RSS

Arquivo da tag: testes

Concea nega vetar animais em testes e dá 5 anos para validar alternativas

arte animais (Foto: Arte/G1)

Após a polêmica envolvendo o Instituto Royal no ano passado, o plenário do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) decidiu negar o banimento do uso de animais em pesquisas de cosméticos.

O órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia é o responsável por regulamentar experimentos com animais no país.

A decisão foi tomada em um pedido da organização não governamental Humane Society International (HSI). A reunião ocorreu no dia 20 de março.

O Concea negou o veto, mas acabou aprovando a substituição progressiva conforme novos métodos forem sendo aprovados, não apenas para cosméticos.

A Lei Federal 9.605/98 já prevê pena para quem realiza “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos”.

Reportagem do G1 mostrou que o Brasil não possui hoje um órgão para validar métodos alternativos, apesar de ser proibido por lei o uso de animais quando há outros meios. À época, o Concea informou que a criação era estudada.

Na reunião, o plenário do Concea decidiu publicar uma resolução normativa sobre o tema, ainda sem prazo, e criar uma Câmara Temporária para estabelecer um cronograma de implementação.

Ainda segundo o conselho, os institutos de pesquisa terão cinco anos para encerrar os testes com animais a partir da validação de cada método alternativo.

Para especialistas, a resolução é desnecessária porque a lei já prevê as alternativas como obrigatórias.

Sobre o prazo de cinco anos, o Concea divulgou nota em que afirma que o “período é necessário para que a infraestrutura laboratorial e os recursos humanos estejam adequados e capacitados para a realização dos ensaios substitutivos”.

“Os métodos alternativos devem ser executados corretamente para não colocar em risco a saúde humana, a dos próprios animais e o meio ambiente”, diz também a nota.

Segundo a HSI, é proibido testar cosméticos em animais em toda a União Europeia, Israel e Índia. Em janeiro, o Estado de São Paulo também vetou os testes.

“Ficamos decepcionados porque o Concea não respondeu diretamente nossa pergunta”, afirma Antoniana Ottoni, da HSI. “A lei existe, ela apenas não é implementada. A proibição de testes cosméticos em animais seria um grande impulsionador para o direcionamento de recursos públicos e privados para o desenvolvimento de métodos alternativos no Brasil em todos os setores”, avalia.

Pesquisas com animais
Levantamento do G1 e dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que dados sobre pesquisas com animais realizadas hoje no país ainda são escassos, desconhecidos pelo governo ou mantidos sob sigilo. Só um terço das instituições autorizadas têm suas pesquisas divulgadas oficialmente, e apenas 4% buscam alternativas a esses métodos.

Relatório do governo mostra ainda que, apesar de 230 instituições possuírem autorização para utilizar animais, apenas dez entidades buscam alternativas a esses métodos.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Campus Party 2014 será palco de testes de pagamentos com celular

Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica no Brasil, na Campus Party 2014 (Foto: Bruno Araujo/G1)Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica
no Brasil, na Campus Party 2014
(Foto: Bruno Araujo/G1)

A Telefônica anunciou nesta segunda-feira (27) que irá testar sua plataforma de pagamentos por meio do celular durante a Campus Party Brasil 2014. Os participantes do evento poderão comprar um cartão pré-pago Zuum de R$ 20, que pode ser recarregado pelo telefone, e usá-lo em estabelecimentos que aceitem cartões da bandeira MasterCard.

“A proposta é que todas as compras [na Campus] sejam feitas com o celular”, afirmou Roberto Piaza, diretor da Telefônica Digital. De acordo com o executivo, a solução visa oferecer um serviço de pagamento “principalmente para pessoas que não tem conta em banco”.

“Esse é um produto com grande alcance social porque a metade da população brasileira não tem conta em banco”, disse Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica no Brasil.

Piaza disse que a receita da Zumm vem a partir de algumas tarifas de transações. “Em um primeiro momento estamos bastante animados com a captura dos clientes e, agora, estamos numa fase de ativação desses clientes. [Queremos que] mais recursos sejam injetados na rede e negociamos com várias empresas para pagarem salários e benefícios usando o Zuum”

Atualmente, o Zuum está disponível em algumas cidades do país. A previsão da MFS, associação da Telefônica com a Mastercard, é que o serviço alcance cobertura nacional até o fim de 2014.

Música e arquivos na internet
A Telefônica aproveitou sua coletiva de imprensa na abertura da Campus Party Brasil 2014 para divulgar dois serviços anunciados recentemente: o Vivo Sync, uma plataforma de armazenamento de arquivos na nuvem, e o Vivo Música, parceria da empresa com o Napster para streaming de músicas pela internet. Ambos os serviços estão disponíveis para clientes da operadora Vivo.

A princípio, o aplicativo do Vivo Sync está disponível para dispositivos iOS, Android, Blackberry e Symbian, com lançamento em breve para Windows Phone e Firefox OS, segundo a Telefônica. O serviço oferece opções de armazenamento de 7 a 120 GB por a partir de R$ 6 ao mês.

Já o Vivo Música estará disponível por assinaturas de R$ 3 por semana, com 7 dias gratuitos de testes. De acordo com a empresa, o serviço tem 14 milhões de músicas e estará disponível para smartphones, tablets e PCs.

Serviço
Campus Party Brasil 2014
Quando: de 27 de janeiro a 2 de fevereiro
Onde: Anhembi Parque – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo/SP
Quanto: Os ingressos para participar do evento estão esgotados. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.
Horário da área gratuita: das 10h às 21h

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Operadora de telefonia inicia testes de tecnologia 4G em Macapá

Ligações de celular vão ganhar mais um número (Foto: Maiara Pires/G1)Tecnologia 4G poderá ser acessada por celulares
do Amapá (Foto: Maiara Pires/G1)

A empresa de telefonia Vivo anunciou que os testes de banda larga de tecnologia de quarta geração, também chamada de 4G, já iniciaram em Macapá. O serviço deve ser comercializado ainda no primeiro semestre de 2014. A implantação da tecnologia na capital amapaense conta com parceria da operadora Tim. A intenção é aumentar a velocidade da rede de 360 megabits por segundo para 40 mil megabits por segundo, número 130 vezes maior, segundo a empresa. Atualmente os testes da nova tecnologia estão sendo realizados em dois bairros de Macapá para depois o serviço ser levado ao restante da cidade, conforme informou a operadora Vivo.

A tecnologia pretende oferecer ainda “mais estabilidade nas ligações, com drástica redução do número de quedas e ruídos, além de maior velocidade na conexão de internet”, garantiu.

A rede de fibra ótica que coloca o Amapá no circuito de banda larga tem extensão de 300 quilômetros, interligando Jurupari, no Pará, à cidade de Macapá. O trecho faz parte do entroncamento Belém/Manaus/Macapá. 

A rota é composta por uma rede de cabos aéreos que usam como suportes torres de linhas de transmissão de energia elétrica. O acesso nas cidades são efetuados por meio de cabos subterrâneos.

Em agosto de 2013, a Vivo concluiu a rede de fibra ótica que liga Belém a Manaus, com mais de 2,1 mil quilômetros. A instalação do serviço ampliou a capacidade da rede de dois gigabits para 40 gigabits, aumentando 2.000%.

“No Amapá, onde somos líderes de mercado com 61,38%, temos 573 mil clientes no estado, e em breve, lançaremos ainda a nossa rede 4G em Macapá”, afirma o diretor regional da Vivo, Emerson Rodrigues.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Italiana cria polêmica ao postar que é favorável aos testes com animais

Uma mulher italiana que declarou em um post na internet que devia sua vida a medicamentos desenvolvidos com testes de laboratório em camundongos foi à televisão nacional para responder militantes dos direitos dos animais, que usaram as redes sociais para insultá-la.

Caterina Simonsen, de 25 anos, foi alvo de polêmica depois de postar no Facebook uma defesa sobre testes em animais. “Sem eles, eu teria morrido quando eu tinha nove anos”, escreveu ela, cuja história tem dominado os jornais italianos e reportagens de televisão.

Um ativista anti-vivissecção (ato de dissecar um animal vivo para estudar os órgãos) respondeu no Facebook “você pode morrer amanhã. Eu não sacrificaria meu peixinho dourado por você.” Outro comentou: “Se você tivesse morrido quando criança, ninguém teria dado a mínima.”

Chocada com o tom das mensagens, Caterina, que tem uma doença respiratória e precisa usar tubos de oxigênio, fez um vídeo que foi transmitido repetidamente em mídia nacional neste domingo.

“Eu quero ter um diploma para que eu possa ajudar a salvar os animais”, disse ela, falando enquanto usava uma máscara de oxigênio. Ela tem vários cães e está estudando para ser veterinária na Universidade de Bolonha.

“Recebi mensagens dizendo que a vida de 10 ratos são mais importantes do que a minha. Eu não sei em que planeta essas pessoas vivem e quem os criou”, disse ela, aos prantos. “Estou viva graças aos médicos, aos medicamentos e aos animais que tiveram que ser sacrificados.”

A mãe dela disse a um jornal italiano que recebeu mensagens de apoio no Facebook e no Twitter de todo o mundo, incluindo um de Matteo Renzi, o líder de centro-esquerda popular, amplamente esperado para ser um futuro primeiro-ministro.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Fase de testes de ‘Battlefield 4’ começa em 1º de outubro

Imagens do game "Battlefield 4", apresentado nesta segunda-feira (10) pela Microsoft, durante a feira de games E3. (Foto: Reprodução)Imagens do game “Battlefield 4”
(Foto: Reprodução)

O game “Battlefield 4”, que será lançado no dia 29 de outubro, terá uma fase de testes aberta para os jogadores a partir de 1º de outubro. De acordo com a produtora Electronic Arts, os jogadores poderão participar do teste do modo de partidas on-line do game no PC, no Xbox 360 e no PlayStation 3.

Jogadores que já tinham comprado o “Battlefield 4” em pré-venda terão acesso aos testes, recebendo um código próximo do dia 1º de outubro. O mesmo vale para quem comprou em pré-venda o game “Medal of Honor Warfighter”, lançado em 2012.

A EA disse também que muito do conteúdo obtido pelo gamer em “Battlefield 4” e em outros jogos da empresa poderão migrar para os novos videogames, o PlayStation 4 e o Xbox One, para que as campanhas possam continuar nos consoles de nova geração.

De acordo com o estúdio DICE, o jogo roda no motor gráfico Frostibite 3 (já usado em “Battlefield 3”), que apresenta cenários com texturas de alta definição, efeitos de luz e de fumaça realistas e personagens com expressões faciais convincentes e IA artificial mais realista.

Diferentementemente dos títulos anteriores, parece que o modo para um jogador de “Battlefield 4” terá um roteiro no estilo de filmes de guerra, tal qual a série “Call of Duty”, sua principal rival no mercado e que tem maior sucesso comercial do que to título da EA.

Uma novidade é que o modo de partidas on-line compartilhará os mesmos mapas da campanha para um jogador, em uma tentativa de tornar o game “um só”, segundo os executivos da produtora.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , ,

Japão começará testes para congelar subsolo de usina em outubro

Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)

O governo japonês começará em outubro a testar um sistema para congelar o subsolo em torno dos reatores da usina nuclear de Fukushima que busca reduzir os vazamentos de água contaminada para o mar, informou nesta quinta-feira (5) a emissora ‘NHK’.

O muro de gelo evitaria que a água subterrânea entrasse nos porões dos edifícios. Atualmente, cerca de 400 metros cúbicos de água penetram diariamente nas estruturas, onde se misturam com água do sistema de refrigeração dos reatores, que está muito contaminada por ter entrado em contato com o material radioativo.

Em julho, a operadora da central, a Tokyo Electric Power (Tepco), admitiu que cerca de 300 toneladas de água radioativa vão parar no oceano Pacífico diariamente.

Está previsto que os testes de viabilidade deste sistema comecem em meados do próximo mês. O plano é introduzir conduções de metal no solo até uma profundidade de 30 metros.

Uma vez enterradas as varas, cloreto de cálcio líquido a 40 graus centígrados abaixo de zero será bombeado para congelar a terra ao redor.

O teste será realizado em um solar de cerca de cem metros quadrados junto ao prédio do reator 4 para comprovar se realmente o método é capaz de bloquear a passagem de água subterrânea.

O Ministério de Indústria japonês espera terminar o teste até o final de março de 2015 e começar o processo completo de congelamento do solo imediatamente depois.

Custos
O teste terá um custo de 1,3 bilhão de ienes (quase 10 milhões de euros), enquanto o orçamento total destinado pelo Governo para este sistema é de 32 bilhões de ienes (243 milhões de euros).

Esse montante faz parte de uma verba total de 47 bilhões de ienes (357 milhões de euros) procedentes do volume público que o Governo aprovou esta semana para resolver os vazamentos em Fukushima.

Parte desse orçamento também será destinado a combater vazamentos de água radioativa detectadas no último mês nos tanques usados para armazenar o líquido usado para refrigerar os reatores.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Japão começará testes para congelar subsolo de usina em outubro

Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)Tanques de armazenamento na usina nuclear de Fukushima. (Foto: Arquivo / Kyodo News / Via AP Photo)

O governo japonês começará em outubro a testar um sistema para congelar o subsolo em torno dos reatores da usina nuclear de Fukushima que busca reduzir os vazamentos de água contaminada para o mar, informou nesta quinta-feira (5) a emissora ‘NHK’.

O muro de gelo evitaria que a água subterrânea entrasse nos porões dos edifícios. Atualmente, cerca de 400 metros cúbicos de água penetram diariamente nas estruturas, onde se misturam com água do sistema de refrigeração dos reatores, que está muito contaminada por ter entrado em contato com o material radioativo.

Em julho, a operadora da central, a Tokyo Electric Power (Tepco), admitiu que cerca de 300 toneladas de água radioativa vão parar no oceano Pacífico diariamente.

Está previsto que os testes de viabilidade deste sistema comecem em meados do próximo mês. O plano é introduzir conduções de metal no solo até uma profundidade de 30 metros.

Uma vez enterradas as varas, cloreto de cálcio líquido a 40 graus centígrados abaixo de zero será bombeado para congelar a terra ao redor.

O teste será realizado em um solar de cerca de cem metros quadrados junto ao prédio do reator 4 para comprovar se realmente o método é capaz de bloquear a passagem de água subterrânea.

O Ministério de Indústria japonês espera terminar o teste até o final de março de 2015 e começar o processo completo de congelamento do solo imediatamente depois.

Custos
O teste terá um custo de 1,3 bilhão de ienes (quase 10 milhões de euros), enquanto o orçamento total destinado pelo Governo para este sistema é de 32 bilhões de ienes (243 milhões de euros).

Esse montante faz parte de uma verba total de 47 bilhões de ienes (357 milhões de euros) procedentes do volume público que o Governo aprovou esta semana para resolver os vazamentos em Fukushima.

Parte desse orçamento também será destinado a combater vazamentos de água radioativa detectadas no último mês nos tanques usados para armazenar o líquido usado para refrigerar os reatores.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,