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Filhotes de leão passam por ‘teste de natação’ em zoológico nos EUA

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Biólogos do zoológico nacional de Smithsonian, em Washington (EUA), levaram filhotes de leão para seu primeiro “teste de natação”, e foram colocados em uma piscina da instituição.

Os quatro animais, que ainda não foram batizados e têm 10 semanas de vida, precisam passar pelo teste para que sejam avaliadas suas habilidades de nado, e os especialistas também podem identificar se os bichos podem ficar em outro habitat do zoológico.

Funcionária coloca filhote de leão em 'piscina' de zoológico durante teste de natação nos EUA (Foto: Gary Cameron/Reuters)Funcionária coloca filhote de leão em ‘piscina’ de zoológico durante teste de natação nos EUA (Foto: Gary Cameron/Reuters)Filhotes de leão passaram por 'teste de natação' no zoológico nacional de Smithsonian (Foto: Gary Cameron/Reuters)Filhotes de leão passaram por ‘teste de natação’ no zoológico nacional de Smithsonian (Foto: Gary Cameron/Reuters)Leão tenta escapar após ser colocado em piscina durante teste de nado nos EUA (Foto: Gary Cameron/Reuters)Leão tenta escapar após ser colocado em piscina durante teste de nado nos EUA (Foto: Gary Cameron/Reuters)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Crise ucraniana é teste para unidade europeia

Os próximos dias colocarão à prova a determinação e a habilidade da Europa em lidar com a crise ucraniana.

“Será um grande teste à unidade europeia pós-Guerra Fria”, resumiu um funcionário do alto escalão da União Europeia (UE).

A UE, que discute sanções contra a Rússia, advertiu Moscou das ‘consequências’ caso não participe de um diálogo sério a respeito da crise e recue suas tropas.

Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)Crise ucraniana colocará à prova a unidade europeia e a relação entre UE e Rússia (Foto: reuters)

Essa pressão deverá ser reforçada em encontros entre chanceleres europeus, nesta semana.

Até agora, a Europa fez um gesto: suspendeu as negociações de um pacto econômico com a Rússia e as facilitações para emissões de visto. Para Moscou, essas medidas causam apenas uma leve irritação.

Tanto os Estados Unidos como a UE dizem que não vão reconhecer o referendo realizado na Crimeia, em que 97% votaram pela anexação do território ucraniano à Rússia.

O presidente francês, François Hollande, alega que não reconhece o que chamou de “pseudo-consulta”; o chanceler britânico, William Hague, afirma que “chegou a hora para medidas restritivas mais duras”.

Dilemas
Embaixadores europeus em Bruxelas definiram que 21 autoridades russas (ainda
não identificadas) e ucranianas serão alvo das sanções, que incluem o congelamento de bens e restrições a viagens ao bloco.

Todas as ações, até agora cautelosas e modestas, têm a intenção de aumentar os custos de uma ação russa em território ucraniano.

Mas a verdadeira questão é se a UE está preparada para adotar sanções econômicas que afetem as exportações e os negócios russos (semelhantes, por exemplo, às sanções adotadas contra o Irã).

Isso afetaria a economia russa em um momento vulnerável: os custos de seus empréstimos estão crescendo, e acredita-se que alguns dos maiores bancos do mundo estejam reduzindo suas linhas de crédito a clientes russos.

Mas as sanções econômicas estão muito longe de acontecer. Seria necessário obter o apoio unânime dos 28 Estados-membros da UE, e muitos hesitariam em tomar tal medida.

O ministro alemão de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, advertiu que qualquer medida deve deixar abertas “possibilidades para impedir uma escalada que leve a um racha mais profundo na Europa”.

Seu par holandês agregou que “fará todo o possível para impedir sanções”, por acreditar que elas “trariam sofrimento a todos”.

O dilema se estende por toda a Europa: as sanções só serão adotadas se os países estiverem preparados para também aceitar as perdas que vierem com elas – e num momento em que muitos países ainda lutam para superar os efeitos da crise de 2008.

A cautela europeia deriva de seus próprios interesses econômicos e, até certo ponto, de sua dependência energética: 30% do gás natural da UE é de origem russa.

Ideia eurasiana
Além disso, as exportações europeias à Rússia totalizaram 123 bilhões de euros (R$ 402 bilhões). A Alemanha, em especial, tem se beneficiado de uma relação econômica com Moscou que tem sido especialmente benéfica a seu setor exportador – mais de 6 mil empresas alemãs fazem negócios com a Rússia.

Uma opção para a UE seria almejar os líderes das poderosas empresas russas Gazprom e Rosneft, ou então isolar o setor bancário do país.

Haveria retaliação, mas os ministros europeus terão de decidir se sua credibilidade política é mais importante do que seus interesses comerciais.

No início da crise, o governo alemão de Angela Merkel defendiam o caminho do diálogo, e não o da punição, e pedia a criação de um grupo de debate com a Rússia.

Até agora isso não aconteceu, e a Alemanha e o restante da UE terão de decidir como vão lidar com o presidente russo, Vladimir Putin, no futuro.

Putin sonha com uma união eurasiana – que inclua Rússia, Ucrânia, Belarus e Cazaquistão -, competindo com a influência da UE sobretudo no Leste Europeu.

Quanto à crise na Ucrânia, Putin defende a criação de um grupo internacional de apoio, mas desde que Kiev aceite a anexação da Crimeia por Moscou.

‘Nossa terra’
Os Estados Unidos e a Europa ainda tentam facilitar o diálogo entre o Kremlin e o novo governo ucraniano, mas as negociações estão cada vez mais difíceis.

Cerca de 70% dos russos estão convencidos de que a população de origem russa está sob perigo real na Ucrânia. Muitos compartilham do apego emocional de Putin à Ucrânia e acreditam que seu país precisa combater os ‘fascistas’ em Kiev.

Com isso, um meio-termo fica mais distante. E, se as tropas russas invadirem outras partes do território ucraniano, provavelmente será impossível impedir que o conflito ganhe proporções mais amplas.

Ao mesmo tempo, muitos agora admitem que a UE cometeu um erro estratégico na Ucrânia: o acordo de aproximação bilateral (cuja recusa, em novembro, pelo presidente destituído Viktor Yanukovych, desencadeou a atual crise) foi conduzido basicamente por tecnocratas.

O acordo previa tirar a Ucrânia da órbita russa. Mas, como disse uma autoridade, pedindo anonimato: “Nunca fizemos um debate substancial sobre onde achamos que é o lugar da Ucrânia” ou sobre como a Rússia reagiria.

Alguns também acham que a UE errou ao apoiar em demasia a oposição (agora no poder) ucraniana.

E a UE, que investiu pesado para construir uma Ucrânia mais democrática, agora tem de apoiar o novo governo em Kiev, cujo ministro da Defesa disse recentemente que “esta é nossa terra e não vamos sair daqui”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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EUA alertam Otan sobre teste de mísseis da Rússia, diz ‘NYT’

Os Estados Unidos informaram seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em janeiro que a Rússia fez novos testes com mísseis, gerando preocupações em relação ao cumprimento do acordo de armas assinado entre EUA e Rússia em 1987, segundo o jornal “The New York Times”.

Oficiais americanos acreditam que Moscou começou a conduzir voos-teste com mísseis a partir de 2008. Testes do tipo são proibidos pelo tratado de 1987, assinado entre Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev, que vetava o uso de mísseis de médio alcance. O acordo é visto como uma das bases para o fim da Guerra Fria.

Em maio do ano passado, Rose Gottemoeller, do Departamento de Estado americano, questionou o assunto repetidamente com oficiais russos, que responderam que investigaram o caso e o encerraram. Entretanto, funcionários da administração Obama ainda não estão prontos para determinar que os testes foram uma violação do tratado de 1987.

O Departamento está tentando achar uma forma de resolver o assunto, preservando o tratado e mantendo as portas abertas para futuros acordos para o controle de armas, segundo o jornal.

“Há um processo de revisão em andamento, e não queremos especular ou prejudicar seu resultado”, disse Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado.

Outros integrantes do governo, que pediram para não serem identificados, disseram que não há dúvidas de que os testes vão contra o tratado e afirmaram que a administração americana já demonstrou considerável paciência em relação aos russos.

Uma disputa pública com a Rússia, entretanto, poderia se tornar um novo problema irritante na já conturbada relação entre os dois países – que discordam em relação à crise na Síria, ao caso de Edward Snowden, e à crise na Ucrânia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Teste de ‘Titanfall’ no Xbox One tem inscrições abertas

Cena de 'Titanfall', novo game dos criadores de 'Call of Duty' (Foto: Divulgação/Respawn)Cena de ‘Titanfall’, novo game dos criadores de
‘Call of Duty’ (Foto: Divulgação/Respawn)

O aguardado game de tiro em primeira pessoa “Titanfall” será lançado no dia 11 de março, mas os jogadores podem tentar participar da fase de testes das partidas on-line do título do Xbox One desenvolvido pelos criadores de “Call of Duty”.

No site do game há uma seção para que os gamers possam se cadastrar para participar da fase Alpha de testes do jogo (clique aqui para acessar). Para realizar o cadastro é necessário ter uma conta no serviço Origin, da Electronic Arts.

A inscrição não garante a participação nos testes. De acordo com o estúdio Respawn, que desenvolve o jogo de tiro on-line com robôs gigantes, os selecionados receberão um e-mail confirmando a participação. Nele virá um código para download das fases que serão usadas para no teste no Xbox One e instruções de como entrar nos servidores.

Ainda não foi revelado se o game terá outros testes para o público ou em outras plataformas.

“Titanfall” é o primeiro trabalho do estúdio Respawn Entertainment, fundado pelos criadores da série “Call of Duty”. O grande destaque do game de tiro em primeira pessoa é o uso de robôs gigantes, os Titans, no campo de batalha.

Além das armas tradicionais (pistolas, metralhadoras e rifles), é possível usar em “Titanfall” canhões anti-Titans e um item eletrônico que hackeia os robôs e outros aparelhos eletrônicos. Os soldados possuem habilidades de “parkour” e podem correr pelas paredes e escalar muros mais altos.

O jogo terá versões para Xbox One, Xbox 360 e PC. Uma versão especial do controle do Xbox One baseada no jogo será lançada por US$ 65 (cerca de R$ 153). O design do joystick de “Titanfall” é baseado na carabina C-101, uma das armas do jogo.

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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Teste diferencia gêmeos e pode solucionar casos de estupro e paternidade

Mesmo gêmeos idênticos podem ser diferenciados (Foto: BBC)Mesmo gêmeos idênticos podem ser diferenciados (Foto: BBC)

Já se sabe que gêmeos idênticos não são totalmente iguais. Mas, até agora era quase impossível diferenciar o DNA destes gêmeos. Mas, um laboratório da Alemanha elaborou um novo exame de DNA que seria capaz de fazer essa diferenciação e que promete ajudar a esclarecer crimes não solucionados ou questões de paternidade.

Um exemplo de crime que pode ser resolvido com o novo teste é o caso dos estupros de seis mulheres em Marselha, sul da França, ocorridos no fim de 2012. As provas, inclusive amostras de DNA, levaram a polícia a dois suspeitos, os gêmeos idênticos Elwin e Yohan, que não tiveram os sobrenomes revelados.

As vítimas reconheceram os gêmeos, mas não conseguiram identificar qual dos dois tinha sido o estuprador. Os dois estão presos desde fevereiro de 2013; ambos se dizem inocentes e se recusam a culpar o outro.

Quando foram presos, a imprensa deu a entender que os testes para determinar qual dos gêmeos deveria ser acusado seriam caros demais. Mas isso pode mudar, com ajuda dos cientistas especializados em pesquisa de genoma no laboratório Eurofins, em Ebersberg, Alemanha.

‘O genoma humano é formado por um código alfabético de três bilhões de letras’, explicou Georg Gradl, especialista em sequenciamento genético do laboratório. ‘Se o corpo está crescendo, ou um embrião está se desenvolvendo, então todos as três bilhões de letras precisam ser copiados’. ‘Durante este processo de cópia no corpo acontecem ‘erros de digitação”, disse o cientista se referindo a pequenas mutações.

Partes de DNA
Em exames de DNA tradicionais apenas uma pequena parte do código é analisada, o suficiente para diferenciar duas pessoas consideradas normais, mas não para diferenciar gêmeos idênticos.

Gradl e sua equipe recolheram amostras de um par de gêmeos idênticos e analisaram toda a sequência de três bilhões de letras. Com isso, encontraram algumas dezenas de diferenças no DNA.

Os cientistas também analisaram o filho de um dos homens e descobriram que ele herdou cinco destas mutações do pai. Após analisar os resultados, eles afirmam que agora podem diferenciar qualquer gêmeo idêntico do outro e os filhos destes gêmeos.

A rapidez do resultado é importante nesses casos; o teste alemão leva um mês para ser concluído.

Institutos de Criminalística da Europa, América Latina e Estados Unidos já pediram ajuda à Eurofins para solucionar dez casos diferentes.

Gradl afirma que casos de estupro ou violência sexual envolvendo gêmeos são ‘mais frequentes do que nós esperávamos’. Com frequência há vestígios de sêmen e, ‘nestes casos, nós podemos diferenciar’.

A empresa não pode revelar em quais casos está trabalhando, mas Gradl admite que o caso de Marselha é ‘certamente um destes que gostaríamos de ajudar… e estamos convencidos que vamos conseguir (um resultado)’.

Crimes e paternidade
Outros crimes também poderiam se beneficiar do novo teste de DNA. Na Argentina, por exemplo, a Justiça suspendeu um julgamento para que fossem feitas mais investigações, depois que um homem acusado de estupro culpou o irmão gêmeo.

Vários casos de estupros ocorridos nos Estados Unidos também poderiam receber ajuda deste novo teste, mas também há complicações em casos ligados a tráfico de drogas.

Em 2009, em Kuala Lumpur, na Malásia, a polícia apreendeu 166 quilos de maconha e 1,7 quilo de ópio em um carro. O motorista foi preso e, ao chegar na casa para onde o carro estava indo, os policiais encontraram o gêmeo idêntico do motorista.

A polícia sabia que o primeiro, o motorista, seria o culpado, mas durante o julgamento, surgiram dúvidas sobre quem seria quem entre os gêmeos, e exames de DNA disponíveis não puderam ajudar a diferenciá-los oficialmente.

Os dois foram libertados, escapando da pena de morte que geralmente é o destino dos traficantes de drogas do país.

E não apenas crimes seriam solucionados, mas também casos de dúvida em relação a paternidade envolvendo gêmeos idênticos.

Em 2007, a Justiça do Estado americano do Missouri tentou descobrir quem era o pai do filho de Holly Marie Adams, que manteve relações sexuais com dois irmãos, gêmeos idênticos, Raymon e Richard Miller.

Como neste caso o teste de DNA tradicional foi inconclusivo, foi necessário contar apenas com os testemunhos de Holly sobre os dias exatos em que ela manteve relações com os dois, como estas datas correspondiam ao ciclo menstrual e se algum deles usou preservativo.

No final, apenas com base nestas provas, foi determinado que Raymon era o pai. Para Laura Walton-Williams, do Departamento de Ciência do Crime e Criminalística da Universidade de Staffordshire, na Grã-Bretanha, o teste de DNA da Eurofins é um grande avanço, e poderia ser usado até para descobrir se um gêmeo está envolvido no assassinato de um irmão idêntico, pois, pela primeira vez, será possível diferenciar o DNA da vítima e do suspeito.

Mas, a especialista acredita que a Justiça precisará saber se este exame foi rigorosamente testado, e se o custo poderá influenciar na decisão de usá-lo ou não. Até o momento a Eurofins não divulgou quando este exame de DNA vai custar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Em teste de sobriedade, bêbado diz que não dança como Britney Spears

Jeff MacDonald alegou que não conseguia terminar teste de sobriedade por não dançar como Britney Spears (Foto: Divulgação/ Indian River County Jail )Jeff MacDonald alegou que não conseguia terminar
teste de sobriedade por não dançar como a cantora
norte-americana Britney Spears
(Foto: Divulgação/ Indian River County Jail)

Jeff MacDonald, de 43 anos, foi preso em Vero Beach, na Flórida (EUA), após não conseguir realizar um teste de sobriedade, e alegar que o fracasso foi devido a não saber “dançar como Britney Spears”.

A polícia foi chamada por motoristas que viram o americano aparentando estar muito bêbado enquanto dirigia em uma rua da região, de acordo com o jornal “TC Palm”.

Logo que saiu do carro, os oficiais identificaram que Jeff cheirava a álcool e não conseguia conversar direito. Porém, assim que os policiais pediram para que ele andasse colocando um pé à frente do outro, MacDonald andou na direção contrária, se esforçando para manter o equilíbrio.

Em seguida, o americano se justificou pelo erro. “Não posso fazer isso. Não consigo dançar como [Britney] Spears”, afirmou o bêbado, citando a cantora pop norte-americana.

Jeff, que estava com o nível de álcool do sangue mais que duas vezes acima do limite, foi preso por dirigir embriagado e levado para a cadeia do condado de Indian River.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Teste de DNA confirma que preso no Líbano é líder de grupo da Al-Qaeda

O Líbano confirmou nesta sexta-feira (3) que um homem detido no país é o líder de um grupo militante ligado à Al Qaeda que opera no Oriente Médio.

Fontes de segurança nacional dos Estados Unidos confirmaram na terça-feira a detenção de Majid bin Muhammad al-Majid, considerado líder das Brigadas Abdullah Azzam, mas o Líbano evitou qualquer comentário sobre a identidade do homem antes de obter o resultado de teste de DNA.

“Depois da realização do teste de DNA, ficou claro que ele é o saudita procurado Majid al-Majid”, disse o Exército em nota publicada no site na internet nesta sexta.

O grupo assumiu os ataques realizados na região, que incluem o recente atentado suicida duplo na embaixada do Irã em Beirute em novembro, que deixou 23 mortos.

Em mensagens postadas no Twitter na época, o grupo ameaçou com mais ataques se o Irã não retirar suas forças da Síria.

A guerra civil cada vez mais acirrada atraiu combatentes xiitas e sunitas de países vizinhos, bem como apoio militar e econômico do Irã.

O grupo foi declarado uma organização terrorista no ano passado pelo Departamento de Estado norte-americano.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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