motor gráfico do jogo “Rayman Legends”, fazendo com que o título se pareça com um desenho animado.

O RPG terá batalhas em turnos, com o jogador selecionando quais ataques e habilidades especiais ele pode usar contra o inimigo, como em jogos da série “Final Fantasy”. Entretanto, os cenários têm progressão lateral, como em jogos de plataforma como “Super Mario Bros.”.

Em “Child of Light”, o jogador controla Aurora, uma garota que, ao ficar doente, adormece e é levada para a terra de Lemuria, sendo obrigada a derrotar as forças que tentam destruir este local.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Presidente afegão não assinará acordo com os EUA antes de abril

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, dá entrevista nesta terça-feira (5) em Oslo, na Noruega (Foto: AFP)O presidente afegão, Hamid Karzai (Foto: AFP)

O embaixador americano no Afeganistão advertiu o governo de Barack Obama em uma nota confidencial que o presidente Hamid Karzai provavelmente não assinará o acordo de segurança entre os dois países antes das eleições presidenciais de abril, informou nesta sexta-feira The Washington Post.

O governo americano continua a conceder novos prazos ao presidente afegão, que está relutante em assinar um acordo bilateral de segurança (BSA, por sua sigla em inglês), que inicialmente deveria ter sido assinado no outono boreal, e que deve definir a presença americana no Afeganistão após a retirada da OTAN no final de 2014.

Depois de meses de intensas negociações, Cabul e Washington concordaram no final de novembro sobre os termos deste tratado, mas o embaixador americano James Cunningham afirmou em um telegrama diplomático que o presidente afegão, provavelmente não vai assinar nada antes das eleições de abril.

Washington se mostrou particularmente irritado com a decisão surpresa de Karzai de deixar para o seu sucessor a tarefa de assinar o BSA quando tinha prometido fazê-lo rapidamente.

“Vamos continuar insistindo fortemente junto ao presidente Karzai para assinar o BSA rapidamente”, disse um funcionário do Departamento de Estado, quando questionado sobre a advertência de James Cunningham.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Facebook aposentará em abril tipo de anúncio que liga perfis a marcas

O Facebook deixará de exibir em 9 de abril os anúncios conhecidos como “Histórias Patrocinadas”. O polêmico tipo de publicidade que utiliza os perfis dos usuários para endossar empresas aos amigos deles na rede social foi o responsável pela companhia ser condenada a pagar US$ 20 milhões para encerrar uma ação na Justiça dos Estados Unidos no ano passado.

O anúncio da aposentadoria da modalidade de propaganda foi feito pela companhia no fórum voltado a desenvolvedores para a plataforma. Lançada em 2011, as “Histórias Patrocinadas” chegaram a ser citadas pelo Facebook como crucial para que conseguissem reverter a desconfiança do mercado na capacidade da empresa de gerar receita com publicidade a partir de dispositivos móveis.

Funciona assim: todas as vezes que um usuário “curte” a página de uma marca ou de um serviço, está sujeito, caso não altere sua política de privacidade, a protagonizar uma das “Histórias Patrocinadas”. O anúncio sobre a marca ou serviço “curtidos” é exibido aos contatos desse usuário na rede.

A associação entre pessoas comuns e marcas feita por essa peça publicitária não foi bem aceita entre usuários do site, que sentiam que suas interações por meio do Facebook eram usadas para promover, sem a devida autorização, ações comerciais de empresas.

Em agosto de 2013, o Facebook fechou um acordo na Justiça dos Estados Unidos para se livrar de uma das reclamações motivadas por esse desconforto. Concordou em pagar US$ 20 milhões para encerrar uma ação judicial movida por cinco usuários em 2011. Dados do processo indicam que a rede social faturou com as “Histórias Patrocinadas” US$ 234 milhões entre janeiro de 2011 e agosto de 2012.

Logo após a decisão judicial, a rede social modificou sua política de uso de dados pessoais. Na época, a empresa informou que a mudança visava “explicar que os anunciantes também podem alcançar pessoas no Facebook usando as informações que eles já têm sobre você (como endereços de e-mail ou se você já visitou os sites deles anteriormente)”.

Na prática, o Facebook preparou o terreno para continuar associando informações pessoais a marcas.

“Contextos sociais –histórias sobre as ações sociais que seus amigos executaram, como “curtir” uma página ou fazer “check-in” em restaurantes—agora são elegíveis para aparecer perto de todos os anúncios mostrados aos seus contatos no Facebook”, informou a companhia nesta quinta-feira (9).

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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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