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Tanque cheio de alegria

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tanque

AI CARA QUE DE-LI-SI-A EU POSSO IR ATÉ PRAS EUROPA!

Legal que tá tão cheio que até no porta-luvas tem gasolina…

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Filhote de peixe-boi ferido é resgatado no AM, após ficar em tanque de casa

Animal foi resgato com lesões pelo corpo (Foto: Séfora Antela/Ampa)Animal foi resgato com lesões pelo corpo (Foto: Séfora Antela/Ampa)

Um filhote de peixe-boi ferido foi resgatado no município de Caapiranga, a 134 km de Manaus, nesta quarta-feira (26). Ele chegou à sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na capital, por volta de 18h30 do mesmo dia. Segundo o órgão, o recém-nascido foi achado por duas crianças e ficou mantido em um tanque improvisado por comunitários durante uma semana, o que elevou o nível de estresse do animal.

O filhote viajou cerca de dez horas de Caapiranga até Manaus. Ele foi resgatado por fiscais do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), acionados pela Secretaria de Meio Ambiente do município. De acordo com o Inpa, o filhote estava na Comunidade Domiguinhos e recebia cuidados da família das crianças que o encontraram nadando sozinho em um lago.

Na manhã desta quinta (27), o filhote passou por um exame de biometria no Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA), do Inpa. Veterinários do instituto informaram que o animal tem 11 quilos e mede 89 centímetros. Como ele está trocando de pele, os especialistas acreditam quem o recém-nascido tem aproximadamente 20 dias.

Ainda na tarde de quarta, o animal foi medicado com antibióticos e agora é alimentado por leite, uma fórmula láctea desenvolvida pelo LMA. Quando chegou ao instituto, ele ficou em um tanque mantido com água morna, temperatura considerada pelos veterinários como ideal. Ele deve permanecer isolado dos outros 49 animais que recebem acompanhamento no Inpa nos próximos dias para adaptação.

De acordo com Anselmo D’Affonseca, veterinário do Inpa, ainda é cedo para dizer se o animal está saudável. A avaliação completa do estado de saúde dele deve ser concluída em uma semana. “Ele chegou com lesões nas nadadeiras dorsais esquerda e direita. Por conta do estresse, está com dificuldades de se alimentar. Por isso, a cada sete dias, ele vai passar por biometria, porque nosso objetivo é verificar se ele vai ganhar peso”, disse o médico.

Nadadeiras do filhotes estão feridas (Foto: Séfora Antela/Ampa)Nadadeiras do filhotes estão feridas
(Foto: Séfora Antela/Ampa)

O filhote deve passar por um hemograma ainda nesta quinta. O exame faz a avaliação dos glóbulos vermelhos – para verificar se o animal apresenta sinais de anemina – e dos glóbulos brancos, que aponta os níveis de defesa do organismo. “Também vamos fazer um exame de fezes para tentar verificar se há algum parasita que pode atrapalhar o tratamento ou mesmo provocar diarreias”, afirmou D’Affonseca.

A assessoria da Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa) afirmou que o LMA recebe muitos filhotes da espécie na região onde a cidade de Caapiranga está localizada. Os veterinários acreditam que o animal resgatado nesta quarta nadava sozinho porque ficou órfão. Segundo a Ampa, normalmente, a mãe dos filhotes são mortas com arpão para servir de alimentação, e os recém-nascidos são descartados pelos pescadores.

O Inpa orienta que as pessoas comuniquem os órgãos de meio ambiente, caso encontrem animais da espécie em situação de risco. “Apesar da boa vontade, o filhote de peixe-boi foi mantido de forma errônea e poderia ter morrido. Além disso, nessas condições, esses animais ficam estressados e perdem o instinto selvagem, prolongando ainda mais o tempo de retorno à natureza”, disse.

Conforme a Ampa, o filhote pode levar até cinco anos para ser devolvido ao habitat natural.

Filhote recebe cuidados de veterinários do Inpa, em Manaus (Foto: Séfora Antela/Ampa)Filhote recebe cuidados de veterinários do Inpa, em Manaus (Foto: Séfora Antela/Ampa)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Técnicos de Fukushima começam a desmontar tanque após vazamento

Tanques que armazenam água tóxica na usina de Fukushima, nordeste do Japão, em imagem de sexta-feira (13) (Foto: Kyodo News/AP)Tanques que armazenam água tóxica na usina de Fukushima, nordeste do Japão, em imagem de sexta-feira (13) (Foto: Kyodo News/AP)

Os técnicos da empresa Tokyo Electric Power (Tepco), responsável pela usina nuclear de Fukushima, no Japão, começaram a desmontar um dos tanques de armazenamento de água contaminada desde que foi detectado um vazamento de água radioativa no mês passado, informou nesta quarta-feira (18) a emissora pública NHK.

Segundo a Tepco, o trabalho de desmantelamento deve durar vários dias, e depois disso os técnicos querem analisar cada uma das partes do tanque para identificar a origem do vazamento.

A empresa também pretende transferir toda a água armazenada para outro tanque, mas não descartou a possibilidade de despejá-la no mar, detalhou a emissora.

No total, a Tepco conta com cerca de 350 tanques iguais a esse danificado, que foram fabricados rapidamente em decorrência do acidente nuclear de 2011, usando materiais e métodos mais baratos, como resina e fixações metálicas para unir as partes, em vez de solda.

Apesar de a operadora ainda não ter identificado o problema dos tanques, acredita-se que o motivo seja o desgaste da resina após o contato com a água contaminada.

O problema surgiu em meados de agosto, quando a Tepco detectou um vazamento de 300 toneladas de água altamente radioativa em um tanque que, assim como os outros 600 contêineres que existem na usina, armazena o líquido utilizado para refrigerar os reatores.

Os vazamentos de água radioativa e o volume do líquido acumulado nos porões dos edifícios dos reatores, do qual cerca de 300 toneladas vazam diariamente para o mar, são o principal desafio dos 3,5 mil operários que trabalham na central, atingida por um terremoto seguido de um tsunami em março de 2011.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Mudança de tanque pode ter motivado vazamento em Fukushima

Grupo recolhe resíduos com sinais de radiação em cidade perto de Fukushima. (Foto: Reuters)Grupo recolhe resíduos com sinais de radiação
em cidade perto de Fukushima. (Foto: Reuters)

A operadora da usina nuclear de Fukushima, epicentro da crise atômica no Japão, considera que a causa do vazamento de água radioativa a partir de um de seus tanques aconteceu após ser desmontado e montado em outro lugar.

Segundo a Tokyo Electric Power (Tepco), o tanque, que até o momento vazou 300 toneladas de líquido contaminado, foi instalado na usina em junho de 2011, depois de acontecer o acidente nuclear, embora mais tarde tenha sido desmontado e movido para outra área.

No entanto, a operadora continua investigando se o problema na unidade de contenção aconteceu devido à deterioração ou a um dano parcial de sua cobertura, enquanto comprova a possibilidade de que as filtragens provenham de sua base, que fica enterrada a 20 centímetros no chão, informou a agência “Kyodo”.

Dos mais de 1.000 tanques para acumular água contaminada, a Tepco está em processo de analisar os cerca de 350 que são do mesmo modelo que o defeituoso, fabricado durante a crise nuclear de forma mais econômica e rápida, com o uso de resina para unir suas juntas em vez de soldá-las.

Um grupo de trabalhadores está retirando os resíduos do solo que possam conter radiação, como folhas e detritos, em uma operação de descontaminação na cidade de Naraha, que fica perto da área isolada ao redor da usina nuclear de Fukushima.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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