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Deitado em melancias, vendedor observa ‘fruto do trabalho’ na China

22/03/2014 14h00 – Atualizado em 22/03/2014 14h00

Em pose 'preguiçosa', vendedor foi visto deitado entre melancias 'contemplando' notas de dinheiro em mercado de Changzhi, na China (Foto: Stinger/Reuters)Em pose ‘preguiçosa’, vendedor foi visto deitado entre melancias ‘contemplando’ notas de dinheiro em mercado de Changzhi, na China (Foto: Stinger/Reuters)

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Norte manda prisioneiro americano para campo de trabalho

Kenneth Bae em 20 de janeiro de 2014 (Foto: Reuters/Kyodo/Files)Kenneth Bae em 20 de janeiro de 2014
(Foto: Reuters/Kyodo/Files)

A Coreia do Norte enviou o prisioneiro americano de origem sul-coreana Kenneth Bae, cujo nome de batismo é Bae Joon-ho, de volta para um campo de trabalho após ele ter ficado hospitalizado por um longo período, informou nesta sexta-feira (7) o Departamento de Estado dos Estados Unidos, que pediu mais uma vez a sua libertação.

Bae, de 45 anos, foi detido em novembro de 2012 e condenado no dia 30 de abril do ano passado pela Suprema Corte norte-coreana a 15 anos de trabalhos forçados por violar o artigo 60 da Constituição do país, que faz referência a crimes com o objetivo “de derrubar o regime”.

Apesar de o delito nunca ter sido especificado pela Coreia do Norte, sabe-se que Bae, que trabalhava como operador de turismo em uma cidade na fronteira com a China e também era um missionário cristão, entrou na zona econômica especial norte-coreana de Rason (nordeste) junto com cinco turistas no início de novembro de 2012.

“Estamos muito preocupados, pelo retorno de Bae ao campo de trabalho.Também estamos muito preocupados com sua saúde, por isso pedimos mais uma vez uma anistia especial e sua imediata libertação”, disse em comunicado a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki.

Bae sofre problemas de saúde crônicos e por isso foi hospitalizado, segundo sua irmã Terri Chung, que foi citada por vários meios da imprensa americana.

Diplomatas da embaixada da Suécia na Coreia do Norte, que representa os interesses americanos no país asiático, se reuniram dez vezes com Bae desde a sua prisão, a última nesta sexta-feira no campo de trabalho para o qual foi enviado, informou o Departamento de Estado.

O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu sua libertação ontem durante a realização anual do chamado “National Breakfast Prayer” (‘Café da Manhã Nacional de Orações’).

Obama pediu para que “não esqueçamos os americanos de fé que são perseguidos” na atualidade e mencionou Bae: “Sua família o quer em casa e os Estados Unidos continuarão fazendo o possível para conseguir sua libertação, porque Kenneth Bae merece ser livre”, prometeu.

O Departamento de Estado voltou a cogitar nesta sexta a possibilidade de que o diplomata Robert King, enviado especial dos EUA para Coreia do Norte, vá até Pyongyang para facilitar os trâmites da libertação de Bae.

Em agosto do ano passado, a Coreia do Norte cancelou, no último momento, um convite similar para King, com o argumento de que os Estados Unidos fizeram “provocações militares” contra o país comunista.

Em um incomum comparecimento diante da imprensa no último dia 20 de janeiro, Bae manifestou seu desejo de ser libertado o mais rápido possível para retornar a sua família nos EUA, informou na época a agência japonesa “Kyodo”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Emissão de carteiras de trabalho para estrangeiros aumenta 53% em 2013

Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

O número de carteiras de trabalho emitidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para estrangeiros cresceu 53% entre 2012 e 2013 no país. Dados do órgão mostram que, no ano passado, foram emitidas 41,4 mil carteiras para não brasileiros, contra 27,1 mil no ano anterior. Essa é a maior quantidade de documentos do tipo expedidos na última década (veja gráfico abaixo).

De acordo com o MTE, a principal causa do aumento foi uma maior abertura do país para os haitianos – cuja nacionalidade lidera a emissão de carteiras para estrangeiros. Um levantamento feito pelo G1 aponta que o número de haitianos que conseguiram o documento passou de 5,1 mil para 11,8 mil entre 2012 e 2013, uma elevação de 132%.

A imigração ilegal de pessoas dessa nacionalidade teve início em janeiro de 2010, quando um forte terremoto deixou 300 mil mortos e destruiu grande parte do país.

Do total de carteiras emitidas para haitianos no ano passado, 4,5 mil foram feitas no estado do Acre, principal ponto de entrada desses imigrantes. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Acre, em 2010 o estado recebeu 37 haitianos. Já em 2011, o número aumentou para 1.175 pessoas. Em 2012, pulou para 2.225 e, no ano passado, para 10.779 – um crescimento de 291 vezes nesse período de contagem.

Devido à alta de imigrantes, os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia, ambos no Acre, solicitaram situação de emergência em abril do ano passado. Para acelerar a regularização dos estrangeiros, o governo federal montou uma força-tarefa na região, e a Polícia Federal (PF) simplificou o formulário que os haitianos devem preencher ao chegar ao país, o que aumentou o ritmo de emissão de vistos e carteiras de trabalho.

Mapa das carteiras de trabalho (Foto: Editoria de Arte/G1)

Pedidos de refúgio
De acordo com Marta Cristina de Oliveira, da Coordenação de Identificação e Registro Profissional do MTE, os haitianos conseguem agilizar o pedido da carteira de trabalho através de uma “brecha” na lei. Apesar de não serem considerados refugiados pela lei brasileira – que entende que o abrigo só pode ser concedido a quem provar sofrer perseguição por motivo de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas em seu país –, eles são orientados a procurar a PF e solicitar refúgio.

A documentação então segue para o Comitê Nacional de Refugiados (Conare) e para o Conselho Nacional de Imigração (Cnig), que abrem um processo para avaliar a concessão de residência permanente em caráter humanitário, algo que é concedido em 99% dos casos, segundo Virginius Lianza, diretor-adjunto do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça e coordenador do Conare. O imigrante, porém, não precisa esperar o trâmite terminar para começar a trabalhar, pois o fato de ele estar solicitando refúgio já lhe dá direito a uma carteira de trabalho, com validade de até 180 dias.

Haitianos fazem cadastro e recebem documentos normalmente (Foto: Veriana Ribeiro/G1)Haitianos fazem cadastro e recebem documentos
em janeiro (Foto: Veriana Ribeiro/G1)

A facilidade de solicitar refúgio no país é, inclusive, citada por Diógenes Perez de Souza, chefe do Núcleo de Estrangeiros da Delegacia de Migração da Superintendência de São Paulo da PF, como um dos motivos para o aumento da emissão de carteiras de trabalho nos últimos anos. “É algo extremamente fácil solicitar refúgio no Brasil, e não apenas para os haitianos, mas para todas as nacionalidades”, diz.

É possível perceber essa agilidade dos processos no caso do haitiano João Mavi Aellad, de 32 anos. Há apenas 17 dias no país, ele afirma estar com a documentação pronta para começar a trabalhar no Brasil, pois solicitou refúgio logo ao chegar a Brasiléia. Aellad já havia tentado a sorte na República Dominicana, mas diz que o país não oferecia mais oportunidades de trabalho que o Haiti. Por isso, decidiu fazer uma segunda viagem e vir para o Brasil. “Venho buscar trabalho, pois aqui tem muito”, afirma.

Outro haitiano, Joel Rosius, de 36 anos, também fez uma primeira parada fora de seu país antes de chegar ao Brasil. Ele deixou as duas filhas, de 6 e 8 anos, em novembro de 2010 para ir ao Chile com a mulher. Apenas em dezembro de 2011, decidiu vir para solo brasileiro. “A maioria dos haitianos tem vontade de conhecer o Brasil por causa do futebol”, revela.

Joel no restaurante japonês que trabalha na região dos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)Joel Rosius no restaurante japonês que trabalha
nos Jardins, em São Paulo (Foto: Clara Velasco/G1)

Rosius atravessou a fronteira argentina até o Rio Grande do Sul, onde passou apenas um dia e seguiu para São Paulo. Solicitou refúgio à PF e, com a carteira de trabalho temporária, conseguiu trabalho em um restaurante japonês na região dos Jardins, em São Paulo.

Com um visto para estadia de até sete anos no Brasil em mãos, Rosius diz que não pensa em voltar a viver no Haiti. “Se Deus quiser, pretendemos ficar muito tempo aqui. Apenas precisamos conseguir trazer minhas filhas”, destaca. 

Outras nacionalidades
Outra nacionalidade que também tenta com frequência a sorte no Brasil é a boliviana. Em todo o país, foram emitidos no ano passado 4.618 documentos para estrangeiros vindos da Bolívia, contra 3.689 em 2012 – um aumento de 25%. Isso faz a nacionalidade ser a segunda que mais conseguiu carteiras de trabalho em solo brasileiro em 2013.

Os bolivianos se enquadram no Acordo Brasil/Mercosul, que facilita a burocracia para a regularização de indivíduos naturais dos países integrantes e associados do bloco. São eles: Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru.

Todos os países do acordo estão entre as 16 nacionalidades que mais receberam carteiras de trabalho no Brasil no ano passado – exceto a Venezuela, que ocupa a 21ª colocação, com 241 carteiras emitidas, e o Equador, na 32ª posição, com 110 carteiras. 

Entretanto, se depender do Acre, os haitianos devem continuar liderando a nacionalidade de emissão de carteiras de trabalho em 2014. Apenas entre os dias 1° e 27 de janeiro, 1.229 pessoas daquele país entraram no estado. “Quem já está aqui vai chamando os que continuam no Haiti. É um ciclo. Isso se multiplica mais do que dengue”, diz Nilson Mourão, secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre.

Colaborou Paula Paiva Paulo, do G1, em São Paulo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Itália prossegue com trabalho para retirar corpos em Lampedusa

Mergulhadores italianos retomaram nesta terça-feira (8) o trabalho de recuperação dos corpos das vítimas do naufrágio da última quinta-feira (3) na ilha de Lampedusa.

Na noite de segunda-feira (7), dois barcos, com bandeira do Panamá e Dinamarca, resgataram mais de 400 imigrantes a 100 km da costa siciliana.

“A primeira equipe de mergulhadores acaba de retornar com quatro corpos recuperados entre os destroços da embarcação. Liberaram outros, mas ainda devem ser recuperados”, afirmou Leonardo Ricci, porta-voz da guarda costeira de Lampedusa.

Soldados italianos carregam corpos de vítimas do naufrágio neste domingo (6) em Lampedusa (Foto: Reuters)Soldados italianos carregam corpos de vítimas do naufrágio neste domingo (6) em Lampedusa (Foto: Reuters)

No total, 155 pessoas foram resgatadas com vida das quase 500, principalmente da Eritreia e Somália, que eram transportadas na embarcação. Até o momento, 235 corpos foram recuperados.

O Ministério Público de Agrigento, na Sicília, que investiga o naufrágio, emitiu uma ordem de prisão contra o tunisiano Kaled Bensalam, detido durante a chegada dos primeiros sobreviventes, acusado de homicídios múltiplos, naufrágio e apoio à imigração ilegal.

Ao mesmo tempo, o fluxo de imigrantes no Mediterrâneo não dá trégua.

Um navio de carga com bandeira panamenha, o “Begonia G.”, salvou 263 pessoas, que alegam ser sírios e palestinos, a mais de 100 km das costas sicilianas.

Outro navio, de bandeira dinamarquesa, salvou 141 imigrantes, que dizem ser sírios, incluindo 39 mulheres e 28 crianças.

Todos os resgatados foram levados para a Sicília.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Facebook é acessado no trabalho por mais gente do que Gmail nos EUA

Quase um terço dos norte-americanos acessa o Facebook durante o trabalho, segundo dados de um levantamento realizado pela firma de análise de sites Statista divulgado nesta quarta-feira (2). A rede social é visitada por mais gente até mesmo que serviços de e-mail, como o Gmail, do Google, e o Yahoo! Mail, do Yahoo!.

Enquanto 29,29% dos entrevistados disseram entrar em seu perfil no Facebook durante o expediente, uma porcentagem menor, de 24,29%, afirmaram consultar o Gmail. O serviço de correio eletrônico do Yahoo! é acessado por 22,82% dos entrevistados.

A Statista ouviu 1.021 internautas norte-americanos, que trabalhassem em período integral ou apenas parte do dia, em julho deste ano.

O YouTube é o terceiro serviço on-line que mais trabalhadores dizem acessar, citado por 14,4%, seguido do Twitter (9,89%), LinkedIn (8,33%) e Pinterest (4,8%).

Os Estados Unidos são o país com a maior comunidade de pessoas no Facebook, que já chegou a 1,2 bilhão de membros. Com a alta adesão à rede social e talvez pela quantidade de tempo gasto no site, cerca de 20% dos trabalhadores dos EUA são proibidos de acessar a rede social.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Sindicatos rebatem resposta do Qatar sobre trabalho escravo

A Confederação Internacional dos Sindicatos (CSI-ITUC) consideraram nesta terça-feira (1º) fraca e decepcionante a resposta das autoridades do Qatar em relação a acusações de trabalho escravo a nove anos do país receber a Copa do Mundo de 2022.

A entidade também criticou as condições de segurança nos canteiros de obras, avaliando em 400 por ano o número de mortes no local de trabalho. Na semana passada, a Confederação tinha afirmado que se ritmo atual for mantido, ao menos 4.000 operários imigrantes poderiam morrer antes da realização do torneio.

A denúncia de trabalho escravo havia sido feita em uma matéria publicada pelo jornal inglês ‘The Guardian’, que relatou que 44 operários nepaleses tinham morrido em 2013 em obras no Catar.

Nesta segunda-feira, o presidente do Comitê Nacional dos Direitos Humanos do Qatar, Ali Al-Marri, Al-Marri reconheceu que “havia alguns problemas, por causa da existência de mais de 44.000 empresas no país”, mas que as autoridades faziam “esforços constantes para resolvê-los” e prometeu aumentar o número de inspetores do trabalho.

Os argumento que não convenceram Sharan Burrow, secretária-geral da CSI-ITUC. ‘Os inspetores do trabalho já existem, mas não têm nenhum impacto. É necessário criar leis que protejam o direito dos trabalhadores a aderir a um sindicato, a negociar coletivamente e a recusar trabalhos perigosos. Só então inspetores poderão fazer seu trabalho’, explicou Burrow em um comunicado.

‘As leis do Qatar dão aos empregadores o controle total sobre os trabalhadores. Por isso nenhum trabalhador pode se sentir à vontade para falar livremente com um inspetor do trabalho’, acrescentou.

A Confederação também entrou com um caso na Organização Internacional do Trabalho (OIT) para denunciar o sistema de visto de trabalho imposto aos imigrantes, que, de acordo com Burrow, ‘abre a possibilidade para os empregadores de recorrer ao uso do trabalho forçado’.

A entidade avaliou que a frequência de acidentes mortais era oito vezes maior no Qatar do que em outros países com nível de riqueza semelhante.

‘Apesar de dois anos de solicitações nossas, nem a Fifa nem as autoridades catarianas tomaram uma medida sequer para garantir os direitos fundamentais inscritos no direito internacional’, lamentou Burrow.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Um em cada cinco americanos não pode acessar o Facebook no trabalho

Cerca de 20% dos trabalhadores dos Estados Unidos não podem acessar o Facebook no trabalho, de acordo com uma pesquisa do site “Statista”. A medida das empresas de bloquear redes sociais tem como objetivo aumentar a produtividade dos funcionários, segundo o estudo.

O Twitter aparece na segunda colocação de redes sociais bloqueadas, com 15,1% dos trabalhadores americanos não podendo tuitar durante o expediente. O site de vídeos YouTube aparece em terceiro com 13,7%; o Pinterest em quarto com 11,2%; e Linkedin em quinto com 9,7% dos americanos não podendo acessar a rede no trabalho.

Algumas empresas também bloqueiam serviços de e-mail como Gmail e Yahoo Mail. Mais de 9% dos trabalhadores não podem acessar estes serviços durante o trabalho.

Para o estudo, o “Statista” entrevistou mais de mil trabalhadores nos Estados Unidos.

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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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