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Google avisará por celular quando produto visto on-line estiver por perto

Google avisa por celular quando produto visto on-line for oferecido por loja próxima ao usuário. (Foto: Divulgação/Google)Google avisa por celular quando produto visto
on-line for oferecido por loja próxima ao usuário.
(Foto: Divulgação/Google)

O Google vai enviar notificações aos celulares dos usuários quando um produto pesquisado por eles em sites da internet estiverem sendo vendidos em alguma loja nos arredores. A novidade foi liberada pela companhia nesta segunda-feira (5).

Os avisos serão exibidos pelo Google Now, mas por enquanto serão oferecidos a quem possui um aparelho que rode Android.

Isso ocorre porque a atualização que permite aos usuários usufruírem da nova função foi feita, por enquanto, apenas no aplicativo Google Search para Android.

O assistente pessoal Google Now rivaliza com a Siri, da Apple, e com a recém-apresentada Cortana, da Microsoft.

Com acesso aos dados pessoais do usuários presentes em ferramentas da companhia, como o Calendário, o assistente pessoal combina essas informações a outros serviços para sugerir ações ou fornecer informações. Com isso, pode informar o resultado do jogo de futebol do time de coração do usuário e ainda, baseado nas condições de trânsito exibidas no Maps, sugerir que ele saia mais cedo de casa para chegar no horário a tempo a um compromisso, marcado na Agenda.

Além de notificar o usuário de que o produto buscado na internet é oferecido em um algum lugar por perto, o Google Now informará quais são as lojas e por qual preço é vendido.

“Você tem procurado on-line o par perfeito de botas para escalar, mas não as encontrou ao redor para puxar o gatilho. A partir de hoje, se você estiver fora de casa e perto de uma loja que possua essas botas, você provavelmente verá um cartão do Google Now mostrando o produto e o preço para lembrá-lo”, informou o Google.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tailandês é visto com pescoço ‘supercarregado’ de amuletos

21/01/2014 08h08 – Atualizado em 21/01/2014 08h08

Homem foi flagrado desfilando com pescoço 'supercarregado' de amuletos em Bangcoc, na Tailândia (Foto: Sakchai Lalit/AP)Homem foi flagrado desfilando com pescoço ‘supercarregado’ de amuletos em Bangcoc, na Tailândia (Foto: Sakchai Lalit/AP)

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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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China dá maior impulso à energia eólica já visto no mundo

Novos parques eólicos estão sendo criados em ritmo acelerado em território chinês (Foto: BBC)Novos parques eólicos estão sendo criados em ritmo acelerado em território chinês (Foto: BBC)

Os chineses deram início ao maior impulso que as energias renováveis já receberam em todo o mundo, prometendo – entre outras coisas – dobrar o número de turbinas eólicas no país ao longo dos próximos seis anos.

Já ocupando o posto de o maior gerador de energia pelo vento do mundo, a China agora planeja intensificar massivamente esse setor.

Com uma capacidade instalada de energia eólica de cerca de 75 gigawatts (GW), o país pretende atingir a marca de 200 GW até 2020.

Os países da União Europeia, em comparação, têm juntos um total de 90 GW de capacidade instalada de energia eólica. Apesar de ser visto como um dos países de maior potencial na geração de energia eólica no mundo, o Brasil possui uma capacidade instalada de energia eólica de apenas 2,2 GW, segundo cálculo do Ministério de Minas e Energia.

Desafios
Novos parques eólicos estão sendo criados em ritmo acelerado na China.

“Há sete anos, conseguíamos produzir uma turbina a cada dois dias. Agora conseguíamos fazer duas em um dia”, diz Jiang Bo, engenheiro da empresa Goldwind, que produz turbinas.

No entanto, um dos principais desafios é integrar a cadeia produtiva da energia eólica. As regiões onde há mais vento, como Xinjiang, costumam ser muito distantes das cidades grandes, onde a demanda por energia elétrica é maior.

E o valor da construção de campos eólicos costuma exceder a das conexões necessárias para ligar as turbinas na rede de distribuição.

Também há problemas nas linhas de distribuição, pouco acostumadas à intermitência da energia gerada pelo vento.

Mas uma questão ainda mais fundamental recai sobre a contribuição da energia eólica para a insaciável demanda de energia chinesa.

Dados recentes, de 2012, indicam que enquanto o carvão gera 75% da eletricidade do país, a eólica produz 2% (no Brasil, essa participação é de 1,7%).

No entanto, em números absolutos, a geração total de energia eólica na China é mais do que o produzido em toda a União Europeia.

“Dois por cento parece pouco, mas quando você considera o total de eletricidade usado no país, você percebe que não é pouco”, diz Liming Qiao, diretor para a China do Global Wind Energy Council (GWEC).

“Na verdade, no ano passado, a eólica superou a nuclear e se tornou a terceira matriz energética do país, após as termoelétricas a carvão e as hidrelétricas.”

Duas usinas são instaladas por dia na região de Xinjiang (Foto: BBC)Duas usinas são instaladas por dia na região de
Xinjiang (Foto: BBC)

Impacto internacional
A escala do mercado eólico chinês vem ajudando na redução de preços de produção e incentivando a inovação no setor.

Antes, os chineses obtinham licenças para produzir turbinas de países ocidentais. Agora, o boom do setor levou a uma enxurrada de novos – e mais modernos – modelos nacionais.

O desenvolvimento dessa indústria na China também vem puxando os preços para baixo em outros países, segundo Paolo Frankl, da Agência Internacional de Energia.

Ele acredita que os chineses ampliem as exportações no setor para mercados na Ásia, América Latina e África.

Subsídios
O governo chinês vê as energias renováveis como estratégia prioritária, liberando uma série de subsídios.

A altíssima poluição do ar em muitas cidades do país também vem incentivando o uso desse tipo de energia.

Mas ainda precisa ser respondida a questão quanto a se o custo da energia eólica poderá ser reduzido a ponto de ficar abaixo do das termoelétricas a carvão.

Ma Jinru, vice-presidente da Goldwind, acredita que sim.

“No futuro, quando os recursos ficarem ainda mais limitados, os preços subirem mais e a poluição piorar, a sociedade vai cobrar o custo social disso. Então, a longo prazo, o custo da energia eólica vai ficar abaixo do de carvão. O custo da eólica também vai cair por conta da inovação tecnológica, e o setor vai ter um imenso crescimento.”

E se algum país pode produzir energia a partir do vendo em níveis industriais e fazer disso algo rentável, esse país e a China.

Uma prévia desse cenário futuro pode ser encontrada em Xinjiang, próxima à antiga rota da seda, onde há florestas de turbinas metálicas brancas – algumas prontas, outras aguardando para receber hélices e muitas mais prestes a sair do papel.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileiros não vão precisar de visto para entrar em Cingapura

Hóspedes do hotel Marina Bay Sands, em Cingapura, observam a cidade de uma piscina com lateral que termina em queda d'água, no topo do edifício. (Foto: Roslan Rahman/AFP)Hóspedes do hotel Marina Bay Sands, em Cingapura, observam a cidade de uma piscina com lateral que termina em queda d’água, no topo do edifício. (Foto: Roslan Rahman/AFP)

Brasileiros vão poder viajar para Cingapura sem a necessidade de visto de entrada para uma permanência de até 30 dias. A decisão faz parte de um acordo firmado entre os governos dos dois países e publicado nesta quinta-feira (9) no “Diário Oficial” da União, que inclui também a reciprocidade, ou seja, cidadãos de Cingapura poderão entrar no Brasil sem o visto por este mesmo período de permanência.

Segundo o documento, para viagens de turismo e negócios, o brasileiro não vai precisar de visto para Cingapura se forem ficar naquele país por no máximo 30 dias, desde que ao longo do ano, contando várias viagens, não fique mais do que 180 dias.

Caso o período de permanência seja superior a 30 dias, ou o brasileiro vá trabalhar em Cingapura, será necessária a aquisição de visto de permanência.

O decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff diz ainda que “o acordo entrará em vigor 30 dias depois do recebimento da última notificação escrita pelas partes, enviada por via diplomática, em que uma delas informa a outra do cumprimento das respectivas tramitações legais internas para sua entrada em vigor”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Tela gigante 4K mostra campo de futebol visto da arquibancada; assista

Para demonstrar a resolução 4K de seus televisores, a Sony montou na feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, uma tela gigante que mostra um campo de futebol inteiro visto da arquibancada. Assista ao lado.

O jogo escolhido foi a final da Copa das Confederações entre Brasil e Espanha, e os visitantes puderam acompanhar lances da partida como se estivessem nas arquibancadas do Maracanã. A definição de imagem permitia reconhecer os atletas da seleção e ver pequenos buracos do gramado, o resultado das disputas de bola e parte da torcida. Com o gramado inteiro no campo de visão, também é possível identificar o posicionamento dos jogadores e até saber como os goleiros se comportavam quando a bola estava no lado adversário.

A Copa do Mundo no Brasil será transmitida em alta definição e a Sony afirma que irá gravar a final da competição em 4K.

Além de demonstrar a qualidade da imagem, a Sony apresentou o protótipo de um óculos de realidade aumentada. As lentes do acessório mostravam informações sobre os jogadores que iriam cobrar faltas ou escanteios e até mensagens de redes sociais.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ativista brasileira detida na Rússia obtém visto para deixar o país

Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace, se encontra no aeroporto de São Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha Alessandra e a mãe, Rosângela, neste domingo (24) (Foto: Dmitri Sharomov / Greenpeace)Ana Paula se encontra no aeroporto de São
Petersburgo, na Rússia, com a sobrinha
Alessandra e a mãe, Rosângela, em 24 de
novembro (Foto: Dmitri Sharomov/Greenpeace)

A bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, obteve o visto de saída da Rússia, informou o Greenpeace Brasil, nesta sexta-feira (27). O visto era necessário para que ela pudesse voltar para a casa desde que a anistia do grupo  “Os 30 do Ártico” foi aprovada pelo Parlamento russo.

Ana Paula embarca ainda nesta sexta-feira com destino ao Brasil. Ela segue a Porto Alegre, onde passará o Réveillon com a família. A chegada da brasileira em Porto Alegre está prevista para acontecer às 11h deste sábado, 28, no Aeroporto Internacional Salgado Filho.

“Deixo a Rússia da mesma maneira como entrei: de cabeça erguida e com a consciência limpa. Temos a convicção de que fizemos o bem para proteger o planeta para esta e as futuras gerações. É uma vergonha um país permitir que tamanha injustiça tenha acontecido para defender os interesses das empresas de petróleo”, declarou Ana Paula.

Há 100 dias, um protesto pacífico causou a prisão dos ativistas do Greenpeace Internacional. Ana Paula e os 25 integrantes do grupo de nacionalidade não russa dependiam de uma autorização do Serviço Federal de Imigração para deixar o país, já que foram tirados de águas internacionais e levados presos pela guarda costeira.

Todos os estrangeiros já obtiveram seu visto de saída. Até o momento, sete deles, segundo o Greenpeace Brasil, já deixaram a Rússia e o restante deve partir entre hoje e o fim de semana. Segundo o Greenpeace, o sueco Dmitri Litvínov foi o primeiro tripulante do Arctic Sunrise a deixar o território russo na quinta-feira (26).

Crime não foi cometido
“Eles só pararam com as investigações. O que vai acontecer é que eles param de investigar, e colocam no seu histórico que fui acusada de vandalismo e recebi  a anistia. Continua não sendo justo”, disse Ana Paula, em entrevista ao G1.

Em sua opinião, o mais correto seria isentar de acusação o grupo de 30 pessoas detidas por protestar numa plataforma de petróleo no Ártico. “Recebemos a anistia por um crime que não cometemos. Estou preocupada pelos meus companheiros russos, pois eles terem uma ficha criminal dessa aqui na Rússia, é complicado”.

O britânico Anthony Perrett, primeiro militante do Greenpeace a receber visto russo, mostra seu passaporte com o visto russo. (Foto: AFP Photo/Olga Maltseva) Anthony Perrett foi o primeiro ativista do
Greenpeace a receber visto para deixar a Rússia
(Foto: Olga Maltseva/AFP)

Ana Paula  está afastada dos amigos e familiares há cinco meses – dois meses embarcada no navio Arctic Sunrise e três meses detida em Murmansk e São Petersburgo.

A brasileira diz que, por enquanto, não tem uma nova ação planejada, mas deve voltar a uma embarcação da organização ambientalista tão logo esteja descansada do período que passou presa.

Ana Paula ainda se preocupa com o que acontecerá com o navio que levou os ativistas até a plataforma da empresa Gazprom no extremo norte do globo. “Não temos ideia de quando pretendem devolver o navio. É um processo. Metade  do meu coração fica em Murmansk, pois o barco era nossa casa. Nos últimos cinco anos, vivi uns três anos dentro dele”, calcula.

A bióloga brasileira ainda lamentou que a ação do Greenpeace não impediu a companhia russa de explorar o petróleo na região ártica. “É um ciclo vicioso. As empresas exploram o petróleo, o uso de combustíveis fósseis aquece o planeta, fazendo o gelo do Ártico recuar e permitindo que áreas cada vez mais ao norte sejam exploradas”, disse.

Ativista brasileira Ana Paula Maciel é escoltada por policiais russos (Foto: Evgeny Feldman/AP)Ativista brasileira é escoltada por policiais russos, quando ainda estava detida (Foto: Evgeny Feldman/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Governo vai facilitar visto para sírios que alegarem razões humanitárias

O governo publicou nesta terça-feira (24) no “Diário Oficial da União” uma resolução que torna mais flexíveis as regras para concessão de visto a cidadãos sírios que aleguem razões humanitárias. Segundo a ONU, cerca de 100 mil pessoas morreram desde a eclosão da guerra civil na Síria em 2011, e outros 2 milhões deixaram o país.

De acordo o Itamaraty, a resolução publicada nesta terça tem o objetivo de facilitar a vinda de sírios que estejam de alguma forma ameaçados pelos conflitos em seu país. O Itamaraty explicou ainda que os critérios que serão flexibilizados para a concessão do visto vão variar  de acordo com cada pedido. Em alguns casos, por exemplo, o governo pode relevar o fato de o solicitante do visto não ter comprovado emprego fixo na Sìria. Em outros casos, poderão ser aceitos pedidos sem que o cidadão sírio apresente comprovantes de renda.

A norma vale todos os tipos de visto, entre eles os de trabalho, os de turismo e os permanentes. A resolução já está em vigor, vale por dois anos e pode ser prorrogada.

Dilma Rousseff
Em discurso nesta terça na abertura da Assembleia-Geral da ONU, a presidente Dilma Rousseff defendeu uma solução diplomática, sem o uso de força militar, para o conflito na Síria.

“É preciso impedir a morte de inocentes, crianças, mulheres e idosos. É preciso calar a voz das armas – convencionais ou químicas – do governo ou dos rebeldes. Não há saída militar. A única solução é a negociada, o diálogo, o entendimento”, disse.

Dilma disse apoiar o acordo liderado pela Rússia para a eliminação de armas químicas na Síria.

“Cabe ao governo sírio cumpri-lo integralmente, de boa-fé e com ânimo cooperativo.

Em qualquer hipótese, repudiamos intervenções unilaterais ao arrepio do direito internacional, sem autorização do Conselho de Segurança”, afirmou.

Para a presidente uma  intervenção militar só “agravaria a instabilidade política da região e aumentaria o sofrimento humano”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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