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Cuba rejeita inclusão em lista dos EUA de apoiadores do terrorismo

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Cuba rejeitou “energicamente” sua inclusão na lista elaborada pelos Estados Unidos sobre países patrocinadores do terrorismo, considerando-a uma manobra para justificar o embargo mantido por Washington contra a ilha, declarou a Chancelaria cubana nesta quinta-feira (1º).

No relatório “Relatório sobre Terrorismo em 2013”, divulgao nesta quarta, o país aparece junto a Irã, Sudão e Síria como “Estados que patrocinam o terrorismo”.

De acordo com a nota, publicada na imprensa local, Cuba “rejeita energicamente a manipulação de um tema tão sensível quanto o terrorismo internacional para transformá-lo em instrumento da política contra Cuba e pede que se exclua definitivamente o nosso país dessa lista espúria, unilateral e arbitrária”.

Ainda segundo o comunicado do Ministério, a inclusão de Cuba na lista de países patrocinadores do terrorismo é usada por Washington para “justificar, a qualquer custo, o bloqueio, fracassado e rejeitado por unanimidade pela comunidade internacional”. O embargo é mantido por Washington desde 1962.

Havana também rejeitou a acusação de que a ilha seja santuário de “fugitivos” da Justiça americana.

“Concedeu-se asilo a alguns desses cidadãos legitimamente, enquanto que outros cometeram delitos nos Estados Unidos, foram devidamente julgados e punidos e decidiram morar em Cuba após o cumprimento de suas sentenças”, frisou a nota oficial.

A Chancelaria disse ainda que o mesmo relatório americano reconhece que “o governo de Cuba apoiou e promoveu negociações entre as Farc e o governo da Colômbia, com o objetivo de obter um acordo de paz entre ambas as partes”.

Um das críticas feitas à ilha no documento americano é o fato de abrigar e apoiar membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O informe americano, insiste Cuba, reconhece que “não há informações de que o governo cubano tenha fornecido armamento, ou dado treinamento paramilitar a grupos terroristas” e que “membros do grupo ETA residentes em Cuba foram recebidos com a cooperação do governo espanhol”.

Na década de 1990, membros da organização separatista basca ETA foram acolhidos em Cuba, graças a um acordo entre os presidentes da época, o cubano Fidel Castro e o espanhol Felipe González.

“Cuba é um desses países que, por defender sua independência e dignidade, sofreu durante décadas as consequências de atos terroristas, organizados, financiados e executados do território dos Estados Unidos, com um saldo de 3.478 mortos”, concluiu o Ministério cubano das Relações Exteriores.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Ucraniano que quis desviar avião é investigado por ameaça de terrorismo

Homem fala com comissários de bordo depois que o avião foi forçado a descer em Istambul. (Foto: Cihan News Agency/AFP)Homem fala com comissários de bordo depois
que o avião foi forçado a descer em Istambul
(Foto: Cihan News Agency/AFP)

O ucraniano que, na sexta-feira (7), tentou desviar um avião turco em direção a Sochi é alvo de uma investigação por “ameaça de cometimento de ato terrorista”, anunciaram neste sábado (7) os serviços especiais ucranianos.

O passageiro de um voo que cobria o trajeto entre Kharkiv (Ucrânia) e Istambul tentou entrar na cabine de voo gritando “Vamos a Sochi’, onde os presidentes russo e ucraniano assistiam à abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, mas foi detido após o pouso na Turquia.

Foi aberta uma investigação por “ameaça de ato terrorista e tentativa de desvio de avião”.

“Exigia o desvio do avião para Sochi, onde estavam Putin e Yanukovytch que, segundo ele, têm as mãos manchadas de sangue”, declarou Maxime Lenko, chefe do departamento de investigação dos serviços especiais ucranianos (SBU), em uma coletiva de imprensa.

Influência política da Ucrânia
Desde janeiro, os confrontos durante manifestações violentas em Kiev deixaram ao menos quatro mortos e 500 feridos em janeiro. A oposição ucraniana considera como reféns os manifestantes detidos durante os protestos contra o governo.

O responsável pelos serviços especiais afirmou que o homem, nascido em 1969, residia em Kharkiv. “Exigia a libertação de todos os reféns na Ucrânia e ameaçava, caso isso não ocorresse, explodir o avião”, afirmou ele.

Também está sendo investigado se o homem estava embriagado, como afirmaram na sexta-feira os serviços especiais.

O cônsul-geral da Ucrânia em Istambul falou com os passageiros e transmitiu a Kiev o que haviam dito a ele. Segundo eles, a tripulação disse inicialmente ao homem que cumpriria suas exigências e a aeronave deu duas voltas antes que dois tripulantes conseguissem imobilizá-lo e o avião pousasse em Istambul, escoltado por dois caça-bombardeiros turcos.

“Sabemos que depois do pouso não foram encontrados explosivos ou armas”, acrescentou Lenko.

Interrogatório
Na Turquia, a polícia antiterrorista turca interrogava neste sábado (8) o homem. “Este indivíduo está atualmente (nas dependências) da polícia antiterrorista”, afirmou à AFP uma fonte policial, sem fornecer mais detalhes.

Os investigadores querem conhecer o motivo e se o homem contava com cúmplices na Turquia ou no exterior, informaram as redes de televisão.

O presidente do Comitê Organizador dos Jogos, Dimitri Chenychenko, afirmou neste sábado em uma coletiva de imprensa que não existiu nenhuma ameaça sobre a cerimônia de abertura dos Jogos, que ocorreu na noite de sexta-feira diante da presença do presidente russo Vladimir Putin.

“Ouvimos falar deste incidente, não houve nenhuma ameaça. Sei que as autoridades ucranianas e turcas fizeram o necessário para resolvê-lo”, explicou.

O homem comparecerá a um tribunal que ditará provavelmente prisão preventiva contra ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Reino Unido quer tirar nacionalidade de suspeitos de terrorismo

A ministra do Interior britânica, Theresa May, quer retirar a nacionalidade de cidadãos naturalizados suspeitos de delitos de terrorismo, em uma emenda ao projeto de lei de imigração que está sendo discutido.

Segundo a proposta, será retirado o passaporte dos britânicos naturalizados e cuja conduta seja “seriamente prejudicial aos interesses vitais do Reino Unido”.

A ministra do Interior já conta com o poder de tirar a cidadania britânica de quem tem dupla nacionalidade.

Mas, neste caso, poderá retirar a nacionalidade também das pessoas que se converteram em britânicos e que só contam com esta nacionalidade, o que os faria ser apátridas.

“Quem ameaça desse país coloca em perigo a todos nós (…) A cidadania é um privilégio, não um direito”, sentenciou Harper.

A emenda deixaria nas mãos dos ministros, e não dos juízes, a decisão de deportar delinquentes convictos estrangeiros.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Regime e oposição sírios discutem terrorismo em Genebra

O regime e a oposição sírios debatiam nesta quinta-feira (30) em negociações realizadas em Genebra sob os auspícios da ONU a questão do terrorismo, do qual ambas as partes se acusam mutuamente, segundo as duas delegações.

No sexto dia das negociações na presença do mediador Lakhdar Brahimi, “as duas delegações irão discutir a violência e a luta contra o terrorismo, já que esta cláusula forma parte de Genebra I”, afirmou à AFP uma fonte da oposição.

A conferência de Genebra I, cujo comunicado final foi assinado em 2012 pelas grandes potências, está na origem das negociações que as duas partes beligerantes na Síria realizam atualmente nesta cidade suíça, depois de quase três anos de uma guerra que deixou mais de 130.000 mortos e mais de nove milhões de deslocados e refugiados.

O documento prevê o fim da “violência de todas as formas” e a formação de um governo de transição, embora não mencione o futuro do presidente sírio, Bashar al-Assad.

Uma fonte próxima à delegação do regime confirmou que as discussões envolviam terrorismo e informou que os dois grupos divergem sobre esta questão.

O regime considera que a oposição e a rebelião são terroristas financiados pelo exterior e acusa, em particular, os combatentes jihadistas de semear o terror.

Já a oposição acusa o poder, apoiado, entre outros, pelo partido xiita libanês Hezbollah, de mortíferos bombardeios diários.

“A delegação da oposição preparou um enorme dossiê sobre o terrorismo do regime, apoiando-se em provas irrefutáveis e documentos”, indicou a fonte da oposição.

“Quer provar que o regime é a fonte de todo terrorismo, passando pelas armas químicas e os barris explosivos. Também vai falar do terrorismo do Hezbollah e de outras milícias pró-regime”, acrescentou.

Em agosto de 2013, centenas de pessoas morreram perto de Damasco como consequência de um ataque com armas químicas do qual Washington acusou o regime. O governo sírio negou, acusando os rebeldes, e escapou de um ataque ocidental depois que Estados Unidos e Rússia alcançaram um acordo sobre a destruição do arsenal químico sírio.

Regime ordena punição coletiva
A organização Human Rights Watch denunciou nesta quinta que o governo sírio demoliu milhares de habitações nas regiões onde a população apoia a oposição em Damasco e Hama (centro) como “punição coletiva”.

A organização acusa o poder de “riscar do mapa bairros inteiros”.

“Essas demolições ilegais fazem parte de uma longa lista de crimes cometidos pelo governo sírio”, declarou o especialista em situações de crise da HRW, Ole Solvang.

Esta organização de defesa dos direitos Humanos documentou dois casos em Hama e cinco nos arredores de Damasco entre julho de 2012 e julho de 2013, utilizando imagens por satélite.

Ela calcula que 140 hectares, o equivalente a 200 campos de futebol, foram destruídos.

A organização, com sede em Nova York, indica em seu relatório que entre os imóveis destruídos, haviam vários prédios altos, o que significa que milhares de pessoas perderam seu teto.

Em Wadi al-Joz, um bairro de Hama, as imagens de satélite mostram em abril de 2013 uma série de habitações entre duas ruas, que um mês após aparecem apenas espaços em branco.

Segundo a organização, todos os locais atingidos aderiram à rebelião, e é difícil de acreditar na justificativa do governo, segundo a qual faz parte de um plano de restruturação urbanística.

“As demolições foram supervisionadas pelo exército, muitas vezes após combates entre o governo e as forças da oposição. Em todo caso, não parece que tenha havido demolições em bairros favoráveis ao governo”, indica o documento.

Alguns habitantes afirmaram que tiveram muito pouco tempo para deixar suas casas antes das demolições e que ninguém recebeu indenização.

Para HRW, essas demolições são uma violação das leis de guerra, “porque não servem a um objetivo diretamente militar e são uma punição à população civil”.

“Aqueles que são responsáveis por essas destruições cometem crimes de guerra”, segundo o relatório.

Mais de 130.000 pessoas morreram desde o início do conflito, há quase três anos, e milhões de outras precisaram se deslocar ou procurar refúgio em países vizinhos.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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