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Obama quer que NSA deixe de coletar e armazenar dados telefônicos

O governo do presidente Barack Obama prepara um projeto de lei para acabar com a polêmica vigilância das comunicações telefônicas realizada pela Agência Nacional de Segurança (NSA), informou nesta segunda-feira (24) a imprensa americana.

“A NSA colocará fim a sua sistemática de obter dados a partir de telefonemas dos americanos”, revela o site do jornal ‘The New York Times’, que cita funcionários do governo.

Reprodução da páguna do site do jornal The New York Times com o texto sobre a NSA. (Foto: Reprodução/Site The New York Times)Site do jornal The New York Times com o texto sobre a NSA. (Foto: Reprodução/Site The New York Times)

“Os registros permanecerão com as companhias telefônicas, que não precisarão reter as informações por mais tempo que o normal. A NSA poderá ter acesso a registros específicos, mas apenas com a autorização de um juiz, utilizando um novo tipo de ordem judicial”, afirma o Times.

O projeto de lei do governo buscará estender – por mais 90 dias – o período de autorização para o atual programa de vigilância. “Após este prazo (…) será submetido a importantes mudanças”.

As mudanças incluirão um prazo menor para a NSA reter informações. O prazo atualmente é de cinco anos.

A proposta do governo Obama também inclui “um papel judicial para determinar se há um nível de suspeita necessário para justificar o monitoramento telefônico antes que a NSA possa obter os dados”, revela o site do New York Times.

O vazamento de informações por parte do ex-analista de Inteligência Edward Snowden sobre a espionagem das comunicações realizada pela NSA gerou indignação em todo o planeta.

Fonte G1

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Corte dos EUA aprova coleta de dados telefônicos por mais 3 meses

A Corte de Vigilância da Inteligência Externa dos EUA renovou nesta sexta-feira (3) a autoridade das agências do país para coletar dados de milhões de ligações telefônicas de norte-americanos.

O tribunal liberou a comunidade da inteligência a coletar dados de companhias telefônicas, disse em comunicado o gabinete do diretor nacional de Inteligência, James Clapper.

O comunicado não ofereceu mais detalhes sobre a decisão, mas uma autoridade norte-americana afirmou à agência de notícias Reuters que a autorização foi renovada por três meses, e que ela se aplica a todo o programa de coleta de dados.

No passado, essas ordens eram por vezes emitidas para companhias telefônicas individualmente. Mas a autoridade disse que a última ordem serviu para todas as empresas cujos dados foram coletados nas últimas autorizações emitidas pelo órgão.

Disputa legal
A notícia de que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) pode rastrear ligações telefônicas dos norte-americanos ao coletar dados que mostram para quem e quando eles ligaram foi uma das grandes revelações do prestador de serviços Edward Snowden no ano passado, que causaram comoção pública sobre a espionagem do governo.

Dois juízes distritais norte-americanos emitiram decisões conflitantes sobre a legalidade e a constitucionalidade do processo de coleta de dados da NSA.

Na sexta-feira, o Departamento de Justiça informou que vai apelar da decisão emitida em dezembro pelo juiz federal de Washington Richard Leon, que declarou que a coleta de dados era provavelmente ilegal. Leon afirmou que não poderia imaginar uma invasão de privacidade mais “indiscriminada” e “arbitrária”. Porém, William Pauley, um juiz federal sediado em Manhattan, decidiu no mês passado que a coleta de dados é legal.

Ainda nesta sexta, o gabinete de Clapper afirmou que as agências de inteligência dos EUA estavam “abertas para modificações” no programa do coleta de dados, mudanças que “dariam maior privacidade e proteção da liberdade civil, mantendo os benefícios operacionais”.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve produzir suas próprias recomendações de reformas na vigilância eletrônica do país neste mês.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Corte dos EUA aprova coleta de dados telefônicos por mais 3 meses

A Corte de Vigilância da Inteligência Externa dos EUA renovou nesta sexta-feira (3) a autoridade das agências do país para coletar dados de milhões de ligações telefônicas de norte-americanos.

O tribunal liberou a comunidade da inteligência a coletar dados de companhias telefônicas, disse em comunicado o gabinete do diretor nacional de Inteligência, James Clapper.

O comunicado não ofereceu mais detalhes sobre a decisão, mas uma autoridade norte-americana afirmou à agência de notícias Reuters que a autorização foi renovada por três meses, e que ela se aplica a todo o programa de coleta de dados.

No passado, essas ordens eram por vezes emitidas para companhias telefônicas individualmente. Mas a autoridade disse que a última ordem serviu para todas as empresas cujos dados foram coletados nas últimas autorizações emitidas pelo órgão.

Disputa legal
A notícia de que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) pode rastrear ligações telefônicas dos norte-americanos ao coletar dados que mostram para quem e quando eles ligaram foi uma das grandes revelações do prestador de serviços Edward Snowden no ano passado, que causaram comoção pública sobre a espionagem do governo.

Dois juízes distritais norte-americanos emitiram decisões conflitantes sobre a legalidade e a constitucionalidade do processo de coleta de dados da NSA.

Na sexta-feira, o Departamento de Justiça informou que vai apelar da decisão emitida em dezembro pelo juiz federal de Washington Richard Leon, que declarou que a coleta de dados era provavelmente ilegal. Leon afirmou que não poderia imaginar uma invasão de privacidade mais “indiscriminada” e “arbitrária”. Porém, William Pauley, um juiz federal sediado em Manhattan, decidiu no mês passado que a coleta de dados é legal.

Ainda nesta sexta, o gabinete de Clapper afirmou que as agências de inteligência dos EUA estavam “abertas para modificações” no programa do coleta de dados, mudanças que “dariam maior privacidade e proteção da liberdade civil, mantendo os benefícios operacionais”.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve produzir suas próprias recomendações de reformas na vigilância eletrônica do país neste mês.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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