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FBI oferece até US$ 25,5 milhões para contratar software malicioso

O FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, iniciou um processo para contratar os serviços de interessados em fornecer um vírus de computador ou software malicioso.

O pedido de compra foi feito pela unidade de análise investigativa (IAU) do FBI, que pertence à  Divisão de Tecnologia Operacional, segundo registro no banco de dados de compras públicas do governo dos EUA nesta segunda-feira (4). Segundo esse documento, o valor do contrato pode chegar a US$ 25,5 milhões.

O IAU é composto por analistas, especialistas e engenheiros treinados para oferecer suporte técnico ao FBI e criar métodos e ferramentas para analisar informações coletadas em investigações que envolvam computadores, redes de internet e softwares maliciosos.

“A coleta de malware a partir de múltiplas indústrias, pedidos legais e fontes de pesquisa é crítica ao sucesso da missão dos IAUs para obter total consciência da ameaça do malware. A coleta desse malware permite ao IAU prover inteligência incontestável à investigação, tanto em assuntos criminais quanto de inteligência”, escreveu o FBI no documento.

O FBI não dá maiores informações sobre o funcionamento do malware que pretende comprar ou sobre o profissional que terá de executar a tarefa.

Com isso, não é possível definir se o objetivo dos federais norte-americanos é investigar um programa malicioso específico ou capturar um cibercriminoso.

Entre as características do pedido, o FBI estabelece que o malware seja atualizado a cada 24 horas e tenha, em média, 35 GB de arquivos gerados por dia.

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil supera a China e vira 7º maior mercado de software do mundo

Mercado de software (Foto: Arte/G1)

O Brasil ultrapassou a China em 2012 e se tornou o sétimo maior mercado doméstico do mundo na venda de softwares e serviços de tecnologia da informação, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (21) pela Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software).

Com um mercado total de US$ 24,9 bilhões, o país pulou três posições de 2011 para o ano passado e no caminho superou, além dos chineses, australianos e italianos.

O crescimento registrado sobre 2011 foi de 28%. O salto ocorreu graças ao crescimento de 53,5% nas vendas de software, que atingiram os US$ 9,48 bilhões. Já o setor de serviços de tecnologia da informação (desenvolvimento de sistemas feito a pedido de uma empresa) avançou 16%, e chegou a US$ 15,44 bilhões.

Enquanto isso, o mercado interno da China teve um crescimento de 12,2%, atingindo os US$ 23 bilhões. A crise mundial que assolou principalmente a Europa e os Estados Unidos travou o crescimento dos principais mercados de software. A Itália, no caminho do Brasil, cresceu apenas 4%, a França , 6%, a Alemanha, 9%, e o Reino Unido, 5%. Já os Estados Unidos, a maior potência no segmento e lar das principais empresas, avançaram 3,63%.

O Japão e a Austrália, aparentemente longe do bafo da crise, avançaram 14,7% e 10,5%, respectivamente. Com crescimento sólido de 21,5%, o Canadá manteve a sexta posição e impediu o que poderia ter sido um salto ainda maior do Brasil no setor.

Apesar do grande avanço no comércio de softwares no Brasil, a grande maioria dos programas para computador continua sendo desenvolvida fora do país, por companhias estrangeiras. Pouco menos de 80% do faturamento vai para os cofres de empresas como as norte-americanas Microsoft e SAP.

Os setores que mais consomem esses programas são os de finanças (25%), serviços e telecomunicações (24,8%) e indústria (18,6%).

Já no segmento de serviços, a lógica é inversa. Mais de 88% do montante arrecadado vai para empresas que fazem o desenvolvimento das soluções dentro do país.

Pirataria
Com o avanço do mercado brasileiro em software e serviços, o Brasil chegou em 2011 a 3% da movimentação mundial. No entanto, enquanto o mercado interno brasileiro voa alto, as exportações ainda capengam. Chegaram a US$ 2,24 bilhões em 2012.

Um entrave ao crescimento do mercado doméstico, apontado pela Abes, é a pirataria, que chegou a 53% dos softwares vendidos no Brasil, em 2011. O combate aos softwares ilegais levou à remoção de 20,6 mil anúncios de venda de softwares piratas de sites na internet, além da suspensão de 52 páginas na internet. Fora da internet, em 309 ações ao longo do ano, 640 mil CDs foram apreendidos.

Quando somado ao gasto com software os recursos despendidos com hardware (equipamentos), o Brasil se caracteriza como o destino de 49% de todos os recursos investidos na América Latina.

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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5 perguntas que devem ser feitas antes da adoção de software na nuvem

Passada a fase de dúvidas primárias, as organizações se preocupam com pontos práticos, como segurança e governança.

12 de fevereiro de 2013 – 16h00

Quando o conceito de software como serviço (SaaS) surgiu, os clientes se perguntavam o que exatamente enquadrava, quem oferecia e sobre os princípios de segurança. Hoje, a tecnologia está mais consolidada e os clientes já pensam em melhores práticas, em governança e em como investir internamente para fazer melhor uso do serviço.

Um olhar mais profundo desse novo cenário mostra que as companhias estão abordando o SaaS de maneira mais estratégica.

Baseado nas questões mais comuns, é possível separar os cinco pontos mais abordados pelas empresas que querem ser mais estratégicas com SaaS.

1 – Quais novas categorias existem para aplicações SaaS?
O modelo de software como serviço tem um longo histórico de evolução desde seu surgimento, há uma década. Hoje, os fornecedores já oferecem softwares em quase qualquer categoria: de ERP a gerenciamento de TI. Com a mudança de cenário, os executivos que selecionam fornecedores devem se esforçar em aprender a educar suas organizações sobre o que é possível fazer com software como serviço, assim como o potencial retorno e ameaças que envolvem as ferramentas. Manter contato com os maiores fornecedores, como IBM, Oracle, EMC e SAP, é essencial, já que eles entram com cada vez mais agressividade no mercado, por meio de aquisições.

2 – Como a governança deve ser estruturada para SaaS?
O modelo de software sempre ofereceu implementação rápida e a possibilidade de ser incrementado de forma mais rápida, o que poderia significar sair do radar da governança corporativa. Mas o SaaS é mais do que isso: suas características únicas requerem novas maneiras de pensar na seleção do fornecedor, tipo de contrato, tolerância à risco e conjunto de habilidades organizacionais necessárias. Com isso, os líderes de seleção de fornecedores precisam realizar um trabalho de educação sobre todos esses fatores, desenvolver documentação como referência, criar modelos de contrato e linhas de orientação a respeito da implementação de SaaS e de cloud computing.

3 – Como SaaS afeta gestão de identidade, padrões de segurança e continuidade de negócios?
Os clientes estão se tornando cada vez mais confortáveis com o modelo de SaaS, mas ainda há preocupações em áreas chave com segurança física e lógica, além de recuperação de desastres. Com isso, os clientes devem trabalhar em conjunto com seus especialistas de segurança para delinear quais níveis são requisitados para cada aplicação de SaaS. Categorias como e-mail tendem a exigir maiores níveis, por exemplo. Os clientes também devem entender de padrões emergentes para SaaS (como SAS 80 ou ISO 27001) assim como tecnologias novas que ajudam a monitorar e melhorar a segurança.

4 – Quais estratégias são recomendadas para negociação de preços e análise de custo total de propriedade?
O custo pode ser uma característica atrativa do SaaS, mas é recomendável adotar algumas abordagens de negociação, principalmente se a base de usuários é muito grande. Além dos elementos mais óbvios, a companhia deve negociar menores preços se estão disposta a assinar contratos mais longos ou possibilidades de optar por uma versão nova ou aprimorada do produto. Também é importante considerar a flexibilidade no longo prazo, como a possibilidade de remover do contrato licenças sem uso em períodos anuais ou trimestrais.

5 – Existem melhores práticas de SaaS? Quais são?
Atualmente, os clientes de SaaS estão mais focados na estratégia de implantação, incluindo estratégia de processos de negócios, personalização e integração. Alguns fornecedores de SaaS têm áreas de serviços profissionais para oferecer melhores práticas baseadas em casos de sucesso, pacotes de implementação rápida e consultoria. Outros articularam um pool de parceiros de integração para levar expertise de negócios para as implementações. Os clientes devem considerar quais recursos os fornecedores oferecem, comparando com sua capacidade interna de gerenciar plataformas emergentes, para avaliar qual é o serviço mais adequado.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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GVT libera software de telefonia IP para smartphones

Aplicativo Vono estará disponível para iPhone e aparelhos com Android para funcionamento em redes Wi-Fi e 3G

A GVT lançou uma versão da sua solução de VoIP para os principais modelos de smartphones utilizados no Brasil. Pelo aplicativo é possível usar a franquia do número fixo virtual VONO para fazer e receber ligações de telefones móveis conectados à internet por Wi-Fi ou 3G. 

Segundo a operadora, o software atende ao crescente número de smartphones no Brasil. Segundo a consultoria IDC, em 2012 as vendas desses aparelhos aumentaram 78% em comparação com 2011, alcançando 16 milhões de unidades comercializadas. 

O VONO é um serviço que permite realizar chamadas pela internet, convertendo o sinal de áudio analógico em digital, como acontece com o Skype. Para utilizá-lo no smartphone, basta o cliente baixar o aplicativo e inserir login e senha da sua conta VONO. 

O download é gratuito e pode ser realizado através das lojas virtuais disponíveis que utilizam sistema Android ou iOS (iPhone).

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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GVT leva software de telefonia IP para smartphones

Aplicativo VONO estará disponível para iPhone e aparelhos com Android para funcionamento em redes Wi-Fi e 3G.

A GVT lançou uma versão da sua solução de VoIP para os principais modelos de smartphones utilizados no Brasil. Pelo aplicativo é possível usar a franquia do número fixo virtual VONO para fazer e receber ligações de telefones móveis conectados à internet por Wi-Fi ou 3G. 

Segundo a operadora, o software atende ao crescente número de smartphones no Brasil. Segundo a consultoria IDC, em 2012 as vendas desses aparelhos aumentaram 78% em comparação com 2011, alcançando 16 milhões de unidades comercializadas. 

O VONO é um serviço que permite realizar chamadas pela internet, convertendo o sinal de áudio analógico em digital, como acontece com o Skype. Para utilizá-lo no smartphone, basta o cliente baixar o aplicativo e inserir login e senha da sua conta VONO. 

O download é gratuito e pode ser realizado através das lojas virtuais disponíveis que utilizam sistema Android ou iOS (iPhone).

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cloud Computing e a guerra fria no mercado de software corporativo

Empresas do Vale do Silício que produzem aplicativos de negócios na nuvem disputam o território com fabricantes tradicionais.

Em um discurso convincente na semana passada na conferência AIIM, em Nova Orleans, (EUA), o CIO Laurence Hart do AIIM (The Global Community of Information Professionals) falou sobre uma nova guerra que está acontecendo no mercado de TI. É a batalha que vem sendo travada entre empresas do Vale do Silício, que fornecem software em nuvem, com as tradicionais que atendem o mercado com soluções no modelo on-premise, ou seja, para rodar dentro de casa.

Hart se referiu ao contexto de gerenciamento de conteúdo. Entretanto, sua abordagem se aplica à gestão de qualquer software empresarial.

“Há uma guerra acontecendo todos os dias na área de software empresarial. Os novos fornecedores estão atacando esse mercado com muita força”, constata o CIO. Ele observou que as startups do Vale do Silício são disruptivas e nada sutis.

Hart chegou a comparar a batalha travada entre os fornecedores de aplicações empresariais na nuvem com os tradicionais de software com a Guerra Fria que aconteceu entre a União Soviética e os Estados Unidos. Havia duas filosofias distintas lutando por um ideal. 

O CIO salientou que nessa disputa não há armas ou bombas envolvidas. Mencionou como exemplo a fornecedora de soluções corporativas na nuvem Box, que estava no evento com um estande ao lado de IBM. Durante a conferência era visível essa batalha entre os dois tipos de provedores.

A Box nasceu para fornecer uma solução para compartilhamento de conteúdo na nuvem. Em seu estande, a IBM mostrava uma aplicação similar para proteção de conteúdo na cloud. Coincidência? “Pensamos que não”, responde o CIO.

E não foi só a IBM. Em seu estande, a HP estava mostrando o HP Flow – uma solução para baseada na nuvem para gerenciar conteúdo móvel, seguindo discurso parecido ao da empresa Box.

Mas apesar destas tentativas de fornecedores estabelecidos há mais tempo no mercado como HP e IBM, as grandes empresas estão apenas começando a entender o que as nascidas na nuvem sempre compreenderam: o sucesso de um software empresarial começa com o usuário e depois se move para TI.

Como um profissional de TI, Hart não quer voltar a um mundo onde grandes fornecedores vendem diretamente para TI pacotes monolíticos. Apesar disso, ele não acha que precisa trabalhar mais estreitamente com os fornecedores de nuvem para dizer o que eles precisam fazer. 

Falhas das soluções tradicionais

“Não temos a opção de deixar as coisas explodirem. Temos que encontrar maneiras de trabalhar juntos”, explicou o CIO. Hart disse que a razão principal de os fornecedores iniciantes do Vale do Silício terem feito tanto progresso é que dos muitos softwares empresariais das empresas tradicionais não atenderem os objetivos dos usuários corporativos.

Ele observa que os projetos são complexos e falham muitas vezes. “Por que [fornecedores de nuvem] são bem sucedido?”, questionou Hart. “Porque estamos falhando. A maioria dos projetos de TI falham. Isso significa que o sucesso é uma exceção”, disse ele.

Os fornecedores novos de soluções na nuvem estão suprindo uma necessidade. Eles veem os usuários finais frustrados e estão provendo interfaces mais simples. Eles retiram toda a complexidade e deixam que as pessoas façam o seu trabalho de uma forma mais fácil. 

“Vale do Silício é a resolução de problemas para os usuários. Estamos resolvendo problemas para a empresa. Esta situação acontece porque há muita coisa errada”,  disse Hart.

Então, como é possível resolver esses conflito no mundo do software corporativo? Hart diz que os gestores de TI precisam parar de lutar contra a tendência e começar a contar ao Vale do Silício o que eles precisam. 

Ele reconhece as startups não apresentam todas as soluções chaves para atender as necessidades das empresas. Entretanto, ressalta que “estamos fazendo o nosso trabalho mais difícil por não trabalhar com eles.”

A comunicação é fundamental. Diga aos fornecedores de nuvem o que você precisa. “O sucesso não deve ser a exceção”, conclui Hart.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP e Cesar selecionam 15 profissionais para residência em software

Inscrições foram prorrogadas até 6/02. Aprovados vão atuar em Sorocaba (SP) e serão capacitados no desenvolvimento de aplicações para Windows 8. Valor da bolsa é de R$ 2 mil.

A unidade de Sorocaba (SP) do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e a HP reabriram as inscrições do processo seletivo para o programa de residência em software. Serão escolhidos 15 profissionais graduados, ou em graduação até fevereiro de 2013, para receberem capacitação em desenvolvimento de aplicações para Windows 8.

As vagas são para profissionais de cursos como Design Gráfico e de Interação, Engenharias de Software e da Computação, Ciência da Computação, Processamento de Dados e Comunicação Visual.

As novas inscrições podem ser feitas pelo site do Cesar, na opção “Bolsista residência HP/Cesar”, até o dia 06 de fevereiro. O valor da bolsa é R$ 2 mil. O programa tem início  no mês de fevereiro, com término em seis meses.

Os selecionados receberão monitoria de especialistas do Cesar de diferentes áreas de atuação. A equipe multidisciplinar possibilita o desenvolvimento de aplicações focadas na experiência do usuário, atrativas e intuitivas.

Durante a execução do projeto, os alunos da residência serão constantemente acompanhados por tutores e estarão inseridos no ambiente profissional do Cesar. O modelo de residência de software fornece aos alunos um mecanismo inovador de capacitação humana, que funciona também como um catalisador de experiência.

O edital completo pode ser acessado no site do Cesar. 

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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