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Game brasileiro ‘Mr. Bree’ começa a ser vendido no Steam

Cena de 'Mr. Bree', jogo de plataforma brasileiro que apresenta fases complexas (Foto: Divulgação/Tawstudio)Cena de ‘Mr. Bree’, jogo de plataforma brasileiro que apresenta fases complexas (Foto: Divulgação/Tawstudio)

Quase um ano após pedir – e conseguir – ajuda de jogadores para colocar seu game no Steam, uma das lojas digitais de games mais populares do mundo, os brasileiros do estúdio TawStudio, de Pindamonhangaba (SP) começarão a vender seu título “Mr. Bree” na plataforma a partir desta quinta-feira (1º). O game será vendido por US$ 3, mas na primeira semana  na loja ele terá o preço de US$ 2.

Mr. Bree” é um jogo do gênero plataforma – como “Super Mario Bros”. – em que o jogador controla um porquinho que perdeu a memória e, para voltar para sua família, deve saltar por diferentes níveis, desviar de obstáculos e armadilhas, além de eliminar os inimigos. Entretanto, o nível de dificuldade do game é bem alto, o que atrai jogadores mais dedicados, chamados de “hardcore”. Por conta disso, é necessário jogá-lo com um teclado ou um joystick, o que dá mais precisão aos movimentos e saltos.

'Mr.Bree' é o personagem que dá nome ao game de plataforma com alto nível de dificuldade (Foto: Divulgação/Tawstudio)‘Mr.Bree’ é o personagem que dá nome ao game
de plataforma com alto nível de dificuldade
(Foto: Divulgação/Tawstudio)

O jogo tem 60 fases (45 “normais” e 15 secretas) com alto nível de dificuldade que contam a história do personagem, quatro modos de jogo, trilha sonora original, mais de 60 conquistas e muitas batalhas contra chefes.

Em maio de 2013, o game estava no serviço “Greenlight” do Steam, uma espécie de “curadoria de jogos independentes” onde qualquer desenvolvedor pode colocar o seu jogo na tentativa de vendê-lo. Os usuários do Steam dão “curtir” aos jogos que estão nesta área e os mais populares podem ser escolhidos para serem vendidos na loja. O game teve boa repercussão e conseguiu estar entre os escolhidos para ser vendido na plataforma.

Em entrevista ao G1 em 2013, Lucas Jock, diretor e designer de jogos do TawStudio, disse que o nome do jogo “surgiu quando nosso programador estava fazendo um protótipo do jogo ouvindo músicas do estilo ‘deathcore’, bem pesadas, que têm grunhido de porco como som. A onomatopeia deste ruído se chama ‘bree’, e daí veio a ideia de dar nome ao game”.

'Mr. Bree' tem um porquinho como herói que deve vencer os obstáculos das fases (Foto: Divulgação/Tawstudio)‘Mr. Bree’ tem um porquinho como herói que deve vencer os obstáculos das fases (Foto: Divulgação/Tawstudio)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Valve mostra nova versão do protótipo do Steam Controller

Novo modelo do protótipo do Steam Controller foi apresentado pela Valve (Foto: Divulgação/Valve)Novo modelo do protótipo do Steam Controller foi apresentado pela Valve (Foto: Divulgação/Valve)

A Valve apresentou nesta sexta-feira (14) um novo modelo do prótótipo do Steam Controlle, dos PCs para games chamados de Steam Machines que usam o sistema operacional da companhia, chamado de SteamOS.

O acessório mantém as duas áreas redondas sensíveis do toque ao invés de um direcional digital ou de alavancas analógicas, mas adiciona novos botões de ação, botões que formam um direcional digital e some com a área onde seria colocada uma tela com sensibilidade ao toque. Nesse local há um botão central com o logotipo do Steam e outros que podem ter as funções Start e Select.

Em um comunicado, a empresa disse que “os botões analógicos são uma adição aos touchpads circulares vistos nos protótipos anteriores”. A empresa mostrará a nova versão do acessório durante o evento Game Developers Conference (GDC), que começa no dia 17 de março em San Francisco, nos Estados Unidos.

O Steam Controller faz parte dos planos da Valve das Steam Machines, PCs para jogos montados por diversas fabricantes que irão disputar espaço com os consoles pelo entretenimento da sala de estar do jogador.

Steam Controller é o joystick das Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)Protótipo mais antigo do Steam Controller testado
pelo G1 (Foto: Gustavo Petró/G1)

De acordo com a Valve, 13 fabricantes irão montar as Steam Machines e a previsão é que os primeiros modelos cheguem ao mercado no segundo semestre. As empresas que fabricarão as máquinas são: Alienware, Alternate, CyberpowerPC, Digital Storm, Falcon Northwest, Gigabyte, IBuyPower, Materiel.net, Next Spa, Origin PC, Scan, Webhallen e Zotac.

A partir do segundo semestre de 2014 , haverá modelos com diversas configurações de processador, placa gráfica, memória RAM e espaço em disco, e preços a partir de US$ 500 – mesmo valor do Xbox One e US$ 100 a mais do que o PS4. A grande variedade de dispositivos dá escolha aos consumidores: um jogador de videogame pode comprar uma Steam Machine mais barata, enquanto que o fã “hardcore” de PC não deixará de investir em um sistema de ponta. Além disso, qualquer pessoa pode montar a sua máquina do jeito que quiser e usar o SteamOS, sistema operacional proprietário da Valve, criando assim um aparelho 100% personalizado.

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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Steam Machines e chip poderoso são destaques de games na CES 2014

CES de 2014 teve vários anúncios importantes para os fãs de games (Foto: Gustavo Petró/G1)CES de 2014 teve vários anúncios importantes para os fãs de games (Foto: Gustavo Petró/G1)

A edição de 2014 da Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, teve um apelo especial para os fãs de games. Tradicionalmente conhecido por ditar as tendências tecnológicas do ano, mas não por se aprofundar na seara dos jogos, o evento deste ano teve uma série de anúncios dignos da feira especializada E3, como a revelação das primeiras Steam Machines e do chip para smartphones Tegra K1.

As tecnologias vestíveis, ponto alto da CES 2014, também tiveram seu espaço entre os games com a “roupa” PrioVR, que leva o movimento dos jogadores para dentro das partidas, e a nova versão dos aguardados óculos de realidade virtual Oculus Rift.

E nessa edição da feira sobraram novidades até para os fãs dos videogames da Sony. A companhia anunciou em Las Vegas o PlayStation Now, um serviço de “streaming” de games que permite jogar títulos lançados para PlayStation 3, PS2 e PSOne usando apenas um televisor, tablet ou smartphone.

Veja as principais novidades sobre games da CES 2014:

Visual de nova geração no bolso
A Nvidia atraiu atenções na CES deste ano com o anúncio do Tegra K1, um processador gráfico que promete trazer visuais dignos dos videogames de nova geração, o PlayStation 4 e o Xbox One, a tablets e smartphones.

Primeiro chip a ter 192 núcleos, o K1 usa a tecnologia empregada pela Nvidia nas placas de vídeo Kepler e eleva a qualidade de imagem dos jogos de aparelhos móveis para o nível dos consoles de mesa e PCs.

O estúdio Epic Games, criador de “Gears of War” e da série para iOS “Infinity Blade”, demonstrou o motor gráfico Unreal Engine 4 rodando com o Tegra K1. Na exibição, os rostos dos personagens ganhavam vida, detalhes e imperfeições. Em outra parte, era possível ver texturas de alta definição, efeitos de fumaça e a iluminação do ambiente mudando em tempo real.

A Nvidia afirma que o consumo de energia do K1 é baixíssimo e que sua força não atuará contra a autonomia de bateria do dispositivo em que estiver instalado. Ainda não há data de lançamento para o chip.

Steam Machine da Gigabyte é bastante pequeno (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Machine feito pela Gigabyte (Foto: Gustavo
Petró/G1)

Games de PC na sala de estar
Desenvolvidas para disputar território na sala de estar com os videogames de nova geração, as Steam Machines são PCs dedicados exclusivamente a games que podem ser montados por mais de uma fabricante ou até mesmo por você. Na CES 2014, foram apresentados seus 13 primeiros modelos.

Obra da Valve, criadora de jogos como “Half-Life” e “Left 4 Dead” e da loja on-line de games Steam, as Steam Machines usam o sistema operacional SteamOS, baseado em Linux, e um joystick próprio, o Steam Controller. O controle é diferente de tudo que o jogador está acostumado e, durante o teste do G1, se provou confortável e muito preciso.

As primeiras Steam Machines chegam no segundo semestre de 2014 e custam entre US$ 500 e US$ 6 mil (cerca de R$ 1,2 mil a R$ 14,3 mil). De acordo com a Valve, fabricantes brasileiras já estão sendo contatadas para a produção local dessas máquinas.

Steam Controller é o joystick das Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Controller é o joystick das Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)PrioVR é roupa que capta movimento do jogador com precisão e leva para dentro dos jogos (Foto: Reprodução/G1)PrioVR é roupa que capta movimento do jogador
com precisão e leva para dentro dos jogos
(Foto: Reprodução/G1)

Vestíveis para games
As tecnologias “de vestir”, uma das tendências da CES 2014, costumam imitar acessórios do nosso dia-a-dia e prezar pela discrição. Essa característica, no entanto, é inexistente nos dispositivos vestíveis da feira dedicados a games, como o PrioVR e o Oculus Rift.

Um conjunto de sensores que leva os movimentos dos jogadores para dentro do game, o PrioVR diverte e torna o ato de jogar mais intuitivo, embora seja um pouco desconfortável e trabalhoso de se vestir.

A experiência com a “roupa” para games fica mais imersiva com os óculos de realidade virtual Oculus Rift. Em Las Vegas, a empresa Oculus VR apresentou mais um protótipo do acessório, o “Crystal Cove”. A nova versão tem um display OLED de maior qualidade, sensores que captam mais movimentos da cabeça do jogador e o mais importante: a redução dos enjoos causados pelo dispositivo.

Serviço PlayStation Now estreia na metade do ano nos EUA e traz jogos da família PlayStation por streaming (Foto: Gustavo Petró/G1)Serviço PlayStation Now faz ‘streaming’ de jogos
da família PlayStation (Foto: Gustavo Petró/G1)

PlayStation em ‘qualquer lugar’
A revelação na CES do serviço de “streaming” de games PlayStation Now materializou a tão desejada função de retrocompatibilidade no PlayStation 4.

Agora, tanto o videogame de nova geração como smartphones, tablets e televisores Bravia poderão rodar jogos de PS3, PS2 e PSOne por meio da internet.

Durante o teste do G1, o PlayStation Now respondeu com rapidez aos comandos do jogador. No entanto, a qualidade visual deixou a desejar, e nos momentos de maior ação a imagem do jogo ficava bastante quadriculada e turva.

De acordo com a Sony, além da assinatura do PlayStation Now é necessário uma conexão de banda larga de no mínimo 5 Mbps para desfrutar do serviço em sua plenitude. Não há data de lançamento confirmada para o Brasil.

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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Fabricada no Brasil, Steam Machine será acessível aos gamers, diz Valve

O Steam Controller, controle criado pela Valve, pode ser vendido em conjunto com as Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)O Steam Controller, controle criado pela Valve, pode
ser vendido em conjunto com as Steam Machines
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Os PCs voltados para games para se jogar na TV da sala de estar, as Steam Machines, chegam no segundo semestre aos Estados Unidos com preços que variam entre US$ 500 e US$ 6 mil. A Valve, estúdio de games por trás do sistema das máquinas e do controle Steam Controller, sabe que no Brasil, por conta dos impostos, o valor dos computadores seria alto demais e, por isso, já fala com fabricantes nacionais para montar os PCs localmente.

Com isso, os brasileiros poderão continuar comprando e jogando games pelo serviço Steam, da própria companhia, nas novas máquinas, que deverão ter preços acessíveis, dependendo da configuração escolhida. É o que garantem Mark Richardson, gerente de desenvolvimento, pagamentos e software da Valve, e Frank Taylor, conselheiro da empresa, em entrevista ao G1, na feira CES 2014, em Las Vegas.

Steam Machines são PCs voltados para games que usam o sistema operacional SteamOS, da Valve e que são fabricados por empresas terceiras. Eles são como consoles, mas têm configurações e preços variados e rodam jogos de PC. O foco é colocar estes aparelhos para jogar games na TV da sala. Ao todo, 13 fabricantes de PC farão Steam Machines inicialmente.

“O Brasil está entre os 10 principais mercados do Steam e o país é importante para o nosso negócio [de Steam Machines]. Embora não tenha uma previsão para as máquinas montadas por fabricantes parceiros chegarem no país, temos a certeza de que alguns modelos serão montados lá”, explica Richardson. Ele conta que já há conversas para que a fabricação comece em breve e os planos são a longo prazo.

Com a produção nacional das Steam Machines, elas podem ser mais baratas do que os consoles, principalmente em relação aos modelos de nova geração, o PlayStation 4, que custa R$ 4 mil, e o Xbox One, que sai por R$ 2,3 mil. Tendo em vista o preço inferior dos jogos vendidos no Steam quando  comparados aos vistos nestes consoles, a Valve tem a chance de popularizar a plataforma no país.

Outro motivo que pode popularizar as Steam Machines no Brasil é que qualquer pessoa pode montar um PC para games e baixar o sistema operacional SteamOS gratuitamente. Além disso, quem já tem um computador potente para jogos pode transformá-lo em uma dessas máquinas. Por conta disso, a Valve considera que já tem 65 milhões de usuários – número de contas no Steam.

Taylor explica que os brasileiros não terão dificuldades de jogar games no PC ou em uma Steam Machine na sala. “Todo o conteúdo que o usuário possui no Steam poderá ser jogado nas Steam Machines do mesmo modo que em seu PC atual. Ou seja, todos os jogos que ele já comprou estarão disponíveis, a conta será a mesma e ele poderá comprar novos títulos da mesma maneira”. Richardson diz que os meios de pagamento – boleto é a segunda opção mais usada, perdendo para cartão de crédito nacional – serão os mesmos.

A falta de compatibilidade de alguns jogos com o SteamOS – é necessário que eles sejam compatíveis com o sistema operacional Linux – pode ser um problema inicial. Taylor explica que se o game não for compatível, ele poderá ser transmitido por streaming para uma Steam Machine na sala pelo PC que está no quarto.

Sobre o Steam Controller, a Valve ainda não tem informações de quanto ele vá custar, embora ele deva ser lançado no segundo semestre nos Estados Unidos. “Devemos ter algumas mudanças e por isso não sabemos quanto ele vá custar e onde ele será vendido, se em lojas físicas ou pela internet”, afirma Taylor.

As fabricantes, contudo, poderão vender os controles junto com as Steam Machines em um pacote.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Steam Machines, PCs para jogar na TV, chegam por a partir de US$ 500

Valve apresentou 13 Steam Machines que chegam em diversos preços e configurações no segunfo semestre (Foto: Gustavo Petró/G1)Valve apresentou 13 modelos de Steam Machines, que chegam em diversos preços e configurações no segundo semestre (Foto: Gustavo Petró/G1)

Os PCs para games, confinados nos quartos dos jogadores, ganharão espaço nas salas de estar ao lado dos videogames Xbox One e PlayStation 4 e com diversas opções de modelos, designs e configurações.

Essa é a ideia das Steam Machines, computadores da Valve dedicados a jogar que foram finalmente apresentados durante a feira Consumer Electronics Show (CES) 2014, em Las Vegas, nos Estados Unidos, na segunda-feira (6). Os preços começam em US$ 500 e vão até US$ 6 mil. Assista ao vídeo.

De acordo com a Valve, 13 fabricantes irão montar as Steam Machines e a previsão é que os primeiros modelos cheguem ao mercado no segundo semestre. As empresas que fabricarão as máquinas são: Alienware, Alternate, CyberpowerPC, Digital Storm, Falcon Northwest, Gigabyte, IBuyPower, Materiel.net, Next Spa, Origin PC, Scan, Webhallen e Zotac.

Gabe Newell, cofundador da Valve, quer atacar a Microsoft com as Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)Gabe Newell, cofundador da Valve, quer atacar a
Microsoft com as Steam Machines
(Foto: Gustavo Petró/G1)

“Nosso objetivo é dar uma grande variedade de opções ao consumidor, que pode escolher configurações e preços conforme o desempenho que deseja”, disse Gabe Newell, diretor e cofundador da Valve, durante evento em Las Vegas.

A partir do segundo semestre, haverá modelos com diversas configurações de processador, placa gráfica, memória RAM e espaço em disco, e preços a partir de US$ 500 – mesmo valor do Xbox One e US$ 100 a mais do que o PS4. A grande variedade de dispositivos dá escolha aos consumidores: um jogador de videogame pode comprar uma Steam Machine mais barata, enquanto que o fã “hardcore” de PC não deixará de investir em um sistema de ponta. Além disso, qualquer pessoa pode montar a sua máquina do jeito que quiser e usar o SteamOS, sistema operacional proprietário da Valve, criando assim um aparelho 100% personalizado.

E o fato de haver uma Steam Machine mais modesta não significa que ela ficará atrás dos videogames de nova geração. Para jogar na TV da sala, todas elas rodarão games em Full HD (1080p), algo que o Xbox One e o PS4 estão sofrendo para alcançar nessa primeira leva de jogos.

Newell tem dois objetivos com as Steam Machines: se desligar do sistema operacional Windows, que na sua opinião estraga a experiência de games no PC, e aproveitar a base de 65 milhões de usuários do Steam para levar seus jogos e a compra por meio de download para a sala. Para isso, a Valve criou um sistema operacional próprio baseado no Linux, o SteamOS.

E se esses PCs de games forem bem aceitos pelos jogadores – cerca de 300 pessoas puderam testar as Steam Machines antecipadamente nos EUA – então a Microsoft deve ficar preocupada com uma perda considerável de sua base de usuários do fraco Windows 8.

Possivelmente buscando inspiração no Google e em seu sistema operacional Android, a Valve permitirá que qualquer pessoa ou empresa baixe e instale o SteamOS em seus PCs. Foi desse modo que a Microsoft perdeu para o Android um espaço irrecuperável no mercado de smartphones e tablets, e é dessa forma que ela também pode perder terreno para o SteamOS nos PCs.

O problema para a Valve, pelo menos por enquanto, é que nem todos os jogos presentes no Steam funcionam no sistema Linux, um pré-requisito para que eles rodem em uma Steam Machine. “Já estamos conversando com os estúdios para que sejam feitas versões para Linux de seus jogos mais populares para o SteamOS”, afirma Newell.

Steam Controller dispensa alavancas analógicas e aposta em áreas sensíveis ao toque (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Controller dispensa alavancas analógicas e
aposta em áreas sensíveis ao toque
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Controle diferente
Embora cada Steam Machine tenha design e configurações próprias, o controle será o mesmo. Chamado de Steam Controller, o joystick não apresenta direcionais ou alavancas analógicas, mas sim duas áreas sensíveis ao toque que podem servir de direcional ou até de mouse.

Com uma boa empunhadura e leveza, o controle permite acomodar confortavelmente os dedos sobre os botões de ombro, os gatilhos e os novos botões que lembram pequenas asas de borboleta posicionadas na traseira do acessório. Sua parte central é bastante fina.

A vantagem é que o jogador pode configurá-lo como quiser. Para quem prefere, mouse e teclado continuarão compatíveis. As fabricantes das Steam Machines também poderão montar o seu Steam Controller.

Sem medo da Microsoft
Durante o evento de anúncio das Steam Machines, Newell foi perguntado sobre a difícil concorrência com o Xbox One, que já vendeu 3 milhões de unidades. Ele respondeu: “acho que vai ser difícil eles nos alcançarem, já que temos 65 milhões”, em referência ao número de usuários do Steam.

Steam Machine da Alienware (Foto: Gustavo Petró/G1)Alienware foi a única fabricante a não divulgar o
preço e as configurações da sua Steam Machine
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Confira os preços e configurações das Steam Machines:

Alternate – US$ 1,4 mil
Processador: Intel Core i5 4570
Placa gráfica: Gigabyte GTX 760
Memória RAM: 16 GB
Armazenamento: 1 TB SSHD

CyberPowerPC – a partir de US$ 500
Processador: AMD/Intel Core i5
Placa Gráfica: AMD Radeon R9 270/Nvidia GTX 760
Memória RAM: 8 GB
Armazenamento: 500 GB

Digital Storm Bolt II – US$ 2,5 mil
Processador: Intel Core i7 4770K
Placa gráfica: GTX 780 Ti
Memória RAM: 16 GB
Armazenamento: 1 TB HDD + 120 GB SSD

Falcon Northwest – de US$ 1,8 mil a US$ 6 mil
Processador: personalizável
Placa gráfica: Nvidia GeForce GTX Titan
Memória RAM: de 8 GB a 16 GB
Armazenamento: até 6 TB

Steam Machine da Gigabyte é bastante pequeno (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Machine da Gigabyte é bastante pequeno
(Foto: Gustavo Petró/G1)

Gigabyte Brix Pro – preço não divulgado
Processador: Intel Core i7-4770R
Placa gráfica: Intel Iris Pro 5200
Memória RAM: 2 x 4GB
Armazenamento: 1 TB SATA 6 Gb/s

iBuyPower – a partir de US$ 500
Processador: Quad Core AMD ou Intel
Placa gráfica: Radeon GCN Graphics
Memória RAM: 8 GB
Armazenamento: a partir de 500 GB

Materiel.net – US$ 1 mil
Processador: Intel Core i5 4440
Placa gráfica: MSI GeForce GTX 760 OC
Memória RAM: 8 GB
Armazenamento: 8 GB + 1 TB SSHD

Next SPA – preço não divulgado
Processador: Intel Core i5
Placa gráfica: Nvidia GT 760
Memória RAM: 8 GB
Armazenamento: 1 TB

Origin PC Chronos – preço não divulgado
Processador: Intel Core i7 4770K
Placa gráfica: 2 x 6 GB Nvidia GeForce GTX Titan
Memória RAM: não divulgado
Armazenamento: não divulgado

Scan NC 10 – US$ 1 mil
Processador: Intel Core i3 4000M
Placa gráfica: Nvidia GeForce GTX 765M
Memória RAM: 8 GB
Armazenamento: 500 GB

Webhallen – US$ 1,5 mil
Processador: Intel Core i7 4771
Placa gráfica: Nvidia GT 780
Memória RAM: 16 GB
Armazenamento: 1 TB SSHD

Zotac – US$ 600
Processador: Intel Core (a ser definido)
Placa gráfica: Nvidia GeForce GTX (a ser definido)
Memória RAM: não divulgado
Armazenamento: não divulgado

Alienware – preço e configurações não divulgados

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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G1 testou: Steam Controller oferece boa precisão para games

Steam Controller é o joystick das Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Controller é o joystick das Steam Machines (Foto: Gustavo Petró/G1)

Ao lado das Steam Machines, computadores personalizáveis da Valve dedicados a rodar games na sala de estar, os futuros donos desses aparelhos terão em mãos o Steam Controller. O design do joystick é muito diferente se comparado ao de outros videogames e tem como objetivo trazer precisão para todos os gêneros de jogos.

Durante o anúncio da Valve na Consumer Electronics Show (CES) 2014 na segunda-feira (6), o G1 testou o controle que, diferentemente dos concorrentes, vem com duas áreas redondas sensíveis do toque ao invés de um direcional digital ou de alavancas analógicas. E embora alcance a precisão almejada pela empresa, o jogador precisa de um pouco de treino para conseguir manejar o novo joystick.

Parte traseira do controle tem dois botões que lembram asas de borboleta (Foto: Gustavo Petró/G1)Parte traseira do controle tem dois botões que
lembram asas de borboleta (Foto: Gustavo Petró/G1)

A empunhadura do Steam Controller lembra a do joystick do Xbox 360 e do Xbox One. Ele é leve e encaixa bem nas mãos. A parte em que o jogador segura é mais “gordinha”, enquanto a área central é fina e achatada. Isso, somado com os dois grandes círculos de toque, não faz do acessório o mais bonito do mercado.

Mas se o objetivo dele não é ser o mais charmoso e, sim, o mais preciso, até o momento a Valve está alcançando o que deseja. Em jogos de tiro em primeira pessoa, por exemplo, a sensibilidade do controle é tamanha que um simples toque já fazia o personagem se movimentar muito rapidamente. Foi preciso ir com calma até se acostumar com o dispositivo.

Ao usar a área sensível ao toque, o controle vibra suavemente, dando uma espécie de clique. Por conta disso, controlar o personagem de “Portal 2” pelo cenário fazia o controle parecer um grilo, pois ele vibrava bastante. Não se sabe se essa função poderá ser desativada, mas ela serve para indicar que o comando foi inserido com sucesso.

Steam Controller dispensa alavancas analógicas e aposta em áreas sensíveis ao toque (Foto: Gustavo Petró/G1)Steam Controller dispensa alavancas analógicas e
aposta em áreas sensíveis ao toque
(Foto: Gustavo Petró/G1)

O controle ainda tem dois botões de ombro, dois gatilhos e, na parte traseira, uma espécie de asas de borboleta que, no caso de “Portal 2”, faziam o personagem saltar e se agachar. Na parte frontal há quatro botões e outros quatro “quadrados”. Dependendo do game, o jogador pode criar configurações próprias.

O sistema que usa as áreas sensíveis ao toque permite, por exemplo, que games de estratégia sejam jogados na sala usando o joystick. Controlar o cursor do mouse nesses títulos é fácil e requer menos treino do que nos jogos de tiro.

Por estar conectado ao PC por meio de um fio, não foi possível avaliar a duração da sua bateria.

Percebe-se que o Steam Controller é uma tentativa de quebrar paradigmas no design dos joysticks, mas resta saber até onde ele será útil e confortável para os games. Com as fabricantes dos Steam Machines podendo criar seus próprios joysticks, teremos que esperar para ver se o design será mantido. Caso for, é um bom controle, mas que não deve agradar a todos os jogadores.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Steam lança serviço para compartilhar games com 10 PCs

'Steam Family Sharing' permitirá compartilhar games com até 10 amigos (Foto: Reprodução/Steam)‘Steam Family Sharing’ permitirá compartilhar
games com até 10 amigos (Foto: Reprodução
/Steam)

O serviço de venda de jogos digitais para PC Steam anunciou nesta quarta-feira (11) um serviço de compartilhamento de jogos entre familiares e amigos, permitindo dividir jogos adquiridos por meio da loja virtual.

Chamado de “Steam Family Sharing”, o serviço permitirá compartilhar jogos com até 10 diferentes computadores. Estes dispositivos poderão acessar a biblioteca de games do usuário que a está compartilhando. Os “convidados” poderão receber conquistas próprias e salvar seu progresso nos jogos sem interferir com a conta principal que comprou os títulos.

Há algumas limitações. Duas pessoas não poderão usar a conta ao mesmo tempo. Usuários convidados não poderão jogar o game “emprestado” quando quem tiver controle da conta principal estiver jogando. Caso isso aconteça, o convidado terá alguns minutos para sair do jogo ou comprar uma cópia do título. Nem todos os jogos serão compatíveis com o compartilhamento. Jogos com assinaturas pagas ou games massivos on-line (MMOs) não poderão ser compartilhados.

Outro fator é que toda a biblioteca de jogos é compartilhada, sendo impossível selecionar quais títulos um amigo ou familiar poderá usar e haverá trava de região para o recurso. Desse modo, não será possível compartilhar jogos de determinada região para amigos que vivem em outro local, por exemplo.

O serviço entrará em fase de testes na próxima semana. Os interessados podem se cadastrar para tentar testar o recurso por meio da página do “Steam Family Sharing” (clique aqui para acessar).

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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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