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Filhotes de onça com pelagem rara viram xodós em Jundiaí

Onças pintada com pelagem preta são consideradas raras (Foto: Reprodução/TV TEM)Onças pintadas com pelagem preta são consideradas raras (Foto: Reprodução/TV TEM)

Dois filhotes de onça pintada se tornaram xodós de uma ONG em Jundiaí (SP). Os felinos com uma pelagem rara foram apreendidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em uma fazenda do Amapá e se recuperam na Associação Mata Ciliar.

As duas oncinhas são irmãs e tem cerca de oito meses. Elas estão abaixo do peso e do tamanho, por isso foram encaminhadas pelo Ibama para a ONG Mata Ciliar em Jundiaí, um centro especializado no tratamento e recuperação de felinos. “Esses animais vieram do Amapá e estavam na posse de uma família de sitiantes que pegaram os filhotes ainda do ninho e estavam criando a dupla como animais domésticos”, afirma Cristina Harumi Adania, coordenadora da fauna da ONG Mata Ciliar.

As duas onças são da espécie pintada. A diferença é que a pelagem cobre as pintas, por isso que o preto sobressai. Melânica, popularmente conhecida como onça preta, é um caso raro de acontecer. De acordo com pesquisadores a alteração genética ocorre em 6% das onças. Por isso que o bichinho já é considerado um xodó da ONG.

Apesar de estarem há poucos dias na ONG, os filhotes, chamados de pintada e pretinha, já se sentem em casa. Brincam com galhos de árvore e não se incomodam com a presença de humanos. “Animais de crescimento rápido como os felinos precisa de muito cálcio e como elas só combiam carne, por isso elas não se desenvolveram. Elas deviam estar com o dobro do peso”, explica o diretor da ONG Lázaro Ronaldo Puglia.

Tudo é uma questão de tempo para a pretinha se recuperar. A irmã que chegou debilitada em poucos dias já está bem de saúde. A partir de segunda-feira, a Associação Mata Ciliar começa uma campanha para escolher os nomes das duas onças. Quem quiser participar é só acessar o site da Mata Ciliar.

Onças eram criadas como animais domésticos no Amapá (Foto: Reprodução/TV TEM)Onças eram criadas como animais domésticos no Amapá (Foto: Reprodução/TV TEM)new WM.Player( { videosIDs: “3321812”, sitePage: “aftvtemg1/sorocaba/videos”, zoneId: “129110”, width: 320, height: 200 } ).attachTo($(“#3321812”)[0]);

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Resíduos florestais viram joias e móveis, e ganham mercado externo

Móveis e artigos de decoração são feitos com resíduos da floresta (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Móveis e artigos de decoração são feitos com resíduos da floresta (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

O desenvolvimento sustentável já deixou de ser apenas teoria para alguns marceneiros e designers de joias no Amazonas. A partir de resíduos florestais, profissionais estão produzindo biojoias e móveis com características genuinamente amazônicas. As peças feitas com madeiras, sementes e fibras, conquistaram espaço no mercado internacional, com exportações para países europeus e da América do Norte. Em 2013, numa instituição que fabrica móveis e peças de decoração, o lucro girou em torno de R$ 1,8 milhão.

O engenheiro florestal Robervando Gonçalves, líder do Núcleo de Design Tropical, na Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), uma das instituições que trabalham com a produção de peças em madeira regional, informou que o resgate da riqueza artística das culturas caboclas da Amazônia tem despertado interesse do mercado mundial. Segundo ele, diversos países querem comercializar as peças. 

'Fruteira girassol' marchetada foi destaque no Prêmio Idea Brasil (Foto: Jamile Aves/G1 AM)‘Fruteira girassol’ marchetada foi destaque no Prêmio Idea Brasil (Foto: Jamile Aves/G1 AM)

“Nós trabalhamos com uma estratégia de inovação dos nossos produtos. Pensando nisso, nós promovemos em cada peça o resgate das habilidades artesanais e dos traços de culturas tradicionais da nossa região. Para isso, o uso sustentável dos insumos da floresta é indispensável”, explicou.

O processo de construção das peças envolve técnicos e artesãos de Manaus, mas também de comunidades ribeirinhas de outros municípios do Amazonas. Cerca de 700 trabalhadores do interior, dentre eles indígenas, participam da confecção das peças em diversos municípios do estado, como Itacoatiara, Maués, Novo Airão e Barcelos. O projeto promove ainda programas de qualificação para melhor utilização dos recursos naturais no interior do estado.

Gonçalves informou que o projeto já teve itens premiados em feiras nacionais e internacionais, como a Bienal de Designer e o Prêmio Idea Brasil. Além disso, uma linha de móveis do projeto deverá compor a decoração dos principais salões da Arena da Amazônia durante o período da Copa do Mundo, que tem Manaus como uma das sedes.

Sete espécies diferentes de madeira foram usados para produzir os efeitos do quadro (Foto: Jamile Aves/G1 AM)Sete espécies diferentes de madeira foram usadas para produzir os efeitos do quadro (Foto: Jamile Aves/G1 AM)

Para ele, apenas no ano passado, a comercialização desses produtos superou a meta de R$ 1,8 milhão e o objetivo, segundo Gonçalves, é faturar R$ 2 milhões ao ano. “Uma loja na Califórnia, inclusive, abriu com peças que foram produzidas por nós. No ano passado, exportamos um contêiner com peças de médio e grande porte”, disse. Atualmente, Portugal, França e Espanha também já receberam peças para exposições. O trabalho ganhou destaque na Europa, em virtude da raridade para encontrar madeiras com tonalidades diferentes do branco.

Há 40 anos, o marceneiro Rosalvo Mendes, de 58 anos, por meio do projeto, transforma madeira em arte. “Acompanhei todo o crescimento da marcenaria no Amazonas. Vi coisas horríveis acontecerem com nossas riquezas. Tudo o que eu pensava era que eu queria perpetuar as árvores, usando elas sem desperdício ou agressão”, relatou.

"É como uma cirurgia na madeira", diz marceneiro sobre fabricação dos móveis (Foto: Jamile Aves/G1 AM)“É como uma cirurgia na madeira”, diz marceneiro
sobre fabricação dos móveis
(Foto: Jamile Aves/G1 AM)

Rosalvo Mendes disse que o processo de fabricação das peças aproveita desde a casca da árvore até as raízes. Segundo ele, são resíduos que não possuem valor comercial para a indústria. “Eu sempre tive um carinho especial pelas árvores. Elas também são seres vivos, assim como nós. Esse sentimento cresceu ainda mais depois que comecei a trabalhar aqui. As árvores eram tiradas de qualquer jeito e grande parte não era aproveitada”, disse.

Fabricação
O projeto desenvolve peças de movelaria e artigos de decoração que utilizam como matéria-prima resíduos de madeiras certificadas ou de áreas de manejo, além de sementes e fibras florestais. Atualmente, cerca de 30 espécies diferentes de madeira são utilizadas na confecção das peças. Até folhas de árvores já passaram por tratamento para integrar os detalhes dos móveis.

“Sempre tive um carinho especial pelas árvores. Elas também são seres vivos, assim como nós.”

O processo para a fabricação dos móveis e dos artigos decorativos é demorado. Para construir um jogo de apenas quatro cadeiras, é necessário, aproximadamente, dois meses de dedicação. “É tudo trabalhado com muita riqueza de detalhes, com curvas, acentuações, todas feitas manualmente. É como se fosse uma cirurgia na madeira. O tempo de produção não importa. A perfeição de cada item é o que é levado em conta”, disse.

De acordo com a designer Luçana Mouco, as peças não passam por processo de pintura, já que a diversidade amazônica possibilita a mistura de cores. A técnica resulta em produtos exclusivos. “A inspiração vem a partir de muita pesquisa, viagens e leitura. Os tipos variados de madeira, a coloração diferenciada e o modo de produção levam ao surgimento de peças únicas”.

Além de decorar casas e escritórios, insumos da floresta amazônica também servem de matéria-prima para a confecção de biojoias, que levam em colares, brincos e anéis, um traço diferente da cultura tradicional da região. A designer de joias, Rita Prossi, incorpora a cada peça a sustentabilidade, a história e a beleza indígena e cabocla. 

Rita Prossi confecciona joias com produtos florestais (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Rita Prossi confecciona joias com produtos
florestais (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

Segundo a designer, a iniciativa de integrar a floresta aos seus trabalhos surgiu em 1995, a partir do interesse de americanos em peças indígenas. “Sempre trabalhei com joias feitas com ouro. Um dia uma cliente disse que precisava levar algo para a filha, que morava nos Estados Unidos, para que ela lembrasse do nosso Amazonas. Fiz vários pingentes com artefatos como flechas, muiraquitã, tipiti, e usei palha de arumã e sementes de açaí. Quando a menina foi para a faculdade com o colar as amigas adoraram e eu não parei mais desde então”, contou ao G1.

A oportunidade, surgida por acaso, abriu portas primeiramente para o mercado externo. Mais tarde, a cliente se tornou a primeira revendedoras de produtos de Rita. Segundo ela, os processos de aquisição dos materiais incluem tribos indígenas como os Waimiri Atroari e Apurinãs, que dispõem de fibras de arumã e tucumã para a confecção das joias.

Alianças são confeccionadas com tucumã. Traços indígenas fazem alusão a dois filhos do casal. (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Alianças são confeccionadas com tucumã. Traços indígenas fazem alusão a dois filhos do casal. (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

“Existem trançados exclusivos dos indígenas, que dão identidade regional às peças. Além desses insumos, fios de tucum, palhas e couro de peixe também são aproveitados. Tudo sem agredir ou prejudicar o meio ambiente”, disse Prossi. De acordo com ela, resíduos de madeira de movelarias também são utilizados. “Os restos de madeira que não servem para móveis, viram joias nas minhas mãos”, afirmou Rita.

A mesclagem de joias com produtos ecológicos leva tempo relativo, segundo a designer. A inspiração para idealizar as peças, por outro lado, chega rápido quando a artista “sente o ambiente”. “É só observar. Em uma viagem de barco que eu fiz a Manacapuru, cidade do interior do Amazonas, passamos perto de igapós. Eu vi plantas aquáticas lindas e fiquei encantada. No outro dia estava pensando em uma nova coleção para executar”, relatou.

fibras e fios de árvores são trançados também por indígenas (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Fibras e fios de árvores são trançados também por indígenas (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

A biojoalheria já teve produtos exportados para países da Europa e Estados Unidos, além da participação em feiras de joias no estado de São Paulo. Para Rita, os produtos sustentáveis ainda precisam ser melhor valorizados pelos amazonenses. “Essa aceitação de produtos feitos com materiais florestais ainda é um processo lento no estado. Agora sim, 19 anos depois da fundação, que as biojoias chamam atenção das pessoas da nossa região. Esperamos que estas sejam tão valiosas quanto as joias de ouro”, enfatizou Prossi.

colar e brincos são feitos com caroço de tucumã (Foto: Jamile Alves/G1 AM)colar e brincos são feitos com caroço de tucumã (Foto: Jamile Alves/G1 AM)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Troncos de árvores recolhidos no rio Amazonas, no AP, viram obras de arte

Material recolhido em limpeza da Prefeitura de Macapá foi reaproveitado (Foto: John Pacheco/G1)Material recolhido em limpeza da prefeitura de Macapá foi reaproveitado (Foto: John Pacheco/G1)

Troncos e madeiras trazidos pelo rio Amazonas viraram obras de arte e integram uma exposição num shopping de Macapá. Bancos, esculturas e mesas fazem parte da mostra ‘DNA’, organizada por artistas da Associação Macapaense de Artesãos e Artesãs (Amaarte). O evento, que iniciou no dia 3 de fevereiro e segue até março, faz parte da programação de aniversário dos 256 de Macapá, comemorado em 4 de fevereiro.

Obras são marcadas com traços das culturas indígenas Maracá e Cunani (Foto: John Pacheco/G1)Obras são marcadas com traços das culturas
Maracá e Cunani (Foto: John Pacheco/G1)

As matérias-primas foram retiradas em ações de limpeza na frente da cidade feitas pela prefeitura, em setembro de 2013. Além do caráter expositivo, as obras destacam um conceito de arte sustentável utilizando produtos que acumulam todos os dias no rio que banha os bairros Cidade Nova, Perpétuo Socorro, Centro, Santa Inês e Araxá, na capital.

Ao todo, 30 peças ficarão expostas no hall de entrada e nos corredores do shopping localizado na Rodovia JK, na Zona Sul de Macapá. As obras são marcadas com traços e iconografias das culturas Maracá e Cunani, grafismo indígena amapaense.

Os noivos Luís Laabs e Suelem Laabs disseram que ficaram encantados com o reaproveitamento dos materiais usados nas obras. “É lindo, quando passamos pela orla olhamos aquela quantidade de lixo no rio Amazonas e, desse jeito, dá para ver que é possível aproveitar tudo mesmo”, disse Suelem, sentada em um balanço feito com troncos de árvores.

Casal em balanço feito com troncos de árvores exposto em Macapá (Foto: John Pacheco/G1)Casal em balanço feito com troncos de árvores recolhidos no rio Amazonas (Foto: John Pacheco/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Lontras ‘mais fofas da web’ viram hit com flagras de momento ‘mãe e filho’

No Aquário de Monterey Bay no estado da Califórnia (EUA), um filhote de lontra e sua mãe viraram sensação na web depois de uma série de fotos em vídeos nos quais ambos aparecem em cenas extremamente fofas, com direito a soneca generosa na água e “tempinho” de mãe e filho.

Flagra de lontra dormindo com pata na boca virou hit na web devido à 'overdose de fofura' (Foto: Divulgação/Monterey Bay Aquarium)Flagra de lontra dormindo com pata na boca virou hit na web devido à ‘overdose de fofura’ (Foto: Divulgação/Monterey Bay Aquarium)

Na imagem mais compartilhada pelo aquário, o filhote de lontra aparece dormindo em um tanque, enquanto parece ficar com uma das patas na boca como se fosse um bebê. O flagra recebeu mais de 14 mil curtidas no Facebook.

Em outro momento, o filhote aparece deitado no corpo da mãe como um verdadeiro “rei da preguiça”, e até ganha um “beijo” na testa enquanto os dois boiam no tanque. Já essa fotografia foi curtida mais de 1.600 vezes.

Por fim, a instituição publicou outros dois vídeos em seu canal no YouTube que mostram vários ângulos de cenas de fofura entre os dois animais, nadando tranquilamente no tanque. Ambos os vídeos (assista aqui e aqui) obtiveram mais de 22 mil visualizações juntos.

Em momento 'mãe e filho', lontra foi flagrada descansando na barriga da mãe enquanto ganhava 'beijo' (Foto: Divulgação/Monterey Bay Aquarium)Em momento ‘mãe e filho’, lontra foi flagrada descansando na barriga da mãe enquanto ganhava ‘beijo’ (Foto: Divulgação/Monterey Bay Aquarium)

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Sem nomes ou números nas ruas, carteiros de Cabul viram ‘detetives’

AppId is over the quota
AppId is over the quota

Depois de três décadas de guerra e organização urbana anárquica, muitas ruas de Cabul não têm nome ou número, obrigando os carteiros a serem verdadeiros detetives para entregar as correspondências.

Sem nomes ou números nas ruas, os carteiros de Cabul viram 'detetives' (Foto: AP)Sem nomes ou números nas ruas, os carteiros de Cabul viram ‘detetives’ (Foto: AP)

Em uma bicicleta velha, Mohamad Rahim percorre seu caminho através das ruas íngremes da capital afegã. Com dez anos de experiência, nem os endereços mais misteriosos são capazes de assustá-lo.

“Esta é uma carta para um homem que vive perto da casa de um tal doutor Hashmat”, conta Rahim, de 46 anos. “Eu não conheço este endereço e vou ter que encontrar uma maneira de descobrir onde é”.

Rahim tem algumas pistas: o nome do destinatário, o fato de ele viver perto de um médico e as instruções do verso do envelope, que dizem: “Colina Kart-e-Sakhi, atrás do Ministério da Agricultura”.

São boas pistas, mas não suficientes. Por isso, Mohamad “Sherlock” Rahim iniciou sua investigação conversando com os vizinhos.

“Irmão, você sabe onde é a casa do dr. Hashmat?”, pergunta a um comerciante. “Suba o morro e vire à direita”, responde o homem.

Rahim, então, sobe em sua bicicleta e segue as orientações. A pista é quente. “Vire à direita, é a terceira casa à esquerda”.

O carteiro entra em uma estrada de terra, coberta por pedras e lixo. A subida íngreme o obriga a sair da bicicleta. Poucos metros à frente, consegue encontrar a casa.

A esposa do destinatário, uma mulher de cerca de 40 anos, recebe a carta na porta. Missão cumprida.

Salário de US$ 90 por mês

A capital afegã está, há alguns anos, em plena metamorfose: sua população cresceu acentuadamente devido à migração de muitas pessoas que vêm à procura de trabalho ou fugindo da violência, e já atingiu a marca de cinco milhões de habitantes.

Este processo fez com que vários edifícios tenham surgido em muitos lugares da cidade, até mesmo sem permissão, em alguns casos.

Mas o calvário dos carteiros pode chegar ao fim porque, há algumas semanas, o ministério das Comunicações assinou um acordo com o governo municipal para implementar um novo sistema de endereçamento.

As ruas e as casas deverão ser registradas, numeradas e identificadas em um mapa, graças a um dispositivo de localização por satélite. O projeto levará dois anos para ser finalizado e o governo pretende estendê-lo para outras cidades.

Khan Agha, outro carteiro, de 42 anos, aguarda ansiosamente a melhoria, já que a atual disposição caótica das ruas faz com que o trabalho do correio seja “o mais difícil do mundo”. “Quando o projeto for implementado, poderemos fazer o nosso trabalho com mais facilidade”, garante.

Com 900 carteiros no país, 100 na capital, o avanço tecnológico pode fazer com que novos afegãos escolham a profissão, apesar dos baixos salários. Agha ganha cerca de 90 dólares por mês, o que mal dá para alimentar sua família de oito pessoas.

Antes de começar seu dia de trabalho, este ex-soldado, que sofre com um ferimento causado por uma bala que atingiu a parte de trás da sua cabeça e “saiu pela órbita do olho direito”, precisa encontrar as cartas que correspondem ao seu setor em uma enorme pilha no chão.

Às vezes, um “número de telefone na parte de trás do envelope pode ajudar”. “Nós ligamos para o destinatário, que nos diz onde podemos encontrá-lo”, conta Agha, que é carteiro há 22 anos.

“Devemos entregar esta carta para a Sra. Barbara, que veio da Alemanha”, conta. E, como é comum acontecer, o envelope indica apenas o bairro, sem nome da rua ou número da casa. É o começo de uma nova investigação.

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Latinos se convertem ao Islã e viram ‘minoria da minoria’ nos EUA

Uma parcela ainda pequena, mas cada vez maior, dos latinos dos Estados Unidos está se convertendo ao islamismo. Assista ao vídeo.

Não existem números oficiais, pois o censo americano não coleta dados sobre religião. Mas a estimativa é de que o número de muçulmanos latinos no país varie entre 100 mil e 200 mil.

Yusuf Gallardo e sua mulher, Yuri Lara, fazem parte desse grupo.

Yusuf conta que foi criado como católico, ia à igreja e fazia a escola de catecismo. Após os ataques de 11 de Setembro de 2001, ele passou a odiar muçulmanos.

Mas, para a surpresa dele, este ódio foi eliminado depois que ele aprendeu sobre o Islã durante um projeto na universidade. Depois disso, Yusuf se converteu.

Muitos latinos que seguem esse caminho enfrentam preconceito e desaprovação da família. Mas a comunidade cresce, e hoje há até uma mesquisa na cidade de Union City, em Nova Jersey, onde a maioria da população é latina.

Latinos se convertem ao Islã e viram 'minoria da minoria' nos EUA (Foto: BBC)Latinos se convertem ao Islã e viram ‘minoria da minoria’ nos EUA (Foto: BBC)

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Sorteios falsos de iPhone viram motivo de piada no Facebook

Prática enganosa fez com que muitos usuários brasileiros criassem montagens divertidas. Supostos prêmios incluem celular antigo, sanduíches do Chaves e enxada

Os conhecidos sorteios falsos de iPhone no Facebook já viraram motivo de piada entre os usuários brasileiros da maior rede social do mundo.

Agora, ao descer pelo Feed de Notícias, é cada vez mais comum ver amigos(as) e páginas compartilhando divertidas montagens fazendo piada com a mesma linha de texto adotada pelos falsos sorteios de iPhone, iPad e aparelhos Android que aparecem com frequência no Facebook desde o ano passado.

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Entre as sátiras que vimos na última semana, tem espaço para tudo: desde supostos de sorteios de enxadas até os famosos sanduíches de presunto do seriado “Chaves”. Como não poderia de ser, também há espaço para um celular bem antigo da Nokia, em oposição aos smartphones de última geração “oferecidos” nos sorteios falsos. Em todos os casos, o motivo para o sorteio é o mesmo: a falta da película protetora de plástico, motivo alegado em 11 de 10 sorteios falsos de iPhone e outros aparelhos.

Confira abaixo algumas das piadas feitas com esses sorteios falsos. Não deixe de apontar qual sua favorita, além de postar outras que não publicamos nessa reportagem.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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