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Arquivo mensal: fevereiro 2012

OLED, a tecnologia que veio para revolucionar o mundo das TVs

Demoramos algumas décadas para abandonar as TVs de tubo e entrar na era dessas telas planas, de plasma, LCD ou LCD iluminado por LEDs. Mas, de uns anos para cá, a evolução desses aparelhos só ganhou força. E, a nova sigla que vai começar a se tornar mais comum é OLED – Organic Lighting Diode, ou em português, algo como Diodo Orgânico de Emissão de Luz. Ops! Mais um daqueles palavrões tecnológicos, mas, daqui a pouco a gente explica do que se trata.

Antes de entrar nessa nova tecnologia, vamos dar uma olhada em outro modelo. Vários fabricantes trouxeram para feira televisores que conseguem reproduzir imagens em 4K. Se você tem um televisor Full HD, ele reproduz imagens com resolução 1080p. Pois aparelhos como esses reproduzem imagens com resolução 4 vezes maior. As imagens são inacreditáveis. Também, estamos falando de uma resolução comparável às melhores projeções de cinema…

Só tem um detalhe: ainda não existe conteúdo disponível com toda essa resolução… Então apesar das imagens estonteantes, esses aparelhos, por enquanto, são apenas protótipos.

Depois dessa passeada pelo futuro da TVs, vamos conferir o que está se tornando real: as TVs de OLED. A principal diferença do OLED para o Plasma ou o LCD é que ele não precisa de luz na parte de trás do painel. As TVs de Plasma ou LCD precisam de lâmpadas na parte de trás dos monitores. É a luz dessas lâmpadas que, depois de atravessar o Plasma ou o cristal líquido – no caso das LCDs –, se transforma em imagens para nossos olhos.

Já no caso do OLED você não precisa colocar lâmpadas atrás dele. O próprio material brilha e emite luz quando uma corrente elétrica passa por ele. Com isso, as TVs de OLED são assim: super, super finas. Outra TV, de 55 polegadas da LG, tem 1 mm de espessura. Incrível! A da Samsung também não fica atrás e ainda aposta num acabamento de metal na parte traseira.

Essas TVs são tão finas que não dá para colocar nenhum conector nelas… elas são ligadas a boxes, onde estão as entradas de áudio e vídeo e internet.

Além da espessura ínfima, as TVs de OLED finalmente resolvem a disputa. Nem Plasma, nem LCD, o painel que exibe as melhores imagens é o de OLED. O problema é o preço, que ainda é bastante salgado. A TV da LG chega ao mercado americano lá para a metade do ano. A da Samsung ainda não tem data definida. Só que cada uma custa em torno de US$8 mil (cerca de R$14 mil) por aqui.

Como sempre em tecnologia, esses preço devem começar a cair à medida que os produtos ganham escala de produção.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Pesquisa global de TI destaca entusiasmo com Tablets nas empresas

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Receita da ARM vai al?m das espectativas, e fecha 2011 com R$1,3 bilh?o

Sorry, I could not read the content fromt this page.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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As novidades no mundo das TVs conectadas

Se depender do que foi mostrado aqui na CES, televisão que não se conecta à Internet é coisa do passado. Não importa o tamanho ou a marca. Centenas de aparelhos finos e de imagens super cristalinas se espalharam pelos estandes das principais fabricantes mundiais. Para citar apenas algumas, Samsung, LG, Toshiba e Panasonic construíram estandes gigantescos, em que a televisão é o centro das atenções.

Mas, você pode se perguntar: o que há mais para inventar para a televisão? Todas já são finas, têm níveis de contraste cada vez maior e cores mais e mais precisas. E, agora, todas têm acesso à Web… Mas, é aí que elas se diferenciam uma das outras.

Na hora de juntar televisão e internet, cada fabricante aposta num jeito diferente para controlar a TV. A Panasonic resolveu criar um tipo de mouse. Ele tem um superfície que parece um touchpad, que lembra os touchpads de notebooks. Você desliza os dedos para controlar o cursor. Ao apertar o botão, o cursor clica na área selecionada e pronto. Pode parecer legal, mas, na verdade, achamos essa a solução mais fraquinha.

Mas, a própria Panasonic apresentou outra solução, e bem melhor! Eles criaram um aplicativo que você baixa no smartphone ou no tablet. A partir daí, fica fácil controlar a televisão. E são vários os recursos. Esse é um dos jeitos mais legais que vimos por aqui para trafegar entre os canais de TV comuns e as páginas da Internet. O aplicativo funciona com qualquer smartphone ou tablet Android ou da linha da Apple.

Na LG, uma das grandes novidades é a adesão à plataforma do Google. Agora, alguns modelos da fabricante coreana são controlados por uma das versões do Android. São as chamadas Google TV. Quando o Google resolveu entrar na indústria de TVs, apenas a Sony fabricava as Google TVs. Agora, LG e Samsung embarcaram na onda. Ou seja, a Google TV deve ganhar impulso forte em 2012 e pode começar a atrair mais participação de mercado.

Voltando ao exemplo da LG. A TV coreana controlada pelo Android foi uma das melhores experiências de TV conectada que vimos por aqui. O controle remoto evoluiu, mas manteve a mesma lógica que já havia sido mostrada no ano passado: ele funciona como uma espécie de controle do videogame Wii. Você aponta para tela e o movimento que você faz com ele é reproduzido na TV. A novidade é que, agora, do outro lado do controle, você tem um teclado, que ajuda na hora de digitar os endereços da internet ou na hora de fazer buscas online.

Mas, a mais interessante experiência de TV conectada que nós vimos foi a da Samsung. O aparelho ainda é protótipo, mas começa a ser vendido aqui nos Estados Unidos ainda esse ano. Nos acotovelamos numa salinha pequena onde foi feita a demonstração. A exemplo da LG, esta TV da Samsung também é controlada pelo Android. Só que ela dispensa o uso de controle remoto! O aparelho responde a ordens de voz.

A câmera no alto da moldura reconhece também gestos. Quando você fecha a mão, a TV entende como uma ordem para clicar, por exemplo. Fazendo outros movimento, você troca de canal, ou aumenta o volume. Bem bacana! E, o reconhecimento de voz funciona muito bem.

A Samsung diz que esses televisores já estão prontos para reconhecimento de voz em 23 idiomas, inclusive em português. Então, é esperar para a novidade chegar. Essa é realmente uma maneira nova de controlar a TV e de juntá-la ao universo da Internet.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Para especialista, Apple menosprezou ameaça dos tablets Android

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Segundo a consultoria Strategy Analytics, as vendas de tablets com sistema da Google triplicaram e o sistema agora detém 39% do mercado.

As vendas de tablets Android mais do que triplicaram no último trimestre de 2011. A Apple ainda domina esse segmento, mesmo enfrentando uma queda de 10,6%, de acordo com a consultoria Strategy Analytics.

As vendas globais de tablets atingiram 26,8 milhões de unidades entre outubro e dezembro de 2011, aumento de 150% comparado aos 10,7 milhões de dispositivos no mesmo período em 2010.

O sistema da Google está em um bom momento. Mais de 10,5 milhões de unidades foram vendidas, em comparação com 3,1 milhões no último trimestre de 2010. Isso dá ao Android 39% da parcela de mercado de tablets, aumento de quase 10% em relação ao ano anterior, quando o sistema estava presente em 29%.

Os consumidores têm comprado mais tablets que netbooks e até mesmo notebooks e desktops, segundo a consultoria.

A participação da Apple caiu de 68,2% para 57,6%, de acordo com a Strategy Analytics.

“A Apple menosprezou a ameaça dos tablets Android. É inevitável que a empresa perca participação de mercado devido à entrada de novos competidores”, afirma Neil Mawston, diretor executivo da Strategy Analytics. Mas sua linha de tablets ainda está crescendo a um ritmo saudável, disse Mawston.

A fabricante vendeu 15,4 milhões de tablets durante o quarto trimestre de 2011, quase o dobro dos 7,3 milhões durante o mesmo período do ano anterior.

A Microsoft obteve apenas 1,5% do mercado de tablets nos últimos três meses de 2011. O lançamento do Windows 8 para dispositivos móveis, que deve ocorrer ainda neste ano, pode não ser veloz o suficiente, permitindo que seus parceiros de hardware comecem a competir de forma mais eficaz, de acordo com a Strategy Analytics.

Em 2011, 66,9 milhões de tablets foram comercializados, crescimento de 260% em comparação com as 18,6 milhões de unidades vendidas em 2010.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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Facebook fará pedido de IPO “modesto” nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (1º/02), o Facebook deverá finalmente entregar os documentos à SEC (Securities and Exchange Commission) para dar início ao processo de abertura de capital. O IPO (oferta pública de ações ) mais esperado da década, no entanto, será mais conservador do que tinha sido anunciado anteriormente: segundo o site de informações financeiras IFR, ligado à Reuters, o Facebook resolveu adotar uma postura “modesta”, informando a expectativa de levantar 5 bilhões de dólares em vez dos 10 bilhões de dólares divulgados nos últimos dias.

Ao que parece, o plano da empresa é abrir o capital e ver como o mercado se comporta, deixando para arrecadar mais dinheiro em uma segunda rodada. O processo de análise do pedido de IPO do Facebook deverá levar pelo menos três meses e a previsão é que a abertura de capital aconteça em maio. A variação do prazo poderá influenciar os valores captados. A estimativa é que a empresa, lançada em janeiro de 2004, deva ter um valor de mercado variando entre 80 e 100 bilhões de dólares.

Também foram divulgados os bancos envolvidos na operação: Morgan Stanley (que lidera a rodada), Goldman Sachs, Bank of America, Merril Lynch, Barclays Capital e JP Morgan.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Aplicativo transforma sua Linha do Tempo do Facebook em filme

Gostando ou não do novo layout do site, você pode utilizar a Linha do Tempo do Facebook para transformar sua vida em um filme. A agência de marketing Definition 6 e a própria rede social disponibilizaram o Timeline Movie Maker, um aplicativo que analisa a Linha do Tempo para criar um filme de 55 segundos a partir de suas memórias armazenadas na rede social. 

O Facebook espera mais que mais empresas sintam-se encorajadas a aproveitar a Linha do Tempo para criar aplicativos parecidos, para que os usuários experienciem a novo perfil de outras formas. “Haverá muitas empresas que irão criar maneiras novas e inovadoras para que as pessoas interajam com a Linha do Tempo” disse um representante do Facebook à equipe da PCWorld. 

Claro que isso pode atrair os defensores da privacidade, preocupados em maneiras como a aplicação poderia utilizar as informações obtidas de maneira ruim. Porém é importante frisar que o Movie Maker e apps similares são completamente opcionais e que o objetivo não é compartilhar os dados com companhias terceirizadas. 

Caso você queira experimentar, é muito simples. Para começar, faça login no Facebook e depois entre no Timeline Movie Maker, clicando na opção “Make Your Movie”. Irão surgir algumas janelas pedindo a a permissão do usuário para acessar suas informações básicas, endereço de e-mail e outros dados como postagens, o Feed de Notícias, hobbies, entre outros. 

Depois disso, basta esperar enquanto o app compila as informações para criar o seu filme. Pouco tempo depois, o aplicativo começa a exibir o resultado, mostrando fotografias e vídeos que foram postados na Linha do Tempo. Se você acha que já viu esse filme, é porque o aplicativo foi construído com a mesma estrutura utilizada em setembro pelo próprio Facebook para apresentar o novo layout, com direito até a fotos genéricas quando a câmera está em alta velocidade e trilha sonora. 

Depois que o filme fica pronto, você pode exibi-lo novamente ou alterar a música que é tocada, escolhendo uma das quatro trilhas sonoras adicionais. Uma interface com as fotos utilizadas é exibida, com um controle deslizante; você não pode arrastar as fotos ou alterar a ordem das mesmas, contudo pode clicar e impedir que elas sejam mostradas na próxima vez. Há um botão “Remake Your Movie” na base da tela, que permite compilar novamente os dados para refazer o filme. 

O Movie Maker também possui um botão de compartilhamento (Share) depois que o vídeo é tocado, mas é totalmente frustrante: a única coisa que pode ser feita é postar um link do próprio aplicativo, e não do produto final; também não há uma opção para baixar o filme. Entretanto, se você pretente reunir os amigos em volta da tela do computador e mostrar sua Linha do Tempo de um jeito diferente, o app é um recurso bem interessante. 

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Mulheres são maioria entre os brasileiros no Facebook

Quase 38 milhões de internautas brasileiros – metade dos ativos – são usuários do Facebook, o que faz do País o 4º no ranking da maior rede social do mundo, atrás da Indonésia (43 milhões), Índia (43,4 milhões) e, claro, EUA (156 milhões). Destes, 54% são mulheres. Os números são da consultoria de mídias sociais Social Bakers.

Outro dado interessante é que quase 20 milhões de brasileiros se inscreveram na rede somente nos últimos 6 meses.

São Paulo é a cidade com mais usuários: 4 milhões, aparecendo em 15º no ranking mundial, liderado por Jacarta (Indonésia), com 17,4 milhões, Istambul (Turquia), com 9,6 milhões, e Cidade do México, onde 9,3 milhões de usuários estão na rede.

Leia também: Menos de 10% dos internautas gostou da Linha do Tempo do Facebook

Os dados também revelam o perfil do usuário nacional: 61% tem entre 18 e 34 anos (32%, entre 18 e 24). Já os adolescentes (entre 13 e 17 anos) são apenas 13%.

As marcas mais “curtidas” pelos brasileiros no FB são Guaraná Antárctica (3,7 milhões), Skol (3 milhões), L’Oréal Paris Brasil (2,4 milhões), Hotel Urbano (1,4 milhão) e “BrahmaFla” (1,45 milhão).

No mundo, a marca mais curtida é a Coca-Cola, cuja fanpage tem 38,1 milhões de Likes. Em seguida, Starbucks, com 28 milhões e Red Bull, com 26 milhões.

A consultoria também revela que entre os cinco lugares com mais “check-ins”, quatro são aeroportos: Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP)lideram a lista, seguidos do Parque do Ibirapuera (SP), Viracopos (Campinas) e Pinto Martins (Fortaleza).

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Fabricante de case do Kindle é acusada de pagar usuários por reviews positivos

A fabricante VIP Deals, que produz cases de couro para o tablet Kindle Fire e outros aparelhos, está envolvida em um esquema de pagamento para usuários em troca de reviews positivos para os seus produtos, afirma o jornal New York Times.

Na reportagem, a companhia americana é acusada de oferecer aos consumidores um reembolso completo dos produtos comprados em troca de reviews dos seus itens vendidos na loja online Amazon, que coincidentemente fabrica o Kindle Fire.

Apesar de a companhia ter negado as acusações ao NYT, três consumidores confirmaram a oferta ao jornal, dizendo que, após comprarem o case do Kindle Fire, receberam juntamente uma carta dizendo para “escreverem um review do produto para a comunidade da Amazon”. Além disso, o documento dizia: “Em troca de você escrever o review, nós vamos reembolsar seu pedido para que você tenha recebido o produto de graça.”

A carta não especificava uma demanda por um review cinco estrelas (nota máxima no site), mas deixava uma pista sobre isso. “Nós nos esforçamos para receber 100% de notas perfeitas ‘CINCO ESTRELAS’ de você!”, informava a empresa no documento, segundo o NYT.

Uma dessas consumidoras é Anne Marie Logan, do estado da Geórgia, que no início não acreditou no reembolso oferecido pela companhia. “Eu estava tipo ‘Isso é de verdade?’. Mas eles creditaram minha conta. Será que é antiético?”

Até a semana passada, 310 dos 335 reviews da capa de couro Vipertek da fabricante eram cinco estrelas, enquanto que a maior parte do restante tinha recebido quatro estrelas. Após a denúncia do NYT, todos os reviews da fabricante (que parece não ter site oficial) foram retirados da Amazon – mas a imagem com os reviews positivos está disponível na página do jornal. Além disso, o case para Kindle Fire também não está mais disponível na loja online.

Depois de a retirada dos reviews e dos produtos da Amazon, a VIP Deals não quis fazer mais comentários sobre o assunto.

Mercado aquecido

Uma das razões para esse suposto esquema da VIP Deals seria o fato de a Amazon esperar vender nada menos que 20 milhões de unidades do Kindle Fire neste ano. Para o especialista na área e professor de ciência da computação da Universidade de Illinois, Bing Liu, “mais pessoas estão dependendo de reviews na hora de fazer compras e escolher onde ir, por isso os incentivos para a falsificação (de reviews) estão ficando maiores. É uma maneira muito barata de marketing”.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Quase 500 milhões de pessoas entram no Facebook todo dia

O documento apresentado pelo Facebook para o início de sua oferta pública de ações (IPO) traz uma série de números interessantes sobre a maior rede social do mundo, além do anúncio sobre o salário de seu principal executivo: o CEO da rede, Mark Zuckerberg, a partir de 2013: apenas 1 dólar por ano.

Por outro lado, o executivo possui 28% de participação na rede social, cujo valor de mercado por chegar a 100 bilhões de dólares caso o IPO seja um sucesso.

Veja os grandes números sobre a maior rede social do mundo:

845 milhões de usuários ativos por mês (eram 197 milhões há 3 anos)483 milhões de pessoas entram todo dia na redeCerca de 300 milhões de usuários por mês acessam a rede social via celular
Os mais ativos estão na Europa (143 milhões diariamente), EUA e Canadá (126 milhões) e Ásia (105 milhões)No resto do mundo, são 109 milhões de usuários ativos todo dia 250 milhões fazem upload de fotos todos os diasSão 2,7 bilhões de comentários e “Curtir”Ao todo, são 100 bilhões de amizades entre os inscritosO Brasil é um dos países de maior crescimento: 268% em 2011. Atualmente há 37 milhões de usuários ativos mensalmente.

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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O que o Open Source pode fazer pelo seu negócio?

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Na década 2000, a maioria das empresas usava licenças copyleft, em particular a GPLv2, para desenvolver projetos de código aberto. Nos últimos anos, no entanto, os desenvolvedores e as empresas parecem estar querendo sair da GPL em favor de licenças permissivas para projetos open source. Mas o que isso significa, o que está por trás disso, qual é o impacto na empresa e quais licenças a TI deve escolher para novos projetos? As respostas estão abaixo.

A GPL está registrando leve declínio. No ano passado, o blog 451 CAOS Theory apontava que o número de projeto usando a família GPL aumentou em termos reais. No entanto, o uso em porcentagem, caiu. De acordo com o blog, em 2008 a GPL tinha 70% das licenças do mercado. Em dezembro de 2011, 57%. Claramente, há uma tendência por licenças permissivas.

Mas, afinal, o que são as diferenças entre licenças permissivas e copyleft? Licenças copyleft buscam proteger os direitos do desenvolvedor e do usuário. Segundo a organização sem fins lucrativos Free Software Foundation, o GPL protege, basicamente, quatro liberdades:

1. Executar um programa, para qualquer finalidade.
2. Estudar como o programa funciona e alterá-lo para que ele faça o que o usuário deseja.
3. Redistribuir cópias de modo que uma empresa e/ou desenvolvedor possa ajudar ao seu próximo.
4. Distribuir cópias de suas versões modificadas para os outros.

É possível fazer tudo isso com um projeto permissivamente licenciado. O que as licenças permissivas não fazem é levar qualquer exigência de que o destinatário do software conceda essas liberdades aos seus usuários.

Por exemplo, empresas que trabalham com o Kernel do Linux e querem distribuí-lo são obrigadas a disponibilizar a fonte para seus usuários. Essa ação é, muitas vezes, um problema quando companhias distribuem software GPL modificado como o Busybox em dispositivos embarcados e negligênciam o fato de tornar a fonte disponível.

Por outro lado, esse não é um problema para as empresas que distribuem software sob licença permissiva. Existem alguns requisitos em torno de avisos de direitos autorais para algumas licenças permissivas, mas não obrigam as empresas a distribuir modificações.

Aos olhos de algumas organizações e desenvolvedores, as licenças permissivas têm várias vantagens práticas. Primeiro, elas permitem às empresas criar versões proprietárias de software, se desejarem. Algumas companhias optam pela distribuição de uma versão proprietária e não gostam da ideia de ter de usar a GPL para projetos derivados.

Em alguns casos, é simplesmente uma questão de conveniência. A GPL nem sempre se integra bem com outras plataformas de código aberto. Lidar com as questões de licenciamento que vêm junto com software GPL pode ser uma dor de cabeça para as empresas.

Compliance é também uma pedra no sapato de companhias que não são adeptas a lidar com código aberto. Garantir que a empresa distribua a fonte e cumpra plenamente com a GPL, inclusive certificando-se que se a GPL pode se integrar a outros tipos de licenças, pode exigir certa atenção.

Finalmente, há um argumento filosófico a considerar. Alguns desenvolvedores reclamam que a GPL é restritiva e preferem uma licença que é verdadeiramente livre e permita qualquer tipo de reutilização. Para os desenvolvedores, o mais importante é que o software é usável, eles não se importam se o código for passado adiante. 

Por que preferir copyleft?
Se o objetivo na produção de software é fornecer software livre para os usuários, então o copyleft é realmente a única maneira de fazer isso.

Ele também pode ser usado de forma competitiva. Algumas empresas olham para licenças copyleft para proteger o investimento em software. Por exemplo, se uma empresa opta por open source em seu principal produto, as probabilidades são que a licença copyleft será a escolha adequada. Isso garante que todos os concorrentes que queiram fazer uso do software também contribuam com melhorias.

Tom Preston-Werner, do GitHub [serviço de web hosting compartilhado], argumentou em seu blog recentemente sobre a abertura de código na maior quantidade de software possível, por promover uma série de benefícios: 

• Grande publicidade (chama a atenção para sua empresa)
• Multiplicadores (mais usuários, mais contribuições significam melhorias mais rápidamente)
• Excelente para atrair e avaliar talentos
• É a coisa certa a se fazer

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Publicado por em 29 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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