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Ativista tenta transformar buscador de animais perdidos em aplicativo

Andreia Giust tenta, via financiamento coletivo, criar aplicativo para agilizar as buscas de animais perdidos (Foto: Dogtown Photography/Divulgação)Andrea Giust tenta, via financiamento coletivo, criar aplicativo (Foto: Dogtown Photography/Divulgação)

A ativista paulista Andrea Giust, de 29 anos, quer diminuir o número de animais nas ruas com a ajuda de um aplicativo para celular. Fundadora do buscador “Procura-se Cachorro”, ela recorreu a um site de financiamento coletivo especifico para animais e quer ampliar a forma de cadastro do serviço virtual que já oferece há um ano e meio.

A oito dias do prazo final, a jovem espera arrecadar o montante necessário e torce para disponibilizar o aplicativo até junho, quando estima que os casos de bichos perdidos tripliquem por conta dos rojões durante os jogos da Copa do Mundo.

“Hoje o pico do ano é no réveillon pelo mesmo motivo. E nos jogos serão dias seguidos de rojões. Os cães arranham portas e perdem unhas, pulam portões, saem em disparada e dezenas morreram de parada cardíaca no ano novo”, explica.

Em 18 meses, o buscador de animais localizou 1.095 bichos nas ruas e recebeu cadastro de 2.687 perdidos. Destes, 408 foram os casos com finais felizes. No Brasil, a taxa de casos resolvidos pelo site atingiu 16%. Em São Paulo, estado que representa 67% de todas as ocorrências, o índice de reencontros é um pouco maior: 20%.

De acordo com a fundadora, a página rastreia qualquer novidade do animal dentro de um raio de 10 km. O serviço cruza as informações entre perdidos e achados e avisa a possibilidade de alguém ter localizado o bichinho. Por meio de mapas, a ferramenta sinaliza os cachorros desaparecidos (família procurando) e os achados (procurando a família de volta) em todo o país.

Andrea defende que o aplicativo poderá agilizar o serviço de busca e, consequentemente, aumentar o número de casos solucionados. “A divulgação rápida é muito importante. Faltava o app como complemento do serviço do site. A pessoa que perder, por exemplo, no parque vai poder cadastrar na mesma hora e ver as novidades, basta fotografar ou ter uma imagem do cão. Não é preciso mais esperar chegar em casa para cadastrar. Também vai ser possível ver os animais desaparecidos na região, caso alguém queira apenas colaborar ao ver um animal na rua”, esclarece.

Pagina do site de financiamento coletivo para projetos voltados a causa animal (Foto: Reprodução )Página do site de financiamento coletivo ‘Bicharia’ (Foto: Reprodução )

O projeto surgiu quando a ativista acompanhou o caso de um cachorro perdido no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. Ela acredita que o resgate do animal poderia ter sido feito rapidamente se a ferramenta já existisse. “A pessoa passou o dia todo procurando. Só cadastrou no site por volta de 18h, quando retornou para casa. Um seguidor do Instagram informou que havia visto a cadela, passou detalhes de horário e direção, ela foi encontrada naquela madrugada. Se já existisse o app, ela teria cadastrado ali mesmo, e ele teria visto o anuncio do próprio celular.”

A jovem revela que já investiu boa parte do dinheiro necessário para começar a desenvolver a ferramenta mobile. Para finalizar o projeto, entretanto, precisará da doação coletiva. Os benfeitores ganham de agradecimentos simbólicos a brindes personalizados. Até segunda-feira (28), 61 pessoas tinham contribuído com R$ 4.295,00 de R$ 6.420,00.

“Ainda falta um pouco, mas no fundo eu acho que vai chegar. É muito importante que as pessoas que perderam seus animais, acharam um na rua, entendam a importância do serviço rápido. Ninguém que perdeu imaginou que pudesse acontecer”, disse. “Acho que basta gostar de animais para ajudar, eles merecem voltar para casa. Tenho certeza que estou contribuindo para diminuir o numero de animais das ruas.”

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Cientistas criam dragão para menina após ‘pedido’ se transformar em viral

Cientistas da Organização Australiana de Investigação Científica e Industrial (Csiro) criaram um dragão para a menina australiana Sophie Lester, de sete anos, depois que ela escreveu uma carta para o órgão pedindo ajuda para construir um dragão.

Cientistas da Organização Australiana de Investigação Científica e Industrial (Csiro) criaram dragão para a menina Sophie Lester (Foto: Csiro/AFP)Cientistas da Organização Australiana de Investigação Científica e Industrial (Csiro) criaram dragão para a menina Sophie Lester (Foto: Csiro/AFP)

“Nós não poderíamos sentar aqui e não fazer nada”, disse o órgão, que construiu um dragão de titânio semelhante ao do filme de animação “Como Treinar Seu Dragão”, da Dreamworks.

A história de Sophie se transformou em viral mundial depois que ela mandou uma carta para a Csiro cobrando mais pesquisas sobre dragões e pedindo ajuda para construir sua criatura.

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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Site britânico de crowdfunding quer se transformar em um banco

Um site que leva novas fontes de financiamento para pequenos empreendimentos britânicos ao permitir que indivíduos invistam quantias baixas nos negócios, envolvendo valores como 10 libras (US$ 16), está buscando se tornar o primeiro banco de investimento por crowdfunding, segundo seu presidente-executivo.

Enquanto muitos sites de crowdfunding têm se promovido como uma alternativa aos bancos, o BankToTheFuture.com, que ajudou a levantar 487 mil libras para negócios desde que foi lançado em agosto do ano passado, planeja entrar com pedido para obter uma licença bancária para que possa expandir sua linha de produtos e incluir ofertas como títulos de varejo.

O site, que está negociando com o governo, com reguladores britânicos e com o Bank of England, está sendo aconselhado por Fiona Brownsell, que ajudou a montar o Metro Bank.

“A diferença fundamental sobre o que estamos fazendo em relação a outras pessoas com licenças bancárias é a transparência … todos podem ver exatamente o que acontece com seu dinheiro”, disse à Reuters o ex-banqueiro de investimento Simon Dixon, co-fundador do site e seu presidente-executivo.

O BankToTheFuture planeja levantar mais de 2 milhões de libras nos próximos dois meses, no que seria a maior operação de aumento de capital financiada pelo público no mundo, para investir tanto em tecnologia quanto no processo regulatório, e espera ter a sua licença dentro de 3 anos.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Cientistas querem transformar celulares em sensores de terremotos

Na tentativa de conseguir prever com maior eficácia quando e onde terremotos podem acontecer, cientistas publicaram um estudo nesta segunda-feira (30) que afirma que os acelerômetros de smartphones – que identifica movimentos feitos nos dispositivos – podem detectar tremores de terra. Ainda, estes aparelhos conectados na rede de telefonia móvel poderiam transmitir dados em tempo real para os institutos geológicos espalhados pelo mundo.

O estudo publicado no boletim da Seismological Society of America aponta que os acelerômetros usados nos smartphones conseguem detectar tremores acima de cinco graus de magnitude. Por serem componentes baratos, eles poderiam ser usados para detectar terremotos em diversas partes do mundo.

Os celulares do futuro poderiam ter uma nova versão destes acelerômetros, mais sensíveis, e que pudessem identificar um pequeno terremoto. Ao ter acesso aos dados de diversos smartphones com o mesmo sistema, os cientistas conseguiriam ver onde há um terremoto ou onde há mais probabilidade de acontecer um tremor baseado nas informações que receber de usuários em determinada região.

Os cientistas podem criar aparelhos que usem os acelerômetros para levá-los para locais de maior incidência de terremotos e, com ele, estudar melhor e ter mais dados sobre eles.

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Finep desiste da ideia de se transformar em banco

Estudos realizados pela Ernst & Young apontaram que melhor caminho para instituição é a de agência de fomento.

A proposta do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de transformar a sua Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em banco foi abortada. Um estudo contratado da consultoria internacional Ernst &Young sinalizou que o melhor caminho para o órgão é o de uma agência de fomento.

O plano de transformação da Finep em banco era para dar mais visibilidade ao setor de TI na concessão de crédito. Entretanto, o levantamento da Ernst & Young revelou que os altos custos dessa mudança trazem poucos benefícios ao setor. Esse tipo de operação daria mais rigidez para aos contratos de financiamento.

Segundo o presidente da Finep, Glauco Arbix, a ideia de transformação do órgão em agência de fomento oferece mais flexibilidade. Ele destaca que esse modelo não deixa de ser uma figura financeira.

“Para os padrões de quem trabalha com ciência e tecnologia, o banco de desenvolvimento daria mais rigidez. Ou seja, teríamos mais dificuldade para trabalhar com os instrumentos que operamos hoje”, afirmou o presidente da Finep durante o congresso “Tecnologia para um Brasil inovador e competitivo”, realizado esta semana em Brasília, pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI).

Pela avaliação de Arbix, a agência de fomento vai permitir acessar todos os instrumentos atuais e com a vantagem de gerar menos custos na mudança de papel da Finep.

Para funcionar como um banco, a Finep teria de atender uma série de exigência do Banco Central. Precisaria ainda se desagregar do MCTI e todas suas operações de crédito. Seria necessário ainda alterar o seu sistema de tesouraria.

Gestão de riscos em TI

Arbix antecipa que uma das novidades que a nova agência de fomento vai permitir à Finep é a criação de uma área gestão de riscos financeiros para TI. É algo, segundo ele, que não existe ainda no Brasil.

“Ninguém tem hoje no Brasil uma área de gestão de riscos para TI. O que temos atualmente é voltado para risco empresarial”, afirma o presidente da Finep.

De acordo com Arbix nem o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foca essa área. Ele argumenta que as instituições financeiras não se voltaram ainda para a gestão de riscos em TI porque não entendem esse setor.

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Publicado por em 10 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Pagamentos móveis deverão transformar os bancos

De acordo com pesquisa da Carlisle and Gallagher, modalidade mudará a relação das instituições com seus clientes.

Instituições financeiras dos EUA enfrentam uma séria ameaça competitiva do aumento de pagamentos via apps pelos aplicativos de “carteiras móveis”, de acordo com estudo da Carlisle e Gallagher, empresa de consultoria especializada em serviços financeiros.

A carteira móvel é uma aplicação de smartphone que suporta várias opções de pagamento, incluindo cartões de crédito, além de potenciais ofertas de compra via cupom e listas de desejos. A Google Wallet é a mais conhecida, mas o PayPal exibiu sua oferta futura e espera-se que a Apple lance seu aplicativo em breve.

Uma pesquisa feita em abril pelo “Pew Internet e American Life Project” sugeriu que os pagamentos móveis irão ultrapassar os com cartão de crédito em 2020.

Quase metade dos 605 consumidores da Carlisle and Gallagher entrevistados expressou interesse em fazer pagamentos usando essa tecnologia. Destes, oito de dez considerariam usar PayPal, Google ou Apple como principal provedora de serviços financeiros, incluindo cartões bancários e de crédito, com o PayPal sendo o candidato mais forte. Cerca de 45% dos interessados ??em carteiras móveis disseram que iriam substituir seu banco pelo PayPal, e cerca de um quarto disse que escolheria a Google como sua principal instituição financeira.

Os resultados são um poderoso alerta para as instituições financeiras, dado que a maioria dos que responderam manifestaram altos níveis de satisfação com seus bancos atuais, disse Peter Olynick, líder de cartões e pagamentos da Carlisle and Gallagher.

Os consumidores não irão simplesmente se afastar de seus bancos ao adotar carteiras móveis, Olynick observou. Os aplicativos, no entanto, provavelmente irão mudar a relação das instituições com seus clientes assim que esses associarem a ferramenta com uma operação bancária, mais do que realmente indo a uma agência, disse ele. Peter Wannemacher, analista da Forrester Research, concorda.

“As instituições financeiras correm o risco de acabar como fontes de financiamento para carteiras móveis e produtos de pagamento pertencentes a outras marcas”, diz Wannemacher.

Os consumidores mais jovens e os mais ricos estavam mais propensos ??em mudar para carteiras móveis, constatou o estudo. Ambos são dados demográficos chave para as instituições financeiras, de acordo com Olynick. Os mais interessados ??em apps de carteiras móveis se dividiram em dois grupos: quem acha que isso irá tornar as compras mais fáceis e os que consideram o recurso “mais divertido”.

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Publicado por em 15 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Pagamentos móveis deverão transformar os bancos

De acordo com pesquisa da Carlisle and Gallagher, modalidade mudará a relação das instituições com seus clientes.

Instituições financeiras dos EUA enfrentam uma séria ameaça competitiva do aumento de pagamentos via apps pelos aplicativos de “carteiras móveis”, de acordo com estudo da Carlisle e Gallagher, empresa de consultoria especializada em serviços financeiros.

A carteira móvel é uma aplicação de smartphone que suporta várias opções de pagamento, incluindo cartões de crédito, além de potenciais ofertas de compra via cupom e listas de desejos. A Google Wallet é a mais conhecida, mas o PayPal exibiu sua oferta futura e espera-se que a Apple lance seu aplicativo em breve.

Uma pesquisa feita em abril pelo “Pew Internet e American Life Project” sugeriu que os pagamentos móveis irão ultrapassar os com cartão de crédito em 2020.

Quase metade dos 605 consumidores da Carlisle and Gallagher entrevistados expressou interesse em fazer pagamentos usando essa tecnologia. Destes, oito de dez considerariam usar PayPal, Google ou Apple como principal provedora de serviços financeiros, incluindo cartões bancários e de crédito, com o PayPal sendo o candidato mais forte. Cerca de 45% dos interessados ??em carteiras móveis disseram que iriam substituir seu banco pelo PayPal, e cerca de um quarto disse que escolheria a Google como sua principal instituição financeira.

Os resultados são um poderoso alerta para as instituições financeiras, dado que a maioria dos que responderam manifestaram altos níveis de satisfação com seus bancos atuais, disse Peter Olynick, líder de cartões e pagamentos da Carlisle and Gallagher.

Os consumidores não irão simplesmente se afastar de seus bancos ao adotar carteiras móveis, Olynick observou. Os aplicativos, no entanto, provavelmente irão mudar a relação das instituições com seus clientes assim que esses associarem a ferramenta com uma operação bancária, mais do que realmente indo a uma agência, disse ele. Peter Wannemacher, analista da Forrester Research, concorda.

“As instituições financeiras correm o risco de acabar como fontes de financiamento para carteiras móveis e produtos de pagamento pertencentes a outras marcas”, diz Wannemacher.

Os consumidores mais jovens e os mais ricos estavam mais propensos ??em mudar para carteiras móveis, constatou o estudo. Ambos são dados demográficos chave para as instituições financeiras, de acordo com Olynick. Os mais interessados ??em apps de carteiras móveis se dividiram em dois grupos: quem acha que isso irá tornar as compras mais fáceis e os que consideram o recurso “mais divertido”.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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