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Prioridade é cabo submarino que ligará Brasil à Europa, diz Telebras

A Telebras informou nesta terça-feira (4) que a prioridade para a empresa é a construção do cabo submarino que liga o Brasil à Europa, não a estrutura que liga o país ao continente africano.

Em visita ao Brasil na semana passada, o presidente da Angola Cable anunciou investimento de R$ 160 milhões para na construção do cabo submarino que ligará o país africano ao Brasil. A Telebras considerou participar da iniciativa, mas apenas cederá um ponto de aterragem do cabo em Fortaleza, no Ceará.

Estratégico, o local dentro do território brasileiro o mais próximo dos continentes europeu e africano, bem como dos Estados Unidos. O presidente da Angola Cables, António Nunes, afirmara quem o governo brasileiro desistira do projeto. O cabo de 6 mil quilômetros ligará Luando á Fortaleza e, de lá, partirá para os EUA.

Segundo a Telebras, o que houve foi uma reestruturação do projeto e a prioridade é o cabo que liga o Brasil à Europa. O acordo entre as empresas previra somente a cessão do ponto de aterramento, informa a companhia brasileira.

Em janeiro, a empresa acertou internamente a constituição de uma empresa, chamada JVCo, da qual deterá 35%, que será responsável pelo projeto. A espanhola IslaLink Submarine Cables ficará com 45% e um sócio brasileiro deterá 20% –segundo a Telebras, será um fundo de investimento anunciado até maio. O projeto total deve custar US$ 185 milhões.

Hoje, são cinco os cabos submarinos partindo de Fortaleza, dos quais quatro para os EUA. O único ancorado na Europa está com a capacidade esgotada e por isso não transmite mais dados, somente voz.

A Telebras considera que, por isso, a priorização da construção de mais um cabo rumo à Europa seja estratégico, pois o continente não só abriga muitos centros de dados de empresas de internet como também é uma ponte para a Ásia.

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Telebras aprova construção de cabo submarino entre Brasil e Europa

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Produtos do Submarino e Americanas.com não aparecem mais no Buscapé

A B2W, detentora das marcas, retirou mais de 400 mil produtos do buscador. Empresa afirmou não participar da política de compras realizadas diretamente pelo site de comparação de preços

A companhia de varejo eletrônico B2W – responsável pelas marcas Submarino, Americanas.com e Shoptime, decidiu retirar dos comparadores de preço Buscapé e Bondfaro (que pertencem à mesma empresa) seus mais de 400 mil produtos. A medida é uma reação contra a nova política de compras rápidas do Buscapé.

O site de comparação de preços anunciou no final de janeiro um novo recurso, o “Comprar agora”, que permite aos usuários finalizar as compras diretamente pela página do serviço – e não somente pesquisar pelo melhor preço. A ideia, segundo a empresa, é facilitar a transação entre fornecedor e consumidor, sem que o usuário precise mudar de site para comprar o que deseja. Outro objetivo é diminuir o índice de abandono da compra.

“A B2W não decidiu em momento algum participar de nenhum projeto com o Buscapé, que envolvesse a captura e retenção de dados de seus clientes. O que ocorreu foi o descumprimento do contrato atual por parte do Buscapé, incluindo as marcas da B2W à revelia no novo formato de conclusão de compra do site”, disse a empresa, em comunicado.

O CEO e cofundador do Buscapé, Romero Rodrigues, afirmou que o serviço retém os dados do usuário mesmo se a compra não for finalizada – exatamente o ponto que a B2W não aprovou. “Para garantir a privacidade e segurança dos dados cadastrais de seus clientes, a B2W retirou os seus mais de 400 mil produtos do buscador. Desde a sua criação, a B2W é a única responsável por todo o processo de compra dos clientes, não conferindo a ninguém o acesso a esses dados”, diz o texto.

Em testes realizados pelo IDG Now!, Buscapé e Bondfaro já não apresentam mais produtos das marcas mantidas pela B2W.

Procurado por nossa reportagem, o Buscapé disse que não irá se pronunciar a respeito.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Produtos do Submarino e Americanas.com não aparecem mais no Buscapé

A B2W, detentora das marcas, retirou mais de 400 mil produtos do buscador. Empresa afirmou não participar da política de compras realizadas diretamente pelo site de comparação de preços

A companhia de varejo eletrônico B2W – responsável pelas marcas Submarino, Americanas.com e Shoptime, decidiu retirar dos comparadores de preço Buscapé e Bondfaro (que pertencem à mesma empresa) seus mais de 400 mil produtos. A medida é uma reação contra a nova política de compras rápidas do Buscapé.

O site de comparação de preços anunciou no final de janeiro um novo recurso, o “Comprar agora”, que permite aos usuários finalizar as compras diretamente pela página do serviço – e não somente pesquisar pelo melhor preço. A ideia, segundo a empresa, é facilitar a transação entre fornecedor e consumidor, sem que o usuário precise mudar de site para comprar o que deseja. Outro objetivo é diminuir o índice de abandono da compra.

“A B2W não decidiu em momento algum participar de nenhum projeto com o Buscapé, que envolvesse a captura e retenção de dados de seus clientes. O que ocorreu foi o descumprimento do contrato atual por parte do Buscapé, incluindo as marcas da B2W à revelia no novo formato de conclusão de compra do site”, disse a empresa, em comunicado.

O CEO e cofundador do Buscapé, Romero Rodrigues, afirmou que o serviço retém os dados do usuário mesmo se a compra não for finalizada – exatamente o ponto que a B2W não aprovou. “Para garantir a privacidade e segurança dos dados cadastrais de seus clientes, a B2W retirou os seus mais de 400 mil produtos do buscador. Desde a sua criação, a B2W é a única responsável por todo o processo de compra dos clientes, não conferindo a ninguém o acesso a esses dados”, diz o texto.

Em testes realizados pelo IDG Now!, Buscapé e Bondfaro já não apresentam mais produtos das marcas mantidas pela B2W.

Procurado por nossa reportagem, o Buscapé disse que não irá se pronunciar a respeito.

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Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Submarino lança serviço de vídeo via streaming sem plano mensal

O Submarino lançou nesta semana um serviço que permite que os internautas comprem ou aluguem filmes e episódios de seriados por unidade, sem a necessidade de uma assinatura mensal. O serviço entra na disputa de mercado com marcas de conteúdo via streaming como Netflix e Net Movies.

Segundo a empresa, o Submarino On Demand oferece um acervo com mais de 3 mil títulos, incluindo lançamentos, filmes clássicos e documentários. Entre os lançamentos anunciados no site da empresa estão “Lanterna Verde” (2011), “Se beber, não case – parte 2” (2011) e os seriados de sucesso do produtor Chuck Lorre (“Two And a Half Men” e “Mike & Molly”), além do líder de audiência nos EUA, “The Big Bang Theory”.

O serviço de aluguel de filmes via streaming (reprodução em tempo real, da mesma forma que funciona o Youtube) funciona de maneira parecida com a iTunes Store, da Apple: os conteúdos ficam disponíveis por um mês, mas depois de iniciar o vídeo pela primeira vez, o internauta tem 48 horas para terminar de assisti-lo – nesse período, pode revê-lo quantas vezes quiser. O aluguel de vídeos varia entre 5 e 7 reais (lançamentos).

Já no caso de conteúdos comprados, os arquivos são baixados para o computador do usuário. Os valores variam entre 13 e 45 reais.

Para utilizar o Submarino On Demand, o internauta deve fazer o download do aplicativo no site da empresa e escolher o conteúdo. Os pagamentos são feitos por meio do cartões de crédito, Cartão Submarino e vale-presente da empresa. 

A empresa alerta em seu site que, para obter um bom desempenho, o serviço de streaming exige no mínimo redes banda larga com velocidade de 2 Mbps (Megabits por segundo), mas o ideal é que ela seja de 4 Mbps ou mais.

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Publicado por em 16 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Submarino lança serviço de vídeo via streaming sem plano mensal

O Submarino lançou nesta semana um serviço que permite que os internautas comprem ou aluguem filmes e episódios de seriados por unidade, sem a necessidade de uma assinatura mensal. O serviço entra na disputa de mercado com marcas de conteúdo via streaming como Netflix e Net Movies.

Segundo a empresa, o Submarino On Demand oferece um acervo com mais de 3 mil títulos, incluindo lançamentos, filmes clássicos e documentários. Entre os lançamentos anunciados no site da empresa estão “Lanterna Verde” (2011), “Se beber, não case – parte 2” (2011) e os seriados de sucesso do produtor Chuck Lorre (“Two And a Half Men” e “Mike & Molly”), além do líder de audiência nos EUA, “The Big Bang Theory”.

O serviço de aluguel de filmes via streaming (reprodução em tempo real, da mesma forma que funciona o Youtube) funciona de maneira parecida com a iTunes Store, da Apple: os conteúdos ficam disponíveis por um mês, mas depois de iniciar o vídeo pela primeira vez, o internauta tem 48 horas para terminar de assisti-lo – nesse período, pode revê-lo quantas vezes quiser. O aluguel de vídeos varia entre 5 e 7 reais (lançamentos).

Já no caso de conteúdos comprados, os arquivos são baixados para o computador do usuário. Os valores variam entre 13 e 45 reais.

Para utilizar o Submarino On Demand, o internauta deve fazer o download do aplicativo no site da empresa e escolher o conteúdo. Os pagamentos são feitos por meio do cartões de crédito, Cartão Submarino e vale-presente da empresa. 

A empresa alerta em seu site que, para obter um bom desempenho, o serviço de streaming exige no mínimo redes banda larga com velocidade de 2 Mbps (Megabits por segundo), mas o ideal é que ela seja de 4 Mbps ou mais.

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Publicado por em 13 de março de 2012 em Tecnologia

 

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