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Governo fecha acordo para nova tecnologia de smartphones no país

O governo brasileiro assinou nesta quinta-feira (8) memorando de entendimento com a Qualcomm Serviços de Telecomunicações, subsidiária de empresa que é uma das líderes mundiais de semicondutores para dispositivos móveis, para para que empresas instaladas no Brasil possam produzir, no fim deste ano, ou em 2015, uma nova tecnologia de “alta performance” para “smartphones” no país, informou o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ricardo Schaefer.

O presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser, informou que o acordo fechado com o governo brasileiro prevê a validação, até o fim deste ano, e venda posterior no Brasil, de uma  nova tecnologia para smartphones que ainda não existe no mercado. “Não existe comercialmente ainda, mas não é um semicondutor novo. Pode ter impacto na performance, no tamanho, na velocidade e no custo [dos aparelhos]”, declarou ele, que não quis dar mais detalhes sobre o projeto. Segundo o governo, duas empresas instaladas no Brasil devem levar este projeto adiante.

Steinhauser lembrou que a Qualcomm não tem fábricas próprias e que atua somente no modelo de negócios. “Desenhamos e contratamos uma rede de parceiros que fabricam estes produtos e depois comercializamos. Como não fabricamos, temos uma grande quantidade de empresas que fazem esses dispositivos. A Qualcomm conhece profundamente cadeia de valor, empresas e países onde estão assentados e sabemos quais são as condições mínimas para atrair investimentos”, concluiu ele.

Atração de investimentos
Além do projeto de validação e produção de uma nova tecnologia “smartphones” no país, o governo também assinou outro memorando de entendimentos com a Qualcomm para identificar as condições que o Brasil precisa ofertar para atrair investimentos no setor de semicondutores, que movimenta, anualmente, US$ 351 bilhões. O déficit do Brasil relativo a componentes de semicondutores é de US$ 11 bilhões a US$ 12 bilhões por ano, informou o Ministério do Desenvolvimento.

“O objetivo é realizarmos conjuntamente com a Qualcomm uma avaliação dos instrumentos de politica pública e de condições que o Brasil precisa ofertar para atração de investimentos produtivos dessa cadeia global no Brasil. A Qualcomm tem compreensão como essa cadeia vem se organizando no mundo e quais são as condições inexoráveis que precisamos desenvolver atrair o investimento estrangeiro direto”, explicou Schaefer, do Ministério do Desenvolvimento.

Ele observou que a indústria de semicondutores é “muito complexa” e que demorou décadas para ser implementada em outros países. “O Brasil conseguiu criar um pequeno ecossistema de semicondutores, fruto desse esforço que o governo realizou nos últimos anos. Agora vamos dar um salto de qualidade junto com a Qualcomm, que vai nos ajudar a definir quais são nossos alvos de adensamento da cadeira de semicondutores e quais condições exatas precisamos criar para que esses investimentos venham para o Brasil”, acrescentou Schaefer.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Alibaba envia prospecto nos EUA e pode ser maior IPO de tecnologia

A Alibaba deu a investidores uma visão mais próxima da escala e do crescimento da gigante chinesa de comércio eletrônico num prospecto de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) enviado na terça-feira (6), o primeiro passo do que pode ser a maior estreia de tecnologia da história.

A expectativa é de que a Alibaba Group Holding, que está por trás de 80% de todo o comércio on-line na segunda maior economia do mundo, levante mais de US$ 15 bilhões e pode superar os US$ 16 bilhões captados pelo Facebook quando fez sua estreia em 2012.

A Alibaba vai estrear em 2014 em um mercado no qual ações mais quentes de tecnologia como Twitter e Amazon têm caído nas últimas semanas em uma venda generalizada que dividiu analistas e investidores, revivendo dúvidas sobre a disparada da valorização de companhias de tecnologia.

Ainda assim, as estimativas do valor de mercado da Alibaba tem subido nos últimos meses, para até acima de US$ 200 bilhões, destacando a ansiedade de Wall Street em testar uma companhia chinesa gigante com crescimento robusto.

A Alibaba manejou mais de 1,5 trilhão de iuanes, cerca de US$ 248 bilhões, em transações para 231 milhões de usuários ativos em seus três mercados on-line chineses em 2013, mais do que a Amazon e o eBay combinados. A Alibaba conseguiu isso com 20.884 funcionários em tempo integral, menos do que o eBay.

“Caso consiga transpor esse tipo de força para fora da China, ela tem o potencial de se tornar uma verdadeira gigante global do comércio eletrônico”, disse Roger Entner, analista chefe e fundador da Recon Analytics. “Todos pensavam que a Amazon poderia conseguir, mas agora temos que repensar a Amazon à luz de ser a companhia mais bem sucedida neste campo nos Estados Unidos — mas não no mundo”.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google dá R$ 7 milhões a ONGs que usam tecnologia para mudar o Brasil

O Google apresentou nesta terça-feira (8) as quatro organizações não governamentais brasileiras que venceram o Desafio de Impacto Social, prêmio para aquelas que apresentassem as melhores ideias de como utilizar a tecnologia para melhorar a realidade do Brasil. Ao todo, o Google distribuiu R$ 7 milhões às entidades.

As quatro receberam R$ 1 milhão. A Meu Rio foi premiada pelo projeto “Rede Minha Cidade”, em que usa aplicativos de celular para incentivar moradores de comunidades a se engajarem.

A Conservation Internation do Brasil se destacou pela proposta de transformar mais sustentável a pesca em comunidades extrativistas ao lançar um aplicativo que identifica a origem dos peixes e os métodos da pescaria.

Já o Instituto Zero a Seis foi escolhida pela ideia de apoiar o desenvolvimento das crianças na primeira infância e de suas mães com o envio de SMS às gestantes e às mães de bebês com até três anos de idade.

A quarta premiada foi selecionada em uma votação aberta na internet, que recebeu 475 mil votos. O Geledés Instituto da Mulher Negra criará um aplicativo para apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade e que são vítimas de violência doméstica.

Além disso, o Google recompensou com R$ 500 mil as outras seis ONGs finalistas. As dez entidades apresentaram suas propostas aos jurados Jacquelline Fuller, diretora do Google.org, Luciano Huck, apresentador da TV Globo, Viviane Senna, empreendedora social, e o rapper MV Bill. Também participou o empresário Josué Gomes, presidente da Coteminas.

Além do dinheiro, os vencedores receberão suporte técnico do Google para que os projetos possam ganhar vida. O Brasil é o terceiro país a receber essa competição, depois de Inglaterra e Índia.

Nas outras edições do desafio, alguns dos ganhadores foram um aplicativo para conectar cidadãos ao governo, um programa de iluminação de comunidades na África a partir da captação de energia solar e um programa que acompanha o desenrolar de projetos sociais e de reconstrução em países devastados pela guerra.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Governo fecha acordo para nova tecnologia de smartphones no país

O governo brasileiro assinou nesta quinta-feira (8) memorando de entendimento com a Qualcomm Serviços de Telecomunicações, subsidiária de empresa que é uma das líderes mundiais de semicondutores para dispositivos móveis, para para que empresas instaladas no Brasil possam produzir, no fim deste ano, ou em 2015, uma nova tecnologia de “alta performance” para “smartphones” no país, informou o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ricardo Schaefer.

O presidente da Qualcomm para a América Latina, Rafael Steinhauser, informou que o acordo fechado com o governo brasileiro prevê a validação, até o fim deste ano, e venda posterior no Brasil, de uma  nova tecnologia para smartphones que ainda não existe no mercado. “Não existe comercialmente ainda, mas não é um semicondutor novo. Pode ter impacto na performance, no tamanho, na velocidade e no custo [dos aparelhos]”, declarou ele, que não quis dar mais detalhes sobre o projeto. Segundo o governo, duas empresas instaladas no Brasil devem levar este projeto adiante.

Steinhauser lembrou que a Qualcomm não tem fábricas próprias e que atua somente no modelo de negócios. “Desenhamos e contratamos uma rede de parceiros que fabricam estes produtos e depois comercializamos. Como não fabricamos, temos uma grande quantidade de empresas que fazem esses dispositivos. A Qualcomm conhece profundamente cadeia de valor, empresas e países onde estão assentados e sabemos quais são as condições mínimas para atrair investimentos”, concluiu ele.

Atração de investimentos
Além do projeto de validação e produção de uma nova tecnologia “smartphones” no país, o governo também assinou outro memorando de entendimentos com a Qualcomm para identificar as condições que o Brasil precisa ofertar para atrair investimentos no setor de semicondutores, que movimenta, anualmente, US$ 351 bilhões. O déficit do Brasil relativo a componentes de semicondutores é de US$ 11 bilhões a US$ 12 bilhões por ano, informou o Ministério do Desenvolvimento.

“O objetivo é realizarmos conjuntamente com a Qualcomm uma avaliação dos instrumentos de politica pública e de condições que o Brasil precisa ofertar para atração de investimentos produtivos dessa cadeia global no Brasil. A Qualcomm tem compreensão como essa cadeia vem se organizando no mundo e quais são as condições inexoráveis que precisamos desenvolver atrair o investimento estrangeiro direto”, explicou Schaefer, do Ministério do Desenvolvimento.

Ele observou que a indústria de semicondutores é “muito complexa” e que demorou décadas para ser implementada em outros países. “O Brasil conseguiu criar um pequeno ecossistema de semicondutores, fruto desse esforço que o governo realizou nos últimos anos. Agora vamos dar um salto de qualidade junto com a Qualcomm, que vai nos ajudar a definir quais são nossos alvos de adensamento da cadeira de semicondutores e quais condições exatas precisamos criar para que esses investimentos venham para o Brasil”, acrescentou Schaefer.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook lidera iniciativa para criar tecnologia de links entre aplicativos

App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)

O Facebook lidera uma iniciativa entre empresas de tecnologia que criou uma forma criar “links” entre aplicativos. Como não há uma tecnologia padrão usada para direcionar os usuários a outros aplicativos a partir do conteúdo exibido nesses programas, a rede social lançou o projeto App Links durante a F8, conferência voltada a desenvolvedores, realizada nesta quarta-feira (30).

Crucial, a função dos hiperlinks que permitem aos usuários navegarem de um conteúdo a outro na web não ocorre tão facilmente nos aplicativos. O objetivo da rede social é que o sistema criado seja usado para facilitar a comunicação entre aplicativos diferentes. “Open source”, a tecnologia não é de propriedade de uma empresa específica.

Atualmente, criar links entre apps é chamada de “deep links” e funciona de um jeito diferente para cada sistema operacional. Com o App Links, a ideia é padronizar essa comunicar, seja o aplicativo voltado para iOS, Android ou Windows Phone –a companhia está disposta a levar a tecnologia a ouras plataformas.

Por exemplo, se alguém envia por app de mensagem uma foto do Instagram, o usuário que tocar na imagem será encaminhado diretamente ao aplicativo. Se o usuário clicar em um link para um aplicativo que não esteja instalado em seu smartphone, será encaminhado para a loja de apps destinada ao sistema operacional.

Além da rede social, apoiam o App Links mais de 25 empresas como Dropbox, Spotify, Pinterest, Hulu, Parse, Wattpad, GoodReads, Quip, Endomondo, Flixter, Venmo, Redfin e Movie. Essas companhias ou já possuem aplicativos que empregam a forma de conexão ou trabalham para fazer a implementação (Veja o site).

Empresas como a Deeplink.me e a URX criaram formas de criar links entre os apps. Mas ainda não há padrão. Criar uma forma padronizada é buscada pelas empresas de tecnologia não só para permitir maior interconexão entre os aplicativos mas também para dar a anunciantes a mesma experiência da web.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia reconhece gravidade de veto dos EUA a exportação de tecnologia

As restrições dos EUA às exportações de alta tecnologia para a Rússia, como parte das sanções decorrentes da situação na Ucrânia, representarão um golpe para as companhias russas no setor, disse o vice-chanceler Sergei Ryabkov nesta terça-feira (29).

A Casa Branca anunciou na segunda-feira que os Estados Unidos não emitirão novas autorizações de exportação para qualquer item de alta tecnologia que possa contribuir para a capacidade militar da Rússia. As licenças existentes serão revogadas.

“A seriedade dessas medidas é absolutamente óbvia para nós”, disse Ryabkov ao site gazeta.ru. Ele salientou a cooperação tecnológica existente até agora entre Rússia e EUA, o que inclui o lançamento de satélites feitos nos EUA ou dotados de componentes norte-americanos.

“Tudo isso atinge nossas empresas e indústrias de alta tecnologia”, disse ele.

Os dois países –que vivem uma espécie de nova Guerra Fria por causa da Ucrânia– continuam cooperando na exploração espacial. Apenas foguetes russos são atualmente capazes de levar astronautas do mundo todo para a Estação Espacial Internacional, já que a Nasa aposentou seus ônibus espaciais em 2012.

Neste mês, a agência espacial norte-americano foi proibida de manter contatos com o governo russo, mas a operação da Estação Espacial, um projeto de 100 bilhões de dólares pertencente a 15 países, está isento.

Mas Sergei Oznobishchev, diretor do Instituto de Avaliações Estratégicas, de Moscou, disse que muitos outros projetos conjuntos de exploração espacial serão imediatamente afetados.

“Esta é uma questão muito delicada, já que nossa indústria da defesa estava completamente despreparada para esses fatos”, disse ele. “Ambos os lados irão sofrer, mas a Rússia perderá mais em termos de transferência de tecnologia. Para nós. Essa cooperação era em grande parte uma escola de tecnologia.”

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Empresa que achou pista sobre rota do MH370 usou tecnologia inédita

A empresa de tecnologia de satélite Inmarsat disse ter confirmado o que muitas pessoas no mundo temiam – que o voo MH370 da Malaysia Airways caiu mesmo no sul do Oceano Índico, ao sudoeste da Austrália.

A empresa britânica Inmarsat, uma das maiores operadores de satélites do mundo, estava recebendo “pings” (pequenos sinais de dados) por hora emitidos por equipamentos a bordo do avião. Esses “pings” continuaram sendo emitidos por cinco horas depois que a aeronave deixou o espaço aéreo da Malásia.

Empresa britânica Inmarsat recebe 'pings' de aeronaves como a da Malaysia Airlines que sumiu (Foto: BBC)Empresa britânica Inmarsat recebe ‘pings’ de aeronaves como a da Malaysia Airlines que sumiu (Foto: BBC)

Inicialmente, os “pings” – que na prática funcionam como um recado de que todos os equipamentos estão ligados – revelaram duas possíveis rotas tomadas pelo avião: uma pelo norte e outra pelo sul.

A rota pelo norte parecia pouco provável porque teria sido feita em direção a países que possuem sofisticados mecanismos de defesa aérea. O avião dificilmente conseguiria evitar ser detectado.

A Inmarsat, que está colaborando com as investigações, passou o final de semana revisando todos os dados do MH370, e diz estar confiante de que o voo tomou a rota pelo sul.

A empresa examinou a frequência das transmissões de “ping” e as diferenças em relação a outros voos Boeing 777 da Malaysia Airlines.

Isso permitiu que os engenheiros construíssem um modelo de como essa frequência se altera enquanto o avião está em movimento.

Este é o famoso efeito Doppler – que busca “esticar” ou “comprimir” ondas de rádio que são emitidas por objetos em movimento. Com um carro de polícia em movimento, por exemplo, é possível perceber que o som da sirene varia.

Este tipo de análise é uma tecnologia de ponta que nunca foi usada antes.

O problema é que ainda assim não há indicação concreta da localização precisa da aeronave. Também há vários outros pontos de interrogação, como a altura, a velocidade e a quantidade de combustível.

A única conclusão possível é que o avião estava indo em uma direção agora conhecida.

Mas só este dado já é suficiente para confirmar os piores medos dos familiares dos passageiros, pois revela que o avião estava se distanciando de qualquer local onde seria possível aterrissar. A única conclusão possível é de que ele acabou mergulhando no oceano.

‘Palheiro’ certo
O vice-presidente da Inmarsat, Chris McLaughlin, disse à BBC que esta análise fez com que a empresa explorasse possibilidades nunca antes testadas. Seus engenheiros ainda estão analisando os dados, mas ele diz que há poucas esperanças de chegar a novas conclusões com base neles.

Nesta terça-feira, a entidade britânica que investiga acidentes aéreos – e que trabalhou com a Inmarsat – prometeu revelar mais detalhes sobre a análise.

Pelos menos agora, as missões de busca podem saber que estão procurando “uma agulha no palheiro certo” – mesmo que a área vasculhada ainda seja imensa.

As buscas entram agora em uma fase de urgência. As baterias das caixas-pretas dos aviões duram apenas 30 ou 40 dias – o que significa que elas emitirão “pings” por um tempo limitado. As equipes de busca precisam pelo menos se aproximar dos destroços do avião para conseguir captar esses sinais.

Os dados das caixas-pretas são preservados por um bom tempo e não serão perdidos, mesmo no caso de o avião só ser encontrado daqui a muitos anos.

Outra dificuldade é que esta região – a 2,4 mil quilômetros da cidade de Perth, na costa da Austrália – é muito pouco mapeada, devido ao pouco interesse que existe nela.

“Não temos muitos interesses em colocar recursos para mapear o leito do mar ali. Nós provavelmente possuímos mapas melhores da superfície da Lua do que desta parte do mar”, disse Simon Boxall, oceanógrafo da universidade de Southampton.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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