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Pesquisadores infiltram aplicativo malicioso para iPhone na App Store

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Georgia (GIT, na sigla em inglês) nos Estados Unidos criaram um aplicativo, batizado de “Jekyll”, com o intuito de testar o processo de aprovação da Apple para aceitar ou reprovar a entrada de novos apps na App Store.

Os desenvolvedores Tielei Wang e Billy Lau descobriram que a Apple “executou” o app por apenas alguns segundos e que a intenção maliciosa não foi detectada pela avaliação.

Em comunicado enviado à revista “MIT Technology Review”, a Apple afirmou que após a descoberta fez mudanças em seu sistema.

O experimento foi realizado em março deste ano e o aplicativo ficou apenas alguns minutos no ar. Apenas os próprios pesquisadores instalaram o aplicativo, que prometia oferecer notícias do próprio Instituto de Tecnologia da Georgia.

O “Jekyll”, no entanto, tinha capacidade para receber comandos e realizar uma série de funções, como publicar mensagens no Twitter, tirar fotografias, capturar o identificador do dispositivo, enviar e -mail ou SMS e interferir em no funcionamento de apps instalados no celular.

Os pesquisadores afirmaram que o objetivo é demonstrar que o processo de avaliação da Apple, baseado em uma análise por amostragem dos aplicativos, não é suficiente para detectar comportamentos maliciosos que podem ser ativados por um app de forma “dinâmica”.

Não é a primeira vez que um aplicativo com fins maliciosos é listado na App Store. Em 2011, outro pesquisador Charlie Miller criou um app para exibir informações de papeis na bolsa de valores, o Instastock. Porém, o programa era capaz de baixar e executar códigos da internet, o que permitia realizar funções que ausentes no momento da avaliação da Apple.

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Publicado por em 20 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Sucesso na App Store, Real Racing 3 levanta debate sobre games “freemium”

Com download gratuito, jogo causou polêmica entre usuários por oferecer muitas opções de upgrades pagos.Em poucos dias, o recém-lançado game “Real Racing” foi de um dos jogos mais esperados do ano para um dos mais frustantes, segundo diversos usuários.

A última versão da famosa franquia de jogos de corrida foi a primeira lançada após a Electronic Arts ter comprado a desenvolvedora original do game, a Firemin, em 2011. Embora o antecessor custasse 5 dólares no iPhone e 7 dólares no iPad, “Real Racing 3” corre em um modelo “freemium” – sem custo pelo download, mas cheio de opções de “micropagamento” no game por upgrades. As opções de compra vão de 2,60 dólares, por pequenas melhorias, a até 25 dólares, por um “Silver Card”, que dá 700 mil em créditos do game.

Assim, duas coisas aconteceram com o novo título. Primeiro, o game disparou nos rankings de download da App Store, conseguindo um número bem maior de downloads na primeira semana em comparação aos seus antecessores combinados. Mas mesmo enquanto esses downloads iam se acumulando, os usuários começaram a reclamar que o game era difícil de ser jogado sem as compras de melhorias. Por exemplo, os “tempos” (time outs) forçam os usuários que não pagaram nada a esperar pelos consertos no carro. Quer pular essas pausas? Fácil, faça um micropagamento.

realracing3.jpg

“Quanto mais você se diverte no game, maior a frequência com que encontrará essas pausas forçadas”, escreveu nosso amigo Nate Ralphh, do TechHive. “Isso te força a escolher entre correr de forma conservadora, abrir a carteira, ou simplesmente achar outra coisa para fazer.”

E apesar de a EA afirmar que está trabalhando constantemente para refinar esse equilíbrio entre seus games – e vai continuar fazendo isso – a produtora também afirma que “Real Racing 3” já é um sucesso. “Pensamos que o mercado se pronunciou”, disse o vice-presidente sênior da EA, Nick Earl. “Esse jogo é tão fluído quanto você quer. A maneira mais fácil de jogá-lo é gastar dinheiro à medida que avança.”

Além da Electronic Arts, outras fabricantes de games, como a rival Gameloft, também estão usando esse sistema. A empresa francesa, por exemplo, traz essa oferta freemium em jogos como “NFL Pro” e “Real Soccer”.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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iPhone: “Angry Birds” fica de graça por tempo limitado na App Store

Famoso jogo foi escolhido como App da Semana na loja online da Apple no Brasil. Update mais recente trouxe 15 fases extras ao título. Escolhido como App de Semana na App Store brasileira, o já clássico game “Angry Birds” pode ser baixado de graça em aparelhos iOS pelos próximos dias.

Primeiro título da hoje famosa franquia da Rovio, o título traz ainda um bônus: 15 novas fases retiradas do “game irmão” “Bad Piggies”, lançado em 2012 pela desenvolvedora finlandesa.

Essa é uma boa chance para quem nunca jogou “Angry Birds” (será que tem alguém?) e também para quem quer relembrar o “original” ou aproveitar as novas fases extras da mais recente atualização.

O game “pesa” cerca de 35MB e exige o iOS 4.3 ou versão mais recente para rodar no seu iPhone, iPod Touch ou iPad.

Link para download:

– Angry Birds

angrybirds.jpg

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Apple rebate acusações de que pratica monopólio com a App Store

Advogado diz que fato de empresa não definir preços de apps é prova de que não há monopólio. Desenvolvedores também criticam taxa de 30% cobrada por companhia. A Apple esteve nos tribunais para provar que não praticaria monopólio com sua loja de aplicativos iOS, a App Store. As informações são da Bloomberg.

A empresa de Cupertino pediu ao juiz do caso para encerrar o caso, afirmando que o fato de não existir outras lojas para apps iOS não significa que possui um monopólio.

O advogado da Apple, Dan Wall, disse: “Não há nada ilegal sobre criar um sistema que é fechado em um sentido”.

Além disso, a empresa também alega que pegar uma fatia de 30% dos desenvolvedores não é um pagamento para distribuir os aplicativos deles.

O argumento da Apple se baseia no fato de que a companhia não define os preços dos aplicativos vendidos na App Store.

Os queixosos do caso afirmam que o fato de ser impossível comprar legal apps para iPhone em qualquer outro lugar que não seja a App Store é uma prova de que a Apple pratica sim monopólio. Eles também alegam que a cobrança de 30% da companhia aumenta os preços dos apps.

O procurador Alexander Schmidt questionou: “Um consumidor consegue ir em outro lugar (além da App Store) para comprar Angry Birds para o iPhone? Se a resposta for não, então a Apple é uma monopolista”.

O caso foi iniciado em 2011 por sete consumidores. A juíza responsável Yvonne Gonzalez Rogers não soube informar quando vai tomar uma decisão sobre o assunto.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Apple nega prática de monopólio com App Store

Advogado diz que fato de empresa não definir preços de apps é prova de que não há monopólio. Desenvolvedores também criticam taxa de 30% cobrada por companhia.

A Apple esteve nos tribunais para provar que não praticaria monopólio com sua loja de aplicativos iOS, a App Store. As informações são da Bloomberg.

A empresa de Cupertino pediu ao juiz do caso para encerrar o caso, afirmando que o fato de não existir outras lojas para apps iOS não significa que possui um monopólio.

O advogado da Apple, Dan Wall, disse: “Não há nada ilegal sobre criar um sistema que é fechado em um sentido”.

Além disso, a empresa também alega que pegar uma fatia de 30% dos desenvolvedores não é um pagamento para distribuir os aplicativos deles.

O argumento da Apple se baseia no fato de que a companhia não define os preços dos aplicativos vendidos na App Store.

Os queixosos do caso afirmam que o fato de ser impossível comprar legal apps para iPhone em qualquer outro lugar que não seja a App Store é uma prova de que a Apple pratica sim monopólio. Eles também alegam que a cobrança de 30% da companhia aumenta os preços dos apps.

O procurador Alexander Schmidt questionou: “Um consumidor consegue ir em outro lugar (além da App Store) para comprar Angry Birds para o iPhone? Se a resposta for não, então a Apple é uma monopolista”.

O caso foi iniciado em 2011 por sete consumidores. A juíza responsável Yvonne Gonzalez Rogers não soube informar quando vai tomar uma decisão sobre o assunto.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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iTunes Store lança opção “Compre agora, baixe depois”

Recurso pedido há tempos por usuários está disponível desde o final de semana e pode ser usado na compra de filmes e músicas.Para felicidade geral de seus usuários, a Apple acaba de liberar uma nova opção que muda para melhor o processo de compra de conteúdo na iTunes Store. Agora é possível comprar um filme, série de TV ou música e fazer o download mais tarde.

A nova opção está disponível desde o fim de semana e inclui conteúdos como filmes, episódios individuais de TV, temporadas completas de séries, pacotes de filme, e box sets de músicas.

Ao comprar qualquer um dos itens acima usando o iTunes 11 em um Mac ou PC Windows, ou em um aparelho iOS rodando o iOS 6 ou versão mais recente, você agora terá as opções Mais Tarde e Download/Later e Download (ou Baixar Tudo). Toque em Later e os itens comprados serão adicionados à sua conta do iTunes e poderão ser acessados via streaming ou baixados no futuro por meio do recurso iTunes no iCloud. 

A novidade pode ser útil quando você vê um filme em promoção no iPhone e não sabe quando poderá baixá-lo no computador. Com a recém-lançada opção, é possível comprar o conteúdo no smartphone e fazer o download quando for mais conveniente (ou até fazer apenas o streaming pela nuvem).

Conforme a lista publicada no site da Apple, o Brasil possui suporte para o recurso iTunes no iCloud.

itunesbuynowlater01.png

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Durante meses, App Store não possuia proteção por criptografia

John P. Mello Jr., CSO / EUA

A App Store operou por meses sem que recebesse proteção pelo protocolo de criptografia SSL, de acordo com pesquisadores. A Apple anunciou que corrigiu o problema em janeiro, mas os especialistas que descobriram a falha não escreveram sobre ela até este mês.

“Estou muito feliz que esse trabalho que desenvolvo como hobby tenha incentivado a Apple a finalmente ativar o HTTPS para proteger os usuários”, escreveu Elie Bursztein, que trabalha em tempo integral no Google, em seu blog pessoal.

A gigante de Cupertino não comentou sobre o caso imediatamente.

Bursztein, junto com Bernhard “Bruhns” Brehm da empresa de segurança Labs Recurity e Rahul Iyer da Bejoi, descobriu em julho de 2012 que as comunicações entre a App Store e consumidores que utilizam da loja não eram criptografadas.

Essa deficiência deixou os usuários vulneráveis a vários tipos de ataque em redes públicas, como as encontradas em uma loja no aeroporto ou café, de acordo com Bursztein.

Os ataques potenciais incluíam:

Roubo de senhas
Quando um usuário acessa a App Store, um cracker poderia exibir uma tela de solicitação de senha falsa durante o processo, efetivamente levando o usuário a entregar sua senha. “O Apple ID controla seu cartão de crédito para a compra de música e aplicativos, que controla todos os seus backups com todos os seus contatos”,  disse o conselheiro de segurança da Sophos, Chet Wisniewski, em uma entrevista. “Isso é uma coisa muito sensível. A Apple ID é semelhante ao Facebook e Google. Uma vez hackeado, ele abre portas para toda a sua vida digital.”

Aplicativos falsos
O usuário poderia ser enganado para instalar um aplicativo enviado pelo cracker quando pensam que estão instalando softwares legítimos. Um aplicativo que custa dinheiro pode ser substituído por um aplicativo gratuito, também.

Falsas atualizações
Cibercriminosos poderiam enganar o usuário a instalar outra coisa que não a atualização do aplicativo eles pensam que estão recebendo.

Prevenção de instalação
Isso evitaria um aplicativo de ser instalado na máquina, removendo-o da loja ou enganando o dispositivo para que ele pense que o aplicativo já foi instalado.

Espionagem de aplicativos
O mecanismo de atualização da App Store poderia ser acessado e todos os aplicativos instalados no dispositivo de um usuário poderiam ser vistos por um cracker.

Com as comunicações da App Store vulneráveis ??por tanto tempo, é um milagre que um ataque significativo não tenha ocorrido, disse o CSO da Rapid7, HD Moore.

“Eu vi a comunidade hacker falando sobre isso e demonstrando diferentes técnicas”, disse ele, “mas é surpreendente que não tenha havido qualquer ataque em escala mais ampla.”

Um fator limitante, ele explicou, é que o atacante tem que estar na mesma área física que o alvo – ou no mesmo segmento local ou na mesma rede sem fio – para realizá-lo.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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