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Deslizamento de terra no Afeganistão deixa mortos e desaparecidos

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 Pelo menos 350 pessoas morreram na província de Badakhshan, no nordeste do Afeganistão, em um deslizamento de terra nesta sexta-feira (2) causado pelas fortes chuvas, anunciou a missão da Organização das Nações Unidas no país (Unama).

“De 350 a 400 casas foram destruídas no distrito de Argo, como resultado das fortes chuvas que provocaram deslizamentos de terra”, disse Mohammad Baidaar, vice-governador da província montanhosa. O número de mortos poderá aumentar com o trabalho dos socorristas.

“Havia mais de 1.000 famílias morando no vilarejo. Um total de 2.100 pessoas –homens, mulheres e crianças– está soterrado”, disse à agência Reuters Naweed Forotan, porta-voz do governo de Badakhshan.

O deslizamento, que aconteceu após uma semana de chuva forte e num período de derretimento da neve, derrubou centenas de casas e danificou outras centenas, disse ele.

Moradores estavam tentando recuperar seus pertences após um deslizamento menor que atingiu o vilarejo. Ninguém ficou ferido no primeiro deslizamento, segundo autoridades, e o segundo aconteceu poucas horas depois.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, determinou o início imediato dos esforços de emergência, informou o governo em comunicado.

A Força Internacional da Otan no Afeganistão (Isaf) está trabalhando com o Exército afegão nas buscas por sobreviventes, informou a ONU.

Badakhshan é uma província remota do nordeste do Afeganistão, na fronteira com Tadjiquistão, China e Paquistão. “A informação que recebemos é que 600 famílias vivem no vilarejo de Aab Bareek, em Argo”, indicou o chefe da Agência de Gestão de Situações de Crise, Mohammad Daim Kakar.

Veja onde fica a região de Badakhshan
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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Disputas por posse de terra no Brasil mataram 15 índios em 2013, diz CPT

Gráfico - assassinatos em conflito agrário (Foto: G1)

Levantamento sobre mortes ocorridas no campo por consequência de conflitos agrários aponta que 34 pessoas foram assassinadas em 2013, sendo 15 delas indígenas. O número de índios mortos nessa circunstância é o maior já registrado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que desde 1985 divulga esse tipo de estatística.

A maior parte dos óbitos de índios (5) ocorreu em Roraima, com Yanomamis. Em seguida, vem a Bahia (4), onde uma disputa antiga entre fazendeiros e Tupinambás no sul do estado obrigou o governo federal a enviar a Força Nacional para conter a violência.

Mato Grosso do Sul registrou três mortes de guaranis. Amazonas, Pará, Paraná tiveram uma morte de indígena cada. As demais vítimas, um total de 19, são posseiros, sem-terras, trabalhadores rurais, pescadores e assentados.

Os dados a que o G1 teve acesso fazem parte do relatório “Conflitos no Campo Brasil 2013”, que será lançado na próxima semana. Segundo a CPT, a morosidade por parte do governo para demarcar territórios para povos nativos foi o estopim para os conflitos.

O Ministério da Justiça afirma trabalhar na instalação de mesas de negociação para alcançar um diálogo entre as partes e coibir as disputas.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) diz que processos de demarcação de terras indígenas estão em andamento e reconhece a necessidade de se criar mais territórios para os povos no Centro-Sul, Sudeste e Nordeste, onde vivem 554 mil índios.

A Secretaria de Direitos Humanos, ligada à Presidência da República, informou que 99 indígenas ameaçados de morte foram incluídos no Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, que fornece proteção especial. A lista total tem 417 nomes.

417 defensores ameaçados de morte estão em lista de proteção do governo federal; deste total, 99 são indígenas

Motivos
Os dados foram levantados por agentes da CPT distribuídos nos estados e cruzados com informações publicadas em diversos veículos de mídia. O estudo é feito desde 1985. Os conflitos, segundo o relatório, ocorrem principamente com madeireiros, mineradores, grileiros, além do próprio governo federal, com a instalação de grandes obras de infraestrutura.

O documento diz ainda que, das 15 tentativas de assassinato no campo, 10 foram com indígenas; das 241 ameaças de morte registradas pelos agentes, 34 foram direcionadas a índios e, das 143 prisões efetuadas em decorrência das disputas por terra, 36 ocorreram com indígenas.

Segundo Isolete Wichinieski, da coordenação nacional da comissão, as mortes aumentaram em consequência da demora na aprovação de novas áreas demarcadas especialmente para os índios, serviço realizado pela Funai.  “A principal garantia de sobrevivência dessas comunidades é a defesa de seu território. O governo tem que garantir”, explica.

Cleber Buzzato, secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), confirma que o não prosseguimento das demarcações de terras para os índios é um dos motivos, mas ressalta que realização de discursos inflamatórios que incitam a violência contra as populações de diversas etnias é outra causa.

Ele cobra do governo o cumprimento da Constituição e a continuidade da demarcação, com a publicação de portarias que definem onde estão os territórios. “Cria-se uma demanda na comunidade por ações políticas. Parte dessas ações se traduzem na retomada de parte de suas terras”, explica.

Novos territórios em estudo

Trabalhadores retiram gado de área ocupada por índios em MS (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)Imagem de outubro de 2013 mostra trabalhadores retirando gado de área ocupada por índios em Mato Grosso do Sul (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)

Segundo a Funai, atualmente há 426 terras indígenas regularizadas, que representam 12,2% do território nacional. Mas a maioria delas (98,75%) se encontra na Amazônia Legal, enquanto que 554.081 dos 896.917 índios existentes no Brasil, segundo o Censo do IBGE de 2010, estão nas outras regiões, que concentram 1,25% da extensão de terras indígenas demarcadas.

A fundação tem conhecimento dos conflitos envolvendo regularização fundiária, “sobretudo em áreas cujo processo de colonização é mais truncado”, e afirma que estão em andamento processos para determinar novos territórios apenas para os índios.

Atualmente há 128 estudos para criação de novas áreas indígenas e processos ainda não concluídos que destinariam 64,7 mil km² do território do país a diversas etnias indígenas.

De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, 99 índios de todo o país, ameaçados por envolvimento em conflitos relacionados à demarcação e regularização de terras, recebem proteção especial.

Eles foram incluídos no Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, que não está voltado apenas à proteção da vida e da integridade física deles, mas, segundo a SDH, foca também na articulação de medidas e ações que refletem nas causas que geram as ameaças e as situações de risco.

Entre elas está a realização de audiências públicas para a solução de conflitos, divulgação do trabalho do defensor, acompanhamento de investigações e denúncias, além da retirada provisória do defensor do seu local de atuação, em casos excepcionais.

O Ministério da Justiça informou que atualmente há mesas de negociação para conter conflitos entre índios e agricultores em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Nos próximos dias, o mesmo tipo de instrumento vai ser instalado no Rio Grando do Sul.

Bahia: um caldeirão prestes a explodir
Um dos conflitos mais acirrados em andamento acontece no Sul da Bahia, onde os Tupinambás pedem a demarcação de uma área de 480 km², localizada em Ilhéus, Una e Buerarema, que seria originalmente ocupada por eles. O local abriga 600 propriedades rurais, de agricultores que não querem deixar as suas terras e ter prejuízo com a produção.

No ano passado, quatro índios foram mortos no segundo semestre e, por conta disto, homens da Força Nacional de Segurança seguiram para evitar mais homicídios.

Novos desdobramentos foram registrados nesta quinta-feira (24), quando o cacique Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau, da comunidade indígena Tupinambá Serra do Padeiro, se entregou na sede da Polícia Federal em Brasília.

Ele teve a prisão temporária decretada pelo juiz da Vara Criminal de Una por ter sido supostamente o mandante do assassinato do produtor rural Juraci dos Santos Santana, de 44 anos. O agricultor foi morto a tiros por quatro homens no dia 10 de fevereiro deste ano. O cacique nega participação no crime e, segundo ele, decidiu se entregar em Brasília porque teme ser assassinado na cidade baiana.

Índios ocupam área de fazendas no sul da Bahia (Foto: Reprodução/TV Bahia)Índios da etnia Tupinambá ocupam área de fazendas
no sul da Bahia (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Buzzato, do CIMI, afirma que o conflito agrário na Bahia poderia ser resolvido com a publicação de uma portaria, por parte do Ministério da Justiça, que delimita a área onde os índios podem viver – o que acarretaria na retirada de qualquer não-índio, com provável indenização.

Um estudo elaborado pela Funai sobre a área (que causou divergências entre o órgão e o MJ, mas que depois foi aceito pelo ministério) norteou a elaboração da portaria que vai ser base para outros processos de demarcação pelo país, incluindo dados sobre indenizações a agricultores. No entanto, segundo o MJ, não há previsão para o documento ser publicado no Diário Oficial da União e, com isso, virar normativa no Brasil.

Ainda de acordo com o ministério, uma mesa de negociação para que índios e agricultores dialogassem foi instalada no estado, reunindo diversas lideranças, o que, segundo o governo, esfriou os ânimos até que a portaria passe a valer.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Deslizamento de terra deixa três mortos nos Estados Unidos

Vista aérea mostra os danos do deslizamento após ser retirado um pedaço de terra do lado da colina de frente ao Rio de Stillaguamish (Foto: AP/ Marcus Yam/ The Seattle Times)Vista aérea mostra os danos do deslizamento após ser retirado um pedaço de terra do lado da colina de frente ao Rio de Stillaguamish (Foto: AP/ Marcus Yam/ The Seattle Times)

Equipes de resgate trabalhavam na remoção de uma grande quantidade de lama, pedras e árvores neste domingo (23) em uma tentativa de resgatar sobreviventes após um deslizamento de terra que causou a morte de três pessoas no noroeste dos Estados Unidos.

Pelo menos oito pessoas ficaram feridas, incluindo um bebê de seis meses, quando parte de uma montanha veio abaixo devido às chuvas torrenciais que atingem a região, destruindo seis casas na comunidade rural de Oslo, nordeste de Seattle, no estado de Washington, informaram a polícia local e os bombeiros.

‘Há pessoas pedindo ajuda e estamos nisto’, disse à imprensa neste domingo Travis Hots, chefe dos bombeiros do distrito localizado no condado de Snohomish.

‘Enfrentamos em uma situação muito instável’, disse Hots.

As equipes de emergência estão utilizando câmeras de imagem térmica para ajudar nos trabalhos de resgate, informou o gabinete do xerife do condado de Snohomish em um comunicado.

Os temporais das últimas semanas foram mais intensos na região de Cascade Mountains, segundo as autoridades. A previsão indica que as condições serão melhores neste domingo, mas pancadas de chuva ainda devem ser registradas durante a semana.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Diamante brasileiro revela que interior da Terra tem reservatório de água

Amostra de diamante JUc29, procedente de Juína, no Mato Grosso, contém o mineral ringwoodite, que absorve água; formato de diamante foi esculpido por fluidos corrosivos do manto terrestre. (Foto: Richard Siemens, University of Alberta/Divulgação)Amostra de diamante JUc29, procedente de Juína, no Mato Grosso, contém o mineral ringwoodite, que absorve água; formato de diamante foi esculpido por fluidos corrosivos do manto terrestre. (Foto: Richard Siemens, University of Alberta/Divulgação)

Há 150 anos, em “Viagem ao Centro da Terra”, o escritor francês de ficção científica Júlio Verne descreveu um amplo oceano existente nas profundezas da superfície terrestre. Hoje, essa estranha e assombrosa imagem encontrou eco inesperado em um estudo científico.

Em artigo publicado na conceituada revista “Nature” nesta quarta-feira (12), cientistas disseram ter encontrado um pequeno diamante que aponta para a existência de um vasto reservatório abaixo do manto da Terra, cerca de 400 a 600 quilômetros abaixo dos nossos pés.

“Essa amostra fornece, de fato, confirmações extremamente fortes de que há pontos locais úmidos profundos na Terra nessa área”, declarou o principal autor do estudo, Graham Pearson, da Universidade de Alberta, no Canadá.

“Essa zona particular da Terra, a zona de transição, pode conter tanta água quanto todos os oceanos juntos”, explicou Pearson.

“Uma das razões, pelas quais a Terra é um planeta tão dinâmico, é a presença de água em seu interior. A água muda tudo sobre a maneira como o planeta funciona”, completou.

A prova vem de um mineral raro que absorve água chamado ringwoodite, procedente da zona de transição espremida entre as camadas superior e inferior do manto terrestre, explicam os especialistas. A análise do material revelou que a rocha contém uma quantidade significativa de moléculas de água, da ordem de 1,5% de seu peso.

O manto se situa sob a crosta terrestre, até o núcleo da Terra, a uma profundidade de 2.900 quilômetros. Entre as duas grandes partes do manto – o superior e o inferior -, encontra-se uma zona chamada de “transição”, entre 410 km e 660 km de profundidade.

O principal mineral do manto superior é a olivina. Quando a profundidade e, consequentemente, a pressão aumentam, a olivina se transforma, mudando de estado. Entre 410 km e 520 km, ela vira wadsleyite e, entre 520 km e 660 km, chega a ringwoodite, um mineral que contém água.

Essa variedade de olivina já foi encontrada em meteoritos, mas nunca oriunda da Terra, justamente por se encontrar a uma profundidade inacessível.

“Até hoje, ninguém nunca viu ringwoodite do manto da Terra, ainda que os geólogos estejam convencidos de sua existência”, destacou o geólogo Hans Keppler, da Universidade de Bayreuth, na Alemanha, no editorial publicado na “Nature”.

O mineral ringwoodite foi descoberto pela equipe de Graham Pearson quase por acaso, em 2009, quando os pesquisadores examinavam um diamante marrom sem valor comercial, de apenas três milímetros, procedente da cidade brasileira de Juína, no estado do Mato Grosso.

A amostra foi submetida à análise por espectroscopia e difração por raio-X durante vários anos até ser oficialmente confirmada como ringwoodite, tornando-se a primeira prova terrestre dessa rocha super-rara.

O grupo acredita que o diamante tenha chegado à superfície da Terra durante uma erupção vulcânica. A equipe de Graham Pearson não fala, porém, em água na forma líquida, e sim, contida nesse mineral bem particular.

Ainda falta determinar, como ressaltou Hans Keppler, se a amostra de ringwoodite analisada é representativa do conjunto da zona de transição do manto terrestre.

O nome Ringwoodite vem do geólogo australiano Ted Ringwood, segundo o qual um mineral especial criaria uma zona de transição devido às altas pressões e temperaturas nessa área.

Pearson defendeu que as implicações dessa descoberta são profundas. Se existe água, em grande volume, abaixo da crosta terrestre, isso implica um possível impacto significativo nos mecanismos dos vulcões e no movimento das placas tectônicas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Primeiro animal que migrou para terra já tinha força nos membros traseiros

 Ilustração mostra animal da espécie 'Tiktaalik roseae', que viveu há 375 milhões de anos (Foto: AFP Photo/University of Chicago/Neil Shubin) Ilustração mostra animal da espécie ‘Tiktaalik roseae’, que viveu há 375 milhões de anos (Foto: AFP Photo/University of Chicago/Neil Shubin)

Fósseis de um animal de transição entre peixes e animais terrestres com 375 milhões de anos contestam um conceito amplamente aceito da teoria da evolução de que grandes apêndices posteriores que dariam origem às patas teriam aparecido depois que os vertebrados migraram da água para a terra.

Descobertos em 2004, os fósseis bem preservados da pélvis e de parte da nadadeira pélvica do Tiktaalik roseae, que parecia um híbrido de crocodilo e peixe, indicam que as patas traseiras na verdade tiveram origem em nadadeiras posteriores, afirmaram cientistas em uma pesquisa publicada na edição online da revista científica americana “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), com datas de 13 a 17 de janeiro.

“Até então, os paleontólogos pensavam que uma transição havia sido produto de uma locomoção com duas nadadeiras nos peixes, anterior a uma locomoção ‘em quatro apêndices’ entre os tetrápodes”, explicou Neil Shubin, professor de anatomia da Universidade de Chicago, um dos principais autores da descoberta.

Segundo ele, “aparentemente esta transição teria ocorrido antes de tudo nos peixes e não entre os animais terrestres quadrúpedes”, como se supunha.

Os primeiros tetrápodes eram, de fato, animais exclusivamente aquáticos, ainda mal diferenciados dos peixes. Seus descendentes atuais são os anfíbios, as aves, os répteis e os mamíferos.

Hoje extinto, o Tiktaalik roseae tinha cabeça achatada como a de um crocodilo e dentes cortantes de um predador. Ele tinha 2,7 metros de comprimento e possuía uma morfologia muito similar à dos peixes, mas a articulação de suas nadadeiras peitorais leva a crer que este animal conseguia sustentar o peso de seu corpo.

O Tiktaalik roseae representa a espécie de transição mais conhecida entre os peixes e os tetrápodes terrestres, segundo os autores desta pesquisa.

“O Tiktaalik era uma combinação de características primitivas e avançadas. Aqui, não só suas características eram distintas, mas elas sugerem uma função avançada. Eles parecem ter usado a nadadeira de uma forma mais sugestiva do modo como um membro é usado”, explicou outro autor do estudo, Edward Daeschler, curador associado de Zoologia de Vertebrados na Academia de Ciências Naturais da Universidade de Drexel.

As primeiras análises sobre o animal foram realizadas em fósseis encontrados em 2004 no Ártico canadense, na altura da ilha de Ellesmere.

Sem dúvida alguma, as nadadeiras eram utilizadas como remos para nadar, mas poderiam também servir como patas em algumas ocasiões, explicaram os autores deste estudo.

Os trabalhos também permitiram aos cientistas fazer uma nova simulação, mostrando como o Tiktaalik se parecia e como se deslocava em seu hábitat.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Cães conseguem captar o campo magnético da Terra, diz estudo

Cães alinham o corpo com o campo magnético da Terra enquanto evacuam, diz estudo (Foto: Jenny Ricken/Universidade Duisburg-Essen/AFP)Cães alinham o corpo com o campo magnético da Terra enquanto evacuam, diz estudo (Foto: Jenny Ricken/Universidade Duisburg-Essen/AFP)

Um estudo realizado na Alemanha concluiu que os cães conseguem captar o campo magnético da Terra. É a primeira vez que essa capacidade – anteriormente já percebida em outras espécies, como em pássaros – é identificada em cachorros.

Uma curiosidade está na forma como essa sensibilidade se manifesta. Os cães alinham o corpo com o eixo norte-sul do planeta no momento em que defecam ou urinam.

A conclusão é da equipe liderada por Hynek Burda, composta por cientistas da Universidade Duisburg-Essen, na Alemanha, e da Universidade Agrária Tcheca, com sede em Praga. Ao longo de dois anos, os pesquisadores observaram 70 cães de 37 raças diferentes, e mediram o eixo dos corpos dos animais durante 1.893 evacuações e 5.582 urinações.

Com esses dados, os cientistas conseguiram as primeiras evidências de que os cães são sensíveis ao magnetismo. Essa característica é importante porque, teoricamente, pode ser utilizada para a orientação dos animais na natureza. No entanto, o atual estudo ainda não foi capaz de descobrir se os cães de fato utilizam o artifício para navegação.

“De toda forma, é uma descoberta de imenso valor para a ciência. Pois apesar de todo o conhecimento das pesquisas com pássaros, o sentido magnético dos animais ainda não é bem compreendido”, afirmou Burda, em material de divulgação da Universidade Duisburg-Essen.

A pesquisa foi publicada pela revista especializada “Frontiers in Zoology”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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STF nega suspensão de PEC que muda demarcação de terra indígena

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido para suspender o andamento de proposta de emenda à Constituição (PEC) em discussão no Congresso que tira da União e passa ao Legislativo a competência sobre demarcação de terras indígenas. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (23) no “Diário da Justiça Eletrônico”.

A PEC 215/2000 já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara no ano passado e ainda precisa passar por comissão especial antes da votação no plenário da Casa. Se aprovada pelos deputados, ainda vai ao Senado.

A Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas pediu que o Supremo suspendesse o andamento da PEC sob o argumento de que isso feriria um direito conquistado pelo Executivo na Constituição e que, caso coubesse ao Congresso demarcar terras, a pressão da bancada ruralista inviabilizaria o direito às terras indígenas no país.

Há pouco mais de um mês, Barroso recebeu um grupo de parlamentares que pediam agilidade em uma decisão.

Ao decidir negar o pedido para suspender a discussão, Barroso afirmou que não se pode interromper um debate no Congresso.

apenas em situações excepcionalíssimas se deve sustar a discussão de qualquer tema pelas Casas Legislativas”Luís Roberto Barroso,
ministro do STF

“Estando o processo legislativo em etapa inicial, inexiste perigo na demora ou risco de ineficácia de eventual decisão futura, a ponto de justificar uma intervenção imediata do Poder Judiciário. O Congresso Nacional é o espaço público por excelência para o debate das questões de interesse da sociedade, de modo que apenas em situações excepcionalíssimas se deve sustar a discussão de qualquer tema pelas Casas Legislativas.”

Barroso destacou, porém, que “não é descabida” a alegação de que poderia ficar “fragilizada” a proteção aos direitos dos índios.

O magistrado aponta ainda que há “relevantes dúvidas” quanto à validade da PEC porque, além de ela ferir direitos de minorias, como os índios, também afeta a separação de poderes, que é uma cláusula pétrea (que não pode ser modificada). Porém, segundo Barroso, é preciso deixar o próprio Congresso discutir antes de uma intervenção.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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