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Apple negocia streaming de TV com provedora Comcast, diz jornal

A Apple está negociando com a provedora norte-americana Comcast um acordo para um serviço de streaming de televisão, segundo o jornal “The Wall Street Journal”, citando pessoas familiarizadas com o assunto. A parceria permitiria que os decodificadores de sinal da Apple contornassem o congestionamento da web.

De acordo com o “WSJ”, as discussões estão em estágios iniciais e existem muitos obstáculos que precisam ser ultrapassados antes que um acordo definitivo possa ser alcançado. A Comcast e a Apple não quiseram comentar a matéria.

A Apple, que deseja separar o tráfego de seu serviço de TV do tráfego da internet pública para obter uma velocidade maior de transmissão, está buscando um tratamento especial com os cabos da Comcast para evitar o congestionamento, segundo a reportagem do “WSJ”.

O decodificador de TV da Apple custa US$ 100 e compete com dispositivos de transmissão similares da Roku e do Google.

O Netflix concordou em fevereiro em pagar a Comcast por velocidades maiores, abrindo a possibilidade de que mais companhias de conteúdo precisarão pagar por um serviço melhor.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Aplicativo do YouTube para iOS ganha suporte para streaming ao vivo

Novidade está disponível por meio do update 1.3, que também adiciona o feed Minhas Assinaturas.A partir de agora será possível acompanhar transmissões ao vivo do YouTube por meio do aplicativo iOS do serviço de vídeos do Google.

Disponível com a atualização 1.3, liberada nesta segunda-feira, 15/4, a novidade teria sido muito útil justamente no último final de semana, quando o YouTube transmitiu ao vivo o festival de música Coachella.

Outra novidade do update é que o usuário pode acessar de maneira mais fácil e rápida os novos vídeos dos canais que assina por meio do recém-lançado feed “Minhas Assinaturas” (“My Subscriptions”).

Disponível na App Store brasileira, o aplicativo do YouTube exige o iOS 5.0 ou versão mais recente para rodar no seu iPhone, iPad ou iPod Touch.

Link para download:

YouTube (iPhone e iPod Touch)

YouTube (iPad)

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Aplicativo Beamer permite streaming de vídeo de Mac antigo para Apple TV

Software que custa US$15 também é útil para donos de Macs mais novos pois reproduz formatos não suportados pelo iTunes.Conheço mais do que algumas pessoas que conectam um Mac mais antigo a suas TVs usando diferentes cabos de áudio e vídeo para reproduzir diferentes mídias A maioria delas adoraria poder fazer streaming sem fio desses conteúdos para uma Apple TV, mas os computadores delas não são novos o suficiente para suportarem a tecnologia AirPlay e o espelhamento via AirPlay do OS X 10.8 (Mountain Lion). Algumas vezes, os usuários que tem um Mac mais novo conseguem fazer streaming via iTunes, mas também possuem clipes em formatos que o software da Apple não suporta.

A não ser que a Apple esteja trabalhando em uma “mágica” inesperada com o OS X, os Macs mais antigos nunca terão capacidades de espelhamento via AirPlay. E não espere ver o iTunes suportando mais formatos de vídeos em breve. Mas graças ao software Beamer (15 dólares), o streaming via AirPlay ainda é possível nessas máquinas. Esse aplicativo simples e permite transmitir vídeos de Macs mais antigos (e novost ambém) para uma Apple TV de segunda ou terceira gerações. Especificamente, o Beamer funciona com Macs Intel de 64-bit (todos os modelos a partir de 2007, juntamente com alguns lançados em 2006) rodando o OS X 10.6 ou versão mais recente.

Abra o Beamer, e sua janela mostra todas as Apple TVs em sua rede local. Escolha uma, e o Beamer te instrui a “soltar” um arquivo de filme na janela do software; alguns segundos depois, o clipe começa a ser reproduzido na Apple TV selecionada (Um recurso que gostaria de ver no app é uma reprodução listada, para que pudesse soltar vários vídeos no Beamer e tê-los reproduzidos em ordem).

O Beamer realiza streaming do vídeo para a sua Apple TV como seria se você tivesse feito pelo iTunes: em tela cheia, com uma barra de progresso sempre que você aperta pause ou usa controles para acelerar ou retroceder. Na verdade, você pode usar o controle remoto da sua Apple TV para controlar a reprodução – não é preciso fazer isso pelo Mac. Se o seu arquivo de vídeo inclui legendas (ou está “pareado” com um arquivo de legendas) em formatos MicroDVD, SSA/ASS, SubRip (SRT), ou Sub Viewer, o Beamer pode exibir essas legendas durante a reprodução, apesar de não ser possível ajustar tamanho ou fonte.

Mas o Beamer não é apenas para Macs mais antigos: ele também é útil para Macs mais novos rodando Mountain Lion. Mesmo que esses modelos tenham suporte para espelhamento via AirPlay, o OS X 10.8 espelha a interface inteira do sistema – assistir a um vídeo pelo espelhamento via AirPlay não é tão elegante quanto usar o Beamer, que faz streaming apenas do vídeo (e, como mencionado acima, te permite usar o controle da própria Apple TV para controlar a reprodução). O Beamer também suporta mais formatos de vídeo do que fazer o streaming via iTunes: AVI, FLV, M4V, MKV, MOV, MP4, e WMV (mas não vídeos protegidos com DRM). Você pode até exportar apresentações do Keynote como arquivos de filme e apresentá-los via wireless. Além disso, mesmo que seu Mac suporte espelhamento via AirPlay, você pode achar que transmitir um vídeo usando o Beamer fica melhor e apresenta menos problemas de desempenho.

beamermac01.jpg

Infelizmente, o Beamer não pode realizar o streaming de DVDs (apesar de conseguir fazer streaming de arquivos VOB individuais em uma pasta VIDEO_TS de um DVD “ripado”). E o Beamer converte faixas de áudio com vários canais para estéreo, por isso vocêr perde efeitos de som surround. (O FAQ do desenvolvedor afirma que futuras versões do app vão ter suporte para áudio multi-canais). Por último, o desenvolvedor afirma que às vezes o Beamer pode ter problemas ao realizar streaming de arquivos muito grandes – vimos relatos de problemas com 4GB ou maiores.

O Beamer realiza apenas uma tarefa, mas em meus testes se saiu muito bem. E por 15 dólares, é muito mais barato do que comprar um novo Mac apenas para ter a habilidade do AirPlay.

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Publicado por em 4 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Serviço de streaming gratuito da Sony ganha app para iPhone e iPad no Brasil

A Sony lançou oficialmente seu aplicativo de vídeo Crackle para iPhone e iPad no Brasil. Antes, o conteúdo de filmes e séries do app não estava disponível por aqui.

Desde o início de novembro, os donos de aparelhos iOS e Android já podem assistir ao conteúdo do serviço de streaming no país.

Com poucas opções de filmes e séries conhecidos ou novos, o principal atrativo do serviço parece ser mesmo o fato de ser gratuito, o que torna injusta uma comparação com possíveis rivais como Netflix e Netmovies.

Entre as opções de filmes oferecidos, que não passam de algumas dezenas, destaque para “Mais Estranho que a Ficção” e “Ricky Bobby”, ambos estrelados por Will Ferrell, “Adaptação”, com Nicolas Cage, “Dr. Fantástico”, de Stanley Kubrick, e “As Loucuras de Dick e Jane”, com Jim Carrey.

Na seção de séries, o usuário encontra ainda menos títulos conhecidos, incluindo muitos desenhos antigos e a nova série de Jerry Seinfeld para a Internet, “Comediantes em Carros Tomando Café”, que no Crackle pode ser vista com legendas em português.

Vale notar que são exibidos vídeos publicitários antes e durante a reprodução dos conteúdos. Não encontramos opção assistir aos filmes e séries em HD.

Além disso, não é possível mudar o idioma do áudio durante a exibição do filme. A escolha precisa ser feita antes do início da reprodução.

Disponível na App Store brasileira, o aplicativo está otimizado para o iPhone 5 e exige o iOS 4.3 ou versão mais recente para rodar.

Link para download:

– Crackle

crackleios05.jpg

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Publicado por em 8 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Streaming de vídeo das Olimpíadas são desafio para TI

Funcionários tentam acompanhar os jogos pelos dispositivos móveis. BYOD pode ganhar o ouro olímpico no controle dos custos de telecom

Os gerentes de TI em empresas e governos estão tomando medidas para assegurar que os Jogos Olímpicos, que acontecem até agosto em Londres, não causem problemas em redes ou orçamentos. A Olimpíada será transmitida ao vivo por meio da internet, e a diferença de horário da capital londrina para o Brasil significa que muitos esportes vão ocorrer durante a jornada de trabalho.

As organização dizem que, no mínimo, vão monitorar as redes e estão preparadas para cortar o acesso de streaming se necessário for. Alguns gestores de TI estão lembrando os funcionários sobre as políticas de uso da rede corporativa.

Outro problema é o potencial aumento dos custos de comunicação móvel. Muitos empregadores realizaram a gestão de dispositivos e têm mais capacidade de streaming hoje do que tiveram durante a Olimpíada de 2008, em Pequim, e esse é um prato cheio para o usuário.

Na época, o iPhone tinha apenas um ano de idade e iPad e smartphones Android haviam acabado de chegar ao mercado. Todos esses dispositivos incentivam streaming com a ajuda de aplicativos. E as operadoras têm respondido à demanda com pacotes de planos de dados.

Para as companhias que fornecem equipamentos móveis e pagam as contas diretamente, há o risco de que funcionários excedam os limites de uso e contribuam para aumentar os orçamentos móveis. Mas algumas políticas do traga seu próprio dispositivo (BYOD) ajudam a driblar esse desafio, possibilitando que os empregadores ofereçam reembolso até um certo valor gasto com telefonia.

Gestão de gastos

Tom Amburgey, CIO da cidade de Wellington, na Flórida, nos Estados Unidos, afirma que implementou recentemente um programa de reembolso para usuários móveis. “Com isso, não estamos pagando diretamente as taxas de dados, e se os usuários ultrapassam o limite, o pagamento será por conta de cada um”, um benefício de BYOD, observa.

“Com isso em mente, estamos enviando avisos sobre o uso de vídeo e as implicações que podem ocorrer. Trata-se de um lembrete amigável”, afirma Amburgey.

Da mesma forma, Deborah Gash, vice-presidente e CIO do Sistema de Saúde São Lucas, em Kansas City, nos Estados Unidos, disse que o hospital adotou um sistema de bolsa para dispositivos inteligentes “por isso não se preocupa com custos adicionais”, observa.

Uma empresa que tem uma visão de contas de celular em toda a sua base de clientes é a Tangoe, empresa de gestão de despesa de telecom. A Tangoe vê problemas potenciais para as empresas que pagam as contas diretamente, especialmente com as que suportam planos de dados.

Daniel Rudich, vice-presidente sênior de gestão de gasto em tempo real da Tangoe, disse que a Olimpíada poderia ter um impacto de 5% a 10% nos orçamentos globais móveis das empresas se os usuários não estiverem preparados.

Grandes problemas podem vir de funcionários que viajam para o exterior, disse Rudich. Um cliente Tangoe, por exemplo, identificou um empregado que acumulou mais de 30 mil dólares em despesas, graças ao aplicativo Final Four, que mostra as pontuações de um campeonato norte-americano de basquete, atualizando-as em tempo real.

Outro empregado gastou 175 mil em tarifas de roaming, depois de baixar a primeira temporada completa da série Seinfeld em um país que não tinha TV em inglês.

Monitoramento das redes

Em termos de redes, sete gerentes de TI entrevistados disseram que vão monitorar redes para transmissão de uso, e estão prontos para tomar medidas, se necessário for.

“Tenho algumas preocupações”, revela Eric Lindgren, CIO da PerkinElmer, fabricante de dispositivos médicos. De acordo com ele, o tráfego de rede da empresa já está equipada com tecnologias de qualidade de serviço (QoS). “Assim, o tráfego da internet sempre terá prioridade mais baixa e não vai impactar em nossas aplicações críticas de negócios, como o SAP”, comenta.

Brandon Jackson, CIO da Gaston County, Carolina do Norte, no Estados Unidos, disse que a empresa deverá “bloquear sites de streaming de mídia para a maioria dos nossos 1,2 mil usuários”. No entanto, ele disse que exceções são feitas para os profissionais que têm “um caso de negócio documentado” para acessar streaming.

Os fabricantes também estão esperando um aumento do tráfego. Ramsey McGrory, CEO do AddThis, plataforma de mídia social que permite aos usuários compartilhar facilmente conteúdo, disse que a empresa espera que essa atividade cresça 30% mais do que o registrado em outros grandes eventos, como o Super Bowl [compeonato de futebol americano].

A empresa, que tem cerca de mil servidores, com chips da AMD em hardware da Hewlett-Packard em seus centros de dados, planeja ter equipe extra para verificar a atividade de rede em tempo real. “Esperamos um aumento na atividade social”, assinala Stewart Allen, CTO da AddThis.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Aplicativo de streaming de música Grooveshark está de volta ao Android

O aplicativo de streming de música Grooveshark está novamente disponível para dispositivos Android, 16 meses depois de removido pelo Google de sua loja online.

O Grooveshark – mantido pela Escape Media Group, com sede em Gainsville, na Flórida, enfrentou dificuldades com lojas de aplicativos online. A Google retirou o software da loja em agosto de 2010, apenas alguns dias após seu lançamento, por conta de reclamações relacionadas à violação de copyright. A empresa emitiu uma declaração, na época, dizendo que vinha trabalhado com o Google, a fim de ter o APP reintegrado.

O aplicativo permite que usuários façam upload de suas próprias músicas, que podem ser transmitidas a outros usuários. A companhia disse que obteve licenças de mais de mil gravadoras e distribuiu trabalhos de mais de 25 mil artistas independentes.

Mas a maioria das gravadoras continua infeliz. O aplicativo está sendo processado por grandes empresas do ramo, como Universal Music, Warner Bros e Sony Music. As companhias apresentaram um processo por violação de direitos autorais na Corte do Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York em 15 de dezembro. 

As gravadoras alegam que o Grooveshark não tem licença ou autorização para muitos dos trabalhos oferecidos no site. Elas também acusam o gerente sênior da Escape Media de forrar seu catálogo com upload ilegal.

Em seu site, a política do Grooveshark diz que “os usuários são responsáveis ??por garantir que eles têm o direito de fazer upload de arquivos de som disponíveis”. A empresa mantém isso e afirma que  removerá rapidamente o conteúdo infrator caso venha a ser devidamente notificada. “Se uma conta de usuários é frequentemente associada a material ilícito, os ‘privilégios de upload’ daquele usuário serão revogados”, afirmou a Grooveshark.

O site oferece serviço gratuito de publicidade. Anúncio sem assinaturas custam 6 dólares por mês e 9 dólares por mês para uma assinatura de dispositivo móvel.

Embora a Apple também tenha removido o APP de sua loja online, ele ainda pode ser utilizado em iPhones desbloqueados, ou naqueles que foram modificados para executar aplicativos não aprovados pela gigante. O Grooveshark também oferece um conjunto de ferramentas para artistas acompanharem o envolvimento dos usuários com a sua música, bem como publicidade.

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Streaming de vídeo das Olimpíadas são desafio para TI

Funcionários tentam acompanhar os jogos pelos dispositivos móveis. BYOD pode ganhar o ouro olímpico no controle dos custos de telecom

Os gerentes de TI em empresas e governos estão tomando medidas para assegurar que os Jogos Olímpicos, que acontecem até agosto em Londres, não causem problemas em redes ou orçamentos. A Olimpíada será transmitida ao vivo por meio da internet, e a diferença de horário da capital londrina para o Brasil significa que muitos esportes vão ocorrer durante a jornada de trabalho.

As organização dizem que, no mínimo, vão monitorar as redes e estão preparadas para cortar o acesso de streaming se necessário for. Alguns gestores de TI estão lembrando os funcionários sobre as políticas de uso da rede corporativa.

Outro problema é o potencial aumento dos custos de comunicação móvel. Muitos empregadores realizaram a gestão de dispositivos e têm mais capacidade de streaming hoje do que tiveram durante a Olimpíada de 2008, em Pequim, e esse é um prato cheio para o usuário.

Na época, o iPhone tinha apenas um ano de idade e iPad e smartphones Android haviam acabado de chegar ao mercado. Todos esses dispositivos incentivam streaming com a ajuda de aplicativos. E as operadoras têm respondido à demanda com pacotes de planos de dados.

Para as companhias que fornecem equipamentos móveis e pagam as contas diretamente, há o risco de que funcionários excedam os limites de uso e contribuam para aumentar os orçamentos móveis. Mas algumas políticas do traga seu próprio dispositivo (BYOD) ajudam a driblar esse desafio, possibilitando que os empregadores ofereçam reembolso até um certo valor gasto com telefonia.

Gestão de gastos

Tom Amburgey, CIO da cidade de Wellington, na Flórida, nos Estados Unidos, afirma que implementou recentemente um programa de reembolso para usuários móveis. “Com isso, não estamos pagando diretamente as taxas de dados, e se os usuários ultrapassam o limite, o pagamento será por conta de cada um”, um benefício de BYOD, observa.

“Com isso em mente, estamos enviando avisos sobre o uso de vídeo e as implicações que podem ocorrer. Trata-se de um lembrete amigável”, afirma Amburgey.

Da mesma forma, Deborah Gash, vice-presidente e CIO do Sistema de Saúde São Lucas, em Kansas City, nos Estados Unidos, disse que o hospital adotou um sistema de bolsa para dispositivos inteligentes “por isso não se preocupa com custos adicionais”, observa.

Uma empresa que tem uma visão de contas de celular em toda a sua base de clientes é a Tangoe, empresa de gestão de despesa de telecom. A Tangoe vê problemas potenciais para as empresas que pagam as contas diretamente, especialmente com as que suportam planos de dados.

Daniel Rudich, vice-presidente sênior de gestão de gasto em tempo real da Tangoe, disse que a Olimpíada poderia ter um impacto de 5% a 10% nos orçamentos globais móveis das empresas se os usuários não estiverem preparados.

Grandes problemas podem vir de funcionários que viajam para o exterior, disse Rudich. Um cliente Tangoe, por exemplo, identificou um empregado que acumulou mais de 30 mil dólares em despesas, graças ao aplicativo Final Four, que mostra as pontuações de um campeonato norte-americano de basquete, atualizando-as em tempo real.

Outro empregado gastou 175 mil em tarifas de roaming, depois de baixar a primeira temporada completa da série Seinfeld em um país que não tinha TV em inglês.

Monitoramento das redes

Em termos de redes, sete gerentes de TI entrevistados disseram que vão monitorar redes para transmissão de uso, e estão prontos para tomar medidas, se necessário for.

“Tenho algumas preocupações”, revela Eric Lindgren, CIO da PerkinElmer, fabricante de dispositivos médicos. De acordo com ele, o tráfego de rede da empresa já está equipada com tecnologias de qualidade de serviço (QoS). “Assim, o tráfego da internet sempre terá prioridade mais baixa e não vai impactar em nossas aplicações críticas de negócios, como o SAP”, comenta.

Brandon Jackson, CIO da Gaston County, Carolina do Norte, no Estados Unidos, disse que a empresa deverá “bloquear sites de streaming de mídia para a maioria dos nossos 1,2 mil usuários”. No entanto, ele disse que exceções são feitas para os profissionais que têm “um caso de negócio documentado” para acessar streaming.

Os fabricantes também estão esperando um aumento do tráfego. Ramsey McGrory, CEO do AddThis, plataforma de mídia social que permite aos usuários compartilhar facilmente conteúdo, disse que a empresa espera que essa atividade cresça 30% mais do que o registrado em outros grandes eventos, como o Super Bowl [compeonato de futebol americano].

A empresa, que tem cerca de mil servidores, com chips da AMD em hardware da Hewlett-Packard em seus centros de dados, planeja ter equipe extra para verificar a atividade de rede em tempo real. “Esperamos um aumento na atividade social”, assinala Stewart Allen, CTO da AddThis.

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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