RSS

Arquivo da tag: Teles

Facebook vai mostrar fotos de torcedores em telões do Maracanã

Um dos painéis eletrônicos do estádio do Maracanã. (Foto: Reprodução/Facebook)Um dos painéis eletrônicos do estádio do Maracanã. (Foto: Reprodução/Facebook)

Os torcedores poderão ter suas mensagens e fotos que forem postadas em redes sociais exibidas nos telões no estádio do Maracanã durante o clássico Flamengo x Fluminense, que acontece neste domingo (11).

Mulheres posam no São Paulo Fashion Week em frente ao 'Instastop', máquina utilizada para captar selfies e postar no Instagram. (Foto: Divulgação/Facebook)Mulheres posam no São Paulo Fashion Week em
frente ao ‘Instastop’, máquina utilizada para captar
selfies e postar no Instagram. (Foto: Divulgação/
Facebook)

As imagens serão mostradas pelos telões todas as vezes que os fãs de futebol as compartilharem no Facebook ou no Instagram usando a hashtag #tonomaraca.

Até os jogadores entrarão na brincadeira. Nos bastidores do estádio serão instaladas três “instastops”, equipamentos prontos para captar selfies e postar na rede social de fotos.

A engenhoca consiste em um tablet posicionado em um pedestal para que as pessoas tirem fotos e possam postá-la no Instagram.

O Facebook já levou os “instastops” ao São Paulo Fashion Week e ao Fashion Rio.

A ação é fruto de uma parceria entre Facebook e a administração do Maracanã. Segundo a rede social, é a primeira vez que um estádio brasileiro mostrará imagens de internautas em seu sistema interno de imagens.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Teles devem investir R$ 18 bi no Brasil nos próximos 3 anos, estima ministro

Para que o setor possa alcançar esse valor, Ministério das Comunicações anunciou desoneração de R$ 6 bilhões com isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI para fabricação nacional de equipamentos para rede.

O governo vai promover desonerações de impostos da ordem de 6 bilhões de reais até 2016, visando a estimular a expansão das telecomunicações no País, com prioridade para aquisição de equipamentos produzidos e desenvolvidos no Brasil.  Em contrapartida, as empresas do setor deverão investir, nos próximos 3 anos, em projetos de infraestrutura cerca de 18 bilhões de reais, segundo estimativa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O Diário Oficial da União de amanhã (13/03) vai publicar portaria com as normas a que as empresas terão que se submeter para se beneficiar de desonerações de PIS/Pasep, Cofins e IPI. 

A expectativa do secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, é de que em 2016 as empresas de telecomunicações já estejam preparadas para operar com a tecnologia 4G.

O ministro Paulo Bernardo disse em entrevista, depois de assinar portaria que autoriza as desonerações, que espera adesão maciça das empresas do setor para os projetos de expansão de telecomunicações. 

Ele avalia que elas retardaram seus investimentos na expectativa da decisão anunciada hoje, que foi postergada depois que o Tribunal de Contas da União publicou acórdão fazendo considerações sobre a perda de receita com as desonerações.

O ministro prevê que os empresários, agora, deverão antecipar seus investimentos além do que fazem normalmente, acelerando a construção de infraestrutura de telecomunicações por fibra óptica, redes de rádio, serviços de provimento de internet por satélite, e TV por assinatura – que vem associada à internet. Tudo isso deverá acirrar a concorrência, provocando melhora de preços para o consumidor.

A tecnologia de 3G cresceu 80% só no ano passado e a demanda foi acima do que a infraestrutura foi capaz de oferecer, num momento em que “o consumidor se torna cada vez mais exigente”, destacou Paulo Bernardo. Ele repetiu que há preocupação da presidenta Dilma Rousseff para que a expansão dos serviços seja acelerada. 

Da parte do governo, o ministro prometeu que tudo será feito com agilidade, podendo até serem usados, se necessário, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para melhoras de infraestrutura em algumas localidades e assim facilitar o trabalho do setor privado.

As empresas têm até o dia 30 de junho para apresentar seus projetos de expansão, cuja análise e aprovação vão ter rito curto no ministério, que já tem gente preparada para isso, declarou Bernardo. 

Na parte de equipamentos, já há isenção de IPI, PIS/Pasep e Cofins sobre aquisição de equipamentos e estruturas de construção civil para passar as redes, mas não será possível desonerar softwares. 

O ministro prevê que as estruturas que devem ser construídas para longas distâncias podem ter demora maior, mas onde os trabalhos de cabeamento já estiverem em condições de serem feitos, o público poderá contar com os novos serviços em curto espaço de tempo.

*Com informações da Agência Brasil 

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Teles têm que colocar redes 4G em operação até 30 de abril

Serviço tem que ser lançado até o final do mês nas cidades que sediarão em junho os jogos da Copa das Confederações, que são Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Recife.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reiterou hoje (4) a confiança de que as empresas de telefonia conseguirão cumprir o prazo, até 30 de abril, de instalação da internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G) nas cidades que sediarão, em junho, os jogos da Copa das Confederações – Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Recife.

“As redes já estão montadas e o início está previsto para o dia 30 de abril nas cidades-sede da Copa das Confederações. Não há dúvidas de que as empresas cumprirão o prazo [previsto em cláusula do edital de licitação]”, disse ele, após participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação.

“[Neste primeiro momento] não será exigida cobertura total, mas depois terá um prazo para as empresas irem aumentando a cobertura”, acrescentou. Até 31 de dezembro, a cobertura deverá abranger as 12 cidades-sede da Copa do Mundo – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador. Segundo Paulo Bernardo, há empresas que estão antecipando a oferta do 4G. “Em Curitiba, esse serviço já começou a ser vendido.”

*Com informações da Agência Brasil 

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Anatel vai debater com sociedade troca de multas das teles por obrigações

Proposta exigirá que as empresas punidas façam investimentos para melhorar serviços. Matéria será submetida à consulta pública por 60 dias.

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje ontem uma proposta de regulamentação que permite a celebração de termos de ajustamento de conduta (TAC) com as empresas do setor, para substituir as multas financeiras aplicadas às empresas por obrigações e investimentos. A proposta será submetida à consulta pública por 60 dias.

Segundo o relator da matéria, conselheiro Marcelo Bechara, a premissa inicial dos acordos com as empresas é corrigir a infração cometida e reparar os usuários. “O TAC não pode passar o sentimento de que vale a pena cometer infração”, disse.

Se a empresa descumprir o termo, vai pagar uma multa e ficará impedida de fazer outro acordo com a Anatel pelos próximos quatro anos. O descumprimento de cronograma vai resultar no pagamento de uma multa diária pela empresa. “Não podemos permitir a desmoralização desse instituto, porque é também a desmoralização da agência”, declarou Bechara.

Além da reparação da infração, a empresa também poderá dar benefícios extras aos usuários, como concessão de créditos, no caso de operadoras móveis, ou franquias, no caso de telefonia fixa. As empresas também poderão ser obrigadas a fazer investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

Se a operadora decidir celebrar o acordo depois da decisão de primeira instância sobre a multa, ela deverá pagar um sinal de 10% do valor da multa. Se o acordo for feito antes da decisão, o pagamento é dispensado. A norma começará a valer um ano depois do início da vigência do regulamento.

Segundo Bechara, os TACs não devem ser a regra, mas uma exceção, e são mais adequados quando outros instrumentos não forem suficientes para corrigir ou prevenir as empresas que descumprem as regras do setor.

*Com informações da Agência Brasil

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Aprovação de projeto de Lei de antenas pelo Senado agrada teles

Matéria será encaminhada para Câmara dos Deputados. Medida permite que operadoras compartilhem infraestrutura de telefonia móvel.

13 de dezembro de 2012 – 20h17

O setor de telecomunicações recebeu com entusiasmo a aprovação hoje (13/12), por quatro comissões do Senado Federal, do projeto de Lei das Antenas, que vai trazer facilidades para a implantação de infraestrutura de telefonia móvel, permitindo a expansão dos serviços e a melhoria na cobertura dos sinais. A medida vem num momento em que é crescente a demanda da população brasileira por serviços móveis, especialmente a banda larga no celular.

“A proposta do Senado é importante também para viabilizar a instalação da quarta geração da telefonia móvel (4G), que, pelas características técnicas da faixa de radiofrequência que será usada (2,5 GHz), vai exigir um número de antenas duas a três vezes superior ao de estações rádio base de terceira geração (3G)”, informa nota do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil).

Levantamento da entidade mostra que apenas para as 12 cidades sede da Copa do Mundo serão necessárias 9,5 mil licenças para a instalação de antenas de 4G. Pelo cronograma de instalação, previsto no edital, o serviço de quarta geração deve estar funcionando em abril de 2013 nas cidades sede da Copa das Confederações e em dezembro de 2014 nas cidades-sede do mundial de futebol.

O PL das Antenas, aprovado no Senado, e que ainda será submetido à votação na Câmara dos Deputados, também avança muito ao estabelecer prazo de 60 dias para a emissão de licenças de instalação de antenas. “A aplicação desse período vai acelerar a expansão da infraestrutura, que em muitos municípios pode durar até mais de um ano, devido à burocracia e à limitação prevista em diversas leis municipais restritivas”, informa o SindiTelebrasil.
Ao todo, são mais de 250 diferentes leis no Brasil, impondo dificuldades para o licenciamento de antenas e atrasando a expansão dos serviços.

O compartilhamento de antenas, que também consta do projeto, vem referendar a iniciativa das empresas de uso compartilhado de infraestrutura. Em outubro, as prestadoras de telefonia móvel assinaram um Termo de Compromisso para intensificar o compartilhamento de infraestrutura de 4G, com o objetivo de reduzir o impacto urbanístico e o de proporcionar maior agilidade e sucesso no processo de licenciamento municipal.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Teles esquentam a briga com data centers em nuvem

Oi, Embratel, Telefônica/Vivo e TIM/Intelig ingressam no mercado de IaaS para atender grandes contas.

Com as receitas de voz em queda, as operadoras de telefonia fixa estão buscando alternativas para aumentar o leque de ofertas para clientes corporativos. Um dos novos negócios que as teles começam a explorar é a venda de infraestrutura de TI como serviço (IaaS), aproveitando que elas já fornecem a conectividade, insumo essencial para a operação de cloud computing. Oi, Embratel,Telefônica/Vivo e TIM/Intelig apresentaram ofertas de nuvem. A GVT ainda se mantém em silêncio, mas não deve ficar de fora dessa seara, já que a companhia entrou recentemente na área de data center.

Algumas dessas operadoras deverão aproveitar a Futurecom 2012, que abriu ontem no RioCentro, no Rio de Janeiro, para detalhar suas estratégias nesse segmento. Esse é um dos temas que serão debatidos no maior evento de telecomunicações da América Latina para sinalizar como as teles fixas e móveis aproveitarão a nuvem para fazer negócios.

Os projetos das teles para exploração do mercado de cloud computing entraram em prática a partir deste ano. Foi a Oi a primeira a apresentar a sua plataforma de nuvem para o mercado. Em seguida, a Telefônica/Vivo detalhou sua estratégia e em setembro último foi a vez da Embratel lançar a sua oferta de IaaS para competir com prestadores de serviços de data centers convencionais que, já estão atuando nessa área, como é o caso da Amazon, Tivit, HP, IBM e Ativas.

A TIM/Intelig informa que está oferecendo serviços de IaaS desde março desse ano, com estratégia silenciosa. Diferentemente das outras teles, o braço corporativo da operadora do grupo italiano optou num primeiro momento por se lançar na nuvem com ajuda de dois parceiros de data centers, que são a Dualtec e a Ativas.

“A parceria com essas empresas foi uma forma de entrarmos mais rápido nesse mercado”, justifica Marcos Senna, gerente-executivo de novos negócios da TIM/Intelig. Porém, ele explica que a operadora ainda está revisando sua estratégia para saber se continuará prestando serviços na nuvem com data center de terceiros ou se terá sua infraestrutura própria.

A TIM/Intelig tem data centers, mas o executivo argumenta que eles ainda são Tier II e que estão mais voltados para atender a demanda interna da companhia, que está em crescimento acelerado. Ele observa que hoje o Brasil está abastecido de centros de dados bem equipados com certificação Tier II, que podem ser contratados pela operadora.

Pelo modelo de negócio, a TIM/Intelig e os parceiros podem vender sua oferta, adicionando seus links de comunicação. Sua solução de IaaS conta backup sob demanda, monitoramente de segurança, serviços de e-mail, storage e firewall com pagamento de acordo com o uso.

Num primeiro momento, o alvo são as grandes contas da operadora, mas a segunda etapa prevê entrega de soluções de IaaS para os médios negócios. No futuro, Senna acredita ser possível chegar até aos consumidores finais, com ofertas de massa. “Está no roadmap da TIM ter serviços em nuvem para o mercado SoHo e residencial”, anuncia o executivo.

Aumento da competição

Na Oi plataforma “Smart Cloud”, lançada em fevereiro, e que prevê inicialmente serviços de infraestrutura de TI (Iass) tem como público-alvo 15 mil empresas de grande porte, que faz parte da base de clientes da operadora. O serviço foi baseado na oferta que a Portugal Telecom, que tem participação na operadora, já oferece em Portugal.

Dois meses depois da Oi, a Telefônica|Vivo iniciou a comercialização de seus produtos de IaaS batizados de Vivo Cloud Plus. A oferta lançada em abril desse ano inclui armazenamento, processamento, backup, entre outros. A operadora está oferecendo o serviço por meio de cinco data centers espalhados na América Latina, localizados no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

No Brasil, a Telefônica|Vivo estima que os serviços na nuvem devam responder por um terço do crescimento de serviços de TI em 2012. Na América Latina, o segmento atende mais de duas mil empresas. Segundo a operadora, das mil maiores companhias atendidas, 30% já utilizam suas soluções de TI e conectividade.

Maurício Azevedo, diretor de Marketing para o segmento corporativo da Telefônica/Vivo, informa que a tele atacará na segunda etapa as pequenas e médias empresas (PMEs), com ofertas de software como serviço (SaaS). A operadora colocou um piloto no ar para atender a esse segmento. A expectativa do executivo é que nuvem ajude a unidade de serviços de TI da operadora a crescer 25% em 2012. 

A Embratel, controlada pelo grupo mexicano América Móvil, se lançou na nuvem no mês passado. Sua oferta foi apresentada ao mercado durante a inauguração de seu mais moderno data center, localizado na cidade de São Paulo. O empreendimento recebeu um investimento de 100 milhões de reais e foi erguido para funcionar conectado com a plataforma de cloud computing da companhia já em operação em outros três países: Colômbia, Argentina e México.

A operadora terá a modalidade de infraestrutura como serviço (IaaS) e software como serviço (SaaS). “É uma nova etapa na vida da Embratel. Vamos vender serviço de nuvem pelo nosso portal. Nosso público alvo são as pequenas e médias empresas”, informa José Formoso, presidente da Embratel.

Para João Rezende, presidente da Anatel, o novo investimento da Embratel reforça a infraestrutura de tecnologia da informação e telecom no Brasil para atender empresas que não possuem data center próprio. Já o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, comentou que o Brasil tem muito espaço para prestação de serviços em nuvem. Porém, reconheceu que o País precisa desenvolver uma política pública para que esse modelo ganhe força aqui.

“Estamos conversando com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] e indústrias para saber que política pública podemos adotar”, disse Paulo Bernardo. Mas afirmou que antes disso precisa ouvir os prestadores de serviços, como a Embratel e universidades para entender como esse processo será realizado no País.

Vantagem das teles

O negócio de cloud computing no Brasil está movimentado. A chegada da Amazon Web Service (AWS) ampliou a competição com prestadores de serviços de TI locais, como Tivit, UOL Diveo, HP, IBM, Locaweb, Alog e Hostlocation, entre outros.

As teles devem esquentar essa briga, já que elas possuem algo a mais que os data centers convencionais, como infraestrutura, base de clientes e habilidade em cobrar os serviços.

As operadoras de telecom levam vantagem na disputa do mercado de cloud computing por ter a conectividade e também pela a expertise em bilhetagem. Anderson Figueiredo, analista de mercado da IDC, observa que as teles têm em seu DNA o que os outros provedores não têm, que é saber cobrar de acordo com o que o cliente consome, pois esse é o negócio delas com telefonia fixa e móvel.

“Mais que ninguém, elas sabem cobrar por uso. Por isso, as teles vão saber mais mostrar aos clientes numericamente as vantagens da contratação de cloud computing”, acredita Figueiredo. Ele constata que muitas companhias não contrataram ainda nuvem porque os prestadores de serviços não conseguem esclarecer o ROI. “As empresas só vão conseguir vender nuvem se provar que é bom”, enfatiza.

O analista da IDC avalia que operadoras demoraram mais para entrar nesse mercado porque precisavam se preparar. Elas tiveram que entender melhor o que é cloud para ajustar suas ofertas de acordo com o que o mercado está pedindo. Porém, não estão atrasadas. Como cloud computing ainda não explodiu no Brasil, elas não perderam o bonde.

O consultor lembra que um estudo realizado pela IDC em março do ano passado constatou que apenas 18% das companhias brasileiras sabiam o que era cloud computing. Agora, ele acredita que o mercado já está assimilando melhor o conceito e que as teles têm papel importante em esclarecer esse modelo de se comprar TI.

Apesar disso, Figueiredo não acredita que as teles vão alterar muito esse jogo e ser mais competitivas que os data centers tradicionais. Na sua opinião, elas apenas chegam mais preparadas que os concorrentes que estão há mais tempo nessa seara. Ele acredita que há espaço para todo, em razão de esse negócio estar apenas começando no Brasil.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Tibco quer apoiar teles na melhoria dos serviços

Produtora norte-americana de software fornece ferramenta para monitorar serviços prestados aos clientes em tempo real.

O acompanhamento em tempo real dos serviços de telecomunicações pode ser uma saída para melhorar o atendimento aos consumidores das operadoras móveis brasileiras, que lideram o ranking nacional de reclamações dos Procons e tiveram vendas de novas linhas suspensas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A afirmação é de Murat Sommez, vice-presidente executivo de operações mundiais da Tibco, fornecedora norte-americana de software, que esteve na semana passada no País.

Sediada em Palo Alto, na Califórnia, a Tibco é uma startup de software de infraestrutura, que atua no mercado desde 1997 com o fornecimento de soluções que analisam o comportamento do cliente no momento em que ele acessa algum tipo de serviço para que as organizações possam se antecipar e evitar problemas futuros.

O setor de telecomunicações e financeiro são os maiores compradores da tecnologia Tibco. Juntos, esses dois segmentos respondem por 37% da receita da companhia, que em 2011 foi de 1 bilhão de dólares, com negócios gerados nos 28 países em que atua. A empresa está presente nos EUA, Europa, Ásia e América Latina. Nesse último, conta com escritórios próprios no México e Brasil.

No caso de operadoras móveis, Sommez explica que o software instalado na rede, acompanha em tempo real as chamadas dos consumidores, disparando alertas sobre a qualidade dos serviços. Ele observa que os usuários ficam irritados com falta de sinal ou quedas constantes. O executivo aponta pesquisas que mostram que clientes de telefonia celular, que têm sua linha derrubada por mais de seis vezes no prazo de 24 horas, mudam de operadora, recorrendo à portabilidade numérica.

Redução dos riscos

Sommez destaca que a adoção de ferramentas, que capturam informações no momento em que o consumidor está acessando a rede, prevê ocorrências antes que elas aconteçam e reduz os riscos para as companhias. 

Com relatório do cenário atual, a operadora tem como se antecipar e tomar providência antes que o cliente reclame. De acordo com o vice-presidente da Tibco, prestadora de serviços podem também mandar SMS para o usuário prejudicado e oferecer bônus de minutos, como recompensa pelas quedas de sinal. É uma forma de tentar fidelizá-lo.

Segundo o executivo, o software da Tibco opera diferente dos sistemas de Customer Relationship Management (CRM) ou business Intelligence (BI), que geram relatórios com base no histórico dos clientes. “Nossa ferramenta é um sistema nervoso que captura informações dos clientes na hora em que ele está fazendo uma ligação telefônica ou efetuando uma compra numa loja com cartão de crédito e dá informações do momento”, garante.

Um dos clientes da tecnologia da produtora de software é a gigante norte-americana de e-commerce Amazon que identifica seus clientes no momento em que eles entram na loja eletrônica em busca de novos produtos. “Todas as ofertas que eles fazem são relevantes, pois sabem na hora por onde o consumidor está passando pelo site, seus interesses e personaliza o atendimento, o que é um diferencial competitivo”, avalia.

Para Sommez, o monitoramento do comportamento dos clientes em tempo real é um dos maiores desafios do século XXI porque as companhias geram atualmente montanhas de dados, sendo que a maior parte são informações não estruturadas, aquelas que não estão armazenadas nos sistemas convencionais e são  produzidas principalmente pelas redes sociais. Ele considera que esse tipo de iniciativa é essencial para que as estratégias bem-sucedidas de Big Data.

Operação no Brasil

A Tibco aposta no mercado brasileiro para incrementar seus negócios, que mundialmente vêm registrando uma expansão de 25% ao ano. Sommez demonstra entusiasmo com o momento favorável do País e as perspectivas de crescimentos dos serviços por conta da Copa do Mundo e Olímpiadas.

“A economia em crescimento faz com que classes emergentes consumam mais. As companhias vão precisar implementar centrais de atendimento e prestar melhores serviços aos clientes”, acredita. Ele menciona a grande base de celulares do Brasil, que fechou o mês de junho com 256 milhões de linhas móveis ativas.

 “Esperamos aumento de 100% da receita no Brasil”, afirma o vice-presidente da Tibco, sem revelar faturamento no País. A companhia explora o mercado local há sete anos e conta com cerca de 30 clientes, incluindo bancos e operadoras de telecomunicações. Entre os usuários de sua ferramenta estão o Banco do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal e Vivo.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 18 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,