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Barata marinha gigante intriga equipe ao dividir banquete com tubarão raro

Após o pescador Carl Moore acidentalmente fisgar um raro tubarão-duende na região de Flórida Keys, nos EUA, pesquisadores da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, em inglês), ficaram intrigados ao observarem uma quantidade anormal de “baratas marinhas gigantes” junto ao peixe de 5,4 m.

Pesquisadores ficaram intrigados devido à quantidade de 'baratas marinhas gigantes' capturadas junto a tubarão-duende nos EUA (Foto: Divulgação/Carl Moore/NOAA)Pesquisadores ficaram intrigados devido à quantidade de ‘baratas marinhas gigantes’ capturadas junto a tubarão-duende nos EUA (Foto: Divulgação/Carl Moore/NOAA)

De acordo com o ecologista de águas profundas, Andrew Thaler, as fotos da captura do tubarão-duende mostram vários desses isópodes (com nome científico Bathynomus giganteus) no barco, o que indicaria que as criaturas e o tubarão dividiam o mesmo banquete aquático.

Thaler contou ao jornal “Business Insider” que, apesar de ser uma ocorrência bizarra, o tubarão e as “baratas” provavelmente estavam se alimentando de uma mesma carcaça de baleia no fundo do oceano, quando foram capturados junto com mais criaturas marinhas, como camarões.

O isópode, que pode ter até 40 cm de comprimento, ganhou o apelido de “barata marinha gigante” devido a semelhanças da criatura com insetos.

Foto tirada em 2002 mostra isópodo Bathynomus giganteus de perto, apelidado de 'barata marinha gigante' (Foto: Divulgação/NOAA)Foto tirada em 2002 mostra isópodo Bathynomus giganteus de perto, apelidado de ‘barata marinha gigante’ (Foto: Divulgação/NOAA)Pescador capturou rato turbarão-duende de 5,4 m por acidente na região de Flórida Keys, nos EUA (Foto: Divulgação/Carl Moore/NOAA)Pescador capturou raro turbarão-duende de 5,4 m por acidente na região de Flórida Keys, nos EUA (Foto: Divulgação/Carl Moore/NOAA)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Tubarão tenta devorar rival menor e choca funcionários de aquário

AppId is over the quota
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Funcionários do aquário de Oarai, no Japão, ficaram horrorizados quando um tubarão-tigre tentou devorar outro menor de outra espécie.

Visitantes ficam horrorizados após tubarão tentar devorar outro menor (Foto: Reprodução/YouTube/The Red Phoenix)Funcionários ficam horrorizados após tubarão tentar devorar outro menor (Foto: Reprodução/YouTube/The Red Phoenix)

O tubarão-tigre mastigou várias vezes o tubarão-de-pontas-brancas-de-recife, mas acabou desistindo, pois ele tinha a pele muito dura.

Funcionários ainda tentaram salvá-lo, mas o tubarão-de-pontas-brancas-de-recife não resistiu às lesões e morreu.

Após o incidente, o aquário divulgou uma nota afirmando que pretende avaliar quais espécies de tubarões podem ficar nos mesmos tanques.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Três amigos de 12 anos fisgam tubarão de mais de 310 kg

Três garotos de 12 anos fisgaram um tubarão-anequim de 314 quilos durante uma pescaria a 32 km da costa da Flórida (EUA).

Três garotos de 12 anos fisgaram um tubarão-anequim de 314 quilos (Foto: Reprodução/Facebook/Double Nickel Charters)Três garotos de 12 anos fisgaram um tubarão-anequim de 314 quilos (Foto: Reprodução/Facebook/Double Nickel Charters)

Tony Musca, Ryan Roberts e Sam Von Duhn, que moram no estado de Ohio, estavam de férias na Flórida quando fisgaram o enorme peixe.

“Ficamos surpresos com o tamanho”, disse Tony.

“Eles têm uma boa história de pescador”, afirmou Jeff Roberts, pai de Ryan.

Tamanho surpreendeu os garotos (Foto: Reprodução/Facebook/Double Nickel Charters)Tamanho surpreendeu os garotos (Foto: Reprodução/Facebook/Double Nickel Charters)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Pescadores australianos capturam tubarão de 1,8 metro em rio

Dois pescadores australianos capturaram um tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro e 60 quilos no mês passado no rio Collie, na Austrália.

Pescadores australianos capturaram tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro no rio Collie (Foto: Reprodução/YouTube/Mick's Best)Pescadores australianos capturaram tubarão-cabeça-chata de 1,8 metro no rio Collie (Foto: Reprodução/YouTube/Mick’s Best)

Um dos pescadores disse acreditar que o rio esteja infestado de tubarões. “Um colega capturou outro cerca de quinze dias atrás”, disse ele.

Em 2002, um homem de 32 anos foi atacado por um tubarão enquanto nadava no rio.

O tubarão-cabeça-chata, também conhecido como tubarão-touro, pode viver tanto na água salgada quanto doce.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Descobertos genes que impedem a calcificação de cartilagens em tubarão

Exemplar de tubarão-elefante foi fotografado por serviço americano em novembro de 2011 (Foto: Divulgação/NOAA)Exemplar de tubarão-elefante foi fotografado por serviço americano em novembro de 2011 (Foto: Divulgação/NOAA)

Pesquisadores da Espanha sequenciaram o genoma do tubarão-elefante (Cetorhinus maximus) e encontraram genes que impedem a calcificação das cartilagens, o que pode abrir novas vias de estudo voltados a doenças ósseas como a osteoporose, de acordo com a revista “Nature”, que teve publicada nesta quinta-feira (9) sua edição impressa.

A pesquisa foi liderada pelo Instituto Molecular e Biologia Celular de Cingapura, apoiado pelo Instituto de Biologia Evolutiva da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona.

A missão do instituto espanhol foi comparar o genoma do tubarão-elefante, um peixe cartilaginoso, com o peixe-zebra, que tem ossos calcificados.

Os cientistas queriam descobrir quais são as mudanças genéticas que fazem com que alguns ossos sejam de cálcio e outros permaneçam em estado cartilaginoso, como é o caso do tubarão-elefante, considerado o mais antigo vertebrado com mandíbula.

Para o professor Tomás Marquès-Bonet, a importância da pesquisa está em ajudar a esclarecer “qual é a base genética dos ossos calcificados, ou seja, o que os torna duros e resistentes”.

Espécie tem genoma fácil de pesquisar
A equipe de Marquès-Bonet descobriu um pequeno grupo de genes que os tubarões não tinham em relação aos vertebrados ósseos, o que explica seus ossos permanecerem cartilagem em vez de calcificar. O investigador espanhol explicou que elegeram o tubarão-elefante porque a espécie tem um genoma pequeno, aproximadamente um terço do humano.

“Apresentamos a primeira base genética da calcificação, o que abre a porta para novos conhecimentos para compreender e tratar doenças ósseas como a osteoporose, e para saber como se formam os ossos ou os depósitos de cálcio”, explicou Marquès-Bonet.

O trabalho também constatou que o genoma do tubarão elefante tem a evolução mais lenta de todos os vertebrados, o que o coloca como referência para estudos comparativos destinados a melhorar a compressão do genoma humano. “Este trabalho demonstra o poder da genética comparativa como ferramenta para entender os processos biológicos mais básicos”, afirmou o cientista.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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