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ONG denuncia quadrilhas que esquartejam vítimas na Colômbia

Gangues criminosas submetem os habitantes do porto colombiano de Buenaventura a um regime de terror e cometem abusos generalizados como esquartejar pessoas vivas, denunciou a organização de direitos humanos Human Rights Watch nesta quinta-feira (20).

Buenaventura, no Departamento do Valle, é o principal porto colombiano no oceano Pacífico para o comércio internacional e se tornou um local estratégico para atividades ilegais como o tráfico de cocaína e de armas, segundo fontes de segurança.

“Os grupos sucessores de paramilitares foram responsáveis pelo desaparecimento de uma grande quantidade, possivelmente centenas, de moradores no porto de Buenaventura”, disse um relatório da organização de direitos humanos.

“Muitos bairros da cidade estão sob o domínio de poderosas organizações criminosas que cometem abusos generalizados como esquartejar pessoas, algumas vezes enquanto ainda estão vivas, para logo depois jogar seus restos ao mar”, acrescentou.

Além das quadrilhas formadas por antigos paramilitares de ultradireita, os guerrilheiros esquerdistas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) também estão presentes na região.

O relatório chamado de “A Crise em Buenaventura: Desaparecimentos, Desmembramentos e Deslocamento no Principal Porto da Colômbia no Pacífico” alertou para a existência de fronteiras invisíveis em meio à disputa pelo controle territorial da cidade entre os grupos armados.

A Human Rights Watch citou testemunhas, moradores, representantes da Igreja Católica e autoridades públicas para denunciar a existência de “casas” onde desmembram as vítimas e que teriam ficado em evidência pelas manchas de sangue encontradas em lugares ocupados recentemente pela polícia.

Grupos armados ilegais disputam o controle territorial do porto, uma região habitada por 370.000 pessoas, na maioria afrodescendentes vivendo na pobreza.

O relatório garantiu que entre 2010 e 2013 foi registrado o desaparecimento de 150 pessoas em Buenaventura que teriam sido assassinadas, mas admitiu que a cifra poderia ser consideravelmente maior, já que muitos casos não foram denunciados pelo temor generalizado a represálias.

O país sul-americano de 47 milhões de habitantes sofre com um conflito interno de meio século que deixou mais de 200.000 mortos e milhões de deslocados.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Peritos trabalham na identificação de vítimas de colisão frontal na Argentina

Bombeiros apagam as chamas de ônibus de passageiros que colidiu com caminhão na Argentina, deixando 17 mortos (Foto: Los Andes/Ap)Bombeiros apagam as chamas de ônibus de passageiros que colidiu com caminhão na Argentina na última sexta-feira (7), deixando 19 mortos (Foto: Los Andes/Ap)

Peritos trabalhavam neste domingo (10) na identificação das vítimas do acidente rodoviário ocorrido na última sexta-feira em Mendoza, Argentina, quando um caminhão brasileiro e um ônibus colidiram de frente, deixando 19 mortos, três deles alemães.

A maioria das vítimas morreu carbonizada, e vários corpos desmembrados foram encontrados. O Corpo Médico Forense de Mendoza realiza testes de DNA a partir de amostras de sangue de parentes das vítimas, mas estima-se que os resultados poderão demorar cinco dias.

O acidente aconteceu quando um ônibus de passageiros foi atingido de frente pelo caminhão, carregado de alho, que circulava na contramão por uma rodovia, em alta velocidade.

Poucos dados
Dezenove pessoas morreram e 14 ficaram feridas, segundo o ministro da Saúde de Mendoza, Matías Roby, embora a lista oficial da promotoria dê conta de 17 mortos. Segundo Roby, entre os mortos há três alemães, e um outro, em estado grave, está internado no Hospital Central de Mendoza.

Até o momento, foi identificado apenas o corpo de José Nievas, motorista do ônibus acidentado, da empresa Plusultra Mercosur, que havia partido de Córdoba com destino a Mendoza.

“Temos uma lista de 28 passageiros que viajavam no ônibus, mas assim como nove desceram em San Martín, outros desceram em La Paz, Villa Mercedes e San Luis, e algum passageiro pode ter embarcado em uma parada intermediária, sem estar registrado”, explicou o delegado Juan Carlos Caleri, diretor geral da polícia de Mendoza. “O choque nos arrancou do assento”, disse.

Quando ocorreu o choque frontal com o ônibus, o caminhão, de placa brasileira, era seguido pela polícia, que tentava pará-lo, após ser alertada por outros motoristas. Com o impacto, os dois veículos se incendiaram, e os sobreviventes escaparam pelas janelas.

“Conversava com minha mulher, o choque nos arrancou do assento e a fumaça tomou conta. Quebramos o vidro e nos jogamos”, contou Edgardo Silva, que viajava no último assento do ônibus, de dois andares.

A promotoria confirmou que o caminhão havia fugido de um controle alfandegário antes do acidente. O serviço de emergência 911 recebeu alertas sobre a suposta embriaguez do motorista, após um incidente com um motorista antes de o caminhão acessar a rodovia em que ocorreu a tragédia.

O promotor Martín Scattareggi disse que o estado do corpo do caminhoneiro impede a perícia necessária para determinar se o mesmo estava embriagado.

Em declarações à AFP, Sadi Guidini, responsável pela logística da empresa ACM Transporte, de Realeza, Paraná, à qual pertencia o caminhão, disse suspeitar de que o motorista, identificado como Genésio Mariano, 35, tenha sido assaltado, e garantiu que o mesmo tinha experiência e responsabilidade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Cresce o número de vítimas em confrontos no Afeganistão, diz ONU

O número de vítimas na Guerra do Afeganistão subiu 14% em 2013, de acordo com um relatório das Nações Unidas (ONU) divulgado neste sábado (14).

O documento aponta a retirada gradual das tropas dos países estrangeiros do território afegão como um dos motivos para a escalada do índice. Segundo a ONU, a saída das tropas teria enfraquecido o governo do Afeganistão.

“A nova tendência em 2013 de aumento no número de vítimas civis, incluindo mais mulheres e crianças, reflete que a dinâmica do conflito está mudando ao longo dos anos”, disse a ONU.
2013 foi o pior ano para mulheres e crianças dos últimos quatro anos, com o número de mortos e feridos no confronto aumentando em mais de um terço a partir de 2012.

Os combates entre o governo e os insurgentes foram responsáveis por 27% das, e a maioria não pode ser atribuída a um dos lados.

Isso reflete que os confrontos no Afeganistão estão se travando cada vez mais em comunidades civis e áreas povoadas, disse a ONU.

A arma mais letam empregada foi o dispositivo explosivo improvisado (IED), ou bombas detonadas por insurgentes em áreas públicas, tais como mercados, estradas e prédios do governo.

Bombas foram as responsáveis por um terço do número total de civis atingidos. Segundo a ONU, 2.959 mortes e 5.656 feridos foram vítimas deste tipo de artefato.

Embora ambos os lados do conflito tenham sido responsáveis pelo aumento no número de vítimas no ano passado, as Nações Unidas atribuíram cerca de três quartos das mortes para os talibãs.

“Declarações sobre a proteção de civis pela liderança Talibã não são o suficiente para acabar com a matança e ferimento de civis afegãos inocentes”, disse o representante especial da ONU Ján Kubi, em um comunicado.

“O que é necessário é que o Talibã pare de atacar civis deliberadamente e de usar IEDS indiscriminadamente.”

Impunidade
O relatório aponta que as forças internacionais são responsáveis por 3% das mortes no país, a maior parte delas provocadas por ataques aéreos.

Apesar de representar apenas uma fração do total de mortes, estes ataques são uma grande fonte de tensão entre o presidente Hamid Karzai e os Estados Unidos.
O relatório da ONU apontou  54 operações aéreas em 2013 que resultaram em mortes de civis. O número representa uma queda de 10% do número de casos desse tipo, em comparação com 2012, mas manteve mulheres e crianças como quase metade das vítimas.
Dos 54 casos, 19 foram por veículos aéreos não tripulados. O número de vítimas civis desde que os chamados drones foram empregados do que triplicou desde 2012, disse a ONU.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Política indiana culpa comportamento e roupas de vítimas por estupros

A política indiana Asha Mirge, membro da Comissão pelos Direitos da Mulher no estado de Maharashtra, relacionou nesta quarta-feira (29) os frequentes estupros no gigante asiático com o “comportamento” da mulher ou sua roupa.

“Os estupros sucedem pela vestimenta das mulheres, por seu comportamento ou por estar em lugares inapropriados”, afirmou Mirge durante um encontro em Mumbai do Partido Nacionalista do Congresso (NCP), segundo o canal local “NDTV”.

A membro do NCP fez alusão direta a dois dos abusos sexuais que mais causaram repercussão na Índia, como os estupros coletivos de uma estudante de medicina em um ônibus em Nova Délhi e de uma fotógrafa na cidade de Mumbai.

Mirge acusou a primeira, que morreu dias depois do estupro por ficar gravemente ferida, de haver ido à noite com um amigo ao cinema, e a segunda de ir a ruínas de um bairro periférico às seis da tarde.

As críticas contra a membro da Comissão pelos Direitos da Mulher não tardaram, e entre elas está a de um líder do NCP, Praful Patel, que disse que serão tomadas “medidas disciplinares” contra Mirge por seus comentários “totalmente insensíveis”.

Após o estupro da jovem estudante de medicina em 16 de dezembro de 2012 em Nova Délhi, multidões reagiram na Índia com fortes demonstrações de repúdio e gerou um debate sem precedentes sobre a situação da mulher que levou o governo a endurecer as leis contra essas agressões.

No entanto, algumas vozes, entre elas as de importantes personalidades, decidiram culpar a vítima.

Um exemplo foi o popular guru Asaram Bapu, que também disse que a vítima de Nova Délhi teve culpa, em menor medida que os agressores, já que em vez de resistir “deveria ter rezado a Deus e pedido aos agressores que a deixassem em paz”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Médico recupera rosto de vítimas de ataque com ácido no Paquistão

Um cirurgião fez operações reconstrutivas em seis mulheres desfiguradas por ataques com ácido no Paquistão. O médico Asim Shahmalak, que vive no Reino Unido, gastou cerca de 50 mil libras (mais de R$ 200 mil) do próprio bolso para bancar os procedimentos, sem cobrar nada das pacientes.

As cirurgias ocorreram em uma clínica da cidade de Karachi – a mais populosa do Paquistão, localizada no sul do país –, com a ajuda de uma equipe britânica. Shahmalak havia visitado a cidade no ano passado para conhecer as mulheres, que precisavam passar por transplante de cabelo, sobrancelhas e cílios. O médico é um dos nove do mundo capazes de realizar cirurgias desse tipo.

Algumas das vítimas foram atacadas com ácido sulfúrico, que pode ser comprado por baixos preços nas ruas de Karachi.

Entre as mulheres que passaram pela cirurgia, está Kanwal Ashar, de 24 anos, que teve ácido jogado no rosto por um homem após ela ter recusado a proposta de casamento dele. Outra paciente atendida foi Kanwal Qayum, de 26 anos, vítima de um “amigo” que a atacou por ficar com ciúmes após ela ter começado a trabalhar em um novo emprego.

O médico Asim Shahmalak examina uma das pacientes vítima de ataque de ácido que ele operou no Paquistão (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)O médico Asim Shahmalak examina uma das pacientes vítimas de ataque de ácido no Paquistão (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Foto divulgada pela Clínica Crown mostra uma das mulheres que passou por cirurgia após ser vítima de ataque de ácido no Paquistão (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Foto divulgada pela Clínica Crown mostra uma das mulheres que passaram por cirurgia após ter sido vítima de ataque de ácido no Paquistão (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)O cirurgião Asim Shahmalak gastou cerca de 50 mil libras (mais de R$ 200 mil) de seu próprio bolso para bancar as cirurgias. (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)O cirurgião Asim Shahmalak gastou cerca de 50 mil libras (mais de R$ 200 mil) do próprio bolso para bancar as cirurgias de reconstrução em seis mulheres desfiguradas (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Algumas das vítimas foram atacadas com ácido sulfúrico, que pode ser comprado por baixos valores nas ruas de Karachi. (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Algumas das vítimas foram atacadas com ácido sulfúrico, que pode ser comprado por baixos valores nas ruas da cidade de Karachi (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Entre as mulheres que passaram pela cirurgia está Kanwal Ashar, de 24 anos, que teve ácido jogado em seu rosto por um homem após ela recusar sua proposta de casamento. Outra mulher atendida pelo médico foi Kanwal Qayum, 26 anos, que foi vítima do ataque d (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)Uma das mulheres vítimas de ácido que passaram por cirurgia (Foto: Shakil Adil/AP Images for Crown Clinic)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Israel inaugura monumento que homenageia vítimas gays do nazismo

Monumento em Tel Aviv em homenagem às vítimas gays do nazismo é visitado nesta sexta-feira (10) em Tel Aviv (Foto: Jack Guez/AFP)Monumento em Tel Aviv em homenagem às vítimas gays do nazismo é visitado nesta sexta-feira (10) em Tel Aviv (Foto: Jack Guez/AFP)

Uma coluna em memória das vítimas homossexuais do nazismo foi inaugurada nesta sexta-feira (10) no centro de Tel Aviv na presença do prefeito da cidade e do embaixador da Alemanha em Israel.

O monumento, com inscrições em hebreu, alemão e inglês, consiste de uma pedra em forma de triângulo como o que os homossexuais eram obrigados usar em sua roupa nos campos nazistas.

A coluna foi colocada no parque da cidade, onde se encontra o principal centro de homossexuais, lésbicas e transsexuais de Tel Aviv, uma das capitais do movimento gay no mundo.

“Este monumento nos recorda até que ponto é importante respeitar todos os seres humanos”, declarou o prefeito da cidade, Ron Huldai.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Vítimas de naufrágio em Lampedusa terão funerais de Estado, diz premiê

As vítimas do naufrágio da última quinta-feira (3) em frente à ilha italiana de Lampedusa, que deixou entre mais de 300 mortos, terão direito a funerais de Estado, anunciou nesta quarta-feira o primeiro-ministro italiano, Enrico Letta.

O presidente do Conselho Italiano anunciou esta decisão durante uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, com a Comissária Europeia de Assuntos do Interior, Cecilia Malmstrom, e com o ministro italiano do Interior, Angelino Alfano.

Imagem feita neste domingo mostra policiais segurando corpo de vítima do naufrágio ocorrido na última quinta-feira. (Foto: Antonio Parrinello/Reuters)Imagem feita neste domingo mostra policiais segurando corpo de vítima do naufrágio ocorrido na última quinta-feira. (Foto: Antonio Parrinello/Reuters)

Em sua chegada nesta quarta-feira a Lampedusa, Letta e Barroso, acompanhados de Malmstrom e Alfano, foram recebidos com vaias e gritos de “assassinos” pelos moradores locais, revoltados com a tragédia envolvendo os imigrantes ilegais na ilha.

“Vergonha!”, “Assassinos”, gritaram os moradores no aeroporto, agitando fotografias dos imigrantes na direção de Barroso e Letta, comprovou a AFP.

“Deveriam estar envergonhados de si mesmos! Têm que resolver este problema humanitário”, disse um dos manifestantes.

Lampedusa, uma ilha com menos de 6.000 habitantes, critica Roma por não ter uma política de acolhida coerente e a Europa por não ser suficientemente solidária com os imigrantes ilegais que chegam à ilha buscando refúgio.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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