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Síria entra em seu quarto ano de conflito sem esperanças de solução

Manifestantes pedem o fim dos combates na Síria durante marcha para marcar o terceiro aniversário do início da guerra na Síria, em Londres, neste sábado (15) (Foto: Olivia Harris/Reuters)Manifestantes pedem o fim dos combates na Síria durante marcha para marcar o terceiro aniversário do início da guerra na Síria, em Londres, neste sábado (15) (Foto: Olivia Harris/Reuters)

O conflito na Síria, que já deixou mais de 146.000 mortos, entra neste sábado (15) em seu quarto ano e sem uma solução à vista, com o presidente Bashar al-Assad agarrado ao poder, e a oposição dividida, perdendo espaço.

Um sinal de que o regime não está disposto à reconciliação é a lei que o Parlamento sírio votou na sexta-feira (14), que abre caminho para a reeleição de Bashar al-Assad e exclui os opositores do exílio como candidatos nas eventuais próximas eleições presidenciais.

Os Estados Unidos, por sua vez, reagiram na sexta-feira expressando seu desagrado diante das eleições presidenciais na Síria, nas quais Assad tem todas as chances de ser reeleito.

Após 14 anos no poder, ele ainda não anunciou oficialmente sua intenção de brigar por um terceiro mandato, mas em janeiro afirmou em uma entrevista que há grandes chances de se candidatar.

Os eleitores devem ser convocados às urnas entre 60 e 90 dias depois do fim do mandato atual de Assad, no dia 17 de julho. A eleição terá como cenário um país atingido pela guerra civil, com uma grave crise humanitária e a economia destroçada.

A revolta contra o regime no poder nasceu algumas semanas após a deposição dos ditadores tunisiano e egípcio. No início, a revolta ocorreu sob a forma protestos pacíficos, que ocorreram nos dias 15 e 16 de março de 2011 após a detenção de dois jovens acusados de fazer pichações contrárias ao governo.

Diante da repressão implacável, a revolta se militarizou a partir do verão (no hemisfério norte), até se converter em um confronto entre o governo e a oposição, uma autêntica guerra civil em fevereiro de 2012, com o bombardeio de Homs.

Em três anos, mais de 146.000 pessoas morreram, segundo a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), com base em Londres, e mais de nove milhões precisaram abandonar suas casas, convertendo-se, segundo as Nações Unidas, na maior população deslocada de todo o mundo.

Ao menos um milhão de crianças não têm acesso à ajuda humanitária, segundo a Unicef, e mais de 250.000 sírios estão sitiados, obrigados a escolher “entre a fome e a rendição”, de acordo com dados da ONU.

Desde a primavera de 2013, e depois de recuar em várias ocasiões, o regime passou ao contra-ataque com o apoio decisivo do movimento xiita libanês Hezbollah, assim como de combatentes iraquianos, também xiitas, cooptados pelas tropas de elite iranianas.

A oposição controla mais território, mas o regime atua nas regiões mais densamente povoadas do país.

O governo conseguiu entrar na sexta-feira em Yabrud, uma cidade chave rebelde, próxima à fronteira com o Líbano, segundo uma fonte militar síria.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Obama conversa com presidente da China sobre solução para a Crimeia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começou uma nova semana de consultas diplomáticas sobre a crise na Ucrânia com um telefonema para o presidente chinês, Xi Jinping, com foco em uma solução pacífica para a intervenção militar da Rússia.

Oama, que vai receber na Casa Branca o primeiro-ministro ucraniano, Arseniy Yatsenyuk, na quarta-feira (12), está buscando meios de pressionar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a acabar com o cerco russo à região da Crimeia, no sul da Ucrânia.

Obama falou com Xi Jinping na noite de domingo (9). A China é um aliado-chave da Rússia e tem aumentado as tensões com o Japão por declarar uma zona de defesa aérea sobre as ilhas remotas reivindicadas pelos dois países no mar da China Oriental.

Um comunicado divulgado pela Casa Branca na segunda-feira deu poucos detalhes sobre o que foi discutido entre Obama e Xi Jinping, informando que os dois líderes concordaram com a “importância da manutenção dos princípios de soberania e integridade territorial, tanto no contexto da Ucrânia como para o funcionamento mais amplo do sistema internacional.”

“O presidente apontou seu objetivo primordial de restabelecer a soberania da Ucrânia, sua integridade territorial e de garantir que povo ucraniano seja capaz de determinar seu próprio futuro sem interferência externa”, disse a Casa Branca.

Obama manteve várias conversas diplomáticas no fim de semana, em busca de uma solução para a crise. Na semana passada, o parlamento pró-Moscou da Crimeia aprovou a realização de referendo em 16 de março para determinar se a região deve ser anexada à Rússia.

A Casa Branca disse no domingo que se a Crimeia levar adiante os planos da votação, mais pressão internacional será colocada sobre a Rússia.

“Se houver uma anexação da Crimeia, um referendo que leve a Crimeia da Ucrânia para a Rússia, nós não o reconheceremos, nem a maior parte do mundo”, disse o consultor em Segurança da Casa Branca Tony Blinken à CNN.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de março de 2014 em Brasil

 

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A solução para todos os seus problemas

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Especialista aponta sustentabilidade como solução para capitalismo

Cooperativa vende sementes de árvores que eram indesejadas para empresa de cosméticos e garante variedade na produção (Foto: Felipe Pasini / Divulgação Natura)Cooperativa vende sementes de árvores que eram indesejadas para empresa de cosméticos e garante variedade na produção (Foto: Felipe Pasini / Divulgação Natura)

Para o agricultor Lucivaldo Piedade da Conceição, da comunidade de Camtauá,  a 15 quilômetros de Santo Antônio do Tauá, nordeste do Pará, a árvore do muru muru era um incômodo: o vegetal disputava a terra com os açaizeiros, e por isso era cortado para liberar espaço. Tudo mudou há 3 anos, quando ele e outros pequenos produtores firmaram uma cooperativa com uma indústria de cosméticos, que compra as amêndoas do muru muru para usar como matéria-prima.

“A renda de cada um melhorou muito. Antes era só mandioca, hoje a produção tá bem ampliada”, comemora Conceição. Só em 2012, a cooperativa conseguiu entregar 30 toneladas de amêndoas para o cliente, que forneceu treinamento para a mão de obra local. “Nós temos programas de boas práticas de cultivo. Há esta preocupação para termos volume, qualidade e respeito da biodiversidade e capacidade da floresta”, revela  Mauro Costa, diretor de ecorrelações da multinacional.

Ricardo Voltolini diz que sustentabilidade ajuda a consertar os erros do capitaismo (Foto: Divulgação / Ricardo Voltolini)Ricardo Voltolini diz que sustentabilidade ajuda a
consertar os erros do capitaismo
(Foto: Divulgação / Ricardo Voltolini)

Segundo o consultor Ricardo Voltolini, que participa de um evento de sustentabilidade em Belém nesta sexta-feira (4), o interesse das empresas brasileiras pela economia verde aumenta desde 1998, quando foi criado o Instituto Ethos, uma organização social que incentiva as práticas sustentáveis para a preservação dos seus negócios. “As empresas compreendem que precisam aprender a lidar com um quadro de escassez e mudanças climáticas”, disse o consultor.

Além disso, Voltolini ressalta que os consumidores preferem escolher produtos que não agridam a natureza. “Cada vez mais os consumidores estão atentos e críticos aos impactos que a empresa produz, seja social ou ambientalmente. Empresas que geram impacto são questionadas pelos consumidores”, avalia.

Para Ricardo, o governo deveria viabilizar benefícios para empresas ambientalmente responsáveis, como uma forma de incentivar a economia verde. “Deveríamos pensar no conceito de impostos verdes, pensando em uma tributação diferente para empresas que usem matrizes energéticas, diminuindo a tributação para aumentar a competitividade”, pondera.

“A sustentabilidade é uma forma de rever os defeitos do capitalismo. Quando eu vejo o que se faz no Brasil, percebo que estamos muito atrasados”, conclui Voltolini.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Xi Jinping defende solução pacífica de conflitos no mar da China

O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu nesta quinta-feira (3) uma solução “pacífica” das divergências territoriais entre Pequim e os vizinhos no mar da China meridional.

“No que diz respeito ao litígio territorial e marítimo entre China e ASEAN (Associação de Nações do Sudeste da Ásia), as duas partes deveriam respeitar o princípio de uma consulta pacífica e um diálogo amistoso e resolver este conflito de maneira pacífica com o objetivo de preservar a estabilidade e a paz na região”, declarou o presidente chinês durante uma visita a Indonésia, país mediador no conflito.

Pequim reivindica praticamente todo o mar da China meridional, confluência de rotas marítimas vitais para o comércio mundial, reserva potencial de petróleo, gás e recursos pesqueiros.

Vários membros da ASEAN, como Filipinas, Vietnã, Malásia e Brunei, rejeitam as pretensões da China.

A ASEAN, que reúne 10 países da região, tenta há 10 anos criar com a China um código de boa conduta para a questão.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Solução política é o ‘único caminho’ possível na crise da Síria, diz China

Uma solução política é o “único caminho” possível para resolver o conflito na Síria, disse nesta quinta-feira (5) em São Petersburgo o porta-voz da delegação da China no G20, Qin Gang.

A fonte pediu “suma prudência” aos líderes mundiais em relação ao tema.

“A guerra não pode pode resolver o problema na Síria. A situação atual mostra que a solução política é o único caminho para resolver este assunto”, afirmou Qin Gang.

Mais cedo, a China advertiu que uma intervenção militar na Síria vai prejudicar a economia mundial e elevar o preço do petróleo, reforçando a tentativa do presidente russo, Vladimir Putin, de convencer o presidente dos EUA, Barack Obama, a desistir de realizar ataques aéreos.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

As diferenças sobre a Síria podem ofuscar a cúpula do grupo dos 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento em São Petersburgo, em que líderes globais buscam estabelecer uma frente unida para o crescimento, o comércio, a transparência bancária e o combate à evasão fiscal.

O clube que corresponde a dois terços da população mundial e a 90% da produção do mundo está dividido sobre questões como a turbulência nos mercados emergentes e a decisão do Federal Reserve de acabar com seu programa de estímulo à economia dos EUA.

Mas não há racha maior do que a diferença entre os EUA e a Rússia sobre uma possível intervenção militar na Síria para punir o presidente Bashar al-Assad por um ataque com armas químicas que matou centenas de pessoas em 21 de agosto.

Putin ficou isolado sobre a Síria em uma reunião do Grupo dos Oito, em junho, na última grande reunião das potências mundiais, mas agora terá o apoio da China na cúpula do G20 na antiga capital imperial da Rússia.

“Uma ação militar teria um impacto negativo sobre a economia global, especialmente sobre o preço do petróleo — vai causar um aumento no preço do petróleo”, disse o vice-ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao, antes do início das negociações dos líderes do G20.

Como a Rússia, um dos principais fornecedores de armas à Síria, a China tem poder de veto no Conselho de Segurança da ONU. Assim, Obama não deve obter a aprovação do Conselho de Segurança para uma ação militar na Síria, mas está buscando a aprovação do Congresso dos EUA.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Irã insiste em propor ‘solução pacífica’ para crise na Síria

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O Irã está pronto a ajudar a encontrar uma solução pacífica para o conflito na Síria, afirmou o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, que rejeitou mais uma vez uma intervenção militar estrangeira neste país.

Zarif, cujo país é um dos principais aliados do regime sírio, informou a posição iraniana durante um telefonema domingo à noite ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, segundo a rádio-televisão iraniana (Irib) em seu site.

“Rejeitando o uso da força para resolver a crise na Síria”, o Irã “está pronto para encontrar uma solução pacífica na Síria”, teria afirmado Zarif.

Teerã tem multiplicado suas advertências quanto a possíveis consequências sobre a região de um ataque militar contra o regime do presidente Bashar al-Assad, acusado de ter recorrido ao uso de armas químicas em um ataque contra rebeldes em 21 de agosto perto de Damasco.

O ataque deixou centenas de mortos, incluindo um grande número de crianças, segundo Washington, a oposição e uma ONG sírias.

O Irã, que condena o uso de armas proibidas e apela por uma solução política ao conflito, afirma que o ataque pode ter sido realizado pelos rebeldes que querem a queda de Assad.

Anteriormente, Zarif afirmou que uma possível aprovação pelo Congresso americano de um ataque na Síria seria uma violação do direito internacional, considerando que ‘apenas o Conselho de Segurança da ONU -em condições particulares – pode autorizar’ o uso da força.

O presidente americano Barack Obama declarou sábado à noite que esperará a aprovação do Congresso americano para um ataque contra a Síria.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China) não chegaram a um acordo quando a um ataque na Síria.

arte síria 2/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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