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Sonho de ir do Saara à Europa termina em prostituição e tortura

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Milhares de imigrantes africanos tentam todos os anos atravessar o continente rumo à Europa. Muitas das jornadas passam por Agadez, no Níger, ao sul do Saara, de onde começa a passagem do deserto.

A rota que eles tomam é rumo à Líbia, para de lá atravessar o Mediterrâneo. Homens que conhecem bem a região cobram US$ 500 para levar pessoas até a Líbia. Mas também é preciso ter outros US$ 300 para pagar todas as propinas no caminho. Assista.

Ao chegar em Agadez, no Níger, muitas pessoas estão cheias de sonhos. Mas a vida na cidade às vezes parece um pesadelo.

Imigrantes contaram à BBC sobre suas experiências. Uma mulher vinda da Nigéria disse que seu sonho era virar enfermeira na Europa. Acabou se tornando prostituta em Agadez. Outros falam em torturas, prisões e deportações.

Mulheres que tentam imigrar para Europa acabam se prostituindo no Níger (Foto: BBC)Mulheres que tentam imigrar para Europa acabam se prostituindo no Níger (Foto: BBC)

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Exposição sobre David Bowie termina com recorde no MIS

Mostra sobre David Bowie no MIS (Foto: Ardilhes Moreira/G1)Mostra sobre David Bowie no MIS (Foto: Ardilhes Moreira/G1)

A mostra sobre David Bowie no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, foi encerrada no domingo (20) com um recorde: ela foi a exposição com a melhor média de público na história da instituição. Durante 71 dias, a mostra levou 80.190 pessoas ao museu. A média foi de 1.129 pessoas por dia.

O número absoluto alcançado pela mostra sobre Bowie é inferior ao da exposição sobre Stanley Kubrick, que teve 80.972 visitantes. Entretanto, ela ficou 79 dias em cartaz e por isso Kubrick alcançou média inferior, com 1.024 visitantes por dia.

A exposição
A retrospectiva sobre a obra de Bowie foi concebida em Londres, no Victoria and Albert Museum, onde se tornou sucesso de público e crítica. Além da capital inglesa, Toronto, no Canadá, foi a única cidade a realizar a mostra antes de São Paulo.

Artistas que influenciaram David Bowie e peças visuais que acompanharam sua música tiveram tanto peso quanto a discografia do artista inglês na exposição. A proposta foi coerente com a obra de Bowie. Traduzir a música em imagens e relacionar referências são atividades tão interessantes quanto ouvir os álbuns das quase cinco décadas de sua carreira.

O conteúdo foi apresentado sem ordem cronológica, com eixos temáticos que mostram as diferentes faces de Bowie de maneira mais instigante do que uma retrospectiva mais convencional – adjetivo que nunca se aplica ao autor de “Heroes”, “Let´s dance”, “Changes”, “Space oddity”, “Starman” e tantas outras faixas marcantes da música pop.

A definição ajuda a entender a facilidade e o desafio da exposição, cheia de elementos atraentes e icônicos, como as capas dos discos dos anos 70 e figurinos das fases Ziggy Stardust e Alladin Sane.

David Bowie e William Burroughs em foto de Terry O'Neill (Foto: Divulgação/Victoria and Albert Museum)David Bowie e William Burroughs em foto de Terry
O’Neill (Foto: Divulgação/Victoria and Albert
Museum)

Os trabalhos do artista fora da música são bem representados em um telão com trechos de sua filmografia, com destaque para “Labirinto – A magia do tempo”, de 1986, e em alguns quadros pintados por Bowie, incluindo um retrato de Iggy Pop.

Com tantos objetos e referências – arte surrealista, pop, literatura e cinema –, é difícil não se confundir. Este “caos” é característica da arte de Bowie. Desorientar o espectador é uma tarefa saudável neste caso, como no jogo de espelhos que apresenta telões com um vídeo do cantor no programa “Top of the pops”. No entanto, um manequim exatamente em frente ao telão, atrapalhando quase toda a visão, parece um excesso de despojamento da montagem.

Mesmo com os aparentes exageros, se sentir desorientado pode ser um bom sinal para o espectador da mostra – Bowie tambem transmite essa sensação na música. De recortes de jornal a cartazes de filmes, a exposição acerta em não mirar apenas a lupa em detalhes da obra e vida pessoal do cantor, e sim abrir um retrato amplo em alta definição do contexto em que as músicas foram feitas. Panoramas da viagem a Berlim dos anos 70 e do fascínio com computadores e a internet nos anos 90 são bons exemplos.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Marcha contra a austeridade termina com confrontos em Madri

Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

A marcha contra a austeridade, neste sábado (22), em Madri terminou com confrontos entre a polícia e dezenas de jovens que atiraram projéteis contra as forças de segurança, constatou um jornalista da AFP.

A polícia reagiu contra os jovens, que montaram barricadas com algumas cercas, queimaram contêineres e quebraram as vidraças de uma agência bancária, atingindo-as com cadeiras de ferro, enquanto ainda restavam centenas de manifestantes nas ruas.

Um grupo da tropa de choque foi cercado e separado do resto pelos manifestantes, que atiraram nele vários projéteis até que os policiais conseguiram se livrar do cerco e abrir caminho até seus colegas. Pelo menos um policial ficou ferido.

A resposta dos agentes foi com tiros de balas de borracha contra os manifestantes, ainda segundo a AFP.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Policiais tiveram de montar barricadas nas ruas de
Madri (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Ao mesmo tempo, alguns deles instalaram barracas de campanha em uma das principais avenidas do centro da capital espanhola, com a intenção de permanecer ali depois de dispersar a manifestação.

Anteriormente, dezenas de milhares de pessoas provenientes de todo o país marcharam pelo centro de Madri, denunciando a ‘urgência social’ que se vive na Espanha, com taxa de desemprego de 26%, e a política de austeridade exercida pelo governo espanhol.

Os manifestantes tinham se organizado nas chamadas ‘marchas da dignidade’, colunas vindas de várias regiões da Espanha, como Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura, que se reuniram neste sábado no centro da capital, algumas delas depois de passar mais de um mês atravessando o país a pé.

‘Vamos lutar!’, gritavam manifestantes concentrados na estação de Atocha, ponto de encontro de diferentes passeatas originadas em todo o país, antes do início da manifestação, que percorreu uma das principais artérias do centro da capital.

‘Nem greve, nem exílio, nem precariedade: marchas, marchas, marchas para a dignidade!’, gritavam em um alto-falante vários jovens em uma caminhonete.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Manifestantes avançam contra carro da polícia
(Foto: Pedro Armestre/ AFP)

‘Queremos trabalho. Não podemos aceitar que milhões de pessoas estejam voltando para a casa dos pais porque não podemos pagar as hipotecas’, criticou o desempregado Jorge Balbas, 24, de Burgos, norte do país, assinalando que mais da metade dos jovens espanhóis não encontram emprego.

‘Será uma maré cidadã, que encherá a capital de dignidade’, apostou pela manhã Diego Cañamero, porta-voz do Sindicato Andaluz de Trabalhadores, uma das 300 organizações participantes.

‘A ideia é unir todas as forças em um plano: ou nossas reivindicações são atendidas, ou o governo terá que arrumar as malas’, ameaçou.

Organizações de cidadãos, associações, grupos do movimento dos Indignados e categorias profissionais uniram-se à manifestação, com o objetivo de retomar o espírito de reivindicação das grandes mobilizações que ocorreram na Espanha entre 2011 e 2012.

Os organizadores anunciaram a mobilização de centenas de ônibus e quatro trens. Autoridades de Madri mobilizaram 1,7 mil policiais para evitar incidentes.

Os grupos que iam se formando ao longo do dia nos limites de Madri exibiam cartazes com reivindicações como ‘Aposentadorias justas’ e ‘Pelo direito a um teto’.

Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes em Madri, neste sábado (22) (Foto: Gerard Julien / AFP)Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes
(Foto: Gerard Julien / AFP)

A austeridade sem precedentes do governo conservador desde a sua posse, no fim de 2011, para reduzir o déficit e a dívida do país motivou duas greves gerais em 2012, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.

A mobilização perdeu força em seguida, embora estivesse sustentada, principalmente, pelos setores da educação e saúde, atingidos severamente pelos cortes anunciados em 2012, de 150 bilhões de euros ao longo de três anos.

Apesar de os espanhóis já não saírem às ruas tão maciçamente quanto há dois anos, pesquisas de opinião mostram que a austeridade é impopular, e que a maior preocupação é com o desemprego, que atinge mais de um quarto da população economicamente ativa.

‘Em 2014, nós nos encontramos em uma situação limite de emergência social, que nos convoca a dar uma resposta coletiva e maciça dos trabalhadores e da cidadania’, dizem os organizadores da passeata em seu manifesto.

‘Que nos devolvam o dinheiro roubado pelos políticos e banqueiros’, reclamava Trini Reina, 48, que veio de ônibus de Sevilha. ‘Tenho uma hipoteca e não posso pagá-la há sete meses. Este sistema está falido, e estamos pagando muito caro.’

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Primeira ação da ONU termina com centenas de civis resgatados na Síria

Centenas de civis sírios foram retirados neste domingo (9) dos bairros sitiados da cidade de Homs, apesar da violência que prejudicou a primeira operação humanitária em 20 meses nesta região devastada pela guerra. Segundo informou o governo, o número de resgatados chega a 600 pessoas, que foram retiradas de uma área que está sob controle dos rebeldes. As pessoas estavam há mais de um ano enfrentando a fome e a privação de liberdade devido aos bloqueios gerados pela guerra.

Os desalojados, principalmente mulheres, crianças e velhos, foram retirados pela ONU e o Crescente Vermelho sírio no terceiro dia de uma operação durante a qual os comboios de ajuda foram alvejados e ficaram brevemente retidos no centro velho de Homs.

“O último veículo chegou e o total é de 611 pessoas”, disse o governador de Homs, Talal al-Barazi, ao canal regional de televisão árabe Al Mayadeen, em um ponto de encontro fora da cidade, acrescentando que mais ajuda foi enviada à área rebelde.

Este esforço humanitário acontece na véspera da segunda rodada de negociações entre o regime e os rebeldes sírios sob a égide da ONU em Genebra, dez dias após uma primeira tentativa que não resultou em medidas concretas para acabar com o conflito, que já deixou mais de 136 mil mortos em quase três anos, segundo uma ONG.

Retiradas seguidas
Após a retirada na sexta-feira de um primeiro grupo de 83 civis, em cumprimento ao acordo concluído entre rebeldes e regime por intermédio da ONU, 420 civis, todos ‘mulheres, crianças e idosos’, deixaram os bairros da cidade velha de Homs (centro).

Segundo o governador da província de Homs, Talal Barazi, a operação foi dificultada por um morteiro que caiu sobre os bairros sitiados pelo exército desde junho de 2012, e que matou ‘cinco homens’, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Além disso, o Crescente Vermelho sírio anunciou a distribuição ‘de 250 pacotes de alimentos, 190 kits de higiene e remédios para doenças crônicas’, acrescentando que todos os seus funcionários e os da ONU conseguiram deixar Homs sem ferimentos. A organização não apontou nenhuma das partes em conflito como responsável pelo ataque ao comboio humanitário.

Desde sábado, as duas partes em conflito se acusam mutuamente de violar o cessar-fogo de três dias e de atacar os comboios de ajuda humanitária.

Arte entenda Síria 31/08 (Foto: Editoria de Arte / G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Discussão envolvendo teorias de Kant termina em agressão na Rússia

Dupla discutiu por causa das teorias do filósofo Immanuel Kant (Foto: Wikimedia Commons)Dupla discutiu por causa das teorias do filósofo
Immanuel Kant (Foto: Wikimedia Commons)

Uma discussão entre dois homens envolvendo as teorias do filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) terminou em agressão na Rússia.

O debate acalorado aconteceu em um supermercado na cidade de Rostov-on-Don.

Durante a discussão, segundo a imprensa local, o suspeito sacou uma pistola e disparou balas de borracha contra o rival, que precisou ser levado a um hospital.

Kant, que viveu em Königsberg, antigo nome da cidade russa de Kaliningrado, é uma figura central da filosofia moderna. Sua obra mais famosa é a “Crítica da Razão Pura”.

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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Suporte da Microsoft ao Windows Phone 8 termina em 2014

Estratégia de upgrade para uma futura versão do sistema operacional ainda não está clara. Uma possibilidade é um ciclo de atualizações anuais, como a Apple.

A Microsoft já iniciou a contagem regressiva para o fim do suporte ao Windows Phone 8 e Windows Phone 7.8, e ambos os sistemas operacionais podem ser “abandonados” já na segunda metade de 2014, de acordo com o calendário de suporte da própria Microsoft. A página mostra que a Microsoft planeja encerrar o suporte “principal” ao Windows Phone 8 em Julho de 2014, daqui a apenas 16 meses, e ao Windows Phone 7.8 em Setembro de 2014.

Sobre o cronograma a Microsoft disse que “irá disponibilizar atualizações para o sistema operacional de seu smartphone, incluindo as de segurança, por um período de 18 meses após o início do “ciclo de vida” do sistema. A distribuição das atualizações pode ser controlada pela operadora ou fabricante do aparelho”. A Microsoft não se comprometeu em atualizar todos os aparelhos compatíveis.

Se você está pensando em comprar um smartphone com Windows Phone 8 agora, atrelado a um contrato de 2 anos com uma operadora, isso significa que ao final do período você poderá ter um aparelho que não recebe mais atualizações de software. Se elas ainda forem oferecidas, podem ser intermitentes e, como disse a Microsoft “variar de acordo com o país, região ou capacidade do hardware”.

Um cenário familiar

Os primeiros a adotar o Windows Phone passaram por algo similar. No ano passado a Microsoft deixou para trás os usuários do Windows Phone 7.5, que não puderam atualizar seus aparelhos para o Windows Phone 8. Estes entusiastas tiveram de esperar pela versão 7.8, que também não oferece um caminho de upgrade para a versão mais recente do sistema operacional móvel da Microsoft.

Como a Microsoft não divulgou detalhes sobre a próxima versão do Windows Phone, não está claro se os atuais aparelhos com o Windows Phone 8 serão atualizados para o que atualmente é conhecido como “Blue”, o codinome de uma versão do sistema esperada para o final de 2013.

Parece improvável que a Microsoft irá abandonar outra geração de usuários do Windows Phone. Na transição do Windows Phone 7 para o 8 havia um novo kernel (o núcleo do sistema) que não era compatível com o hardware dos Windows Phone originais. Mas depois do lançamento do Windows Phone 8 parece que a Microsoft não precisa fazer o tipo de grandes mudanças no kernel que exigiriam o abandono de outra geração de hardware.

É provável que a Microsoft esteja apenas deixando claro por quanto tempo pretende suportar a geração de software atual, e que com a chegada do Blue no final deste ano, os usuários do Windows Phone 8 recebam uma atualização anual, similar às estratégias da Google e Apple. Ainda assim, como a Google, a Microsoft enfrenta o desafio de distribuir rapidamente a atualização aos seus usuários, devido à variedade de fabricantes e operadoras que antes precisam testar e aprovar o software.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Termina primeira fase da disputa Microsoft-Motorola sobre patentes

Julgamento em Seattle irá ajudar a estabelecer um método para o cálculo do valor dos padrões essenciais de patentes

A primeira fase de um processo de patentes entre a Microsoft e a Motorola Mobility foi concluída no estado de Washington, e o juiz agora tentará calcular o que ele acha que é uma taxa de royaltie justa para as patentes da Motorola.

O julgamento começou na terça-feira (20) e já viu os dois lados discutindo sobre o que seria um preço justo para o uso de patentes da Motorola, que são essenciais para a LAN sem fio 802.11 e padrões de vídeo H.264.

Como os dois lados não chegaram a um acordo sobre o preço, o juiz ouviu provas e o depoimento de um perito no julgamento para ajudá-lo a calcular o valor. O resultado poderia ter implicações para outras disputas envolvendo os chamados padrões essenciais de patentes.

Quando as empresas concordam em ter sua tecnologia patenteada incorporada em um padrão, são obrigadas a licenciá-la para outros em condições razoáveis e não discriminatórias.

A Microsoft entrou com o processo contra a Motorola Mobility, adquirida pelo Google, porque disse que a empresa estava pedindo demais para o uso de suas patentes. A companhia de Redmond diz que a taxa deve ser definida com base em votações sobre patentes como aquela formada em torno da MPEG LA. A Motorola diz que sua taxa é justa.

O resultado é visto como importante porque poderia estabelecer uma metodologia para o cálculo de taxas de royalties para os padrões essenciais de patentes, que poderia ser aplicado a outros casos em que elas estejam em disputa.

O julgamento, no Tribunal Distrital dos EUA em Seattle, está sendo realizada em duas partes. O primeiro foi o de determinar uma taxa justa, e a segunda será a de determinar se a Motorola violou um contrato ao cobrar demais da Microsoft.

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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