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Arquivo mensal: agosto 2012

Stefanini contrata serviços em nuvem da Terremark

Prestadora de serviços brasileira vai utilizar a plataforma de cloud do data center norte-americano para integrar e desenvolver suas aplicações de negócios.

A Terremark, provedora de infraestrutura de TI norte-americana, reforçou suas estratégias no Brasil para ganhar participação no mercado corporativo com ofertas de cloud computing. Como resultado desse empenho, o data center, pertencente à operadora de telecomunicações Verizon, acaba de conquistar o seu maior contrato nessa área. O acordo foi fechado com a Stefanini, prestadora nacional de serviços de outsourcing, com atuação global. O valor da transação não foi revelado.

Pelo acordo, a Stefanini passa a se apoiar na solução híbrida em nuvem da Terremark para gerenciar aplicações críticas de seus negócios, incluindo plataformas de desenvolvimento utilizadas por seus times geograficamente distribuídos. A prestadora de serviços de outsourcing integrará sua infraestrutura física, sediada em São Paulo, com a plataforma Enterprise Cloud da empresa de data center.

Além de usar os ambientes de cloud para processamento de suas aplicações de negócios internas e para seus clientes, a Stefanini contratou os serviços premium de colocation da Terremark para suportar a expansão, que tem metas agressivas de crescimento para 2012.

Considerada uma das maiores empresas brasileiras com atuação global, presente em 32 países e faturamento de 1 bilhão de reais em 2011, a Stefanini estima para este ano aumento da receita de 35%. As projeções de seu fundador, Marco Stefanini, são de que a companhia fechará 2012 com negócios da ordem de 1,6 bilhão de reais.

Hugo Zanon Junior, diretor-geral da Terremark Brasil, afirma que o data center vai apoiar a Stefanini nesse processo de crescimento e também espera prestar serviços para a companhia brasileira em outros mercados, já que ambas possuem atuação global.
“A Stefanini é um early adopter dos serviços de cloud da Terremark no Brasil, e nós expandimos nosso ambiente na nuvem para aproveitar ao máximo a economia e flexibilidade que o cloud pode trazer”, afirma Maurício Gianotti, diretor de Outsourcing da companhia para a América Latina.

Novos serviços

Com o novo contrato, Zanon afirma que a Stefanini passa a ser o maior cliente de nuvem da Terremark no Brasil, sem revelar as contas no País. A empresa trouxe a sua plataforma de cloud para cá no final de 2010. Mas até agora os maiores compradores da solução eram os data centers.

O executivo lembra que a Terremark, que desembarcou no Brasil em 2004, vinha desde então focada no atendimento a prestadores de serviços, com a venda de infraestrutura de TI. Essa estratégia vem mudando e a companhia passa a disputar o mercado corporativo com outros grandes data centers do País.

Como parte desse plano, a companhia planeja para o mês de agosto o lançamento da sua oferta de serviços gerenciados. Assim, além dessa solução, a companhia passa atuar com cloud computing e colocation.

Baseada em Miami, nos EUA, a Terremark fez recentemente fez investimentos na América Latina como parte de sua iniciativa global de criar uma infraestrutura com quase 50 data centers posicionados estrategicamente por todo o mundo.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Em Londres 2012, uso de Twitter e mobilidade complicam vida da BBC

Milhares de tweets e SMS de fãs durante provas de ciclismo de rua sobrecarregaram a rede móvel e criaram problemas para transmissão de dados para redes de TV

Os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres estão consagrados como os “jogos da mídia social” e da mobilidade. Centenas de milhares de fãs enviam mensagens, fotos e vídeos com seus smartphones. O Comitê Olímpico Internacional (COI) criou um hub oficial de Twitter para seguir os jogos e os atletas. Sites e aplicativos foram preparados por redes de TV e mídia especializada para transmitir notícias, alertas, jogos e provas ao vivo. Mas quando tudo isso acontece ao mesmo tempo, está criado um mega “#fail”.

No sábado (27/07) nas provas de ciclismo de rua masculino e feminino, comentaristas da BBC eram incapazes de narrar o avanço dos atletas durante a prova. A culpa, segundo a BBC, foi do Olympic Broadcasting Service (OBS), que não conseguia enviar pela rede os dados coletados por pequenos GPS instalados em cada bicicleta para indicar a posição do ciclista ao longo do caminho. “No escuro”, o comentarista Chris Boardman, da BBC, apelou para seu próprio cronômetro para estimar os tempos, disse a BBC ao jornal The Guardian.

No meio da confusão e das reclamações de espectadores irados, o diretor de comunicações do COI, Mark Adams, argumentava que a rede de uma das operadoras estaria sobrecarregada pelo excesso de mensagens de texto e updates de tweets enviados ao vivo durante a prova.

fas na rua ciclismo“Não queremos impedir as pessoas de se engajarem nas redes sociais, mas talvez elas possam pensar em enviar menos mensagens. Claro que não vamos dizer ou impedir alguém de mandar uma mensagem, mas se a mensagem não é urgente, bem urgente, por favor, peguem leve”, disse Adams em entrevista aos jornais e redes de notícias. Ironicamente, por conta da irritação de não conseguir saber nada da corrida pela TV, mais e mais tweets eram disparados pelos fãs para reclamar do problema.

O provedor oficial de serviços comunicação dos Jogos Olímpicos de 2012, BT, disse à Reuters que não viu problemas na rede. A mesma argumentação foi usada pela Vodafone e pela O2 (esta subcontratada pela BT para prover rede móvel de dados para a Vila Olímpica). Segundo a BT, a rede de dados montada para Londres 2012 tem quatro vezes a capacidade dos jogos de 2008 na China e a empresa estendeu cabos de fibra óptica suficientes para ligar Londres a Nova Iorque.

A prova dos nove virá em breve. Outros eventos dos Jogos Olímpicos deverão tomar as ruas de Londres, incluindo o triatlo e a maratona masculina e feminina.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

Menos de um em cada cinco dos entrevistados da Bélgica (14%), Itália (14%), Alemanha (15%), Austrália (16%) e França (16%) vão utilizar as tecnologias não convencionais. Um dado interessante é que um em cada vinte fortemente concorda em baixar algum aplicativo de smartphone para assistir os jogos ao vivo (5%) e receber as atualizações sobre as competições (5%). Um em cada sete pode fazer: 15% “concorda um pouco” em baixar algum aplicativo para assistir aos jogos enquanto 16% “concorda um pouco” em buscar aplicativo para receber as atualizações.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Cinco dicas para definir SLA de serviços na nuvem pública

Saber onde os dados estão sendo processados, receber notificação sobre ameaças de segurança são algumas recomendações de advogado para reduzir riscos para os negócios.

Um dos itens mais importantes na contratação da nuvem pública é o acordo do nível da qualidade de serviços (SLA). Advogados recomendam que as companhias avaliem com cautela esse assunto para reduzir riscos para os negócios.

A orientação do advogado Michael Overlay, sócio do escritório de Foley & Lardner LLP, baseado em Los Angeles (EUA), é que o SLA seja definido e detalhado por escrito antes da assinatura do contrato. “A expectativas de ambos os lados tem que ser atendida corretamente”, adverte ele, que é especialista em outsourcing de TI, atendendo provedores e compradores na elaboração das cláusulas dos níveis de serviços.

Overlay observa que muitas companhias contratam cloud  pública sem amarrar o SLA por causa da própria natureza da infraestrutura compartilhada, usada pelos provedores para oferecer soluções genéricas a preços mais baixos. À medida que o cliente aumenta seu uso, pede oferta mais personalizada e o preço sobe.

Os que optam pela cloud pública não devem esperar ofertas sob medida. Essa modalidade não é igual a de serviços gerenciados e colocation. Entretanto, os fornecedores precisam se preocupar com a qualidade dos serviços diz Overlay.

Ele afirma que os prestadoras de serviços de nuvem devem ouvir e atender as preocupações dos clientes no longo prazo. Ele constata que mesmo depois de definição dos requisitos para atendimento dos SLAs, podem surgir questões quando o documento já foi assinado.

Para dar mais segurança para ambas as partes envolvidas e evitar questionamentos mais tarde, o advogado faz cinco recomendações. Veja a seguir:

1- Onde estão os dados?

Essa pergunta está se tornando cada vez mais difícil de ser respondida e gera desconforto para os que estão contratando nuvem. Overlay orienta que é importante saber onde seus dados estão localizados fisicamente para o cumprimento de regulamentações ou questões de segurança, especialmente quando se trata de companhias dos setores de saúde e finanças.

Num esforço para garantir serviços de alta disponibilidade, os provedores podem contar com data centers espalhados por vários locais. A distribuição geográfica é uma medida para recuperação de desastres. Mas quando os dados atravessam fronteiras, diferentes leis podem se aplicadas tanto para acesso quanto para o processamento.

De acordo com o advogado, é importante que os clientes saibam não apenas onde seus dados estão armazenados como quem irá acessá-los. Se o data center estiver localizado fora de seu país, questione se o fornecedor oferece backup e formas de acesso em caso de incidente.

“Tudo isso precisa ser questionado ao seu provedor e as respostas têm que estar descritas no SLA”, recomenda Overlay, lembrando que o mercado oferece uma variedade de soluções self service. Os clientes podem criptografar dados na nuvem e até optar por manter informações sigilosas dentro de casa.

2- Contratos bem acordados

Normalmente os SLAs são detalhados em documentos em papel e assinados por ambas as partes com os termos do acordo bem alinhados. Mas Overly tem visto que alguns prestadores de serviços se referem ao SLA com termos específicos publicados em websites. Na sua avaliação, esse modelo traz riscos pois os fornecedores podem mudar as regras dos SLA, já que não há nada acordado. O provedor também pode achar que não tem obrigação de informar alterações dos termos.

É razoável que um fornecedor tenha que fazer mudanças nos serviços e nos SLAs, mas os clientes devem ser notificados. A melhor prática é estabelecer cláusulas que permitam ao cliente rescindir o contrato se alterações inaceitáveis forem feitas pelo fornecedor.

3- Tempo de resposta do serviço

Um dos principais benefícios da nuvem é a sua natureza elástica e a agilidade que proporciona aos clientes para redimensionar dinamicamente o uso da TI com base em suas exatas necessidades. Se essa característica é importante para sua empresa, Overly aconselha que seja discutida com seu provedor.

“Muitas empresas se concentram mais em disponibilidade. A qualidade do serviço é tão importante quanto esse item”, chama atenção . Se o negócio depende de novos recursos rapidamente,  por exemplo, essa necessidade tem que estar escrita no contrato de SLA.

Uma solução inovadora que Overly tem visto em relação a este assunto é fornecedores concordarem em fazer monitoramento periódico de seus clientes para medir a qualidade do seu serviço. Se houver queda dos indicadores, o provedor pode sugerir mudanças.

“Esse acompanhamento é útil especialmente em acordos anuais e bom tanto para o cliente quanto para o fornecedor. Dá garantia de que o provedor está continuamente melhorando e aumenta a satisfação dos clientes”, avalia Overlay.

4- Notificação de problemas de segurança

As violações de segurança são muito comuns em TI hoje e os que contratam nuvem pública têm que saber lidar com essas questões quando houver ocorrências. O que seu provedor de serviços tem a dizer sobre isso? Se sua empresa tem clientes impactados, quem informa a eles sobre a violação?

Overlay constata que esse assunto é um tema cinzento em muitos contratos de nuvem. Fornecedores devem compartilhar informações sobre violações de segurança e ameaças o mais cedo possível após descoberta de um problema.

Além disso, se houver uma violação, “o provedor tem obrigação de notificar usuários e clientes impactados? “Você quer que seus clientes recebam mensagem?”, questiona o advogado

“Seus clientes podem querer saber sobre todas as falhas de segurança de seu provedor, não apenas se você está impactadas pelo acidente”, afirma.

Você pode querer saber sobre os problemas que outros clientes estão tendo e agradecer por seus dados não terem sido violados. Segundo o advogado, é importante que sua empresa saiba o que aconteceu para se certificar de que não será o próximo alvo.

5- Cuidado com custos ocultos

A agilidade é uma das principais motivos que levam empresas a abraçar a nuvem. O modelo oferece potenciais economias de custos, mas o advogado percebe que compradores não estão prestando atenção a todas as formas de ganhos dos fornecedores em cima dos SLAs.

Overlay relata ter encontrado SLAs com uma dúzia de potenciais fontes de receita para o fornecedor, mas poucas listadas na seção “Taxas”. Sua orientação é olhar com muito cuidado esse item do contrato.

O fornecedor, pode por exemplo, estipular que, se houver um problema relatado por falha dos usuários, o cliente será cobrado pela investigação. O provedor fazer também estimativas conservadoras de quanto custará para transferir dados para dentro ou fora da nuvem. Mas quando o serviço é realizado, custa muito mais. Descubra como essas taxas estão sendo calculadas.

A lição geral, segundo o advogado, é adotar uma abordagem abrangente para analisar detalhadamente o que está estabelecido no SLA. Avalie o impacto do que está sendo acordado para seu negócio.

Tenha pessoas adequadas envolvidas na definição do SLA, desde da área de segurança, TI, departamento jurídico até implementadores técnicos para analisar cuidadosamente todas as cláusulas. É uma forma de reduzir os riscos para seus negócios.

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Office 2013 da Microsoft será focado na nuvem

Empresa vai focar os seus esforços de desenvolvimento na integração do Office 2013 com o Office 365, a suíte baseada na cloud lançada há um ano.

A Microsoft lançou ontem a versão beta pública da próxima versão do Office, dizendo que no futuro a versão baseada na nuvem, o Office 365, será o seu principal foco de desenvolvimento.

A companhia vai vender uma nova versão chamada Office 2013, que será instalada localmente, mas o futuro da suíte será online com a versão baseada na nuvem, disse Steve Ballmer, CEO da Microsoft, durante uma conferência de imprensa. “Este é o lançamento mais ambicioso do Office que já fizemos”, disse Ballmer. O Office que mostraremos hoje é a primeira versão do Office que foi criada a partir do zero para ser um serviço”, disse Ballmer, acrescentando que esta nova versão do Office é a primeira a ser concebida essencialmente como software “cloud-based”.

A nova versão do Office também foi projetada para funcionar melhor com o novo sistema operativo da Microsoft, o Windows 8, em particular com a sua interface Metro, otimizada para interfaces sensíveis ao toque como os dos tablets.

Além de comandos gestuais, o Office também foi otimizado para dispositivos com caneta e funciona igualmente bem com teclados e mouses, segundo Ballmer.

As primeiras aplicações do Office com um renovado estilo para o Windows 8 e a interface Metro são o OneNote, para notas, e o Lync, para IM/presença, reuniões na Web, videoconferência e comunicações com áudio, via integração com o Skype.

A versão local do Office também será lançada em dispositivos com o Windows RT, a versão do Windows 8 para equipamentos baseados nos processadores ARM, incluindo o próprio tablet da Microsoft, o Surface. Esse pacote Office incluirá o Word, Excel, PowerPoint e OneNote.

As versões do Office baseadas na nuvem serão licenciadas numa base de assinaturas, enquanto as versões instaladas localmente vendidas no modelo tradicional de licença perpétua.

Em uma demonstração na conferência de imprensa, ficou claro que a Microsoft tentou dar às aplicações do Office uma interface mais moderna.

A Microsoft adiou o fornecimento de detalhes completos sobre todos os pacotes e diferentes preços do Office, mas revelou detalhes sobre três modelos na nuvem em que cada um incluirá o Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Publisher e Access.

A primeira versão (a Office 365 Home Premium) será destinada a consumidores individuais e famílias e inclui 20 GB de armazenamento no serviço da empresa de armazenamento cloud Skydrive, bem como 60 minutos mensais de Skype.

A segunda versão, Office 365 Small Business Premium, é, como o nome indica, para as pequenas empresas, e inclui gestão de email, calendário e conferência Web em alta definição.

Finalmente, o Office 365 ProPlus é para empresas maiores e vem com recursos adicionais projetados para os departamentos de TI e grandes empresas.

Uma porta-voz da Microsoft não conseguiu explicar como estes novos pacotes do Office 365 se vão encaixar – ou, eventualmente, substituir – as edições existentes do Office 365 disponíveis desde o ano passado.

Sabe-se que tanto o Office 2013 quanto o Office 365 oferecem basicamente a mesma experiência de usuário, mas a Microsoft está claramente tentanto atrair os usuários para a versão baseada na nuvem. Pela primeira vez a empresa irá oferecer essa solução aos consumidores, em vez de apenas a empresas.

Compre uma versão tradicional do Office em uma “caixinha” e você tem uma licença para instalá-lo em um PC. Mas assine o Office 365 e você ganha licenças para instalar o Office 2013 em até 5 aparelhos (por enquanto, apenas PCs e tablets rodando o Windows 7 ou 8, mas a versão final incluirá também o Office para Mac), além de poder fazer “streaming” dos aplicativos para qualquer PC ou tablet rodando o Windows 7 ou 8. A Microsoft ainda não anunciou os preços de nenhuma das opções.

Clique aqui para ler as primeiras impressões da PC World sobre o Office 2013.

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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BBC Brasil lança aplicativo gratuito para iPhone e iPad

A BBC Brasil lançou nesta quarta-feira, 25/7, uma nova versão do seu aplicativo de notícias para iPhone e iPod touch.

Já disponível na App Store, o aplicativo possui uma interface simples, com três seções principais: Notícias, Popular (com um Top 5 das mais lidas e outro dos vídeos mais vistos), e Categorias (como Brasil, América Latina, Saúde, Curiosidades, entre outras, em um total de sete).

Além disso, o usuário pode acessar a área de Configuração para ajustar informações como a Ordem das Categorias e a Página Inicial.

No entanto, em uma rápida navegação é possível perceber a falta que faz uma maior variedade de categorias, como Esportes e Cultura, inexplicavelmente ausentes do aplicativo.

O aplicativo é gratuito, compatível com iPhone e iPod Touch e exige o iOS 3.1 ou versão mais recente.

Atualização

Ao contrário do que publicamos inicialmente, o app não é compatível com o iPad – você conseguirá rodá-lo no seu tablet, mas com a resolução criada para o iPhone e iPod Touch.

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Aplicativo traz a interface marcada pelas cores vermelho e branco, já clássicas da BBC

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Microsoft contesta Apple e diz que estamos na Era dos supercomputadores

A Microsoft parece estar cada vez mais provocando a Apple na guerra dos computadores versus Mac.

Falando na Worldwide Partner Conference, o chefe de operações da Microsoft, Kevin Turner, alegou que a afirmação da Apple de que estamos na era pós-PC está errada. De acordo com a Microsoft, nós estamos na era dos supercomputadores.

A companhia está atualmente promovendo o lançamento do seu tablet, o Surface, anunciado no final de junho.

Turner disse: “Eles falaram em essa ser a era pós-computadores, falaram sobre tablets e PCs serem diferentes, mas a realidade é que pensamos que isso está completamente errado.”

Em vez disso, Turner acha que deveríamos estar falando sobre a era dos supercomputadores, na qual todos os dispositivos utilizam um sistema operacional unificado, como no caso da Surface. O tablet rodará uma versão completa com o Windows 8 (no entanto, também estará disponível uma versão do sistema que irá rodar em aparelhos com processadores ARM, o Windows RT).

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E, claro, de acordo com a Microsoft, o Windows 8 estará no centro dessa nova era de computadores, de acordo com a reportagem feita pelo site americano The Verge. “Acreditamos que um com um simples apertar de botão, você pode perfeitamente trabalhar com os dois mundos. Acreditamos que você pode utilizar o touch-screen, a caneta, um mouse e também o teclado”, disse Turner.

O CEO da Apple, Tim Cook, já deixou sua visão bem clara sobre as a união entre computador e tablet – caminho que a Microsoft está apostando. Durante a conferência em abril, ele disse: “você pode unir uma torradeira de uma geladeira, mas você sabe, esse tipo de junção não agradará aos usuários.”

O Surface, linha de tablets com 10 polegadas da Microsoft que rodará e o novo OS da empresa – o Windows RT e o Windows 8 – não representam ameaça ao domínio da Apple no mercado de tablets, de acordo com especialistas.

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