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Hamas e Fatah chegam a acordo para governo palestino de unidade nacional

As facções rivais palestinas Fatah e Hamas concordaram com a formação de um governo de unidade nesta terça-feira (27), disseram dirigentes de ambos os lados, no passo mais significativo adotado até agora para curar as feridas de sete anos de disputas.

Os grupos tomaram decisões sobre uma lista de ministros independentes e tecnocratas que vão governar as áreas sob controle palestino até as eleições nacionais dentro de pelo menos seis meses, em uma iniciativa que eles esperam possa reviver instituições paralisadas desde que os dois lados travaram uma breve guerra civil em 2007.

Autoridades de ambas as partes disseram em uma entrevista à imprensa na Faixa de Gaza que o presidente palestino, Mahmoud Abbas, fará um anúncio formal sobre o novo governo no final desta semana, depois da escolha do ministro de Assuntos Religiosos.

Israel tem objeções quanto às iniciativas de reconciliação e considera o Hamas, grupo que se recusa a reconhecer o Estado judaico e a renunciar às armas, uma organização terrorista. O país ameaça impor sanções financeiras contra o governo de Abbas na Cisjordânia, ocupada por Israel, se for firmado um governo de unidade.

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Publicado por em 28 de maio de 2014 em Brasil

 

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Crise ucraniana é teste para unidade europeia

Os próximos dias colocarão à prova a determinação e a habilidade da Europa em lidar com a crise ucraniana.

“Será um grande teste à unidade europeia pós-Guerra Fria”, resumiu um funcionário do alto escalão da União Europeia (UE).

A UE, que discute sanções contra a Rússia, advertiu Moscou das ‘consequências’ caso não participe de um diálogo sério a respeito da crise e recue suas tropas.

Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)

Essa pressão deverá ser reforçada em encontros entre chanceleres europeus, nesta semana.

Até agora, a Europa fez um gesto: suspendeu as negociações de um pacto econômico com a Rússia e as facilitações para emissões de visto. Para Moscou, essas medidas causam apenas uma leve irritação.

Tanto os Estados Unidos como a UE dizem que não vão reconhecer o referendo realizado na Crimeia, em que 97% votaram pela anexação do território ucraniano à Rússia.

O presidente francês, François Hollande, alega que não reconhece o que chamou de “pseudo-consulta”; o chanceler britânico, William Hague, afirma que “chegou a hora para medidas restritivas mais duras”.

Dilemas
Embaixadores europeus em Bruxelas definiram que 21 autoridades russas (ainda
não identificadas) e ucranianas serão alvo das sanções, que incluem o congelamento de bens e restrições a viagens ao bloco.

Todas as ações, até agora cautelosas e modestas, têm a intenção de aumentar os custos de uma ação russa em território ucraniano.

Mas a verdadeira questão é se a UE está preparada para adotar sanções econômicas que afetem as exportações e os negócios russos (semelhantes, por exemplo, às sanções adotadas contra o Irã).

Isso afetaria a economia russa em um momento vulnerável: os custos de seus empréstimos estão crescendo, e acredita-se que alguns dos maiores bancos do mundo estejam reduzindo suas linhas de crédito a clientes russos.

Mas as sanções econômicas estão muito longe de acontecer. Seria necessário obter o apoio unânime dos 28 Estados-membros da UE, e muitos hesitariam em tomar tal medida.

O ministro alemão de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, advertiu que qualquer medida deve deixar abertas “possibilidades para impedir uma escalada que leve a um racha mais profundo na Europa”.

Seu par holandês agregou que “fará todo o possível para impedir sanções”, por acreditar que elas “trariam sofrimento a todos”.

O dilema se estende por toda a Europa: as sanções só serão adotadas se os países estiverem preparados para também aceitar as perdas que vierem com elas – e num momento em que muitos países ainda lutam para superar os efeitos da crise de 2008.

A cautela europeia deriva de seus próprios interesses econômicos e, até certo ponto, de sua dependência energética: 30% do gás natural da UE é de origem russa.

Ideia eurasiana
Além disso, as exportações europeias à Rússia totalizaram 123 bilhões de euros (R$ 402 bilhões). A Alemanha, em especial, tem se beneficiado de uma relação econômica com Moscou que tem sido especialmente benéfica a seu setor exportador – mais de 6 mil empresas alemãs fazem negócios com a Rússia.

Uma opção para a UE seria almejar os líderes das poderosas empresas russas Gazprom e Rosneft, ou então isolar o setor bancário do país.

Haveria retaliação, mas os ministros europeus terão de decidir se sua credibilidade política é mais importante do que seus interesses comerciais.

No início da crise, o governo alemão de Angela Merkel defendiam o caminho do diálogo, e não o da punição, e pedia a criação de um grupo de debate com a Rússia.

Até agora isso não aconteceu, e a Alemanha e o restante da UE terão de decidir como vão lidar com o presidente russo, Vladimir Putin, no futuro.

Putin sonha com uma união eurasiana – que inclua Rússia, Ucrânia, Belarus e Cazaquistão -, competindo com a influência da UE sobretudo no Leste Europeu.

Quanto à crise na Ucrânia, Putin defende a criação de um grupo internacional de apoio, mas desde que Kiev aceite a anexação da Crimeia por Moscou.

‘Nossa terra’
Os Estados Unidos e a Europa ainda tentam facilitar o diálogo entre o Kremlin e o novo governo ucraniano, mas as negociações estão cada vez mais difíceis.

Cerca de 70% dos russos estão convencidos de que a população de origem russa está sob perigo real na Ucrânia. Muitos compartilham do apego emocional de Putin à Ucrânia e acreditam que seu país precisa combater os ‘fascistas’ em Kiev.

Com isso, um meio-termo fica mais distante. E, se as tropas russas invadirem outras partes do território ucraniano, provavelmente será impossível impedir que o conflito ganhe proporções mais amplas.

Ao mesmo tempo, muitos agora admitem que a UE cometeu um erro estratégico na Ucrânia: o acordo de aproximação bilateral (cuja recusa, em novembro, pelo presidente destituído Viktor Yanukovych, desencadeou a atual crise) foi conduzido basicamente por tecnocratas.

O acordo previa tirar a Ucrânia da órbita russa. Mas, como disse uma autoridade, pedindo anonimato: “Nunca fizemos um debate substancial sobre onde achamos que é o lugar da Ucrânia” ou sobre como a Rússia reagiria.

Alguns também acham que a UE errou ao apoiar em demasia a oposição (agora no poder) ucraniana.

E a UE, que investiu pesado para construir uma Ucrânia mais democrática, agora tem de apoiar o novo governo em Kiev, cujo ministro da Defesa disse recentemente que “esta é nossa terra e não vamos sair daqui”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Google vende unidade de celulares da Motorola para chinesa Lenovo

Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)Larry Page, CEO do Google, e Yang Yuanqing, e CEO da Lenovo, em foto publicada nos perfis do Twitter das duas empresas (Foto: Reprodução/Twitter/Lenovo)

O Google anunciou nesta quarta-feira (29) a venda da unidade de aparelhos celulares Motorola para a chinesa Lenovo. O acordo foi fechado por cerca de US$ 3 bilhões, segundo comunicado da empresa americana.

O valor é bem abaixo dos US$ 12,5 bilhões pagos pelo Google em 2012, na conclusão da compra da Motorola Mobility, como é chamada a área de celulares da empresa.

A Lenovo irá comprar a divisão do Google que inclui os smartphones Moto X, o primeiro desenvolvido pela Motorola em parceria com o Google e apresentado no ano passado, e Moto G. A empresa chinesa usará combinação de dinheiro e ações, assim como receitas antecipadas, para financiar o acordo, diz a Reuters. Segundo a agência, a Lenovo está sendo assessorada pelo Credit Suisse e a Lazard assessora o Google na transação.

Segundo comunicado, “esse acordo fortalece a posição da Lenovo no mercado de smartphones”. A Motorola Mobility, parceira do sistema operacional Android, é responsável pela fabricação de tablets e smartphones, como o Xoom e o Atrix. A Lenovo tem negócio forte na área de computadores e crescente de smartphones.

Procuradas pelo G1, a Lenovo do Brasil e a Google Brasil disseram que não comentarão o assunto nesta quarta-feira.

A Lenovo anunciou, no começo deste ano, que a operação de aquisição da brasileira CCE foi concluída no dia 2 de janeiro. A empresa se tornou dona de 100% da CCE, após uma transação que envolveu ações e dinheiro em espécie, totalizando R$ 300 milhões.

Peso da marca
Para o gerente de pesquisas da consultoria IDC Brasil, Bruno Freitas, a aquisição reforça a estratégia da Lenovo de ser o maior produtor do mercado de dispositivos móveis. “É um passo extremamente importante porque, no mercado de mobilidade, a marca tem um peso fundamental”, disse ao G1.

Em 2013, a Lenovo ficou em quinto lugar no mercado mundial de smartphones, com 4,5% de participação de mercado. Para superar a líder Samsung, que tem 31% do mercado, segundo Freitas, “a Lenovo ainda tem que remar bastante”. Na segunda posição do mercado em 2013 está a Apple, com 15% das vendas, seguida pela Huawei (4,9%) e pela LG (4,8%).

No Brasil, o analista afirma que a junção CCE, adquirida pela Lenovo em 2012, e Motorola é positiva. “A CCE tem uma presença importante no Brasil em algumas regiões, com unidades de fabricação local. Por sua vez, a Motorola já vinha se fortalecendo no Brasil, especialmente com lançamento Moto X, que foi um movimento muito importante. É um bom momento para a Lenovo no Brasil”, avalia.

Freitas não acredita que o Google tenha feito um mau negócio ao vender a Motorola já que a gigante de buscas deve manter patentes de desenvolvimento. “O Google tem dado alguns passos em direção à mobilidade, especialmente em relação à internet. Talvez em termos de patentes houvesse algo ali que pudesse mais beneficiar a plataforma do que fazer a empresa ganhar com uma unidade de hardware. Difícil dizer se foi um passo errado. Talvez a gente consiga enxergar daqui a alguns anos”, conclui.

Moto X, novo celular da Motorola montado no Brasil (Foto: Divulgação)Moto X, celular da Motorola  (Foto: Divulgação)

Entenda a venda
Desde que foi adquirida pelo Google em 2011, a Motorola vinha dando prejuízo ao Google. Mas as perdas diminuíam trimestre a trimestre. Na época, a aquisição da companhia finlandesa foi tratada como um marco da virada de paradigmas: uma companhia de internet se tornava dona de uma fabricante icônica de celulares.

A venda pode ser considerada inesperada pelo mercado, porque os primeiros celulares projetados pela companhia após ser adquirida pelo Google foram lançados na segunda metade de 2013. O Moto X se destaca por conjugar bem aplicativos nativos do Android e as potencialidades do sistema – o outro aparelho é o Moto G, uma versão mais simples.

A negociação pode ser também explicada pelo domínio do Google em smartphones, mas no campo dos sistemas operacionais. Mais de 80% dos smartphones em todo o mundo rodam o Android, um produto com a marca Google.

As últimas aquisições do Google mostram que a companhia está migrando para outros campos de negócios, como a robótica (Boston Dynamics) e a automação doméstica (Nest).  Para a Lenovo, a negociação pode ser a porta de entrada para o mercado de smartphones no ocidente. Potência dos eletrônicos na Ásia, a companhia ainda reluta em começar a vender seus celulares em países europeus, latino-americanos e nos EUA.

A empresa chinesa avança rápido. Nasceu em 2005 após comprar a área de computadores pessoais da IBM e se tornou em 2013 a maior fabricante de PCs do mundo. Essa trajetória passou pelo Brasil, com a compra da empresa nacional CCE em 2012. Recentemente, adquiriu a área de servidores da IBM.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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IBM irá investir US$ 1 bi em unidade de negócio de supercomputador

A IBM afirma que vai investir mais de US$ 1 bilhão para criar uma nova unidade de negócios para o Watson, sistema de supercomputador que venceu humanos no programa de televisão dos Estados Unidos “Jeopardy”.

A maior provedora de serviços de tecnologia do mundo diz que o IBM Watson Group será dirigido por Michael Rhodin, que era anteriormente vice-presidente sênior do grupo de soluções de software da IBM.

A IBM diz que o investimento inclui um fundo de capital de US$ 100 milhões para impulsionar a inovação no Watson Developers Cloud, área que a empresa abriu para desenvolvedores de aplicativos externos em 2013.

A unidade terá cerca de 2 mil funcionários e ficará baseada em Nova York.

O Watson, que bateu participantes do programa de perguntas “Jeopardy” em 2011, é um sistema de supercomputador de inteligência artificial nomeado em homenagem ao lendário presidente da IBM, Thomas Watson.

Usando recursos de linguagem natural e análise, o Watson processa informação de modo similar aos humanos, o que lhe permite analisar e interpretar grandes quantidades de dados rapidamente.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Fukushima reativa unidade de descontaminação de água radioativa

Funcionários monitoram a usina de Fukushima a partir de um centro de controle. (Foto: Kyodo News / Via AP Photo)Funcionários monitoram usina de Fukushima a partir de centro de controle. (Foto: Kyodo News/Via AP Photo)

A empresa que opera a central de Fukushima anunciou nesta segunda-feira (30) a reativação de uma unidade de descontaminação da água radioativa, bloqueada por um pedaço de borracha poucas horas depois da ativação.

‘A unidade C do sistema ALPS foi colocada novamente em serviço às 2h38’ (14h38 de Brasília no domingo), anunciou a Tokyo Electric Power (Tepco).

‘As equipes de vigilância não encontraram nenhuma anomalia’, completa a nota da empresa.

O ‘sistema avançado de tratamento de líquidos’ (ALPS) foi testado em março, mas não funcionou corretamente e ficou parado por vários meses.

Uma unidade foi reativada na sexta-feira, mas depois de funcionar menos de um dia teve que que ser paralisada, já que um pedaço de borracha bloqueou um tanque.

Projetado com o grupo japonês Toshiba, o ALPS pretende eliminar os elementos radioativos da água, como o césio 134/137, atualmente armazenada em centenas de tanques espalhados por todo o complexo industrial devastado pelo tsunami de 11 de março de 2011.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Microsoft compra por US$ 7,18 bi unidade de smartphones da Nokia

O CEO da Nokia, Stephen Elot (à esquerda), cumprimenta o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante o anúncio da aquisição da companhia. (Foto: Luke Macgregor / Reuters)O CEO da Nokia, Stephen Elot (à esquerda), cumprimenta o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante o anúncio da aquisição da companhia. (Foto: Luke Macgregor / Reuters)

A finlandesa Nokia venderá suas operações com celulares e smartphones ao grupo americano Microsoft por US$ 7,183 bilhões de dólares (5,440 bilhões de euros), anunciou a empresa finlandesa.

A operação ocorre dois anos depois que a empresa decidiu usar o sistema operacional Windows Phone, da própria Microsoft, em seus principais aparelhos em uma tentativa de recuperar o número de vendas, o que não aconteceu. A Nokia já foi a principal fabricante de celulares e de smartphones no mundo, mas perdeu espaço para concorrentes como Apple e Samsung, que têm dispositivos muito mais modernos e que caíram no gosto do consumidor rapidamente.

A tentativa de usar o sistema Windows Phone seria para modernizar os aparelhos. Com a linha Lumia, que usa este sistema, a Nokia e a Microsoft não alcançaram o número de vendas desejado.

A venda, “em dinheiro”, incluirá a totalidade das patentes no setor, que se concentrará agora em serviços e redes, “o melhor caminho para se avançar, tanto para a Nokia como para seus acionistas”, segundo o presidente do grupo, Risto Siilasmaa.

A Nokia também anunciou a saída imediata de seu diretor-executivo, Stephen Elop, que será substituído interinamente por Risto Siilasmaa. Elop está sendo cotado como um possível substituto ao atual presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que vai se aposentar e está tentando transformar a companhia em uma empresa de aparelhos e serviços, como a Apple, antes de deixar o comando.

Queda da companhia
Em três anos sob o comando de Elop, a Nokia viu sua participação de mercado encolher e o preço de sua ação recuar em meio à aposta dos investidores de que sua estratégia fracassaria.

Em 2011, depois de escrever um memorando que afirmava que a Nokia estava ficando para trás e não tinha tecnologia para acompanhar o mercado, Elop tomou uma decisão controversa de usar o sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Phone, no lugar da própria plataforma desenvolvida pela Nokia ou do sistema criado pelo Google, o Android, hoje líder de mercado.

A Nokia, que teve uma participação de 40% do mercado de celulares em 2007, agora tem 15%, com uma presença ainda menor em smartphones, de 3%.

A venda do negócio de celulares da Nokia não é a primeira reviravolta dramática da empresa em sua história de 148 anos. A companhia já vendeu de botas de borracha a televisores.

Mas o anúncio da venda foi um duro golpe para o país natal da empresa, a Finlândia, mesmo entre os investidores menos sensíveis, que viam a venda da empresa como uma chance final para salvar valor do grupo. “Como finlandês, não posso gostar deste negócio. Ele encerra um capítulo da história da Nokia”, disse Juha Varis, gerente de portfólio da Danske Capital. “Por outro lado, talvez tenha sido a última oportunidade de vendê-lo.”

A venda da divisão de celulares da Nokia para a Microsoft deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação por acionistas da Nokia e autoridades. Cerca de 32 mil funcionários da Nokia esperam ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4,7 mil que trabalham na Finlândia.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Microsoft compra por US$ 7,18 bi unidade de smartphones da Nokia

O CEO da Nokia, Stephen Elot (à esquerda), cumprimenta o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante o anúncio da aquisição da companhia. (Foto: Luke Macgregor / Reuters)O CEO da Nokia, Stephen Elot (à esquerda), cumprimenta o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante o anúncio da aquisição da companhia. (Foto: Luke Macgregor / Reuters)

A finlandesa Nokia venderá suas operações com celulares e smartphones ao grupo americano Microsoft por US$ 7,183 bilhões de dólares (5,440 bilhões de euros), anunciou a empresa finlandesa.

A operação ocorre dois anos depois que a empresa decidiu usar o sistema operacional Windows Phone, da própria Microsoft, em seus principais aparelhos em uma tentativa de recuperar o número de vendas, o que não aconteceu. A Nokia já foi a principal fabricante de celulares e de smartphones no mundo, mas perdeu espaço para concorrentes como Apple e Samsung, que têm dispositivos muito mais modernos e que caíram no gosto do consumidor rapidamente.

A tentativa de usar o sistema Windows Phone seria para modernizar os aparelhos. Com a linha Lumia, que usa este sistema, a Nokia e a Microsoft não alcançaram o número de vendas desejado.

A venda, “em dinheiro”, incluirá a totalidade das patentes no setor, que se concentrará agora em serviços e redes, “o melhor caminho para se avançar, tanto para a Nokia como para seus acionistas”, segundo o presidente do grupo, Risto Siilasmaa.

A Nokia também anunciou a saída imediata de seu diretor-executivo, Stephen Elop, que será substituído interinamente por Risto Siilasmaa. Elop está sendo cotado como um possível substituto ao atual presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que vai se aposentar e está tentando transformar a companhia em uma empresa de aparelhos e serviços, como a Apple, antes de deixar o comando.

Queda da companhia
Em três anos sob o comando de Elop, a Nokia viu sua participação de mercado encolher e o preço de sua ação recuar em meio à aposta dos investidores de que sua estratégia fracassaria.

Em 2011, depois de escrever um memorando que afirmava que a Nokia estava ficando para trás e não tinha tecnologia para acompanhar o mercado, Elop tomou uma decisão controversa de usar o sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Phone, no lugar da própria plataforma desenvolvida pela Nokia ou do sistema criado pelo Google, o Android, hoje líder de mercado.

A Nokia, que teve uma participação de 40% do mercado de celulares em 2007, agora tem 15%, com uma presença ainda menor em smartphones, de 3%.

A venda do negócio de celulares da Nokia não é a primeira reviravolta dramática da empresa em sua história de 148 anos. A companhia já vendeu de botas de borracha a televisores.

Mas o anúncio da venda foi um duro golpe para o país natal da empresa, a Finlândia, mesmo entre os investidores menos sensíveis, que viam a venda da empresa como uma chance final para salvar valor do grupo. “Como finlandês, não posso gostar deste negócio. Ele encerra um capítulo da história da Nokia”, disse Juha Varis, gerente de portfólio da Danske Capital. “Por outro lado, talvez tenha sido a última oportunidade de vendê-lo.”

A venda da divisão de celulares da Nokia para a Microsoft deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação por acionistas da Nokia e autoridades. Cerca de 32 mil funcionários da Nokia esperam ser transferidos para a Microsoft, incluindo 4,7 mil que trabalham na Finlândia.

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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