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Ilha encantada da fofura suprema

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Suprema Corte dos EUA restabelece limite de poluição entre estados

O presidente americano, Barack Obama, obteve uma importante vitória nesta terça-feira (29) com a decisão da Suprema Corte de Justiça restabelecendo uma regulamentação limitadora das emissões poluentes que cruzam as fronteiras estaduais nos Estados Unidos.

Uma maioria de juízes progressistas e conservadores conseguiu por seis votos a dois reverter a sentença de um tribunal de instância inferior, segundo a qual uma decisão da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) de 2011 excedia a autoridade desse órgão federal.

As opiniões diferem em relação às medidas de controle de emissões de gases causadores do efeito estufa transportados pelos ventos e que prejudicam estados que não os produzem. Isso violaria a regulamentação sobre ar limpo.

A regulamentação (Cross-State Air Pollution Rule) conta com a oposição de grupos industriais e de estados industrializados, como Michigan, Ohio e Texas. O texto exige de 28 estados que reduzam as emissões de suas fábricas, que afetam a qualidade do ar nos vizinhos.

A Lei do Ar Limpo, da qual a regulamentação deriva, é a base da agenda da administração Obama para a questão ambiental.

Apoiado por nove estados e seis cidades, o governo Obama argumenta que essas emissões são a origem de uma em cada 20 mortes registradas no país e por milhares de casos de asma.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Governo Obama defende política climática na Suprema Corte

O governo do presidente americano, Barack Obama, defendeu nesta segunda-feira (24) na Suprema Corte de Justiça sua política de combate ao aquecimento global, que alguns grupos industriais e países tentam invalidar parcialmente devido ao seu custo elevado.

Empresas e estados, como o Texas e Michigan, recorreram à Suprema Corte para que invalide algumas regulamentações da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) que limita a emissão de gases de efeito estufa – inclusive o dióxido de carbono (CO2) – em fábricas poluentes que querem ampliar ou modernizar suas plantas.

“Este é um problema ambiental urgente e que piora com o passar do tempo (…) Criamos uma ameaça maior para as futuras gerações”, disse Donald Verrilli, advogado do governo Obama, durante audiência na qual recebeu o apoio explícito dos juízes progressistas do tribunal.

Frustrada pela inação do Congresso, a EPA adotou em 2010 regulamentações para limitar as emissões de carbono de instalações fixas – como usinas de energia – e de carros motorizados. Segundo as regras da agência, as novas fábricas e outras instalações industriais terão que usar tecnologias mais avançadas no campo da eficiência energética.

Para o grupo de indústrias manufatureiras dos Estados Unidos (NAM, na sigla em inglês), representado na audiência pelo advogado Peter Keisler, a EPA abusa de sua autoridade, ao estabelecer “os controles mais caros, complexos e nocivos” vistos até o momento, que “ameaçam” a competitividade mundial das empresas.

Regulação dos gases
Verrilli pediu à justiça que não dê razão a grupos industriais que buscam “invalidar 34 anos de interpretação da EPA”. “Trinta e quatro anos de interpretação não têm valor de lei”, afirmou durante a sessão o juiz conservador Antonin Scalia.

Além disso, se a EPA vencer, significaria que 86% dos gases de efeito estufa serão regulados. Mas se perder, serão 83%, razão pela qual trata-se de “um combate por apenas 3% das emissões”, argumentou o presidente conservador John Roberts.

Mas “3% são milhares e milhares de entidades”, disse a juíza progressista Sonia Sotomayor, em uma troca marcada pelas preferências políticas dos juízes.

Como o campo da regulamentação é relativamente limitado, é pouco provável que uma condenação à EPA apareça como um desafio aos esforços do governo pelo meio ambiente.

A decisão da Suprema Corte de Justiça, aguardada para o fim de junho, dependerá do voto do juiz Anthony Kennedy.

O que é o Plano de Ação Climática?
Os Estados Unidos dividiram em três pilares as formas de enfrentar os efeitos climáticos e contribuir na redução da poluição global de carbono: diminuir as emissões domésticas de CO2, preparar o país para ser resistente aos impactos climáticos e liderar esforços internacionais sobre o tema. A plataforma foi lançada em junho de 2013.

Entre as ações internas dos EUA, o objetivo primordial é reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17% até 2020, utilizando como parâmetro os níveis de emissões de 2005.

Além disso, Obama instruiu a Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês e que tem status de Ministério de Meio Ambiente nos Estados Unidos) a elaborar normas para regulamentar as emissões de gases causadores do efeito estufa nas usinas a carvão.

Com o apoio das empresas de energia, dos estados e de outras partes interessadas, a agência vai estabelecer padrões para reduzir as emissões em usinas já existentes e terá que entregar até 20 de setembro deste ano novas regras que delimitam as emissões em novas usinas. Até junho de 2014, o órgão terá ainda que definir limites de emissões em usinas que já operam nos EUA.

Outro ponto do plano é que o Departamento do Interior terá que permitir a implantação de projetos voltados à geração de energia renovável que permitam abastecer mais de 6 milhões de casas até 2020. O departamento também terá que trabalhar para que o país produza 100 MW vindos de fontes renováveis, como plantas eólicas, solares ou geotérmicas, para abastecer moradias populares nos EUA.

Os Estados Unidos estabeleceram ainda como meta a redução da poluição de carbono em pelo menos 3 bilhões de toneladas, cumulativamente até 2030, com a implantação de parâmetros de eficiência para instalações e prédios federais.

Novos padrões de combustíveis menos poluentes serão desenvolvidos para veículos pesados e caminhões a partir de 2018 e haverá ainda um plano para reduzir as emissões de gases provenientes do uso de aparelhos de ar-condicionado e geladeiras.

Ação internacional
Como medidas internacionais, o Plano de Ação Climática se compromete a expandir para outros países iniciativas, novas ou já existentes, que tenham o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Ele prevê o fim do apoio dos EUA ao financiamento público de novas usinas energéticas movidas a carvão no exterior, exceto para países mais pobres ou instalações com tecnologia capaz de capturar o carbono emitido.

Outro ponto citado é que o país se compromete em trabalhar com parceiros comerciais para iniciar negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), no intuito de promover o livre comércio global de bens considerados ambientais, como tecnologias limpas para geração de energia (paineis solares e turbinas eólicas)

Prevenção contra desastres ambientais
De acordo com o novo projeto, as agências federais serão direcionadas para apoiar investimentos voltados à redução do impacto de desastres ambientais por meio da redução ou remoção de barreiras políticas.

O plano estabelece a criação, a curto prazo, de uma força-tarefa em vários níveis (estadual e municipais) para que esses grupos informem ao governo federal quais medidas deverão ser tomadas para fortalecer a proteção dessas comunidades contra desastres ambientais.

Além disso, serão estabelecidas estratégias-piloto para áreas afetadas pelo furacão Sandy, que atingiu a Costa Leste dos EUA em 2012, como forma de proteger a região de possíveis condições climáticas extremas no futuro.

O plano pede que seja feita uma parceria nacional contra os impactos da seca e amplia os esforços de restauração de florestas e pastagens, para que diversas regiões se tornem menos vulneráveis a incêndios catastróficos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Suprema Corte dos EUA suspende execução por injeção no Missouri

A Suprema Corte dos Estados Unidos suspendeu uma execução programada para esta quarta-feira (29) no Missouri e examina outra prevista para acontecer em Louisiana, devido a uma polêmica sobre os produtos utilizados na injeção letal.

A execução de Herbet Smulls deveria ter acontecido à meia-noite desta quarta, mas o juiz Samuel Alito, encarregado dessa zona geográfica na Suprema Corte, decidiu suspendê-la devido a um recurso de último minuto apresentado pelo advogado do detento.

Smulls foi condenado pela morte de um joalheiro em um roubo a mão armada.

Na terça à noite, o governador do Missouri havia se recusado a parar a execução.

A sentença da mais alta instância judicial dos EUA foi anunciada em meio a uma polêmica sobre o uso de pentobarbital letal, utilizado na injeção fabricada por uma companhia farmacêutica. Os componentes usados por esse laboratório, cujo nome não é revelado, não foram aprovados pela FDA, a agência que regula o setor de remédios e medicamentos nos Estados Unidos.

Alito também deve julgar o caso de Christopher Sepulvado, de Louisiana, condenado à pena capital e com a execução prevista para a próxima semana por ter espancado e queimado o enteado de seis anos, em 1992, até levá-lo à morte.

Os advogados de ambos alegam que, ao não revelar o nome do laboratório que fabrica a injeção letal, é impossível determinar se a execução será “um castigo cruel e desumano” – o que é proibido pela Oitava Emenda da Constituição americana.

Segundo os defensores, os componentes usados para levar os presos à morte podem ter sido testados e aprovados pelo mesmo laboratório que fez testes com o medicamento usado em uma polêmica execução em Oklahoma, em 9 de janeiro. Nela, o detento Michael Lee Wilson se queixou de sentir o corpo “ardendo”, quando a injeção foi aplicada.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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