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Arquivo da tag: Tartarugas

Tartarugas são encontradas mortas dentro de sacola em praia de Vitória

Duas tartarugas da espécie verde foram encontradas mortas dentro de sacolas plásticas, na manhã desta terça-feira (13), na praia de Camburi, em Vitória. Os animais tinham 40 centímetros e estavam em fase juvenil, segundo a bióloga do Projeto Tamar, Jordana Borini Freire. A causa da morte ainda não foi confirmada pelo órgão e uma necrópsia vai ser realizada.

A bióloga ainda informou que as tartarugas são de uma das cinco espécies existentes no país e, como todas as demais, corre o risco de extinção. “Todas as tartarugas do Brasil estão ameaçadas de extinção e essa, da espécie verde, é uma delas”, contou.

Quanto ao fato das tartarugas terem sido encontradas em sacolas plásticas, a bióloga acredita que o serviço tenha sido realizado por próprios servidores da prefeitura, e fez um alerta: “Provavelmente, os próprios garis viram e as colocaram dentro de sacolas, mas o certo a se fazer é entrar em contato com a nossa equipe, pois assim nós recolhemos as informações necessárias e fazemos um estudo”, disse Jordana.

Extinção
A bióloga também informou que, atualmente, uma das maiores causas das mortes desses animais está relacionada com a pesca ilegal. “Cada município tem suas leis, mas a pesca ilegal consiste quando o pescador fica com a rede um tempo maior que o determinado, dentro das baías”. Ainda segundo Jordana, a poluição também tem sido grande contribuidor na mortalidade desses animais. “Infelizmente, o plástico está chegando ao mesmo nível da pesca”, relatou.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Voluntários fazem monitoramento noturno dos ninhos de tartarugas

Ninhos são monitorados e voluntários aguardam o nascimento de mais filhotes (Foto: Gustavo Pereira/Arquivo Pessoal)Ninhos são monitorados e voluntários aguardam nascimento de filhotes (Foto: Gustavo Pereira/Arquivo Pessoal)

Voluntários do projeto Biodiversidade Marinha do Delta (Biomade) estão fazendo o monitoramento noturno dos ninhos de tartarugas marinhas no Litoral do Piauí. A ação foi intensificada nesta Semana Santa, período em quem as praias recebem um maior fluxo de turistas.

Projeto Biomade faz monitoramento dos ninhos de tartarugas marinhas (Foto: Gustavo Pereira/Arquivo Pessoal)Projeto Biomade monitora espécie no Litoral
do Piauí (Foto: Gustavo Pereira/Arquivo Pessoal)

De acordo com a bióloga Werlanne Magalhães, após confeccionados os ninhos passam um período de 50 a 70 dias em processo de desenvolvimento embrionário, ou seja, período de incubação. Segundo ela, o monitoramento é fundamental para impedir que fatores causados pela ação humana possam comprometer o nascimento dos filhotes, como a circulação de veículos motorizados nas praias durante os feriados prolongados.

“Esperamos que as pessoas respeitem os ninhos confeccionados em diferentes trechos do litoral piauiense principalmente entre as praias do Coqueiro e Arrombado, Luís Correia e praia da Pedra do Sal, Parnaíba” destacou Werlanne Magalhães coordenadora técnica do projeto.

Nesse mês de abril existe a previsão de nascimento de tartarugas marinhas, um evento natural que geralmente não tem hora para acontecer. Nas últimas semanas os voluntários têm feito a soltura de filhotes no mar.

O projeto Biodiversidade Marinha do Delta (Biomade) é realizado pelo Instituto Tartarugas do Delta e patrocinado pela Petrobras.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Tartarugas em risco de extinção nascem em praia do Espírito Santo

Em risco extinção, 71 tartarugas da espécie gigante nasceram na praia de Itaparica, em Vila Velha, região da Grande Vitória, na noite da última sexta-feira (31). Na mesma praia, restam mais dois ninhos. A expectativa é que a eclosão dos ovos aconteça ainda no mês de fevereiro. De acordo com a Prefeitura de Vila Velha, a desova aconteceu em novembro de 2013 e, desde então, juntamente com  o Projeto Tamar, um cercamento foi feito na região.

De acordo com a Bióloga Executora da Base do Projeto Tamar em Vitória, Jordana Borini Freire,  a espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção.

Ainda segundo Jordana,  os filhotes foram retirados e levados para o final da praia para serem soltos na areia, próximo ao mar. “Tivemos que fazer isto porque as tartarugas guiam-se pela luz do horizonte para chegar ao mar e o local em que a fêmea depositou seus ovos  há muita iluminação artificial, provocando a desorientação dos .filhotes”, disse.

A bióloga também explicou  que o principal local de desova desta espécie no Brasil  são as praias do norte do Espírito Santo, em Regência e Povoação. “A fêmea, provavelmente, mudou a sua rota e desovou na Praia de Itaparica”, contou Jordana.

A espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção. Espírito Santo (Foto: Henrique Filgueira do Projeto Tamar.)A espécie está entre as cinco no Brasil com maior risco de extinção. (Foto: Henrique Filgueira/ Projeto Tamar)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Tartarugas marinhas são preservadas no Litoral de Santa Catarina

Tartarugas são visitadas e colaboram para conscientização (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)Tartarugas são visitadas e colaboram para conscientização (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)

O litoral catarinense é um dos locais de visita da tartaruga marinha, que vem a Santa Catarina para se alimentar. Na região, o projeto Tamar promove a educação da população, pesquisa e preservação da espécie.

“A tartaruga marinha desempenha um papel muito importante na cadeira alimentar. Ela serve de alimento para várias espécies e também se alimenta de animais e flora marinha”, explica a gestora do Projeto Tamar em Florianópolis, Camila Trentinn Cegoni.

“No Litoral brasileiro tem cinco espécies de tartarugas marinhas. Na região Sul as mais comuns são a verde e a de couro”, diz o coordenador técnico Fundação Pró-Tamar, Gustavo David Stahelin.

Camila e Gustavo são responsáveis pelo centro de visitantes do Projeto Tamar, um local construído para sensibilizar as pessoas sobre importância da preservação da tartaruga marinha. No local, alguns exemplares são utilizados para a educação ambiental.

As tartarugas que estão lá não conhecem o mar, são espécimes que não teriam sobrevivido ao nascimento sozinhas e foram levadas ao local com a finalidade de conscientização. “Elas são as salvadoras das tartarugas que estão no mar, elas são para a educação, para a sensibilização”, ressalta Camila.

Tartarugas são preservadas no Litoral de Santa Catarina (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)Tartarugas são preservadas no Litoral de Santa Catarina (Foto: Spry Vídeo/Divulgação)

Os animais machucados são recolhidos e atendidos por biólogos e veterinários. É feita uma análise das condições de saúde e as tartarugas recebem os medicamentos necessários para então serem devolvidas ao mar.

Além do lixo e da poluição dos mares, outro problema enfrentado pelo projeto é a pesca acidental. No Porto de Itajaí, um trabalho de base é feito por uma equipe do Tamar. Circulando entre as embarcações, as equipes conscientizam os pescadores e ensinam práticas para minimizar o impacto a essa e a outras espécies. “Os mais jovens têm uma visão mais aberta para a preservação”, opina o técnico ambiental Luiz Rodrigo Maçaneiro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Tartarugas põem menos ovos e preocupam cientistas em Honduras

Placas com informações sobre ovos de tartaruga foram colocadas em praia de Honduras (Foto: Orlando Sierra/AFP)Placas com informações sobre ovos de tartaruga foram colocadas em praia de Honduras (Foto: Orlando Sierra/AFP)

Cientistas de 15 países da América, reunidos em Honduras, advertiram para a urgência de se investigar as causas da diminuição de 40% na produção de ovos de tartaruga em uma praia nesse país.

“As tartarugas estão pondo entre 60 e 70 ovos, quando normalmente colocam uns 120 e até 140. Os cientistas estão preocupados e vão investigar as causas. Se é por causa da mudança climática… É quase 40% menos”, disse o assessor legal do Ministério hondurenho de Recursos Naturais e Ambientais, Rafael García.

Nesta semana pesquisadores visitaram a praia El Venado, no Golfo de Fonseca (Pacífico), 140 km ao sul de Tegucigalpa, após o encerramento da décima Reunião do Comitê Científico da Convenção Interamericana para a Proteção das Tartarugas Marinhas.

Segundo García, em El Venado, os cientistas observaram como 126 famílias protegem os 40 ninhos feitos pelas tartarugas nos últimos 13 dias, em uma extensão de 4 km nessa praia no Golfo de Fonseca.

Os membros do Comitê se reúnem anualmente em algum dos países signatários da Convenção que busca proteger as seis espécies de tartarugas-marinhas e seus habitats, especialmente a Baula (dermochelys coriacea) e a de Carey (Eretmochelys imbricata), que correm sério risco de extinção.

O Brasil é signatário da Convenção, que inclui Argentina, Belize, Chile, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Holanda, Honduras, Panamá, Peru, México, Uruguai e Venezuela.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Taiwan apreende 2.500 tartarugas raras que virariam comida na China

As autoridades de Taiwan apreenderam neste domingo (25) um carregamento com mais de 2.500 tartarugas protegidas em contêiner, em Kaoshiung, um porto do sul do país.

Taiwan apreendeu mais de 2.500 tartarugas que virariam comida na China (Foto: Taiwan Forestry Bureau/AFP)Taiwan apreendeu mais de 2.500 tartarugas que virariam comida na China (Foto: Taiwan Forestry Bureau/AFP)

As tartarugas seriam levadas para a vizinha China para virarem comida. A  carne de tartaruga é uma iguaria muito apreciada pelos chineses.

Segundo as autoridades de Taiwan, esse é o maior contrabando deste tipo apreendido no país.

Apreensão ocorreu em Kaoshiung, um porto do sul do país (Foto: Taiwan Forestry Bureau/AFP)Apreensão ocorreu em Kaoshiung, um porto do sul do país (Foto: Taiwan Forestry Bureau/AFP)

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Publicado por em 29 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Tartarugas do deserto enfrentam ameaça em seu próprio refúgio

Pesquisadora Pamela Flores examina uma tartaruga do deserto no Centro de Conservação. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Pesquisadora Pamela Flores examina uma tartaruga do deserto no Centro de Conservação. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

Por décadas, as tartarugas do deserto, ameaçadas de extinção, levaram uma vida protegida no Centro de Conservação da Tartaruga do Deserto, ao sul de Las Vegas, nos Estados Unidos.

Desenvolvedores têm se esforçado para manter o animal seguro e autoridades ligadas à vida selvagem criaram a reserva de conservação para a espécie. Mas essa moradora do deserto agora enfrenta uma ameaça que vêm das próprias pessoas que a têm alimentado.

Os fundos federais estão se esgotando no Centro de Conservação da Tartaruga do Deserto e funcionários planejam fechar o local e matar centenas de tartarugas que vêm recebendo cuidados desde que a espécie entrou para a lista de espécies ameaçadas, em 1990.

“É o menor de dois males, mas ainda assim é um mal”, disse o coordenador de recuperação da tartaruga do deserto do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA Roy Averill-Murray, durante uma visita ao à reserva ao sul de Las Vegas, na semana passada.

Durante a visita de Averill-Murray, biólogos faziam seu trabalho normalmente, examinando as tartarugas para verificar sinais de doenças. Mas o abrigo vai deixar de pegar novos animais nos próximos meses.

Tartaruga ameaçada é examinada por pesquisadores. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Tartaruga ameaçada é examinada por bióloga.
(Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

O Bureau de Administração das Terras tem financiado o abrigo e as pesquisas sobre as tartarugas com multas impostas a construtores que infringiam o habitat das tartarugas em terras públicas.

Enquanto havia um boom de construções nos anos 2000 no sul de Nevada, o orçamento das tartarugas era alto. Mas, com a recessão, o mercado de casas se contraiu e o governo local passou a ter dificuldade de conseguir o orçamento anual de US$1 milhão para as tartarugas.

Hoje, não há mais do que 100 mil tartarugas do deserto onde antes se espalhavam milhões de animais da espécie pelos estados de Utah, Califórnia, Arizona e Nevada.

O animal chegou a ser tão abundante que turistas os levavam como suvenires. Mas a espécie não é adequada para tornar-se animal de estimação. Muitas das tartarugas hoje na reserva são ex-pets, devolvidos pelos donos ao perceberem que a espécie estava ameaçada.

A maioria dos animais não podem ser soltos no ambiente, pois estão infectados com doenças ou muito fracos para sobreviverem. Averill-Murray quer salvar, pelo menos, as atividades de pesquisa desenvolvidas no local e procura uma maneira alternativa de financiá-las.

Exemplar vive em reserva de proteção voltada a tartarugas do deserto. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)Exemplar vive em reserva de proteção voltada a tartarugas do deserto. (Foto: AP Photo/Isaac Brekken)

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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