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Candidato derrotado tenta anular eleição em El Salvador

O candidato derrotado na eleição presidencial de El Salvador pediu na terça-feira (11) ao tribunal eleitoral do país centro-americano que anule a acirrada disputa, ameaçando ir à Suprema Corte se necessário.

Norman Quijano, da direitista Aliança Republicana Nacionalista (Arena), perdeu a eleição para Salvador Sánchez Ceren, da esquerdista Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) por menos de 7.000 votos, ou 0,22 ponto percentual.

Na terça-feira, cerca de 2.000 partidários de Quijano agitando bandeiras nas cores da Arena – vermelho, branco e azul – fizeram uma passeata até as barreiras que vedam o acesso ao hotel onde acontece a apuração dos votos.

“Não podemos permitir uma fraude tão escancarada”, disse Prudencia Aparicio, de 25 anos, dona de uma loja de doces.

O tribunal está agora comparando as atas das seções eleitorais com os resultados eletrônicos preliminares da noite de domingo, mas sem recontar os votos individualmente.

Na segunda-feira, o tribunal disse que o resultado é “irreversível”, mas Quijano se declarou o verdadeiro vencedor, e um prolongado impasse se prenuncia.

Fonte G1

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Cão tenta ‘salto impossível’ para alcançar galhos de árvore e vira hit

O usuário Adam Michaleski flagrou em um vídeo o cachorro do vizinho tentando fazer “saltos impossíveis” para tentar alcançar seus galhos favoritos, que foram aparados da árvore (assista ao vídeo).

Sem entender que os ramos da árvore foram retirados, restando apenas os galhos mais próximos no topo, o cão tenta de qualquer jeito pular o mais alto que pode, obviamente sem sucesso.

“Cachorro bobo, você não pode pular 9 metros”, brinca Adam ao gravar o vídeo.

A gravação fez bastante sucesso na rede, e ultrapassou 464 mil visualizações.

Cachorro tentando 'salto impossível' para alcançar galhos de árvore virou sensação na web (Foto: Reprodução/YouTube/Adam Michaleski)Cachorro tentando ‘salto impossível’ para alcançar galhos de árvore virou sensação na web (Foto: Reprodução/YouTube/Adam Michaleski)

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Mulher tenta tratar vício em internet após perder marido, emprego e peso

Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)

Quando Lucélia Cristina Paes, de 26 anos, começou a usar internet, há cerca de seis anos, não imaginava as proporções que a nova ferramenta tomaria em sua vida. Inicialmente, ela se conectava à rede somente no período da manhã, quando entrava em salas de bate-papos e em redes sociais. O tempo de conexão aumentou cada vez mais e o hábito virou doença. Hoje, a rede social de Lucélia está limitada e seus bate-papos se resumem a conversas com médicos e psicólogos da clínica de reabilitação onde a jovem está internada para tratar o vício, em Araçoiaba da Serra (SP). A doença fez a mulher perder o emprego, o marido e a saúde: Lucélia conta que foi internada com 33 quilos a menos do que tinha antes de se viciar na internet.

“Eu usava a internet para pesquisa e entrava em bate-papos, isso desde a época do Orkut. Mas, de um ano para cá, fui transformando o dia de 24 horas em 36, porque não conseguia mais me desconectar. Ficava a madrugada toda conversando com os meus amigos. Deixava de levar os meus dois filhos na escola para poder ficar na internet”, conta a jovem, que é mãe de uma menina de seis anos e um menino, de dois.

Lucélia diz que o marido, cansado de ‘disputar’ sua atenção com a internet e de sentir ciúmes com as conversas dela em salas de bate-papo – que geraram várias brigas – acabou pedindo o divórcio. “A partir daí o meu vício só aumentou, não conseguia parar de acessar a internet. Meu computador quebrou e eu comprei um celular, para poder ficar on-line de qualquer lugar”, relembra.

Por causa da dependência em ficar conectada, Lucélia tem tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)Por causa do vício em ficar conectada, Lucélia tem
tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)

Desde então, Lucélia passou a trocar o dia pela noite e até esquecia de comer. Ela trabalhava pensando na hora do intervalo, em que poderia pegar o celular que ficava guardado no armário da empresa. “Em vez de comer, eu ficava conectada. Todo o tempo livre que eu tinha durante o trabalho, eu pegava o celular.” Como o tempo livre ainda não era suficiente, Lucélia saiu do emprego para se dedicar única e exclusivamente ao vício eletrônico.

Até a filha mais velha percebeu o quanto a internet estava fazendo mal à mãe. “Minha filha chegou a falar para mim: ‘sai da internet, mamãe, me dá atenção’, mas eu não percebia que estava agindo errado.”

A internação de Lucélia na clínica em Araçoiaba da Serra, onde está há quase um mês, surgiu a partir de um pedido da mãe, que entrou em contato com a diretoria do local e pediu uma vaga para a filha. “Eu aceitei que precisava de ajuda quando vi o quanto estava gastando com a conta dos meu celulares. Teve mês que eu paguei mais de R$ 300 em uma linha e eu tinha três chips diferentes. Então, quis me tratar”, conta.

Hábito que vira doença
De acordo com a psicológa da clínica onde Lucélia está internanda, Eliete de Faria, o caso de dependência em internet é a primeira internação no local. Mas o tratamento é o mesmo do vício em entorpecentes ou álcool. “A ideia é ressocializar ela na socidade, pois a dependência a fez se afastar do mundo real e se fechar no mundo virtual.”

Durante o tratamento, previsto para durar três meses, ela vai participar de encontros em grupo e ter sessões semanais com a psicológa. O contato com o mundo virtual está totalmente descartado. “Ela precisa desenvolver o autocontrole para retornar a vida normal. Porque, lá fora, é quase impossível ela não ter contato com internet. Ela pode arrumar um trabalho que a obrigue a se conectar, mas ela precisa colocar limites nisso”, explica Eliete.

Em quase três semanas sem utilizar internet, Lucélia já consegue perceber as sequelas da dependência. “Eu não posso ver um celular ou um computador que já começo a tremer e a suar. Me dá muita vontade de pegar o celular. À noite, que era o período que eu mais usava, não consigo dormir, fico muito agitada. Não consigo me concentrar”, conta.

A psicológa diz que muitas pessoas se dizem viciadas em internet, mas é preciso diferenciar o hábito de uma doença. “A pessoa adicta deixa o vício atrapalhar no convício social dela, se recusa a ter uma vida além daquilo, deixa de comer, negligencia os cuidados básicos da sua própria vida em prol daquela dependência e deixa de sair de casa, como foi o caso da Lucélia”, afirma.

Durante as sessões com a psicológa, Lucélia tenta recuperar o auto-controle de sua própria vida (Foto: Natália de Oliveira/G1)Durante as sessões, Lucélia tenta recuperar o autocontrole (Foto: Natália de Oliveira/G1)

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Gata tenta salto e causa ‘susto em cadeia’ em seus filhotes

Uma usuária identificada como Irina Tchernokozova publicou um vídeo que mostra uma gata “assustando” todos os seus e seus oito filhotes ao não conseguir completar um salto até o parapeito de uma janela (assista ao vídeo).

Assim que cai no chão após o salto mal sucedido, ocorre uma “reação em cadeia”, e todos os gatinhos saem correndo desesperados e se escondem assustados, com alguns indo até para debaixo dos móveis com medo do barulho ocasionado pela queda.

O vídeo obteve mais de 30 mil visualizações em menos de um dia.

Filhotes se esconderam desesperados depois que mãe falhou ao saltar para janela (Foto: Reprodução/YouTube/Irina Tchernokozova)Filhotes se esconderam desesperados depois que mãe falhou ao saltar para janela (Foto: Reprodução/YouTube/Irina Tchernokozova)

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Homem tenta há 3 anos chegar ao fim do mundo de ‘Minecraft’

Homem tenta há 3 anos chegar ao fim do mundo de 'Minecraft' (Foto: Reprodução/Kurt J Mac/YouTube)Homem tenta há 3 anos chegar ao fim do mundo
de ‘Minecraft’ (Foto: Reprodução/Kurt J Mac
/YouTube)

Um homem está tentando há 3 anos chegar ao fim do mundo do game “Minecraft”, game com mundo baseado em blocos gerado aleatoriamente em que os jogadores podem criar o que desejarem, caminhando diariamente e registrando a jornada em vídeos (clique aqui para assistir).

Existe uma região no game chamada “Far Lands” (terras distantes, em tradução), em que o código do game que cria os mundos aleatórios, começa a falhar, apresentando criações estranhas. É para lá que Kurt J. Mac se dirige, em uma caminhada que começou em 2011.

A área foi removida do game em atualizações recentes, mas Mac não realizou o “update”, o que permite continuar caminhando em direção ao fim do mundo. De acordo com a Mojang, que desenvolve o título, o fim do mundo de “Minecraft” está a 12 mil quilômetros de distância do ponto que o jogador começa no game. Segundo Mac, em três anos ele conseguiu caminhar 700 quilômetros em direção ao fim do mundo.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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México tenta ‘blindar’ estados vizinhos a Michoacán contra violência

Integrandes de grupo de autodefesa na entrada da comunidade de Paracuaro, no México (Foto: Enrique Castro/ AFP)Integrantes de grupo de autodefesa na comunidade
de Paracuaro, no México (Foto: Enrique Castro/ AFP)

As autoridades federais do México e vários governadores concordaram nesta segunda-feira (20) em estabelecer uma ‘blindagem’ nas regiões do centro e do oeste do país devido a um potencial transbordamento da violência no estado de Michoacán, informou uma fonte oficial.

No encontro, liderado pelo ministro de governo (Interior), Miguel Ángel Osorio, “foram feitos acordos para realizar ações conjuntas de prevenção e proteção para a população dessas entidades federativas” diante dos efeitos que podem ser gerados pelas ações de segurança em Michoacán, indicou a instituição.

O governador de Hidalgo, Francisco Olvera, declarou a uma emissora de rádio que a onda de violência em Michoacán afeta todos os estados porque “gera um clima de incerteza” que põe em evidência as instituições públicas.

No entanto, Olvera esclareceu que ainda não pôde sentir a presença dos criminosos de Michoacán em seu estado, depois que o Governo Federal lançou na semana passada uma operação para restabelecer a ordem na região de Tierra Caliente, o que poderia causar a fuga de criminosos para os estados vizinhos.

Olvera fez suas declarações depois que grupos armados atacaram cinco lojas da rede Oxxo e incendiaram três delas, nos estados do México e Hidalgo (centro), deixando pelo menos dois feridos.

Por outro lado, o secretário-executivo do Sistema Nacional de Segurança Pública, Monte Alejandro Rubido, garantiu que ocorreram “avanços significativos” na operação em Michoacán, e detalhou que até agora há 46 presos somente nos 27 municípios da zona sul do estado onde operam as forças federais.

“Fomos muito bem recebidos pela sociedade em toda a região de Tierra Caliente”, afirmou.

Já o governador de Michoacán, Fausto Vallejo, informou que a partir desta terça-feira (21) vai despachar da cidade de Apatzingán para atender de perto aos programas sociais e de investimentos para a Tierra Caliente, e anunciou Rubén Pérez Gallardo como comissário do governo estadual para os assuntos da região.

Apatzingán é considerada há anos o principal reduto do cartel dos “Cavaleiros Templários”, embora seu poder se estenda por toda a região de Tierra Caliente, onde em fevereiro de 2013 surgiram várias milícias de civis armados para lutar contra essa organização criminosa.

Além de produzir e traficar drogas para os Estados Unidos, os “templários” são acusados de crimes como extorsão, sequestro e homicídio.

Uma milícia de autodefesa surgiu em Michoacán para combater os “Cavaleiros Templários”.

Membros de grupo civil de autodefesa fazem barricada em Las Yeguas, no estado de Michoacán, no México. (Foto: Eduardo Verdugo/AP)Membros de grupo civil de autodefesa fazem barricada em Las Yeguas, no estado de Michoacán, no México. (Foto: Eduardo Verdugo/AP)Pessoas cercam um comboio da Polícia Federal a caminho da comunidade de Apatzingan, no Estado de Michoacán, no México. (Foto: Alfredo Estrella/AFP)Pessoas cercam um comboio da Polícia Federal a caminho da comunidade de Apatzingan, no Estado de Michoacán, no México. (Foto: Alfredo Estrella/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Demitido por não cortar água, ‘Robin Hood’ francês tenta reaver emprego

Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)Homem foi desligado de empresa ao se recusar a interromper fornecimento de água a clientes devedores (Foto: AP)

Um francês, demitido por ter se recusado a cortar a água de famílias pobres que não pagavam as contas, tenta reaver seu emprego na Justiça.

Marc, cujo sobrenome não foi revelado pela imprensa, trabalhou durante 20 anos na filial de gestão de águas da multinacional francesa Veolia, que fatura mais de 29 bilhões de euros e emprega 318 mil pessoas em 48 países do mundo.

O homem trabalhava no serviço de cobranças na unidade do grupo em Avignon, no sul da França, e era encarregado de cortar o fornecimento de água de clientes devedores.

Mas, desde 2006, ele se recusava a cumprir a tarefa, apesar das inúmeras advertências da direção da empresa.

Na carta de demissão de Marc, a empresa justifica o desligamento pela ‘recusa da realização dos fechamentos do sistema de água decorrentes do não pagamento das contas’.

‘Em algumas das casas, a geladeira estava vazia, não havia nada para comer. Sou antes de tudo humano’, disse Marc à rádio France Bleu Vaucluse.

‘Eu tentava negociar com essas pessoas, propondo dividir os valores em várias prestações, orientá-las, elas não eram maus pagadores’, declarou Marc, que afirma ter solicitado à empresa inúmeras vezes sua transferência a um outro serviço do grupo.

‘Há anos eu pedia para mudar de função. Não é fácil ir à casa das pessoas para cobrar dinheiro. Muitas vezes fui insultado’, diz o ex-funcionário.

A Veolia alega que o não cumprimento das ordens para cortar o fornecimento de água causava problemas à organização da empresa, já que outros empregados tinham de realizar a tarefa no seu lugar.

‘Na sua ficha, estava escrito que ele tinha essa missão. Nós somos uma empresa com regras. Os funcionários não escolhem as tarefas que eles têm vontade de realizar’, afirmou um responsável regional da Veolia.

A empresa afirma que os cortes de água diziam respeito aos ‘maus pagadores’. Segundo um porta-voz da companhia, ‘as pessoas desfavorecidas são da alçada dos serviços sociais, que podem assumir uma parte ou o montante total das contas não pagas’.

Quando era possível, Marc instalava no relógio de água um sistema que diminuía a força de vazão, mas permitia ao usuário manter o fornecimento, com um volume de água reduzido.

O ex-funcionário afirma que desde 2009 houve mudanças na política da empresa em relação aos clientes devedores e que o corte total de água passou a ser exigido de forma sistemática.

Segundo o jornal regional ‘Midi Libri’, 1 mil famílias na região de Avignon teriam sido beneficiadas pela decisão do funcionário de não cortar o fornecimento de água.

Apoio
O ex-funcionário ganhou o apoio de sindicatos e de moradores de Avignon.

‘A água é um bem universal. Marc se recusava simplesmente a cortar a água de pessoas desfavorecidas. Algumas não tinham mais móveis nem comida em casa’, diz Thierry Lapoirie, secretário-geral da unidade regional do sindicato CGT.

Uma petição intitulada ‘Demitido pelo direito à água’, lançada pelo sindicato na internet, recolheu 7 mil assinaturas.

O julgamento de sua demissão e seu pedido para ser reintegrado a outro serviço da companhia deveria ter ocorrido nesta quinta-feira, mas a decisão foi adiada para março.

Dezenas de pessoas com cartazes se reuniram nesta quinta-feira em frente ao tribunal do Trabalho de Avignon para apoiar o ex-funcionário e protestar contra sua demissão e os ‘cortes de água selvagens’.

‘Esse senhor é muito corajoso. Temos o direito de nos revoltar contra a sua demissão. A água não é uma mercadoria’, afirmou Marie-Helène, uma das manifestantes, ao jornal ‘Midi Libre’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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