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Polícia da França prende 34 ativistas do Greenpeace em usina nuclear

Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)

A polícia francesa prendeu 34 ativistas do Greenpeace na terça-feira (18) que forçaram a entrada em uma usina de energia nuclear explorada pela EDF em Fessenheim, no leste da França, informou a empresa.

Os ativistas penduraram bandeiras na usina, a mais antiga em operação na França, mas a autoridade de segurança nuclear do país disse que os manifestantes não chegaram a entrar em seus edifícios e que a segurança não foi comprometida.

Os ativistas usaram um caminhão para forçar a entrada no local no início da manhã, de acordo com manifestantes do lado de fora. Em seguida, policiais cercaram e entraram na usina.

“A polícia tem 56 ativistas sob controle e 34 foram presos”, disse um porta-voz da EDF. “Não houve nenhum impacto sobre a segurança da planta, que continua a funcionar normalmente.”

O presidente francês, François Hollande, prometeu fechar a Fessenheim até 2016 e reduzir a dependência da França da energia nuclear para 50 por cento dos 75 por cento usados no “mix” de seu abastecimento de energia.

“Símbolo”
O Greenpeace quer que dois reatores de 900 megawatts da Fessenheim, que estão em operação desde 1977, deixem de operar imediatamente.

“A planta de Fessenheim é um símbolo”, disse o ativista do Greenpeace Cyrille Cormier .

“Seu fechamento planejado deve ser o início de uma série de fechamentos de usinas na Europa para limitar os riscos acidentais e financeiros ligados ao envelhecimento (das plantas) e o início de uma transição energética.”

Os ativistas penduraram uma faixa do telhado da usina e convidaram Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, para se comprometer em uma cúpula da UE na quinta-feira com a geração de energia a partir de fontes alternativas.

Ativistas do Greenpeace têm um histórico de ocupações de usinas nucleares na França. Cerca de 30 foram presos em julho passado depois de entrar na planta de Tricastin da EDF, no sul da França.

Fonte G1

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Desmembrar usina é opção só no futuro, diz operadora de Fukushima

Presidente da Tokyo Electric Power, Naomi Hirose, durante entrevista na sede da companhia, em Tóquio (Foto: Reuters/Toru Hanai)Presidente da Tokyo Electric Power, Naomi Hirose,
durante entrevista na sede da companhia, em Tóquio
(Foto: Reuters/Toru Hanai)

Desmembrar a usina nuclear de Fukushima, da controladora Tokyo Eletric Power (Tepco), poderá ser uma opção apenas no futuro, caso a desativação da planta ocorra sem problemas.

Quase três anos depois de um devastador terremoto seguido de tsunami atingir a usina, a Tepco ainda está lutando para conter a água radioativa no local e recuperar suas finança.

“Pagar compensação (para desalojados), descontaminação da água e o trabalho na usina de Fukushima: há um monte de trabalho a ser feito… Temos que continuar fazendo isso, enquanto mantemos a segurança, o sentido de responsabilidade, o dever e a moral dos trabalhadores” , disse o presidente da Tepco, Naomi Hirose, em entrevista à Reuters, neste sábado (18).

Hirose disse que se as condições de trabalho melhorarem significativamente em Fukushima e a escassez de mão de obra deixar de ser um problema, a empresa poderá avaliar desmembrar a parte desativada Fukushima do resto da planta, sugestão feita por políticos desde o desastre. Mas, por enquanto, Hirose disse que continua se opondo a essa solução.

O Japão, na semana passada, aprovou um plano destinado à Tepco, maior empresa de serviço público da Ásia, cujo objetivo é reduzir em US$ 46 bilhões as despesas ao longo de 10 anos. Além disso, busca atualizar as usinas de combustíveis fósseis e realizar acordos com outras empresas para buscar gás natural liquefeito (GNL) de forma mais barata.

Mas o plano central para o renascimento da Tepco é o reinício dos reatores em Kashiwazaki Kariwa, a maior usina nuclear do mundo, já em julho, iniciativa que enfrenta forte oposição de um governador local, que defende a liquidação da empresa.

O governador Hirohiko Izumida, de Niigata, que abriga a usina Kashiwazaki – a cerca de 300 km a noroeste de Tóquio- disse na semana passada que o plano de Tepco não leva em conta a posição de acionistas e bancos responsáveis. Ele também disse que a Tepco não deve ser autorizada a considerar reiniciar suas outras instalações nucleares antes de uma revisão global do desastre de Fukushima.

Já a Tepco rebateu dizendo que pode ter de aumentar os preços de eletricidade em até 10% se a retomada de Kashiwazaki atrasar ainda mais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Usina nuclear na Suécia paralisa atividade por presença de águas-vivas

Imagem de 2008 mostra usina nuclear de Oskarshamn, na Suécia. Complexo teve que interromper atividades por conta da grande presença de águas-vivas (Foto: TT News Agency/Mikael Fritzon/AP)Imagem de 2008 mostra usina nuclear de Oskarshamn, na Suécia. Complexo teve que interromper atividades por conta da grande presença de águas-vivas (Foto: TT News Agency/Mikael Fritzon/AP)

Um reator nuclear sueco reiniciou sua atividade nesta quarta-feira (2) depois de permanecer três dias parado devido ao acúmulo de águas-vivas em um de seus circuitos de esfriamento, informou a empresa que administra a usina.

O incidente aconteceu no reator número 3 da central de Oskarshamn, na costa báltica, e não teve nenhum impacto sobre a segurança da central.

A OKG, filial da empresa alemã EON e encarregada da exploração desta central, anunciou no domingo (29) que precisou interromper o funcionamento do reator de maneira preventiva devido à presença de um número importante de águas-vivas na água usada para seu esfriamento.

As águas-vivas provocaram danos em um mecanismo de filtragem da água para o mar, o que obrigou a OKG a substituir certas peças e limpar o sistema de canalização com água em forte pressão.

Águas-vivas provocaram danos em mecanismos de filtragem de água para o mar (Foto: Lionel Cironneau/Archivo/AP)Águas-vivas provocaram danos em mecanismos de filtragem de água para o mar (Foto: Lionel Cironneau/Archivo/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Empresa de Fukushima quer reativar maior usina nuclear do mundo

Imagem de 18 de julho de 2007 mostra usina nuclear de Kashiwazaki Kariwa (Foto: Koji Sasahara/AP)Imagem de 18 de julho de 2007 mostra usina nuclear de Kashiwazaki Kariwa (Foto: Koji Sasahara/AP)

A Tokyo Electric (Tepco) entrou nesta sexta-feira (27) com pedido para reiniciar as operações da usina nuclear de Kashiwazaki Kariwa, a maior do mundo, situada no noroeste do Japão. Segundo a empresa, que também opera Fukushima, esse é o passo inicial em seu plano de recuperação após o desastre de março de 2011, quando a região foi atingida por um terremoto seguido de um tsunami.

Após receber aprovação do antes relutante prefeito de Niigata, onde a usina Kashiwazaki está localizada, a Tepco entrou com um pedido nesta sexta junto à Autoridade de Regulação Nuclear do Japão para obter permissão para reiniciar dois dos sete reatores de Kashiwazaki.

Mas a aprovação final para retomar a geração de eletricidade na usina, localizada a cerca de 300 km a noroeste de Tóquio, é incerta, e qualquer decisão pode demorar meses, na melhor das hipóteses.

Todos os 50 reatores do Japão foram desligados após a tragédia de 2011, iniciando uma crise nuclear e um pico de oposição à energia nuclear na opinião pública. Duas usinas foram reativadas no ano passado, mas desligamentos recentes deixaram o país sem energia nuclear pela terceira vez desde 1970.

As ações da Tepco chegaram a disparar mais de 11% nesta sexta, fechando em alta de 6,6%, a 597 ienes (R$ 13,5), o maior valor de encerramento em mais de 5 meses, impulsionado pela expectativa de que a empresa poderia eventualmente reiniciar a usina.

Presidente da Tepco, Naomi Hirose, fala sobre vazamento de água radioativa em Fukushima no Parlamento de Tóquio nesta sexta (27) (Foto: Kyodo News/AP)Presidente da Tepco, Naomi Hirose, fala sobre
vazamento de água radioativa em Fukushima
no Parlamento de Tóquio (Foto: Kyodo News/AP)

O governo japonês, no entanto, continua pressionando a Tepco para aprimorar sua segurança.

“Nada é mais importante do que a segurança, e conseguir o entendimento dos moradores locais”, disse o ministro de Comércio e Indústria do país, Toshimitsu Motegi, ao presidente-executivo da Tepco, Naomi Hirose, nesta sexta. “Quero que continuem fazendo esforços para melhorar a segurança.”

A Tepco já declarou mais de US$ 27 bilhões (quase R$ 70 bilhões) em prejuízos líquidos desde o desastre de Fukushima. A companhia também precisou admitir que água contaminada tem vazado para o Oceano Pacífico praticamente desde o tsunami.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Vapor desconhecido começa a vazar de reator em usina de Fukushima

Trabalhadores usam protetor próximo a um tanque da Central Atômica de Fukushima. (Foto: Arquivo / AP Photo)Trabalhadores usam protetor perto de um tanque da central nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / AP Photo)

Técnicos da central nuclear de Fukushima detectaram uma nova fuga de vapor, de causa desconhecida, sobre o reator 3, cujo prédio foi danificado em março de 2011 por uma explosão de hidrogênio, informou nesta sexta-feira (13) a companhia Tokyo Electric Power (Tepco).

O vapor foi observado pela primeira vez no dia 18 de julho passado, mas se dissipou e voltou a aparecer várias vezes até o dia 7 de agosto.

Mas na manhã desta sexta-feira, o vapor voltou a ser observado, às 8h local, 20h de Brasília, por uma câmera de monitoramento, revelou a Tepco, operadora do complexo nuclear atingido pelo tsunami de 11 de março de 2011.

O resfriamento da piscina e do reator prosseguem de forma estável, do mesmo modo que a introdução de nitrogênio, revela um e-mail da Tepco, acrescentando que não há mudança nos níveis de radiação na zona.

Apesar das afirmações do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, de que ‘a situação está sob controle’, diversos incidentes seguem ocorrendo no complexo de Fukushima.

Segundo o vice-presidente da Tepco, Zengo Aizawa, a central nuclear ‘ainda vive um estado de hospital de campo de batalha’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Acidente ocorre com grua utilizada em limpeza da usina de Fukushima

Um guindaste utilizado para retirar os escombros do edifício destruído do reator 3 da central de Fukushima, no Japão, apresentou problemas nesta quinta-feira (5), anunciou a empresa Tepco. O fato está sendo investigado.

“Os operários descobriram às 09h15, antes do início dos trabalhos”, afirmou um porta-voz da Tokyo Electric Power (Tepco). “Não sabemos como aconteceu, mas a união entre o braço da grua e o mastro principal está danificada”, completou.

A grua gigantesca tem dois mastros, um deles serve de contrapeso, e conta com um sistema da câmeras, além de ser controlada a distância. A estrutura é utilizada para a retirada dos dejetos acumulados sobre o reator 3, cuja estrutura de proteção queimou parcialmente em uma forte explosão de hidrogênio após o tsunami de março de 2011.

“Este incidente da grua não tem consequências na piscina de desativação de combustível situada no topo do reator 3 e as medidas de radioatividade ao redor não mudaram”, afirmou o porta-voz. Depois do incidente, nada pôde ser feito para reparar a grua ou colocá-la na posição vertical. “Estamos estudando como fazer isto”, completou.

Vídeo
Ainda nesta quinta, o Japão divulgou, pela primeira vez, imagens do vazamento de água radioativa de um reator da Usina Nuclear de Fukushima, que sofreu graves danos após o terremoto e o tsunami que atingiram o país há dois anos.

O vídeo foi feito na última sexta-feira (30), e mostra a água que escapou do reator vazando por uma tubulação. A contaminação estaria atingindo o Oceano Pacífico. O Japão informou esta semana que irá gastar cerca de R$ 1,1 bilhão para controlar a crise atômica.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Japão começará testes para congelar subsolo de usina em outubro

Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)

O governo japonês começará em outubro a testar um sistema para congelar o subsolo em torno dos reatores da usina nuclear de Fukushima que busca reduzir os vazamentos de água contaminada para o mar, informou nesta quinta-feira (5) a emissora ‘NHK’.

O muro de gelo evitaria que a água subterrânea entrasse nos porões dos edifícios. Atualmente, cerca de 400 metros cúbicos de água penetram diariamente nas estruturas, onde se misturam com água do sistema de refrigeração dos reatores, que está muito contaminada por ter entrado em contato com o material radioativo.

Em julho, a operadora da central, a Tokyo Electric Power (Tepco), admitiu que cerca de 300 toneladas de água radioativa vão parar no oceano Pacífico diariamente.

Está previsto que os testes de viabilidade deste sistema comecem em meados do próximo mês. O plano é introduzir conduções de metal no solo até uma profundidade de 30 metros.

Uma vez enterradas as varas, cloreto de cálcio líquido a 40 graus centígrados abaixo de zero será bombeado para congelar a terra ao redor.

O teste será realizado em um solar de cerca de cem metros quadrados junto ao prédio do reator 4 para comprovar se realmente o método é capaz de bloquear a passagem de água subterrânea.

O Ministério de Indústria japonês espera terminar o teste até o final de março de 2015 e começar o processo completo de congelamento do solo imediatamente depois.

Custos
O teste terá um custo de 1,3 bilhão de ienes (quase 10 milhões de euros), enquanto o orçamento total destinado pelo Governo para este sistema é de 32 bilhões de ienes (243 milhões de euros).

Esse montante faz parte de uma verba total de 47 bilhões de ienes (357 milhões de euros) procedentes do volume público que o Governo aprovou esta semana para resolver os vazamentos em Fukushima.

Parte desse orçamento também será destinado a combater vazamentos de água radioativa detectadas no último mês nos tanques usados para armazenar o líquido usado para refrigerar os reatores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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