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Explosão de dados requer revisão de modelo adotado pelas teles

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Segundo Amdocs, operadoras só conseguirão lidar com o crescimento do tráfego caso invistam no gerenciamento e na tarifação do consumo.

06 de fevereiro de 2012 – 10h38

A Amdocs é a maior provedora de TI para companhias de telefonia. Elas são suas clientes e, portanto, a repassam suas dificuldades na esperança de que esta encontre uma forma de solucioná-las. Por isso, a empresa tem coisas interessantes para falar sobre as perspectivas do mercado.

Também não é a toa que esteja abrindo um novo centro de desenvolvimento em São Carlos – já possui um na cidade de São Paulo. Embora o País tenha alcançado índice de mais de um celular por habitante, o setor ainda possui larga margem de crescimento, principalmente por conta da Internet 3G, que avançou 130% ano passado, mas que não chegou nem a um quarto da população.

“Atualmente há, quatro pontos principais para a região”, listou Nelson Wang, vice-presidente da Amdocs Brasil.  “Gerar novas receitas com o 4G – cujo leilão de frequências ocorrerá em abril – integrar sistemas, atualizá-los, e modernizar a infraestrutura de rede, atendimento e tarifação (BBS/OSS)”.

Wang destaca que o tempo é curto, pois a Copa do Mundo e a Olimpíada farão com que as provedoras enfrentem picos de tráfego nunca antes vistos. Por mais que muito se fale sobre estradas, aeroportos e hotéis, o segmento de telecomunicações é um dos que mais exigem atenção.

Modelo defasado
O investimento, no entanto, será precioso para os anos subsequentes – o tão falado legado. Se há uma preocupação que atinge todas as operadoras, esta diz respeito à explosão do consumo de dados: o tráfego de informações cresce acentuadamente ano após ano, enquanto que a arrecadação das companhias de telecom avança a pequenos passos.

Segundo informações divulgadas pelos institutos Gartner, Ovum, Informa e Yankee Group, a renda das empresas do setor aumentará 10,7% entre 2010 e 2014. Por outro lado, a troca de dados chegará em 2015 aos 86,5 Exabytes mensais – alta de 324% em relação aos 20 Exabytes de 2010.

Nesse sentido, Wang é taxativo: “o modelo atual não suporta tamanha demanda”. Segundo ele, será preciso melhorar bastante o gerenciamento e a personalização, eliminando o consumo inútil. Se a Internet compreender cada usuário, por exemplo, ele conseguirá encontrar o que procura com a metade cliques, reduzindo o tráfego gerado.

Há ainda um agravante. A geração Z – os nativos digitais, nascidos a partir da segunda metade da década 90 – está crescendo e se multiplicando, e seus membros são bem mais exigentes em termos de banda. Segundo a agência de publicidade Arieso, apenas 10% dos usuários móveis respondem por 90% do tráfego global, mas, à medida que o número de pessoas “naturalmente” familiarizadas com a tecnologia aumente, a quantidade de heavy users também aumentará. Caberá às operadoras encontrar uma forma de lidar com eles – e com todos os outros.

Leia mais: Dos baby boomers às gerações X e Y

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Publicado por em 2 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Amdocs quer acelerar ingresso das teles em dispositivos conectados

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Empresa traz ao Brasil soluções que ajudam na ampliação de novas fontes de receitas e rentabilidade. Centro de Operações em São Carlos está em andamento.

02 de fevereiro de 2012 – 17h08

Vencer o mundo conectado é a proposta da provedora de software para o setor de telecom Amdocs às operadoras por meio de dois lançamentos no mercado nacional: M2M e Connected Home. Com faturamento global de 807 milhões de dólares, registrados no último trimestre de 2011, a empresa obteve incremento de 4,1%, referente ao mesmo período do ano anterior e pretende manter a trajetória de crescimento, balizada também nas novas soluções. Estas, que, segundo a companhia, prometem ajudar as teles a ampliar a geração de novas fontes de receita e a aumentar o faturamento médio por usuário, abrindo portas no emergente mercado de dispositivos conectados.

O Connected Home, baseado na nuvem, que traz o conceito de “casa inteligente”, em que os dispositivos podem estar conectados e integrados a sistemas de suporte comercial e operacional da operadora, já havia sido apresentado pela empresa em maio do ano passado no InTouch – evento organizado pela Amdocs, em Miami.
O objetivo da companhia com o modelo é facilitar e popularizar a automação residencial, proporcionando às operadoras acrescentar a tecnologia a seus portfólios, oferecendo planos que possibilitem a customização de pacotes, de acordo com a necessidade de cada usuário.

Nelson Wang, vice-presidente da Amdocs Brasil, acredita que o grande desafio das operadoras é atender à demanda galopante de um mundo conectado e os lançamentos irão contribuir para minimizá-lo. Apesar de a solução já estar disponível no Brasil, Wang diz que as negociações com duas importantes operadoras estão em fase de finalização e por isso prevê que o usuário final somente possa desfrutar das facilidades inovadoras por aqui a partir do segundo semestre deste ano.

Os executivos não puderam revelar os nomes das teles, em razão da fase de assinatura de contratos. Contudo, no ano passado, durante o InTouch, em Miami, Edson Paiva, diretor de Vendas para a América Latina da Amdocs, confirmou à reportagem da Computerworld Brasil que “das duas, uma: a própria Telefônica ou a Embratel”, que não confirmaram a informação.

Mas o pulo do gato da solução da Amdocs apontado por Paiva é que ela integra todas as verticais de mercado e caso seja necessário pode oferecer a infraestrutura de cloud por meio de dois data centers próprios nos EUA.
A solução M2M, outra aposta, é pré-configurada e, segundo a Amdocs, é voltada para as operadoras apoiarem empresas parceiras que ofereçam aplicativos M2M, como carros conectados, eReaders, medidores inteligentes de serviços públicos e caixas eletrônicos (ATM).

Neste ano, em que comemora 30 anos de atuação, 15 deles também no Brasil, a Amdocs anuncia que está construindo um Centro de Operações em São Carlos. A previsão é que fique pronto em um ano. A empresa não divulgou detalhes da iniciativa, mas diz ser o segundo centro da empresa na América Latina. O primeiro está localizado também em São Paulo, contudo, não realiza gerenciamento de operações, contando para isso com suporte global. O centro de São Carlos vai suprir essa particularidade, contudo não eliminará o suporte global.

“Escolhemos São Carlos para abrigar o novo centro, em razão de ser uma região que oferece alto nível de qualidade de vida e também por abrigar universidades de ponta, favorecendo o recrutamento de profissionais qualificados”, diz Wang. “Em breve daremos notícias”, promete.

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Publicado por em 18 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Amdocs quer acelerar ingresso das teles em dispositivos conectados

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Empresa traz ao Brasil soluções que ajudam na ampliação de novas fontes de receitas e rentabilidade. Centro de Operações em São Carlos está em andamento.

02 de fevereiro de 2012 – 17h08

Vencer o mundo conectado é a proposta da provedora de software para o setor de telecom Amdocs às operadoras por meio de dois lançamentos no mercado nacional: M2M e Connected Home. Com faturamento global de 807 milhões de dólares, registrados no último trimestre de 2011, a empresa obteve incremento de 4,1%, referente ao mesmo período do ano anterior e pretende manter a trajetória de crescimento, balizada também nas novas soluções. Estas, que, segundo a companhia, prometem ajudar as teles a ampliar a geração de novas fontes de receita e a aumentar o faturamento médio por usuário, abrindo portas no emergente mercado de dispositivos conectados.

O Connected Home, baseado na nuvem, que traz o conceito de “casa inteligente”, em que os dispositivos podem estar conectados e integrados a sistemas de suporte comercial e operacional da operadora, já havia sido apresentado pela empresa em maio do ano passado no InTouch – evento organizado pela Amdocs, em Miami.
O objetivo da companhia com o modelo é facilitar e popularizar a automação residencial, proporcionando às operadoras acrescentar a tecnologia a seus portfólios, oferecendo planos que possibilitem a customização de pacotes, de acordo com a necessidade de cada usuário.

Nelson Wang, vice-presidente da Amdocs Brasil, acredita que o grande desafio das operadoras é atender à demanda galopante de um mundo conectado e os lançamentos irão contribuir para minimizá-lo. Apesar de a solução já estar disponível no Brasil, Wang diz que as negociações com duas importantes operadoras estão em fase de finalização e por isso prevê que o usuário final somente possa desfrutar das facilidades inovadoras por aqui a partir do segundo semestre deste ano.

Os executivos não puderam revelar os nomes das teles, em razão da fase de assinatura de contratos. Contudo, no ano passado, durante o InTouch, em Miami, Edson Paiva, diretor de Vendas para a América Latina da Amdocs, confirmou à reportagem da Computerworld Brasil que “das duas, uma: a própria Telefônica ou a Embratel”, que não confirmaram a informação.

Mas o pulo do gato da solução da Amdocs apontado por Paiva é que ela integra todas as verticais de mercado e caso seja necessário pode oferecer a infraestrutura de cloud por meio de dois data centers próprios nos EUA.
A solução M2M, outra aposta, é pré-configurada e, segundo a Amdocs, é voltada para as operadoras apoiarem empresas parceiras que ofereçam aplicativos M2M, como carros conectados, eReaders, medidores inteligentes de serviços públicos  e caixas eletrônicos (ATM).

Neste ano, em que comemora 30 anos de atuação, 15 deles também no Brasil, a Amdocs anuncia que está construindo um Centro de Operações em São Carlos. A previsão é que fique pronto em um ano. A empresa não divulgou detalhes da iniciativa, mas diz ser o segundo centro da empresa na América Latina. O primeiro está localizado também em São Paulo, contudo, não realiza gerenciamento de operações, contando para isso com suporte global. O centro de São Carlos vai suprir essa particularidade, contudo não eliminará o suporte global.

“Escolhemos São Carlos para abrigar o novo centro, em razão de ser uma região que oferece alto nível de qualidade de vida e também por abrigar universidades de ponta, favorecendo o recrutamento de profissionais qualificados”, diz Wang. “Em breve daremos notícias”, promete.

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Publicado por em 15 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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Teles defendem mudanças em edital de leilão para 4G

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Setor é contra venda da faixa 2,5 GHz atrelada à de 450 MHz e quer meta de 4G apenas para as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.

As teles pediram alteração da proposta do edital para licitação da frequência de 2,5 GHz, que será adotada no Brasil para prestação dos serviços de 4G baseados no padrão Long Term Evolution (LTE). A propota da foi debatida em auduência pública promovida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na manhã desta terça-feira (31/01), em Brasília (DF). Na ocaisão, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) se manifestou contra o regulamento e sugeriu que o leilão desvincule essa faixa da de 450 MHz. 

O SindiTelebrasil argumenta que as faixas de 2,5 GHz e de 450 MHz possuem características e finalidades distintas. Segundo a associação, o regulamento tem outros dois pontos críticos: compromissos de abrangência inadequados às características da faixa de 2,5 GHz e a não destinação da faixa de 700 MHz para os serviços móveis.

Outro argumento do sindicato ressaltou é de que a tecnologia disponível para uso na subfaixa de 450 MHz não é indicada para o caso brasileiro, pois não há sinergia com as demais tecnologias em operação. Essa essa faixa, segundo a entidade, tem menor capacidade para transmissão de dados, pouca escala de produção e evolução incerta.

A subfaixa de 2,5 GHz, pelas suas características técnicas e funcionais, é ideal para atender às necessidades de capacidade de dados e não de cobertura, informa o sindicato. Assim sendo, as metas de cobertura previstas no edital, para o uso dessa frequência, exigirão altos níveis de novos investimentos que deverão ser feitos sem que ainda tenha ocorrido a amortização do capital aplicado para o atendimento do edital de 3G.

Mudanças propostas

O SindiTelebrasil ressaltou que as características técnicas e funcionais da tecnologia LTE em 700 MHz, que combina cobertura e capacidade de forma efetiva, fazem com que o uso dessa subfaixa se apresente como uma alternativa disponível e viável para o atendimento de áreas com alta e baixa densidade econômica e de áreas rurais. Essa solução é compatível tanto com as redes 3G existentes quanto com as futuras que utilizarão as frequências de 2,5 GHz.

A entidade sugeriu a desvinculação das faixas de 450 MHz e de 2,5 GHz e solicitou a fixação de metas de cobertura do serviço de 4G apenas para a as cidades-sede e sub-sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. Evidenciou também a importância de que sejam estabelecidos mecanismos para cobertura e atendimento de áreas rurais e remotas, com recursos públicos, especialmente os de fundos setoriais de telecomunicações.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2012 em Tecnologia

 

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