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Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim

Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Familiares de passageiros chineses desaparecidos marcham na direção do prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A informação de que o avião do voo MH370 da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico e não deixou sobreviventes, anunciada na segunda-feira (24) pelo primeiro-ministro malaio, Najib Razak, revoltou familiares dos 239 passageiros desaparecidos desde o dia 8 de março. Nesta terça-feira (25), parentes das vítimas fizeram uma marcha de protesto em frente ao prédio da Embaixada da Malásia em Pequim, na China.

O Boeing 777 fazia o trajeto Kuala Lumpur-Pequim quando sumiu dos radares. A informação de que ele caiu no mar foi obtida com base em uma nova análise de dados de satélite da Grã-Bretanha, que apontaram que a última localização do avião foi no sul do Oceano Índico, cerca de 2.500 km ao sudoeste de Perth, na Austrália.

25/3 - Familiares de passageiros de avião sumido protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)Familiares de passageiros de avião sumido
protestam em Pequim (Foto: Kim Kyung-Hoon/
Reuters)

Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados. A conclusão do governo da Malásia se baseia na última localização da aeronave somada a cálculos que apontam que, se ela não avançou mais que isso e o combustível disponível era limitado, só poderia ter caído no mar.

Veja o que já se sabe e o que ainda se especula sobre o caso

Na manifestação desta terça, familiares dos passageiros tentaram furar um bloqueio erguido pela polícia chinesa, causando tumulto. O grupo exigia mais explicações sobre a tragédia. Mais de 150 passageiros a bordo do avião desaparecido eram chineses.

Cerca de 30 familiares que participavam do ato entraram em confronto com a polícia, acusando a Malásia de “atrasos e mentiras”. Os manifestantes jogaram garrafas d’água na Embaixada da Malásia e tentaram invadir o prédio, exigindo uma reunião com o embaixador. Entre os gritos, ouvidos em meio a lágrimas, estavam: “O governo malaio nos enganou” e “Malásia, devolva nossos parentes”.

Polícia chinesa reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim. (Foto: Mark Ralston / AFP Photo)Polícia reforça policiamento no prédio da Embaixada da Malásia em Pequim (Foto: Mark Ralston/AFP)

A China cobra da Malásia dados de satélite sobre o avião desaparecido. O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Xie Hangsheng, informou ao embaixador da Malásia em Pequim que já pediu para que a Malásia entregue todos os dados significativos de satélites a respeito do voo MH370.

“Essa [o último dado de satélite] é uma localização remota, longe de quaisquer possíveis locais de pouso”, disse o primeiro-ministro malaio na segunda-feira. “Assim, é com profunda tristeza e lamento que devo informá-los que, de acordo com esses novos dados, o voo MH-370 terminou no sul do Oceano Índico”, declarou Razak.

Os comentários do premiê foram feitos em um momento em que um navio australiano estava perto de encontrar possíveis destroços de um avião, após uma série crescente de visualizações de objetos flutuando que, acredita-se, sejam parte do Boeing 777.

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

Os objetos, descritos como “circulares e cinzas ou verdes” e “retangulares laranjas”, foram vistos na tarde de segunda-feira, disse o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, acrescentando que três aviões também estavam a caminho da área.

O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu dos radares civis menos de uma hora após ter decolado de Kuala Lumpur rumo a Pequim. Desde então, não houve nenhuma visualização confirmada da aeronave e não há pistas sobre o que deu errado no trajeto.

A atenção e os recursos na busca pelo Boeing 777 mudaram para um trecho cada vez mais estreito do mar revolto do sul do Oceano Índico, milhares de quilômetros distante da rota original do voo.

No início da segunda-feira, a agência de notícias oficial chinesa Xinhua disse que uma aeronave do país modelo Ilyushin IL-76 avistou dois objetos “relativamente grandes” e vários outros menores flutuando dispersos por vários quilômetros.

Além disso, a Marinha dos Estados Unidos está enviando para a área seu detector de caixas-pretas (gravador de voz e dados de voo na cabine) de alta tecnologia. Encontrar esses equipamentos rapidamente é crucial, porque o localizador emite sinais por apenas 30 dias.

“Se forem encontrados destroços, responderemos o mais rápido possível, já que a vida da bateria da caixa-preta é limitada”, disse o comandante Chris Budde, chefe de Operações da 7ª Frota dos EUA, em comunicado por e-mail.

Investigadores acreditam que alguém a bordo do voo MH370 tenha desligado os sistemas de comunicação do avião. Um rastreamento parcial de um radar militar mostrou que a aeronave virou para o oeste e cruzou novamente a Península da Malásia, aparentemente sob controle de um piloto habilidoso.

Isso levou os investigadores a cogitar as hipóteses de sequestro ou sabotagem, mas problemas técnicos também não são descartados. Pulsos eletrônicos tênues detectados por um satélite comercial indicam que o avião voou por cerca de 6 horas ou mais, mas não foi possível fazer mais do que localizar seu último sinal em um ou dois vastos arcos de busca ao norte e ao sul do Oceano Índico.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Satélite francês flagra possíveis destroços de avião sumido no Índico

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

As autoridades malaias informaram neste domingo (23) que receberam novas imagens de um satélite francês que mostram objetos flutuando no sul do  Oceano Índico e que poderiam ser destroços do avião da Malaysia Airlines que está desaparecido há duas semanas.

As imagens mostram “objetos potenciais”, disse o ministro malaio de Transporte, Hishammuddin Hussein, em comunicado.

No sábado (22), a China também divulgou fotos de satélites do país que mostram objetos, um deles de 22,5 metros por 13 metros, flutuando ao Sul da área onde estão sendo realizadas buscas do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.

Também no sul do Oceano Índico, possíveis destroços foram avistados na última quinta-feira por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

No entanto os trabalhos de busca realizados na sexta-feira na área, que fica a 2,3 mil quilômetros da costa australiana, não tiveram sucesso, aumentando a tensão entre os familiares dos passageiros desaparecidos.

Neste domingo (23), o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, país que coordena as buscas no oceano Índico, disse haver “esperanças crescentes” de a aeronave ser encontrada.

Abbott afirmou em Papua Nova Guiné que “surgiram eventos significativos” nas últimas 24 horas, em referência ao anúncio de que satélites chineses detectaram objetos, um deles de cerca de 22 metros, a 120 quilômetros a sudoeste do ponto onde foram captados os primeiros sinais.

“Evidentemente antes de dar detalhes precisamos recuperar este material porque ainda é cedo demais para fazer um comentário definitivo”, explicou o primeiro-ministro.

Neste domingo mais dois aviões chineses e dois japoneses se unirão à busca na área, de 36 mil quilômetros quadrados, em que já ajudam Nova Zelândia e Estados Unidos.

Imagem de satélite mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)Imagem de satélite chinês mostra um dos objetos que teria 22,5 metros por 13 metros (Foto: China State Administration of Science, Technology and Industry for National Defense/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Austrália diz que esperança em achar avião sumido é crescente

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, disse que existe uma “crescente esperança” em descobrir o que ocorreu com o voo MH370 da Malaysia Airlines e as 239 pessoas desaparecidas que estavam a bordo da aeronave. A declaração ocorreu após a visualização de alguns objetos na zona de busca.

“Ainda é muito cedo para precisar, mas obviamente temos agora um número de pistas muito confiáveis e há uma esperança crescente, nada mais do que esperança, de que estejamos no caminho certo para descobrir o que aconteceu com este avião desafortunado”, disse Abbott, depois de ver vários objetos na área de buscas do Boeing 777, a cerca de 2.500 quilômetros da cidade australiana de Perth.

Consultado sobre detalhes, Abbott se referiu a “uma certa quantidade de pequenos objetos bem próximos uns dos outros dentro da zona de buscas australiana, inclusive, pelo que eu entendo, um pallet de madeira”.

Os comentários vêm à tona horas depois de a Autoridade Marítima de Segurança Australiana (AMSA) anunciar que “novas tentativas serão feitas para estabelecer se os objetos avistados têm relação com o MH370”.

O premier não mencionou especificamente uma imagem capturada por um satélite chinês, datada de 18 de março, e divulgada neste sábado, que mostrou um grande pedaço do que parece ser um destroço flutuando perto de onde imagens anteriores de satélite tinham mostrado dois pedaços de possível fuselagem no remoto oceano.

A confiança de Abbott também se apoiou nos recursos crescentes dedicados às buscas.

Dois aviões chineses e dois Orions japoneses deveriam se juntar, neste domingo, aos seis aviões já envolvidos nesta enorme operação, afirmou o premier.

“Obviamente quanto mais aeronaves tivermos, mais navios tivermos, mais confiantes estaremos de recuperar qualquer material lá embaixo”, declarou.

“Quero dizer que este é realmente um grande esforço internacional e mostra que muitos países são capazes de se unir em um momento de dificuldade”, acrescentou.

Na quinta-feira (20), o primeiro-ministro australiano informou que satélites avistaram no sul do Oceano Índico dois objetos que podem estar relacionados ao Boeing da Malaysia Airlines, cujo voo MH-370 desapareceu em 8 de março, com 239 a bordo, no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China. Um dos objetos teria cerca de 24 metros.

No entanto, na sexta-feira (21), o país informou que os objetos já poderiam ter afundado.

China também investiga objetos
As autoridades malaias divulgaram neste sábado (22) que satélites chineses flagraram objetos, um deles de 22,5 metros por 13 metros, flutuando ao Sul da área onde estão sendo realizadas buscas do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

“Navios chineses foram enviados para a área. Pequim deve fazer um anúncio em poucas horas”, disse o ministro malaio dos Transportes, Hishammuddin Hussein.
O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China.
A informação inicial é de que os detritos avistados nas fotos teriam sido achados a 120 quilômetros dos possíveis destroços avistados na última quinta-feira no sul do Oceano Índico por autoridades australianas a partir de outras imagens de satélite.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Austrália diz que possíveis destroços de avião sumido podem ter afundado

Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde 8 de março (Foto: Australian Government's Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde o dia 8 de março (Foto: Australian Government’s Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)

O vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss, disse nesta sexta-feira (21) que os objetos vistos em imagens de satélite em uma área remota no sul do Oceano Índico, o que levou a uma caçada internacional em busca do avião desaparecido da Malaysia Airlines, já podem ter afundado.

O voo MH-370 desapareceu no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo (a maioria chineses), no trajeto entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China. As imagens de satélite foram feitas no dia 16 de março.

“Algo que estava flutuando no mar há tanto tempo pode não estar mais”, disse Truss a repórteres em Perth, na Austrália. “Podem ter ido para o fundo.”

Segundo a emissora americana CNN, o primeiro avião enviado ao local nesta sexta-feira para tentar localizar os possíveis destroços não encontrou nada na área monitorada.

VALE ESTE - mapa avião desaparecido malásia - 21.03 (Foto: Arte/G1)

Truss disse que as buscas continuam por “mares traiçoeiros”, em uma área a 2.500 quilômetros a sudoeste de Perth, e que as aeronaves da Austrália, Nova Zelândia e dos Estados Unidos receberão o apoio de aviões chineses e japoneses durante o fim de semana.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, disse na quinta-feira (20) que satélites avistaram no sul do Oceano Índico dois objetos que podem estar relacionados ao Boeing da Malaysia Airlines. Um dos objetos teria 24 metros.

“A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA, na sigla em inglês) recebeu informações baseadas em dados de satélites sobre objetos que poderiam estar relacionados com a busca”, disse Abbot no Parlamento australiano.

De acordo com o primeiro-ministro, os objetos estariam ao sul do Oceano Índico, a cerca de 2.300 km da costa da cidade de Perth, onde o tempo não está bom no momento.

“Ao analisarmos as imagens de satélite, identificamos dois objetos possivelmente relacionados com as buscas”, afirmou.

Navios e aviões foram enviados ao local, mas por enquanto nada foi localizado.

Após o anúncio, o governo da Malásia afirmou que a localização dos objetos é um “indício crível” que pode levar ao avião, mas que ainda precisa ser confirmado. Enquanto isso não ocorre, as buscas em outras áreas foram mantidas.

“Até que tenhamos certeza de que localizamos o MH370, as operações continuarão nos dois corredores”, declarou o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein.

Sumiço
O Boeing 777-200 fazia o trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim quando perdeu contato pelo rádio, na madrugada de 8 de março. Segundo as investigações, após a perda de contato, o avião ainda voou por várias horas, alterando sua direção e altitude.

As autoridades malaias consideram “intencionais” a desativação dos sistemas de comunicação do Boeing e a mudança radical de trajetória. A alteração de rumo não aconteceu de modo manual, mas por meio de um código de informática possivelmente programado por uma pessoa na cabine de comando, pelo Sistema de Gestão de Voo (FMS) usado pelos pilotos, confirmaram investigadores americanos citados pelo jornal “The New York Times”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Cantora Courtney Love diz que pode ter encontrado avião sumido

Imagem divulgada pela cantora em sua página do Facebook mostra o que ela acha que pode ser a localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/Facebook/Courtney Love)Imagem divulgada pela cantora em sua página do Facebook mostra o que ela acha que pode ser a localização do avião desaparecido (Foto: Reprodução/Facebook/Courtney Love)

A cantora americana Courtney Love publicou em seu perfil no Facebook uma imagem de um site de visualização via satélite apontando uma mancha no mar e dizendo que ela não é uma especialistas, mas que a imagem “parece um avião e uma mancha de óleo”. Courtney se referia ao Boeing 777 da empresa Malaysia Airlines, desaparecido desde o dia 7 deste mês duas horas após decolar de Kuala Lumpur.

A imagem publicada por Courtney é do site colaborativo Tomnod, em que as pessoas tentam identificar objetos e lugares base em imagens via satélite. De acordo com o DigitalGlobe, que fornece as imagens de satélite para o Tomnod, as fotos são atualizadas diariamente.

Segundo a cantora, a mancha está a 1,6km da ilha de Pulau Perak, próximo à Malásia. O site Tomnod, no entando, informou em sua página do Facebook que a imagem compartilhada por Courtney mais parece a de outros barcos navegando pela região.

O número de países envolvidos nos esforços para encontrar a aeronave chega a 26. A busca se concentra em dois amplos corredores em terra e mar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Malásia diz que ‘alguém’ desligou comunicação de avião sumido

Primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak. (Foto: Manan Vatsyayana / AFP Photo)Primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak. (Foto: Manan Vatsyayana / AFP Photo)VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, confirmou neste sábado (15), em entrevista coletiva em Kuala Lumpur, que o voo MH-370 da Malaysia Airlines, que desapareceu com 239 pessoas no dia 7 de março, teve os sistemas de comunicação desligados por “alguém” que depois a conduziu até dois pontos possíveis: Indonésia ou a fronteira entre Cazaquistão e Turcomenistão. Mas o premiê não confirmou que a aeronave foi sequestrada.

Najib disse que o voo mudou de rota e voou durante 6 horas na direção oeste, após o último sinal da aeronave. O governante se recusou a falar de sequestro, mas a exposição que apresentou aponta para esse sentido, segundo interpretação das agências de notícias.

A polícia local realiza buscas na casa do piloto Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, que pilotava a aeronave.

O primeiro-ministro explicou que, com as novas informações obtidas, o voo MH-370 continuou emitindo sinais para um satélite até as 8h14 locais de sábado (21h14 de Brasília da sexta-feira).

A Malaysia Airline divulgou um comunicado após a fala do premiê, dizendo que a situação é sem precedentes para a companhia e para toda a indústria da aviação. “Nunca houve um caso em que informações captadas apenas por sinais de satélites pudessem potencialmente serem usadas para identificar a localização de um voo comerical sumido. Dada a natureza da situação e sua extrema sensibilidade, era imprescindível que os sinais de satélite isolados fossem verificados e analisados por autoridades especializadas para que seu significado pudesse ser entendido. Isso naturalmente nos tomou tempo, durante o qual não pudemos confirmar sua existência [dos sinais].”

Uma fonte militar malaia afirmou à agência de notícias France Presse que os investigadores acreditam que o avião pode ter sido desviado para o Índico por uma pessoa com profundo conhecimento das rotas aéreas e das posições dos radares. “Com certeza seria um piloto experiente, competente e em atividade”, disse a fonte, que, no entanto, não revelou se as suspeitas apontam para um sequestrador entre os passageiros ou um integrante da tripulação.

O avião saiu de Kuala Lumpur às 0h41 locais do sábado (13h41 de Brasília da sexta-feira) e tinha previsão de chegada a Pequim cerca de seis horas mais tarde, mas desapareceu dos radares 40 minutos depois da decolagem.

O Boeing tinha combustível para 7 horas e meia de voo, segundo a Malaysia Airlines, e transportava 239 pessoas: 227 passageiros, entre eles duas crianças, e uma tripulação de 12 malaios.

Depois de vários dias, Najib confirmou que os dados recebidos por um radar militar correspondem ao MH-370 e provam que o avião mudou de rota, cruzou o Estreito de Málaca e seguiu rumo ao oeste.

“As buscas entraram em uma nova fase. Esperamos que esta nova informação nos aproxime de sua localização”, afirmou o primeiro-ministro.

As buscas pelo avião tinham se concentrado até o momento no Mar da China Meridional.

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Boeing diz que avião sumido não estava sujeito a norma de inspeção

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

A Boeing disse nesta quarta-feira (12) que o desaparecido jato 777, da Malaysia Airlines, não estava sujeito a uma nova diretriz relativa à segurança da aviação nos Estados Unidos, que ordenaram inspeções adicionais para rachaduras e corrosão em aviões 777.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) ordenou na semana passada inspeções repetidas adicionais em certas aeronaves Boeing 777, alertando que a corrosão e rachaduras podem provocar rápida descompressão e danos à estrutura da aeronave.

A FAA determinou que as companhias aéreas inspecionassem aeronaves registradas nos EUA para verificação de rachaduras, corrosão e potenciais reparos, depois de receber um relatório sobre uma rachadura de 16 polegadas no revestimento da fuselagem sob um adaptador para a antena de comunicações por satélite do avião.

A Boeing disse que trabalhou em estreita colaboração com a FAA para monitorar a frota quanto a potenciais problemas de segurança e tomar as medidas apropriadas. Mas disse que a aeronave 777-200ER da Malaysia Airlines não tinha essa antena instalada e não estava sujeita à ordem da FAA.

Um porta-voz da FAA também alertou nesta quarta-feira contra o estabelecimento de ligações entre a diretriz, uma das centenas emitidas anualmente pela agência, e o desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines.

“Não há absolutamente nenhuma indicação de que isso teve alguma coisa a ver com o acidente”, disse o porta-voz, que também observou que os aviões são construídos com redundâncias no processo de fuselagem e inspeção para que sejam captadas fissuras ou corrosão antes que elas fiquem maiores e causem problemas.

A FAA propôs em setembro pela primeira vez as inspeções extras para 120 aeronaves registradas nos EUA, antes de finalizar a diretriz em fevereiro e publicá-la no Registro Federal dos EUA, em 5 de março. A nova regra entra em vigor 9 de abril.

“Estamos emitindo essa diretriz de aeronavegabilidade para detectar e corrigir rachaduras e corrosão na pele da fuselagem, o que poderia provocar uma rápida descompressão e perda de integridade estrutural do avião”, disse a agência na diretriz.

As autoridades de aviação em outros países normalmente seguem o exemplo da FAA na emissão de tais diretrizes, mas não ficou claro se a Malásia já estava adotando a mesma medida.

Pelo menos uma dezena de países, com 42 navios e 39 aviões, estão ajudando a procurar o avião que desapareceu no sábado, menos de uma hora depois de decolar de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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