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Tropas russas tomam três navios da Marinha ucraniana, diz autoridade

tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta0feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)tripulação ucraniana do navio Pridniprovya deixa a embarcação que foi tomada por forças pró-russas em Sevastopol, na Crimeia, nesta quinta0feira (20) (Foto: Andrew Lubimov/AP)

As tropas russas tomaram três navios de guerra ucranianos na Crimeia nesta quinta-feira (20), disse uma autoridade da Marinha da Ucrânia, depois que o Exército da Rússia ocupou a península do Mar Negro e anexou ao território russo.

Vladislav Seleznyov, um porta-voz militar da Ucrânia na Crimeia, disse que as forças russas usaram granadas de efeito moral enquanto invadiam a corveta Ternopol no porto da cidade de Sebastopol.

As bandeiras da Rússia e da Marinha russa eram vistas em outro cais de Sebastopol, onde mais duas corvetas da Marinha ucraniana estavam ancoradas, indicando que foram apreendidas.

Não havia bandeiras expostas nas proas das corvetas Lutsk e Khmelnitsky, onde os símbolos nacionais normalmente são visíveis.

“Parece que os russos abaixaram as bandeiras em ambos os navios, mas não hastearam a sua própria”, disse Seleznyov.

Mais de 14.500 pessoas servem na Marinha ucraniana, de acordo com o site do Ministério da Defesa do país, com a maioria deles estacionados na Crimeia.

Crise
O vice-ministro da Defesa da Ucrânia, Leonid Polyakov, acusou as tropas russas de ameaçar constantemente as bases militares de soldados ucranianos. Em Genebra, o embaixador da Ucrânia para as Nações Unidas alertou para uma forte deterioração das relações entre os países vizinhos, dizendo que a Rússia parece se preparar para uma invasão de mais áreas de seu país.

Em um pronunciamento ao Parlamento em Berlim, a chanceler Angela Merkel disse que a União Europeia estava preparando novas sanções contra a Rússia e que um encontro do G-8, cuja presidência é assumida pela Rússia, foi cancelado.

As forças russas tomaram o controle da região separatista da Ucrânia com maioria de russos, a Crimeia, há duas semanas, após uma crise política que derrubou o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych. A crise no país começou no fim do ano passado, quando Yanukovych desfez um acordo com os europeus e em troca negociou um tratado com a Rússia – o que enfureceu ucranianos pró-Europa do centro e oeste do país.

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Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Crise ucraniana é teste para unidade europeia

Os próximos dias colocarão à prova a determinação e a habilidade da Europa em lidar com a crise ucraniana.

“Será um grande teste à unidade europeia pós-Guerra Fria”, resumiu um funcionário do alto escalão da União Europeia (UE).

A UE, que discute sanções contra a Rússia, advertiu Moscou das ‘consequências’ caso não participe de um diálogo sério a respeito da crise e recue suas tropas.

Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)

Essa pressão deverá ser reforçada em encontros entre chanceleres europeus, nesta semana.

Até agora, a Europa fez um gesto: suspendeu as negociações de um pacto econômico com a Rússia e as facilitações para emissões de visto. Para Moscou, essas medidas causam apenas uma leve irritação.

Tanto os Estados Unidos como a UE dizem que não vão reconhecer o referendo realizado na Crimeia, em que 97% votaram pela anexação do território ucraniano à Rússia.

O presidente francês, François Hollande, alega que não reconhece o que chamou de “pseudo-consulta”; o chanceler britânico, William Hague, afirma que “chegou a hora para medidas restritivas mais duras”.

Dilemas
Embaixadores europeus em Bruxelas definiram que 21 autoridades russas (ainda
não identificadas) e ucranianas serão alvo das sanções, que incluem o congelamento de bens e restrições a viagens ao bloco.

Todas as ações, até agora cautelosas e modestas, têm a intenção de aumentar os custos de uma ação russa em território ucraniano.

Mas a verdadeira questão é se a UE está preparada para adotar sanções econômicas que afetem as exportações e os negócios russos (semelhantes, por exemplo, às sanções adotadas contra o Irã).

Isso afetaria a economia russa em um momento vulnerável: os custos de seus empréstimos estão crescendo, e acredita-se que alguns dos maiores bancos do mundo estejam reduzindo suas linhas de crédito a clientes russos.

Mas as sanções econômicas estão muito longe de acontecer. Seria necessário obter o apoio unânime dos 28 Estados-membros da UE, e muitos hesitariam em tomar tal medida.

O ministro alemão de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, advertiu que qualquer medida deve deixar abertas “possibilidades para impedir uma escalada que leve a um racha mais profundo na Europa”.

Seu par holandês agregou que “fará todo o possível para impedir sanções”, por acreditar que elas “trariam sofrimento a todos”.

O dilema se estende por toda a Europa: as sanções só serão adotadas se os países estiverem preparados para também aceitar as perdas que vierem com elas – e num momento em que muitos países ainda lutam para superar os efeitos da crise de 2008.

A cautela europeia deriva de seus próprios interesses econômicos e, até certo ponto, de sua dependência energética: 30% do gás natural da UE é de origem russa.

Ideia eurasiana
Além disso, as exportações europeias à Rússia totalizaram 123 bilhões de euros (R$ 402 bilhões). A Alemanha, em especial, tem se beneficiado de uma relação econômica com Moscou que tem sido especialmente benéfica a seu setor exportador – mais de 6 mil empresas alemãs fazem negócios com a Rússia.

Uma opção para a UE seria almejar os líderes das poderosas empresas russas Gazprom e Rosneft, ou então isolar o setor bancário do país.

Haveria retaliação, mas os ministros europeus terão de decidir se sua credibilidade política é mais importante do que seus interesses comerciais.

No início da crise, o governo alemão de Angela Merkel defendiam o caminho do diálogo, e não o da punição, e pedia a criação de um grupo de debate com a Rússia.

Até agora isso não aconteceu, e a Alemanha e o restante da UE terão de decidir como vão lidar com o presidente russo, Vladimir Putin, no futuro.

Putin sonha com uma união eurasiana – que inclua Rússia, Ucrânia, Belarus e Cazaquistão -, competindo com a influência da UE sobretudo no Leste Europeu.

Quanto à crise na Ucrânia, Putin defende a criação de um grupo internacional de apoio, mas desde que Kiev aceite a anexação da Crimeia por Moscou.

‘Nossa terra’
Os Estados Unidos e a Europa ainda tentam facilitar o diálogo entre o Kremlin e o novo governo ucraniano, mas as negociações estão cada vez mais difíceis.

Cerca de 70% dos russos estão convencidos de que a população de origem russa está sob perigo real na Ucrânia. Muitos compartilham do apego emocional de Putin à Ucrânia e acreditam que seu país precisa combater os ‘fascistas’ em Kiev.

Com isso, um meio-termo fica mais distante. E, se as tropas russas invadirem outras partes do território ucraniano, provavelmente será impossível impedir que o conflito ganhe proporções mais amplas.

Ao mesmo tempo, muitos agora admitem que a UE cometeu um erro estratégico na Ucrânia: o acordo de aproximação bilateral (cuja recusa, em novembro, pelo presidente destituído Viktor Yanukovych, desencadeou a atual crise) foi conduzido basicamente por tecnocratas.

O acordo previa tirar a Ucrânia da órbita russa. Mas, como disse uma autoridade, pedindo anonimato: “Nunca fizemos um debate substancial sobre onde achamos que é o lugar da Ucrânia” ou sobre como a Rússia reagiria.

Alguns também acham que a UE errou ao apoiar em demasia a oposição (agora no poder) ucraniana.

E a UE, que investiu pesado para construir uma Ucrânia mais democrática, agora tem de apoiar o novo governo em Kiev, cujo ministro da Defesa disse recentemente que “esta é nossa terra e não vamos sair daqui”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Tribunal russo ordena prisão de líder de organização radical ucraniana

Um tribunal de Moscou, na Rússia, emitiu nesta quarta-feira (12) uma ordem de prisão para o líder da organização ultranacionalista ucraniana Pravy Sektor (“setor da direita”, em tradução livre), Dmitri Yarosh, acusado de incitação ao terrorismo, informaram fontes judiciais.

Yarosh, contra quem a justiça russa já havia ditado uma ordem de busca e captura internacional, é acusado de incitar a realização de atividades terroristas e extremistas, crime para o qual o Código Penal da Rússia prevê punições de até cinco anos de prisão.

A Procuradoria Geral da Ucrânia declarou que não existem motivos para a prisão de Yarosh, muito menos para extraditá-lo a outro país.

O líder ultranacionalista, um dos protagonistas da revolução ucraniana que derrubou o regime do presidente Viktor Yanukovich no mês passado, anunciou que concorrerá à Presidência do país nas eleições antecipadas convocadas para o próximo dia 25 de maio.

Após a saída de Yanukovich, as novas autoridades ucranianas ofereceram a Yarosh o cargo de secretário adjunto do Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia, mas ele rejeitou a proposta.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Assad anuncia apoio a Putin na crise ucraniana

O presidente sírio Bashar al-Assad, que conta com o apoio da Rússia em sua guerra contra os insurgentes, expressou “solidariedade” ao presidente russo Vladimir Putin na crise da Ucrânia.

Em um telegrama enviado ao presidente russo e divulgado pela agência estatal Sana, Assad “expressa a solidariedade da Síria com os esforços de Putin para restabelecer a estabilidade e a segurança na Ucrânia ante as tentativas de derrubada da legitimidade e da democracia em favor de extremistas terroristas”.

O presidente sírio elogiou a “liderança política sábia” de Putin e seu “respeito pela legalidade internacional que rege as relações entre os povos e as nações”.

O presidente sírio também reiterou o apoio de seu país ao “enfoque reflexivo, pacifista que tenta estabelecer uma ordem mundial apoiando a estabilidade e lutando contra o extremismo e o terrorismo”.

A Rússia é um dos poucos apoios ao regime de Assad, ao qual fornece armas.

A crise ucraniana, provocada por um banho de sangue e a fuga para a Rússia do presidente Viktor Yanukovytch, se transformou em um confronto entre Moscou e os países ocidentais, inédito desde a Guerra Fria.

Estes mesmos países ocidentais apoiam a rebelião síria que luta contra Assad.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Secretário americano se reunirá na Alemanha com oposição ucraniana

John Kerry fala à imprensa em um hotel em Jerusalém (Foto: Brendan Smialowski/Pool/Reuters)John Kerry durante visita a Israel
(Foto: Brendan Smialowski/Pool/Reuters)

O secretário de Estado americano, John Kerry, vai se reunir com líderes da oposição da Ucrânia, em paralelo à cúpula de segurança que acontece em Munique, na Alemanha, informou o governo dos Estados Unidos na quinta-feira (30).

No sábado à tarde, “ele [Kerry] terá a oportunidade de ter seu primeiro encontro com as principais figuras da oposição ucraniana”, disse um funcionário do alto escalão do Departamento de Estado dos EUA, pouco antes de o secretário ter iniciado sua visita de três dias à Alemanha.

A onda de manifestações na Ucrânia teve início depois que o governo desistiu de assinar, em 21 de novembro do ano passado, um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia.

Na quinta-feira, o presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovich, acusou a oposição de “continuar envenenando a situação”, mas reconheceu que as autoridades cometeram “erros” no país, imerso em uma grave crise política.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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