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União Europeia aprova termos para sanções à Rússia

Os Estados membros da União Europeia chegaram a um acordo sobre os termos a serem usados nas sanções à Rússia, as quais incluem restrições a viagens e congelamentos de bens dos responsáveis por violarem a soberania da Ucrânia, segundo um documento preliminar de sete páginas visto pela Reuters.

O texto descreve em detalhes as medidas punitivas a serem adotadas contra Moscou caso a Rússia não recolha suas forças na Crimeia e não inicie um diálogo com mediadores internacionais para tentar resolver a crise na Ucrânia.

Se aprovadas por ministros de Relações Exteriores da UE numa reunião na segunda-feira, essas serão as primeiras sanções impostas pelo bloco europeu contra a Rússia desde o final da Guerra Fria, marcando uma forte deterioração nas relações entre Moscou e o Ocidente.

“Os Estados membros devem tomar todas as medidas necessárias para impedir a entrada ou o trânsito em seus territórios de pessoas físicas responsáveis por ações que abalem ou ameacem a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia”, diz o artigo 1º do documento.

arte crimeia 05.04 (Foto: Arte/G1)

O artigo 2º determina que “todos os fundos e recursos econômicos pertencentes, mantidos ou controlados” pelos responsáveis por ações contrárias à integridade ucraniana “devem ser congelados” se estiverem dentro da UE.

O documento foi aprovado em votação simbólica, já que ninguém apresentou objeções até as 11h de quarta-feira (12) (horário de Bruxelas), segundo autoridades. As medidas devem ser formalmente adotadas na segunda-feira pelos ministros, salvo em caso de uma guinada na posição russa, o que parece improvável.

No domingo, a população da Crimeia participa de um referendo que pode levar essa península do sul da Ucrânia a se unir à Rússia.

Embora a UE já tenha definido os termos das sanções, os nomes dos afetados ainda estão por serem definidos.

Discussões sobre isso aconteceram na terça-feira numa reunião entre autoridades da Grã-Bretanha, EUA, Itália, França, Alemanha, Suíça, Japão e outros países.

“Meu entendimento é que haverá uma discussão detalhada de nomes na reunião”, disse um funcionário da UE. “Nenhuma lista definitiva foi redigida, mas estará pronta até segunda-feira.”

Funcionários europeus sugerem que o presidente russo, Vladimir Putin, e seu ministro de Relações Exteriores, Serguei Lavrov, não estarão na lista, para que os canais de comunicação sejam mantidos abertos e para que possa haver um endurecimento posterior.

Mas a lista –um anexo ao documento obtido pela Reuters– deve ter como alvo pessoas próximas a Putin nos serviços de segurança e na cúpula militar, além de parlamentares russos.

“O anexo deve também conter, quando disponível, informações necessárias para identificar as pessoas físicas e jurídicas, entidades e órgãos envolvidos”, diz o texto.

Os EUA e a UE estão coordenando a imposição de restrições e encorajaram outros países, incluindo Canadá, Japão, Turquia e Suíça, a também adotarem sanções.

Fonte G1

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Termos do mundo digital, phablet e selfie entram para o dicionário

O novo smartphone da Samsung foi revelado em evento em Nova York (Foto: Don Emmert/AFP)O novo smartphone da Samsung foi revelado
em evento em Nova York (Foto: Don Emmert/AFP)

Se você não sabe o que significam expressões como BYOD, phablet e selfie, agora é possível recorrer ao dicionário?

O tradicional dicionário britânico Oxford anunciou nesta quarta-feira (28) a inclusão destas e de outras palavras relacionadas ao mundo da tecnologia.

Segundo a empresa que edita o Oxford, apesar de as palavras só entrarem agora no dicionário, já entraram no radar bem antes. Selfie e phablet, por exemplo, chamaram a atenção antes de junho de 2012.

“A tempo, selfie surgiu primeiramente no contexto das redes sociais, mas tem atraído a atenção da mídia após Hillary Clinton aparentemente usar a palavra em uma mensagem de texto ao dono do Tumblr dedicada a uma imagem em que ela aparecia enviando torpedos”, escreveu a Oxford na nota de lançamento.

Para quem ainda não sabe, Segundo o Oxford, selfie é “uma fotografia que alguém tira de si mesmo, tipicamente feita com um smartphone ou uma webcam e publicada em um site de rede social”.

E completa com um exemplo: “Ocasionalmente, selfies são aceitáveis, mas postar uma nova imagem de si mesmo todo dia não é necessário”.

Já phablet, uma palavra criada a partir da fusão de phone e tablet, é um “smartphone que possui uma tela de tamanho intermediária entre a de um típico smartphone e a de um tablet”. O Galaxy S4, da Samsung, é o exemplar precursor da categoria.

Além dessas, a Oxford incluiu outras palavras como bitcoin, BYOD, digital detox, geek chic, hackerspace, internet of thing e MOOC. Você sabe o que significam? Veja abaixo.

Bitcoin
Uma moeda digital cujas transações podem ser feitas sem a necessidade de um banco central.

BYOD (Bring your own device)
A prática de permitir aos empregados de uma organização usar seus próprios computadores, smartphones ou qualquer outro dispositivo para trabalho.

Digital detox
Um periodo de tempo durante o qual a pessoa evita usar dispositivos eletrônicos, tanto smartphones quanto computadores, condiderando como uma oportunidade de reduzir o estresse ou focar em interações sociais no mundo físico.

Geek chic
As roupas, aparência e cultura associada a entusiastas em computação e tecnologia, considerando como um estilo ou elegante.

Hackerspace
Um lugar no qual as pessoas com interesse em computação ou tecnologia podem se reunir para trabalhar em projetos enquanto compartilham ideia, equipamentos e conhecimento.

Internet of things
Uma proposta de desenvolvimento da internet na qual objetivos do dia a dia possuem conexão à rede, permitindo a eles enviar e receber informação.

MOOC
Um curso de estudos disponibilizado na internet sem cobrança para uma grande quantidade de pessoas.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Terra entra no vermelho em termos de ‘dívida ecológica’, segundo ONG

Área desmatada localizada pelo Ibama no município de Apuí (Foto: Divulgação/Ibama)Área desmatada localizada pelo Ibama no município de Apuí: Terra já gastou, este ano, recursos naturais que deveriam ser utilizados em 1 ano para não comprometer sua reposição. (Foto: Divulgação/Ibama)

Os habitantes da Terra entraram novamente no ‘cheque especial’ em termos de ‘dívida ecológica’, depois de terem esgotado em apenas oito meses o equivalente aos recursos naturais que o planeta pode utilizar em um ano sem comprometer sua reposição, anunciou a Global Footprint Netwart.

Essa ONG calcula todos os anos o dia em que o consumo da humanidade de recursos naturais (alimentos, matérias-primas, absorção de dejetos e de CO2…) ultrapassa o que a natureza pode gerar em um ano sem reduzir seu capital.

O chamado ‘Dia da Sobrecarga’ (‘Overshoot Day’) acontece neste 20 de agosto, segundo a ONG com sede nos Estados Unidos e presente na Europa e no Japão. Até 31 de dezembro, os humanos viverão de provisões que já estão superexploradas, como no caso dos peixes, por exemplo. E também viverão em um planeta mais poluído devido ao acúmulo de CO2 na atmosfera causando o aquecimento global.

Isso aconteceu em meados de novembro dos anos 80, em outubro nos anos 90, em setembro nos anos 2000. Esta data simbólica e aproximada, que em 2012 aconteceu em 23 de agosto, é antecipada um pouco a cada ano. Isso supõe um claro sinal, segundo a ONU, do nível de vida cada vez menos sustentável dos habitantes da Terra, cada vez mais numerosos.

Limite crítico
Durante algum tempo, a Terra conseguiu suprir as necessidades dos homens sem se esgotar, mas o ‘limite crítico’ foi atingido nos anos 70 com a elevação do consumo e da população, recordou a Global Footprint Network, criada em 2003. E nossa ‘dívida ecológica’ só fez crescer desde então.

Ao ponto em que hoje precisamos de ‘um planeta e meio’ para responder de forma duradoura às necessidades dos habitantes da Terra durante um ano, enfatizou, por sua parte, a WWF, associada à operação.

Se cada pessoa no mundo vivesse como um habitante médio dos Estados Unidos, seriam necessárias quatro Terras. Se cada habitante do planeta adotasse o nível de vida de um chinês, a cifra diminuiria, mas apenas um planeta ainda não seria suficiente (1,2 Terra).

‘Hoje em dia, mais de 80% da população mundial nos países usam mais recursos que seus próprios ecossistemas podem renovar’, advertiram as duas associações.

‘Globalmente, estamos numa trajetória na qual precisaremos dos recursos de dois planetas muito antes de meados do século XXI’, advertiram os defensores do planeta.

Esta ‘dívida ecológica’ crescente é, à semelhança da dívida financeira dos países, dificilmente sustentável por mais tempo, afirmou Alessandro Galli, diretor regional da Global Footprint Network para África do Norte e Oriente Médio.

‘Os déficits ecológico e financeiro são as duas faces de uma mesma moeda. Em longo prazo, os países não podem enfrentar um deles sem se interessar pelo outro’, afirma em um comunicado.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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“É pegar ou largar”, diz Instagram em ação sobre termos de uso

O serviço de compartilhamento de fotos pediu a um tribunal na Califórnia para descartar um processo de ação coletiva iniciado por um usuário

O Instagram pediu a um tribunal para rejeitar uma ação coletiva contra as mudanças em seus termos de uso, sustentando que o requerente tinha a opção de cancelar sua conta se discordasse dos novos termos.

O serviço de compartilhamento de fotos, adquirido pelo Facebook em agosto, também disse em um documento na quarta-feira (13) que a autora Lucy Funes não alega que o Instagram já desviou seu conteúdo, mas afirma que os novos termos transferem “direitos de propriedade valiosas” para o serviço, concedendo-lhe uma licença transferível, não-exclusiva e sub-licenciável para o conteúdo que os usuários postam através do serviço Instagram.

A licença não-exclusiva não transfere a propriedade de direitos autorais para o licenciado, disse o Instagram no documento. O proprietário dos direitos autorais simplesmente permite o uso de um trabalho protegido de uma maneira particular, acrescentou.

A ação, movida em dezembro pela usuária do Instagram no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, divisão de São Francisco, acusa o Instagram de violar os direitos de propriedade de seus usuários e seus termos de serviço existentes. “Para acessar e usar o serviço grátis de compartilhamento online de fotos do Instagram, as pessoas devem aceitar ficar vinculadas pelos termos de uso”, disse a empresa.

“A autora aqui, no entanto, procura um tratamento especial: ela quer continuar usando o Instagram e utilizar este processo para reescrever os termos que regem seu uso e de outros indivíduos do serviço”, disse o documento, que argumentou que um tribunal federal não é o foro adequado para resolver tal controvérsia.

O Instagram anunciou mudanças propostas aos seus termos de serviço e política de privacidade em dezembro. Mas, diante das  preocupações de usuários sobre o possível uso indevido de seu conteúdo em anúncios, a empresa disse em 20 de dezembro que iria reverter as seções de publicidade controversas da sua nova política de privacidade e termos de serviço para a versão original, em vigor desde que a empresa lançou seu serviço, em outubro de 2010.

A nova política de privacidade e os termos de serviço entraram em vigor em 19 de janeiro. A empresa também tranquilizou os usuários dizendo que não tinha planos de vender seu conteúdo, tal como fotos.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 1 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud amadurece em solo nacional em termos de adoção e conhecimento

Estudo da Frost & Sullivan indica que 53% das empresas afirmam ter um bom conhecimento sobre o conceito, enquanto 15% declaram ter ótimo conhecimento.

19 de fevereiro de 2013 – 14h50

As empresas brasileiras estão mais familiarizadas com o conceito de cloud computing, indica estudo realizado pela Frost & Sullivan. Dos entrevistados no Brasil, 53% afirmaram ter um bom conhecimento sobre o tema, enquanto 15% declaram ter um ótimo conhecimento. 

O levantamento, realizado no País e no México, teve como objetivo analisar o grau de adoção de computação em nuvem nos próximos dois anos, em relação à infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS) e software como serviço (SaaS). 

Embora as organizações conheçam melhor o conceito, o relatório aponta que algumas questões devem ser esclarecidas e melhor explicadas para o mercado, principalmente em relação a segurança desse modelo de negócio, que ainda é considerada a principal barreira para sua adoção.

“Quando perguntamos às empresas a respeito de quem seriam os principais provedores de soluções de nuvem, concluímos que algumas tinham sido citadas pelo simples fato de possuírem um data center”, observa Bruno Tasco da Frost & Sullivan.

Ele afirma que ainda há um longo caminho a percorrer para educar o mercado e reduzir as barreiras culturais principalmente relacionadas à segurança. “Dessa maneira, as empresas têm optado por investir em nuvens privadas por receio de ter a infraestrutura compartilhada com outras companhias”, completa.

Para Tasco, 2013 será um ano que veremos cada vez mais adoções de nuvem. “Inclusive em função do fortalecimento de novos provedores, como Embratel e Oi, que tendem a investir em comunicação com o mercado para atrair novos clientes”, finaliza.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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“É pegar ou largar”, diz Instagram em ação sobre termos de uso

O serviço de compartilhamento de fotos pediu a um tribunal na Califórnia para descartar um processo de ação coletiva iniciado por um usuário

O Instagram pediu a um tribunal para rejeitar uma ação coletiva contra as mudanças em seus termos de uso, sustentando que o requerente tinha a opção de cancelar sua conta se discordasse dos novos termos.

O serviço de compartilhamento de fotos, adquirido pelo Facebook em agosto, também disse em um documento na quarta-feira (13) que a autora Lucy Funes não alega que o Instagram já desviou seu conteúdo, mas afirma que os novos termos transferem “direitos de propriedade valiosas” para o serviço, concedendo-lhe uma licença transferível, não-exclusiva e sub-licenciável para o conteúdo que os usuários postam através do serviço Instagram.

A licença não-exclusiva não transfere a propriedade de direitos autorais para o licenciado, disse o Instagram no documento. O proprietário dos direitos autorais simplesmente permite o uso de um trabalho protegido de uma maneira particular, acrescentou.

A ação, movida em dezembro pela usuária do Instagram no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia, divisão de São Francisco, acusa o Instagram de violar os direitos de propriedade de seus usuários e seus termos de serviço existentes. “Para acessar e usar o serviço grátis de compartilhamento online de fotos do Instagram, as pessoas devem aceitar ficar vinculadas pelos termos de uso”, disse a empresa.

“A autora aqui, no entanto, procura um tratamento especial: ela quer continuar usando o Instagram e utilizar este processo para reescrever os termos que regem seu uso e de outros indivíduos do serviço”, disse o documento, que argumentou que um tribunal federal não é o foro adequado para resolver tal controvérsia.

O Instagram anunciou mudanças propostas aos seus termos de serviço e política de privacidade em dezembro. Mas, diante das  preocupações de usuários sobre o possível uso indevido de seu conteúdo em anúncios, a empresa disse em 20 de dezembro que iria reverter as seções de publicidade controversas da sua nova política de privacidade e termos de serviço para a versão original, em vigor desde que a empresa lançou seu serviço, em outubro de 2010. 

A nova política de privacidade e os termos de serviço entraram em vigor em 19 de janeiro. A empresa também tranquilizou os usuários dizendo que não tinha planos de vender seu conteúdo, tal como fotos.

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Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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