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Líder de torcida vai a baile nos EUA após pedido de jovem em rede social

Mike Ramirez e Catlyn chegam para baile de formatura em Crosby, no Texas (EUA) (Foto: Pat Sullivan/AP)Mike Ramirez e Catlyn chegam para baile de formatura em Crosby, no Texas (EUA) (Foto: Pat Sullivan/AP)

O jovem Mike Ramirez, de 17 anos, impressionou os colegas ao conseguir levar uma líder de torcida de NFL, a liga de futebol americano dos EUA, depois que seu pedido no Twitter atingiu mais de 10 mil retuítes na rede social.

“Big Mike”, como é conhecido entre os colegas do Crosby High School no estado do Texas, contou que tudo começou com uma brincadeira entre amigos, ao ver que Catlyn estava seguindo pessoas aleatoriamente no Twitter.

“Pensei: ‘e se eu levasse a líder de torcida do Houston Texans para o baile de formatura? Seria bem legal”, contou o jovem, que também joga futebol americano no colégio, mas que passou a maior parte do tempo no banco de reservas.

Diante da ideia, Ramirez enviou uma mensagem direta à americana. “Se eu conseguir 10 mil retuítes, você vai ao baile comigo?”, perguntou o jovem. “Claro que vou”, respondeu Catlyn, que não pode ter o sobrenome divulgado pela política do time.

Pouco mais de 27 horas depois, o rapaz, que havia terminado com a namorada há pouco tempo, conseguiu alcançar a marca, e a americana cumpriu a promessa de ir ao baile com Mike, chegando ao local em uma limousine.

O rapaz contou que não esperava a atenção massiva da cidade, que possui apenas 2.300 habitantes.

O casal se encontrou em um restaurante e posou para fotos de jornais e curiosos. “Era um brincadeira. Não achei que fosse realmente conseguir”, relatou o jovem.

Não há informações se o casal irá realizar um segundo encontro.

Catlyn, líder de torcida do Houston Texans, aceitou convite para ir a baile com o jovem (Foto: Patric Schneider/AP)Catlyn, líder de torcida do Houston Texans, aceitou convite para ir a baile com o jovem (Foto: Patric Schneider/AP)Catlyn topou ir ao baile de formatura do jovem após concordar com o desafio de fazer com que mensagem no Twitter atingisse 10 mil retuítes (Foto: Patric Schneider/AP e Mike Ramirez/AP)Catlyn topou ir ao baile de formatura do jovem após concordar com o desafio de fazer com que mensagem no Twitter atingisse 10 mil retuítes (Foto: Patric Schneider/AP e Mike Ramirez/AP)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Rastros de uma antiga rede social

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Lorde se revolta com jornalistas e publica desabafo em rede social

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Lorde cantou no Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, em SP. O hit 'Royals' ficou mais para o final do show (Foto: Raul Zito/G1)Lorde no Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos,
em São Paulo (Foto: Raul Zito/G1)

A cantora Lorde se revoltou com jornalistas e críticos de música e publicou um desabafo em seu Tumblr nesta semana. Nele, ela diz que a mídia a coloca na capa para vender exemplares, mas falam mal de seu disco.

“Me incomoda como publicações como a ‘Complex’ fazem perfil de artistas interessantes para vender cópias/obter cliques e depois cagam em seus discos?”, disse. Lorde usa como exemplo uma edição da revista “Complex” com Iggy Azalea, mas com uma crítica negativa do álbum novo.

“Isso acontece comigo o tempo todo – Pitchfork e aquela laia agem como “podemos entrevistá-la?” depois de tirarem totalmente o sarro de mim em uma resenha. Tenha uma posição sobre um artista e a cumpra. Não aja como se você os respeitasse para, em seguida, atirá-los sob o ônibus”, escreveu.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Música

 

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Criador da rede social Google+ anuncia sua saída da empresa

Vic Gundotra, criador da rede social Google+ (Foto: Reprodução/Google+)Vic Gundotra, criador da rede social Google+ (Foto:
Reprodução/Google+)

O executivo criador da rede social Google+ deixará o gigante da internet após desempenhar um papel-chave na empresa durante quase oito anos. Vic Gundotra anunciou na quinta-feira (24) sua saída em uma postagem no próprio Google+, dizendo que se prepara para cuidar de “assuntos pendentes”.

Além de se ocupar da rede social do Google, criada para competir com o Facebook, Gundotra é reconhecido por seu trabalho com criadores independentes cujos aplicativos são vitais na popularização de smartphones e tablets equipados com o sistema operacional Android.

“Fui muito sortudo de ter podido trabalhar com pessoas impressionantes no Google”, disse Gundotra, reconhecendo particularmente a liderança do cofundador e chefe do Google, Larry Page.

Antes, Gundotra havia trabalhado durante uma década na Microsoft, tornando-se logo um dos executivos de alto perfil do Google.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Governos buscam ‘investimento social’ para recuperação de presos

Índices preocupantes de reincidência de detentos, bem como a dificuldade em obter dinheiro público para financiar programas de prevenção de crimes, têm levado Estados Unidos e Grã-Bretanha a testar um modelo financeiro na tentativa de evitar que ex-presidiários voltem para a prisão.

No interior da Inglaterra e no Estado americano de Nova York estão sendo implementados programas-piloto usando financiamento privado, obtido por meio da emissão de Títulos de Impacto Social (TIS, social impact bonds em inglês), também chamados de títulos sociais.

A ideia é aplicar a lógica do mercado financeiro a iniciativas de impacto social: investidores privados compram os títulos do governo destinados a cada projeto, gerando dinheiro para financiar ações de prevenção à reincidência – que por sua vez são implementadas por organizações a serviço do Estado.

Títulos foram emitidos em 2012 para financiar projetos de reinserção de ex-detentos de Rikers Island (EUA) (Foto: AP)Títulos foram emitidos em 2012 para financiar projetos de reinserção de ex-detentos de Rikers Island (EUA) (Foto: AP)

Depois que as ações estiverem em prática, um terceiro agente, independente, avalia seus resultados. Caso elas tenham sido bem-sucedidas, o Estado paga um prêmio em dinheiro aos investidores privados, recompensando seu investimento inicial.

Caso as iniciativas não tenham êxito, os investidores perdem dinheiro – assim como ganhariam ou perderiam na Bolsa de Valores dependendo dos lucros ou prejuízos das empresas das quais têm ações.

‘Quebrar ciclo de reincidência’
A vantagem para o Estado é que ele desembolsa dinheiro apenas se as iniciativas forem bem-sucedidas – no caso, se for notada uma redução na reincidência de crimes pelos ex-detentos que participam dos projetos.

A iniciativa mais recente foi lançada pelo Estado de Nova York em dezembro, quando o Bank of America Merrill Lynch anunciou a captação de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 31 milhões) para financiar um programa de cinco anos e meio destinado a ajudar 2 mil ex-detentos a conseguir emprego.

A meta, segundo o banco, é “quebrar o ciclo de reincidência entre esse grupo, reduzir os custos de aprendizados e poupar o dinheiro do contribuinte relacionado a gastos judiciais e perdas da vítima do crime”.

O banco lembra que os investidores correm o risco de perder todo o aporte investido caso o programa fracasse, mas agrega que há uma ‘forte tendência entre nossos clientes de buscar investimentos que não apenas tragam lucros, mas também ajudem a trazer mudanças sociais’.

Comparar resultados
O projeto nova-iorquino foi idealizado pela organização britânica Social Finance, que também coordena iniciativa semelhante em curso desde 2010 no presídio de Peterborough, no interior da Inglaterra.

“Tínhamos organizações capazes de fazer um bom trabalho (contra a reincidência de presidiários), mas dificuldade em financiá-las. Daí a ideia de testar o modelo de títulos sociais e comparar os resultados da iniciativa com o restante da Inglaterra”, diz à BBC Brasil Alisa Helbitz, diretora de pesquisas e comunicação da Social Finance.

O projeto britânico conta com cerca de 5 milhões de libras (R$ 19 milhões) obtidos com 17 investidores, entre organizações e fundações – que, segundo Helbitz, se interessaram pela ideia de investir em uma ação social e, ao mesmo tempo, possivelmente receber algum retorno financeiro.

O projeto de Peterborough envolve mil detentos sentenciados a um ano ou menos de prisão. Eles recebem a orientação de mentores ao serem libertados, para ajudá-los a conseguir emprego, moradia e (caso necessário) grupos de apoio contra drogas.

Segundo relatório de 2010 da própria Social Finance, a cada libra (R$ 3,90) investida em programas para prevenir a reincidência em crimes, o governo britânico chega a economizar 10 libras (R$ 39) em custos sociais.

Resultados preliminares divulgados em outubro sugerem uma queda inicial de 12% na frequência de condenações entre ex-detentos de Peterborough, na contramão de um aumento de 11% na reincidência na Grã-Bretanha.

Se os resultados se confirmarem na avaliação oficial – prevista para os próximos meses – e a reincidência cair em ao menos 10% no presídio, os investidores começarão a receber dividendos, pagos pelo governo.

“Ainda não sabemos se isso acontecerá, mas os resultados até agora são otimistas”, afirma Helbitz. “O objetivo é gerar interesse (em torno do projeto) para construir mais programas sociais que sejam flexíveis e foquem a prevenção a longo prazo.”

Um terceiro projeto também em andamento existe desde 2012 na cidade de Nova York, onde quase 50% dos adolescentes que deixam a prisão voltam a ser detidos em menos de um ano.

O programa foca nos detentos de 16 a 18 anos de idade do presídio de Rikers Island e, segundo a prefeitura, prevê ‘educação, treinamento, e aconselhamento para melhorar habilidades pessoais, incluindo a tomada de decisões e a resolução de problemas’.

O projeto, cujos resultados ainda não foram avaliados, foi financiado pelo banco Goldman Sachs, que só terá lucros se a reincidência cair mais de 10%. “Quanto maior o sucesso do programa – ou seja, quanto maior a redução na reincidência -, maiores serão a economia da cidade (com custos sociais) e, portanto, os pagamentos (pelos títulos)”, declarou na época a prefeitura de Nova York.

Aplicável no Brasil?
Programas do tipo poderiam funcionar no Brasil? Aqui, dados do Conselho Nacional de Justiça sugerem que cerca de sete entre cada dez ex-detentos voltam a cometer crimes.

Já há esforços de organizações como o Banco Interamericano de Desenvolvimento em implementar Títulos de Impacto Social em outras áreas no Brasil, para financiar projetos de educação.

Na área de segurança pública, a ideia parece “interessante”, mas só seria viável em pouquíssimos nichos do deficiente sistema carcerário brasileiro, opina à BBC Brasil Rodrigo Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, especialista em Análise Social da Violência e Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança.

“A situação dos presídios brasileiros é tão emergencial e a superlotação tão crônica que seria preciso antes superar um patamar mínimo de falta de garantias absolutas no sistema”, opina.

“Além disso, não temos tradição de engajamento da sociedade civil (nessa área). Muitos não querem associar a marca de suas empresas a projetos com a população carcerária; muitas pessoas aceitam a situação caótica dos presídios porque acham que os presos merecem; e o Estado (não se envolve) porque isso não dá voto.”

Ghiringhelli de Azevedo relata que já há esforços isolados de prevenir a reincidência entre presidiários brasileiros e oferecer-lhes empregos durante e depois do cumprimento da pena. Mas, no geral, o sistema é uma “bomba-relógio”, diz.

“Quem entra por crimes menos graves sai de lá com dívidas e compromissos, o que necessariamente significa estar sob alguma facção ilegal. E a geração de renda é uma grande dificuldade para quem perdeu seus vínculos sociais.”

E, assim, é grande a probabilidade de que esse ex-detento volte ao crime, explica.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Livr: Uma rede social que só pode ser acessada por bêbados! Será?

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Será verdade que está surgindo uma nova rede social Livr que só poderá ser acessada depois que o usuário fizer o teste do bafômetro pra provar que está bêbado?

A notícia apareceu na web no dia 07 de março de 2013 e chamou a atenção de muitos leitores. De acordo com diversos sites de notícias como o Yahoo!, o Olhar Digital, além dos estrangeiros Daily Mail e Engadget entre outros, o aplicativo funcionaria apenas em smartphones acoplados a bafômetros (de U$5 cada), que mediriam a taxa de álcool no sangue do usuário. Quanto mais bêbado estiver, mais funcionalidades da rede social lhe seriam liberadas.

A ideia é a de que os diversos membros da rede interajam entre aqueles que possuam o nível de bebedeira semelhante. Quando o organismo do usuário metaboliza o álcool, ele precisa beber mais e refazer o teste para continuar conectado.

Aplicativo Livr funciona só com bêbados! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Vimeo) Aplicativo Livr funciona só com bêbados! Verdadeiro ou falso? (foto: Reprodução/Vimeo)

O aplicativo, segundo os seus criadores, teria uma função especial chamada “Blackout”, que eliminaria tudo o que foi postado no dia anterior (no caso do usuário se arrepender do que havia escrito durante a bebedeira).

Muita gente ficou interessada na nova rede social e está aguardando, ansiosa, a liberação do novo aplicativo, que estaria disponível para Android e iOS!

Será que essa história é real?

O vídeo mostrando as funcionalidades do produto é esse:

Apesar do grande sucesso que a rede social chegou a fazer mesmo  antes de estrear, o produto é falso!

O primeiro empecilho que atrapalharia a estreia do aplicativo é que um produto como esse, que encoraja seus usuários a beber mais para fazer besteira, fere um dos termos de serviço da App Store da Apple. É bem provável que a Google Play Store, que distribui apps Android, também não deixaria passar esse Livr sem nenhum problema.

Mas, mesmo que os executivos da Livr conseguissem disponibilizar o aplicativo nas lojas virtuais, o bafômetro que teria que ser adquirido juntamente com o produto está inacreditavelmente barato! Algumas empresas já estão vendendo esse gadget por U$49 através de crowdfunding, ou esse, que custa U$141 na Amazon. Muito acima do preço oferecido pela Livr.

Detalhes do produto (que não existe) Detalhes do produto (que não existe)

Vamos aceitar que o aplicativo tenha passado pelo crivo da Apple e da Google e que a Livr tenha aceitado perder dinheiro dando desconto na venda do bafômetro (muitas empresas de software, às vezes, vendem hardware abaixo do custo – tendo até certo prejuízo – para conquistar novos clientes), o próximo passo seria buscarmos mais informações sobre a empresa e seus fundadores.

Uma busca pelo domínio “livr-app.com” e descobrimos que ele foi registrado há pouco menos de um mês e quem o registrou preferiu ficar no anonimato. Quando alguém não quer ser contatado através de seu domínio, pode optar por esconder seus dados de registro, mas isso pega mal pra uma empresa, né?

Não encontramos nenhuma menção dos supostos fundadores da Livr, Kyle Addison e Avery Platz, no Google. Existem alguns homônimos de Kyle Addison, mas nenhum deles ligado ao projeto. Somente isso.

É como se ambos não existissem antes da criação do aplicativo… E até hoje, nenhum deles possui nem ao menos uma conta no Twitter.

Uma coisa é certa. Apesar de não encontrar nenhum “Avery Platz”, descobrimos que o programador que aparece no comercial usando esse nome é, na verdade, o comediante Matt Mayer.

Avery Platz é interpretado pelo ator Matt Mayer! (fotos: Divulgação/Vimeo/Upright Citizens Brigade Theatre) Avery Platz é interpretado pelo ator Matt Mayer! (fotos: Divulgação/Vimeo/Upright Citizens Brigade Theatre)

Ainda não descobrimos a finalidade dessa farsa. Provavelmente, como sugerido pela matéria do YouPix, a brincadeira seja apenas para conscientizar os usuários sobre o consumo exagerado de bebidas alcoólicas. Vamos aguardar até que os idealizadores revelem a verdadeira razão desse viral.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rede social islandesa mira usuários preocupados com segurança

Rede social Vivaldi (Foto: Reprodução/Vivaldi.net)Rede social Vivaldi (Foto: Reprodução/Vivaldi.net)

A nova plataforma de mídia social Vivaldi pretende capturar usuários que querem evitar anúncios agressivos e a espionagem de governos, disse à “Reuters” seu fundador, Jon von Tetzchner.

Com sede da Islândia, um país conhecido por seu comprometimento com a privacidade e liberdade de expressão, a Vivaldi está atraindo usuários com dados criptografados e a promessa de não utilizar o conteúdo de mensagens privadas para gerar publicidade.

“Nosso foco inicial são os ‘nerds’ de computador, porque eles normalmente têm mais demandas por funcionalidade, segurança e privacidade”, disse von Tetzchner, fundador do navegador de internet Opera Software. “Mas muitas pessoas comuns também se preocupam com essas coisas e nós daremos boas-vindas a todos”.

A recém-criada “Vivaldi.net” atualmente oferece serviço de e-mail, de compartilhamento de fotos, bate-papo, uma plafatorma de blogs e fóruns de discussões.

“Houve muito foco à segurança ultimamente, e está principalmente ligado a governos. Mas acredito que também seja uma questão para as empresas”, disse von Tetzchner.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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