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Acrobata de SC que sofreu queda em circo nos EUA recebe alta do hospital

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A acrobata catarinense que despencou de uma altura de cerca de 7 metros durante uma apresentação de circo nos Estados Unidos recebeu alta do hospital nesta quinta-feira (8). Widny Neves, de 25 anos, deixou a unidade de saúde norte-americana em uma cadeira de rodas e foi para um hotel, como mostrou a reportagem do Jornal Nacional (veja vídeo ao lado). As outras duas brasileiras feridas no acidente, Dayana Costa e Stefany Neves, continuam no hospital, sem previsão de alta. Dayana está em estado grave.

As três brasileiras outras cinco acrobatas sofreram o acidente no domingo (4). No número, eles formam uma espécie de candelabro ou lustre, suspensos apenas pelos cabelos. Uma plataforma que era elevada e suspendia as artistas caiu, lançando os artistas ao chão e ferindo um dançarino que estava embaixo.

Widny deixou o hospital nesta quinta-feira (8) (Foto: Reprodução RBS TV)Widny deixou o hospital nesta quinta-feira (8)
(Foto: Reprodução TV Globo)

Segundo a família, a catarinense de Joinville, no Norte de Santa Catarina, teve ferimentos no pescoço, nas costas e fratura no braço direito. A mãe dela, Griselda Neves, está nos Estados Unidos desde quarta-feira (7) para acompanhar a filha.

“Ela está caminhando. Vitória é pouco, é um milagre”, disse a mãe, que vai ficar no país até a filha se recuperar. Já Widny agradeceu o apoio que está recebendo após o acidente. “Obrigado por todo amor e carinho de todo povo brasileiro que está apoiando a gente”, disse ela, que espera voltar para o circo.

Família circense
Há 10 anos, a família de Widny possui uma academia de circo em Joinville. O pai da jovem, Roiter Neves, explicou que se trata de um local lúdico, que reúne pessoas para fazerem exercícios relacionados à atividade. Widny nasceu nesse ambiente e desde pequena mostrava interesse. Começou a aprender com o pai.

Mais velha, foi cursar educação física na Universidade da Região de Joinville (Univille) e, em 2008, mudou-se para o Estados Unidos, onde desde 2010, está no Ringling Brothers and Barnum and Bailey Circus.

O acidente
Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (8), os diretores do circo onde o acidente ocorreu disseram que até o ano passado o número era com apenas duas artistas. A decisão de aumentar para oito foi tomada em conjunto, entre o circo e o criador da apresentação, o brasileiro Andrei Medeiros.

O gancho que se rompeu era de aço, com capacidade para 4,5 mil kg. O circo disse que ainda não sabe porque ele não aguentou a estrutura e as acrobatas, que no total pesavam 600 kg.

Veja o site do Jornal Nacional

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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TJ manda site de vendas a indenizar anunciante do DF que sofreu calote

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou o Mercado Livre a pagar o valor de um iPhone 4S e R$ 2 mil de danos morais a um anunciante que, por uma falha de segurança do site, só foi orientado a não concluir a venda de um celular depois de entregá-lo ao suposto comprador. Cabe recurso no órgão.

De acordo com a ação, o aparelho foi anunciado por R$ 1,2 mil em 16 setembro de 2013. No dia seguinte, o Mercado Livre enviou e-mail ao internauta dizendo que o celular havia sido vendido e confirmando o pagamento do produto. A orientação era para que ele entregasse o Iphone 4S para então receber o dinheiro da transação.

O homem afirma que enviou o celular ao comprador e pediu aos responsáveis pelo site que transferissem o valor do produto para a conta dele. Apesar de ele ter enviado o aparelho, o dinheiro não foi depositado.

Dois dias depois, ele diz que recebeu um e-mail do Mercado Livre informando a abertura de uma investigação contra o suposto comprador e aconselhando que a venda não fosse mais realizada. O anunciante alega que dependia do dinheiro para quitar dívidas.

Em defesa, o Mercado Livre disse que não é responsável pelos fatos e que agiu no legítimo exercício do direito. O juiz discordou do raciocínio. “Considerando que os responsáveis pelo site devem zelar pela segurança das operações realizadas, a falha da prestação do serviço de intermediação, com prejuízo ao consumidor, resulta em responsabilidade objetiva da empresa”, afirmou.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Um em cada três brasileiros já sofreu cyberbullying no trabalho, diz estudo

Banda Larga Divinópolis (Foto: Reprodução/ TV Integração)30% dos brasileiros já sofreram algum tipo de
cyberbullying na empresa (Foto: Reprodução)

O cyberbullying, prática de utilizar e-mail, mídias sociais ou mensagens instantâneas para ofender ou difamar pessoas, chegou ao ambiente de trabalho. Segundo pesquisa da AVG Technologies, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis, 30% dos brasileiros já sofreram algum tipo de cyberbullying na empresa. 

A pesquisa, que entrevistou 500 pessoas no país, aponta que 76% dos brasileiros consideram cyberbullying o envio de comentários desagradáveis ou difamatórios sobre ou para um colega usando qualquer tipo de comunicação digital.

Um quarto das pessoas (25%) também acredita que as mídias sociais prejudicam a privacidade no ambiente de trabalho e 70% delas se sentem constrangidas em não aceitar solicitações de amizade de colegas de trabalho a contra gosto. Mais da metade dos entrevistados (54%) acredita que a empresa é responsável pelo comportamento online de seus funcionários, em seus perfis pessoais na mídia social, enquanto estão em horário de expediente. Já 90% das pessoas acreditam que a empresa não é responsável pelo comportamento de seus clientes quando não estão em horário de trabalho.

Quanto às atitudes em caso de cyberbullying, 58% dos entrevistados entrariam em contato com algum superior, como chefe, gerente ou área de recursos humanos, 60% também tomariam essa atitude inclusive se as ofensas viessem do chefe. “O estudo é um alerta para as empresas, que precisam adotar urgentemente políticas de uso da internet, orientar os funcionários sobre boas práticas nas redes sociais e promover discussões abertas com seus colaboradores sobre ética nas comunicações online”, disse o diretor de marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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