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Congresso americano discute projeto de lei que impõe sanções a Venezuela

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O Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA aprovou nesta sexta-feira (9) um projeto de lei bipartidário que impõe sanções contra alguns funcionários do governo do presidente Nicolás Maduro, em resposta aos protestos e a repressão vividas na Venezuela há três meses.

O projeto de lei prevê a revogação de vistos e o congelamento de ativos nos Estados Unidos de vários funcionários venezuelanos considerados responsáveis por violação de direitos humanos e aplacar aqueles que informam sobre os protestos iniciadas em 12 de fevereiro.

Caso o projeto seja aprovado pela Câmara, passaria para análise do Senado, onde já foi apresentada uma lei semelhante há algumas semanas, ainda não debatida.

A iniciativa legal, apresentada pela senadora pela Flórida Ileana Ros-Lehtinen, contou com o apoio de outros 14 representantes, seis deles democratas, e foi aprovado em uma votação a viva voz com só dois votos contra, dos democratas Gregory Meeks e Karen Bass.

Eles argumentaram que o texto lembra ações do passado que geraram críticas de intervencionismo na América Latina e provocaram uma falta de confiança para os Estados Unidos.

A aprovação da Lei de Proteção de Direitos Humanos e Democracia Venezuelana envia uma forte mensagem a Maduro de que o Congresso dos Estados Unidos “está ciente das atrocidades cometidas por seu regime, e que enfrentará as consequências”, afirmou Ros-Lehtinen.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Alto Comissariado da ONU critica uso excessivo da força na Venezuela

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O Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU expressou nesta sexta-feira (9) em Genebra sua preocupação pela nova onda de violência política na Venezuela e, em particular, pelo que considerou o uso excessivo da força por parte das forças de segurança.

“Condenamos energicamente todo tipo de violência por parte de qualquer grupo na Venezuela. Estamos particularmente preocupados pelo uso excessivo da força por parte das autoridades em resposta aos protestos”, declarou a jornalistas o porta-voz do Alto Comissariado, Rupert Colville.

“Reiteramos o apelo do Alto Comissariado ao governo para que garanta que as pessoas não sejam castigadas por exercer seu direito de reunião pacificamente”, indicou o porta-voz.

A polícia venezuelana deteve na quinta-feira 243 jovens em uma gigantesca operação noturna no leste de Caracas que provocou uma série de distúrbios, em um dos quais um policial morreu baleado.

A ONU lamentou o uso de armas de fogo, e também os ataques e incidentes em torno de centros universitários, que ocorrem de forma regular desde o início dos protestos opositores na Venezuela.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes incendeiam veículo militar na Venezuela

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Maduro anuncia aumento de 30% no salário mínimo da Venezuela

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Cronologia Venezuela com miss (Foto: Arte/G1)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta terça-feira (29) um aumento de 30% no salário mínimo, que se soma ao reajuste de 10% aplicado em janeiro, para fazer frente à inflação de 59,3% registrada nos últimos 12 meses.

“Decidi dar um aumento ao salário mínimo nacional e às pensões de 30%, para elevar o salário e as pensões a níveis necessários para a vida em nosso país”, disse Maduro em um ato no Palácio de Miraflores.

“Isto quer dizer que neste ano já concedemos ao sistema de defesa do salário 43% de aumento”, destacou Maduro, que prevê mais um reajuste do mínimo para o último trimestre de 2014.

Com o aumento de hoje, o salário mínimo venezuelano é de 4.251,71 bolívares (US$ 675 no câmbio oficial), contra uma cesta básica que Maduro calculou em 3.730 bolívares (US$ 592). O mesmo salário comparado ao dólar no paralelo é 10 vezes menor.

Além da inflação anual próxima aos 60%, a Venezuela enfrenta um desabastecimento crônico de produtos básicos, o que provoca longas filas nos supermercados.

Inflação, desabastecimento e insegurança são os principais elementos da onda de protestos que sacode o país há quase três meses, e que já deixou 41 mortos, centenas de feridos e inúmeros detidos.

“Espero que até o final deste ano já tenhamos estrangulando e derrotado esta perversa inflação e possamos transitar para um bom equilíbrio nos preços dos produtos e dos serviços”, disse Maduro, que atribui a situação a uma “guerra” econômica promovida pela oposição.

A Venezuela, país com as maiores reservas de petróleo do planeta, experimentou em 2013 uma forte desaceleração, com crescimento de 1,6% do PIB, muito abaixo dos 3% projetados.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Escassez e filas na Venezuela aumentam sofrimento de miseráveis

As enormes filas nos supermercados e a escassez de produtos básicos se tornaram norma na Venezuela no último ano, e os mais necessitados estão cada vez mais acuados por isso.

Trabalhadores em refeitórios que oferecem alimentos aos sem-teto enfrentam uma crescente dificuldade para encontrar arroz, lentilhas, farinha e outros produtos necessários para o fornecimento de uma refeição quente por dia.

“Passo horas por dia na fila porque só dá para conseguir uma coisa um dia, outra no outro”, disse Fernanda Bolívar, de 54 anos, que há 11 trabalha no “sopão” Madre Teresa, mantido pela Igreja Católica em um beco do centro de Caracas.

Fernanda Bolívar, de 54 anos, que há 11 trabalha no "sopão" Madre Teresa, mantido pela Igreja Católica em um beco do centro de Caracas, limpa mesa no local (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)Fernanda Bolívar, de 54 anos, que há 11 trabalha no “sopão” Madre Teresa, mantido pela Igreja Católica em um beco do centro de Caracas, limpa mesa no local (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)

“A situação ficou terrível no ano passado”, disse ela na surrada cozinha da instituição, que homenageia a freira famosa por ajudar os miseráveis da Índia.

Bolívar, que decidiu ajudar o próximo depois de ela própria passar fome, há uma década, faz almoço diariamente para cerca de 50 pessoas, que se sentam em mesões de concreto dentro do mal iluminado albergue, que costuma alagar na época das chuvas.

Como muitos outros consumidores venezuelanos, para conseguir os ingredientes ela precisa acordar às 4h e vai para a fila do supermercado próximo, onde às vezes passa horas na companhia de centenas de outras pessoas. O número que marca o seu lugar na fila é rabiscado na sua mão.

Adversários do presidente Nicolás Maduro dizem que as filas são um constrangimento nacional e um símbolo do fracasso de uma economia socialista semelhante à da extinta União Soviética.

Mas autoridades dizem que empresários estão deliberadamente estocando produtos como parte de uma “guerra econômica” contra o presidente. Eles citam os populares programas assistenciais e a redução pela metade dos níveis da pobreza nos últimos 15 anos como prova de que os pobres venezuelanos estão melhorando como nunca desde que o antecessor de Maduro, Hugo Chávez, chegou ao poder.

O governo iniciou neste mês um sistema de identificação que rastreia as compras feitas por consumidores a preços subsidiados em supermercados estatais. As autoridades dizem que isso coibirá o acúmulo de estoques e garantirá uma distribuição equitativa de alimentos a preços baixos para os mais necessitados. Críticos dizem que o novo sistema lembra as cadernetas de racionamento que vigoram em Cuba, e que isso ilustra a chocante situação econômica.

O governo mantém uma rede de albergues e refeitórios chamada Missão Negra Hipólita, que funciona junto a instituições católicas como o Centro Madre Teresa, sob uma ponte no bairro San Martín.

Lá, num dia recente, algumas pessoas que comiam sopa de lentilha se queixavam da falta de carne – mas ainda assim deglutiam com gratidão as várias conchas de comida depositadas em cada prato.

“Venho todo dia há anos, já sou da família aqui”, disse o desempregado Vladimir Garcia, de 56 anos, diante de um grande prato de sopa.

García tem ajudado Bolívar a organizar a fila no local. “Talvez o socialismo tenha feito muito pela Venezuela, mas nunca tivemos essas filas enormes para tudo antes. Nem essa escassez de produtos alimentícios”, afirmou.

“É uma loucura para uma nação tão rica.”

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Venezuela captura generais que pretendiam se rebelar, afirma Maduro

Três generais da Força Aérea da Venezuela que pretendiam se rebelar contra o governo foram capturados, anunciou nesta terça-feira (25) o presidente Nicolás Maduro em uma reunião com chanceleres da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em Caracas.

A reunião ocorreu durante protestos de opositores, que já deixaram 34 mortos durante confrontos com as forças policiais e militares do país.

“Capturamos três generais da aviação que vínhamos investigando graças à poderosa moral de nossas Forças Armadas. Três generais que pretendiam se rebelar contra o governo legitimamente constituído”, disse Maduro.

Ele não revelou os nomes os militares.

Segundo Maduro, os oficiais generais são acusados de ter “vínculos diretos com setores da oposição”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Número de mortes em protestos na Venezuela sobe para 33

Dois venezuelanos morreram por ferimentos causados por tiros durante os protestos contra o presidente socialista Nicolas Maduro, disseram testemunhas e a mídia local no sábado, elevando o número de mortes em quase dois meses de protestos contra o governo para 33.

Manifestantes da oposição que se queixam de aumento dos preços e escassez de produtos prometeram permanecer nas ruas até que Maduro renuncie, apesar de haver poucos sinais de que a pior onda de protestos no país em uma década irá forçá-lo a sair do cargo.

Argenis Hernandez, 26 anos, foi baleado no abdômen quando estava protestando perto de uma barricada no centro da cidade de Valência e morreu na manhã de sábado em um hospital próximo, de acordo com relatos da mídia local.

Um motociclista tentou atravessar a barricada e atirou contra os manifestantes quando eles não o deixavam passar, ferindo Hernandez.

O motorista Wilfredo Rey, 31, morreu na sexta-feira à noite depois de ser baleado na cabeça durante um confronto entre manifestantes e pistoleiros encapuzados na cidade ocidental de San Cristobal, de acordo com moradores do bairro onde ocorreu o incidente. Rey não estava envolvido nos protestos, disseram.

Protestos de rua da oposição começaram em fevereiro contra o aumento dos preços ao consumidor, a escassez de produtos e criminalidade desenfreada. Eles se intensificaram depois que três pessoas foram mortas em 12 de fevereiro, no centro de Caracas.

As manifestações, desde então, têm variado de marchas pacíficas a confrontos violentos entre a polícia e manifestantes encapuzados atirando pedras e coquetéis molotov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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