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Obama confirma retirada total de tropas no Afeganistão até 2016

Barack Obama anuncia nesta terça-feira (27) retirada das tropas americanas do Afeganistão até 2016 (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)Barack Obama anuncia nesta terça-feira (27) retira-
da das tropas americanas do Afeganistão até 2016
(Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

O presidente americano, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira (27) que até o final de 2016 os Estados Unidos vão retirar todas as suas tropas do Afeganistão.

Obama disse que em 2015 o país deve reduzir seu efetivo para 9.800 militares no Afeganistão, mas que este plano dependerá da assinatura de um acordo bilateral de segurança, adiada várias vezes pelo governo de Cabul.

Atualmente, 51 mil militares norte-americanos ajudam Cabul a combater os rebeldes talibãs, sob comando da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

“Este acordo é essencial para dar às nossas tropas a autoridade que precisam para cumprir sua missão, respeitando ao mesmo tempo a soberania afegã”, afirmou. Obama disse que tem “esperança” de que os candidatos à presidência do Afeganistão apoiem o acordo. As eleições presidenciais serão realizadas em junho.

Obama também disse que as forças de segurança do Afeganistão mostraram que são capazes de defender o país. “Temos que reconhecer que o Afeganistão não será um lugar perfeito e não é responsabilidade dos Estados Unidos torná-lo perfeito”, disse no jardim da Casa Branca.

No domingo, Obama visitou as forças dos EUA no Afeganistão e falou brevemente por telefone com o presidente Hamid Karzai, que deixará o cargo neste ano, depois das eleições de junho.

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Publicado por em 27 de maio de 2014 em Brasil

 

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Retirada de rebeldes de Homs ainda não tem data, diz governador sírio

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A data para a saída dos rebeldes da cidade de Homs, no centro da Síria, como parte de um acordo com as forças do governo, não foi definida e ainda pode levar dias para ser acertada, disse o governador da província nesta terça-feira (6).

A retirada dos rebeldes de Homs, uma cidade que já foi chamada de “a capital da revolução”, representa uma grande vitória simbólica para o presidente sírio, Bashar al-Assad, mas tem sido adiada desde o cessar-fogo acordado na sexta-feira.

Os rebeldes se mantêm na parte antiga da cidade e várias outras áreas, apesar de estarem sem suprimentos, desarmados e submetidos ao cerco das forças de Assad há mais de um ano.

O governador de Homs, Talal Barazi, disse que os arranjos para qualquer retirada levariam tempo e se recusou a dizer quando seria provável que isso ocorra.

“As condições são favoráveis e o ambiente é adequado para alcançar passos positivos em direção a acordos e reconciliação e à saída de grupos armados, mas ainda não definimos uma data”, disse ele à televisão Al Manar, dirigida pelo Hezbollah, aliado a Assad.

“Os próximos dias irão testemunhar, se Deus quiser, passos nessa direção, e nós esperamos que haja uma data em breve”, acrescentou.

A maioria dos rebeldes que lutam para derrubar Assad é muçulmano sunita, enquanto os aliados do presidente incluem o xiita Irã e o movimento xiita libanês Hezbollah. Assad é alauíta, uma ramificação do islamismo xiita.

O grupo Observatório Sírio de Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, disse que a ONU e os conselhos locais tinham mediado as negociações entre os grupos rebeldes de um lado e as forças do governo, as milícias, o Hezbollah e o governo da província, de outro.

Mais de 150 mil pessoas já morreram na rebelião contra Assad. Milhões fugiram de suas casas e o governo perdeu o controle de faixas de território em todo o norte e leste. Os conflitos matam regularmente mais de 200 pessoas por dia no país.

arte síria versão 15.04 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Otan diz que não há sinal de retirada de tropas russas na Ucrânia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não viu sinais até o momento de que dezenas de milhares de tropas russas estejam se retirando de locais próximos à fronteira com a Ucrânia, disse um funcionário da Otan nesta terça-feira (29), apesar de uma declaração da Rússia afirmando que soldados tinham voltado para suas posições permanentes.

O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, disse ao secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, em um telefonema na segunda-feira que as forças russas, que iniciaram exercícios perto da fronteira na semana passada, haviam voltado para suas posições, de acordo com o governo russo.

“Atualmente nós não temos nenhuma informação que indique uma retirada das tropas russas da fronteira ucraniana. Continuamos a exortar a Rússia a respeitar o acordo de Genebra e a recuar todas as suas tropas ao longo da fronteira com a Ucrânia, em favor da diplomacia e do diálogo”, disse um funcionário da Otan à Reuters, após ser questionado sobre a afirmação de Shoigu.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Ministro da Defesa da Ucrânia renuncia após retirada da Crimeia

O ministro da Defesa da Ucrânia, Igor Teniukh, apresentou nesta terça-feira (25) sua renúncia para a Rada Suprema (parlamento) depois que a Marinha do país perdeu quase a totalidade de seus navios na Crimeia, anexada pela Rússia na semana passada.

A moção de apoio à renúncia teve foi inicialmente rejeitada pelos deputados, obtendo aénas 197 votos, quando precisava da maioria de 226.

O presidente do Parlamento e presidente interino Olexander Turchinov convocou os líderes dos partidos para debater o tema. Uma nova votação foi realizada e a renúncia aprovada. O general Mykhailo Koval, comandante da guarda de fronteira da Ucrânia, foi apontado como substituto.

A intervenção militar russa na península da Crimeia, onde os ucranianos foram perdendo uma a uma quase todas as unidades militares, levou Turchinov a anunciar a retirada dos militares presentes na região.

“Mais de 6.500 militares e membros de suas famílias desejam continuar o serviço nas Forças Armadas da Ucrânia e serem evacuados da república autônoma da Crimeia”, disse Teniukh aos deputados após apresentar sua demissão.

As perdas da marinha e de outras forças militares da Ucrânia na península da Crimeia, incorporada para todos os efeitos à Rússia, são dramáticas.

Mais de 200 unidades ucranianas içaram a bandeira russa e mais da metade dos soldados da Ucrânia mudaram de lado.

A maioria das últimas unidades, bases e navios de guerra que seguiam leais a Kiev foram atacados e tomados pelas forças russas desde sábado passado, em meio à absoluta inoperância da cúpula militar e política do país, denunciada como negligente por muitos oficiais ucranianos.

Para piorar a situação, os soldados ucranianos foram forçados pelas tropas russas a deixar todo o armamento e equipamento em suas bases.

Pelo menos cinco oficiais ucranianos, entre eles o comandante adjunto da marinha da Ucrânia para a defesa do litoral, o general Igor Voronchenk, foram detidos pelas autoridades crimeanas por resistir aos russos.

Teniukh avaliou em US$ 11,5 bilhões o valor das propriedades das Forças Armadas da Ucrânia na Crimeia e prometeu recuperar todo o armamento e veículos.

“Hoje se reunirão o chefe adjunto do Estado-Maior da Ucrânia e o vice-ministro da Defesa da Federação da Rússia para tratar do cumprimento dos acordos alcançados”, disse o agora ex-ministro.

Teniukh afirmou que o Estado-Maior ucraniano está terminando os detalhes da retirada decretada por Turchinov, que “prevê em primeiro lugar a saída de todo o pessoal, armamento, equipes, forças e meios de defesa antiaérea, navios e meio técnico-materiais”.

Segundo Teniukh, a evacuação das tropas ucranianas na Crimeia permitirá manter o núcleo da marinha e o armamento necessário para aumentar no futuro a capacidade defensiva da Ucrânia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Após 12 anos, lista de divulgação de falhas é retirada do ar

John Cartwright, criador da lista de segurança “Full Disclosure”, anunciou nesta quarta-feira (19) que a operação da lista está suspensa “indefinidamente”.  Segundo o anúncio, a “gota d’água” foi a ameaça de um pesquisador de segurança solicitando a remoção de diversos conteúdos da lista. O nome do pesquisador não foi divulgado.

Cartwright conta, no comunicado, que sempre imaginou que a lista receberia todo o tipo de solicitação para a remoção de conteúdo e que, eventualmente, uma grande solicitação viria de uma empresa para remoção de conteúdo em larga escala.

“Eu nunca imaginei que essa solicitação viria de um pesquisador da própria ‘comunidade’, e eu uso essa palavra em ‘amplo sentido’ nos tempos modernos. Mas hoje, depois de gastar um bom tempo lidando com reclamações de um indivíduo em particular, cujo nome não será citado, eu decidi que pra mim acabou”, diz o texto.

A “Full Disclosure” foi criada em julho de 2002 para que pesquisadores de segurança tivessem um canal para publicar abertamente dados técnicos de falhas de segurança. Ela foi criada para concorrer com outra lista, a Bugtraq, que supostamente teria uma moderação muito pesada e estaria censurando certas informações.

A “FD” contou com a participação de pesquisadores notórios e com a revelação de falhas graves, incluindo uma que criou uma polêmica entre o Google e a Microsoft em 2010. 

Embora não permita novas postagens, o arquivo da lista continua online no site Seclists.org (clique aqui para acessar).

Muitas das brechas reveladas na lista não haviam sido corrigidas pelos fabricantes. A publicação das falhas muitas vezes resultava em uma correção quase instantânea, diferente de falhas reveladas de forma confidencial ao fabricante, que às vezes ficam meses aguardando por uma solução. No entanto, por deixar os usuários em risco, a revelação total da “Full Disclosure” também foi alvo de muitas críticas.

“Está cada vez mais difícil operar um fórum aberto no clima jurídico atual, ainda mais um sobre segurança. Não há mais honra entre os hackers. Não há uma comunidade de verdade. A habilidade é pouca. O jogo inteiro de segurança está mais e mais regulamentado. Isso tudo é um sinal do que está por vir e um reflexo do triste estado de uma indústria que nunca devia ter se tornado uma indústria”, completou Cartwright.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Sarkozy pede à Justiça retirada de gravações comprometedoras

Sarkozy sai e Hollande toma posse como presidente da França (Foto: AP)Sarkozy espera que gravações comprometedoras
não sejam usadas (Foto: AP)

O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy pediu nesta segunda-feira (10) à Justiça a retirada das gravações comprometedoras realizadas em segredo por um ex-conselheiro durante sua permanência no Eliseu, que poderiam afetar seu retorno à política.

O ex-chefe de Estado e sua esposa Carla Bruni iniciaram ações judiciais com caráter de urgência ante o tribunal de grande instância de Paris contra o ex-conselheiro Patrick Buisson e contra o site de informação Atlântico, que publicou trechos destas conversas.

Com este procedimento de urgência, que será examinado nesta segunda-feira, o casal espera a retirada das gravações divulgadas, assim como uma decisão a respeito da divulgação de novos trechos gravados clandestinamente por Buisson durante a presidência de Sarkozy (2007-2012).

O advogado de Buisson, Gilles William Goldnadel, considera esta ação judicial como “moralmente legítima”. O ex-conselheiro, ex-diretor de um jornal de extrema-direita, afirmou anteriormente não dispor das gravações e anunciou sua intenção de apresentar uma denúncia por roubo.

O site de informação Atlántico retirou no domingo apenas o trecho das conversas gravadas no dia 26 de fevereiro de 2011 na residência presidencial de La Lanterne, nas quais era possível ouvir Carla Bruni, ao considerar que a ex-primeira-dama ‘não é uma personalidade política’.

Nicolás Sarkozy também enfrenta um novo escândalo por escutas judiciais no âmbito de uma investigação sobre o financiamento de sua campanha. Uma conversa entre o ex-presidente e seu advogado envolveu a abertura no dia 26 de fevereiro de uma investigação judicial por tráfico de influência.

Estes assuntos comprometem o retorno à política do ex-chefe de Estado, que multiplica nos últimos meses as aparições públicas e as críticas ao seu sucessor no Eliseu, o socialista François Hollande. Enquanto a direita se mostra dividida, as eleições presidenciais de 2017 podem levar à volta no cenário político de Sarkozy.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Erupção de vulcão provoca retirada de 20 mil pessoas na Indonésia

Vilarejo à frente do Monte Sinabung, na Indonésia, onde um vulcão em atividade forçou a saída de mais de 20 mil moradores (Foto: AFP / SUTANTA ADITYA)Vilarejo à frente do Monte Sinabung, na Indonésia,
onde um vulcão em atividade forçou a saída de
20 mil moradores (Foto: AFP / SUTANTA ADITYA)

Um vulcão no oeste da Indonésia em erupção há vários meses lançou lava trinta vezes neste sábado, provocando novas evacuações de habitantes. Mais de 20 mil moradores tiveram de deixar a zona.

O Sinabung, situado no norte da ilha de Sumatra (noroeste), entrou em erupção em meados de setembro lançando jatos de lava a 4 mil metros de altura, indicou um porta-voz da agência encarregada da prevenção de catástrofes naturais.

A Indonésia, situada no chamado ‘cinturão de fogo’ do Oceano Pacífico, é o país que mais tem vulcões em atividade no mundo (129).

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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