RSS

Arquivo da tag: sociais

Torcedores fazem ‘leilão’ de ingressos da Copa nas redes sociais

Final da Copa do Mundo no Maracanã está custando até R$ 10 mil no 'mercado paralelo' das redes sociais (Foto: Reuters)Final da Copa do Mundo no Maracanã está custando até R$ 10 mil no ‘mercado paralelo’ das redes sociais (Foto: Reuters)

Quanto vale assistir à final da Copa do Mundo no dia 13 de julho do melhor lugar nas arquibancadas do Maracanã? Segundo a Fifa, R$ 1.980 seriam suficientes para uma experiência como essa. Mas para alguns torcedores, tal privilégio pode valer pelo menos cinco vezes esse valor. Ou quanto o ‘mercado paralelo’ da Copa permitir.

A Fifa proíbe a revenda de ingressos do Mundial e, de acordo com o Estatuto do Torcedor (lei federal 10.671), ‘vender ou fornecer ingresso por um preço superior ao indicado no bilhete’ é crime. Ainda assim – e apesar de ainda haver ingressos oficiais disponíveis, pelo menos para jogos menos procurados da fase de grupos -, não é preciso muito esforço para encontrar milhares de pessoas negociando entradas para jogos da Copa pelas redes sociais. E, na maioria das vezes, os preços ‘padrão Fifa’ são ignorados.

Uma mulher anunciou ingressos para o jogo da primeira fase entre Bélgica e Rússia da categoria 4 – a mais barata – no Maracanã por R$ 1.100 – 18 vezes o preço cobrado pela Fifa, que é de R$ 60

‘Brasil e Camarões. Próximo ao gramado. Inteira. Apenas 1 ingresso. Categoria 3. r$ 2.000(sic)’), anuncia um dos ‘vendedores’ em um grupo fechado no Facebook com quase 10 mil pessoas. O nome do grupo não esconde muito o objetivo de quem está ali: ‘Compra/Venda/Troca de ingressos para a Copa 2014’.

O ingresso oferecido – jogo de primeira fase da segunda categoria mais barata – custou R$ 180 pelo site da Fifa, único canal oficial de venda de ingressos do Mundial. O valor pedido – mais de 10 vezes o preço impresso no ingresso – é um reflexo do ‘leilão’ da Copa nas redes sociais. Entender como funciona é simples: quem dá mais, leva.

Até estratégias típicas do varejo são usadas para ‘ganhar’ compradores. ‘BAIXOU, BAIXOU, BAIXOU, ESTOU VENDENDO A PREÇO DE CUSTO. Tenho o seguinte jogo: Suíça x Equador Cat 1 em Brasília, 4 ingressos inteiros. Ótimos lugares e lado a lado. R$ 350,00 cada um. Interessados inbox’, postou um participante de um dos grupos, com tom de camelô.

Assim como esse, existem outras dezenas de grupos no Facebook com o mesmo intuito de negociar ingressos da Copa do Mundo. Alguns são fechados e têm um administrador para autorizar a entrada de novos membros e ‘gerir’ os posts, outros são abertos para quem quiser ver, ler e participar.

O negócio
Tudo começa com o post do anúncio. ‘Compra, troca ou vende ingresso para qual jogo e por quanto?’ O valor, porém, muitas vezes não é negociado publicamente e só é revelado em mensagens particulares com os vendedores. É justamente aí que começa o ‘leilão’ com as entradas.

Participantes dos grupos relatam que muitas vezes o vendedor aumenta o preço da entrada depois de já ter anunciado um valor inicial – tudo, dizem eles, baseado na lei da oferta e da procura. Sem falar nos perfis falsos com fotos genéricas – de Fuleco, de taça da Copa, etc – criados somente para fazer negócios com ingressos no Facebook.

Para quem achava os preços da Fifa já um pouco salgados, o ‘mercado paralelo’ da Copa do Mundo oferece opções bem mais indigestas – muito diferentes dos preços impressos nos ingressos.

Quando os valores cobrados destoam muito da realidade, os próprios membros dos grupos tendem a criticar os vendedores publicamente. Uma mulher anunciou ingressos para o jogo da primeira fase entre Bélgica e Rússia da categoria 4 – a mais barata – no Maracanã por R$ 1.100 – 18 vezes o preço cobrado pela Fifa, que é de R$ 60. Junto com ele, ela colocou uma lista de ingressos, sempre pedindo valores pelo menos 10 vezes mais caros do que o oficial. Nos comentários, ela foi alvo de piadas: ‘1.300 reais cat 4? HAHAHA, trabalhar ngm quer ne?’

Outra pessoa, no grupo também fechado ‘INGRESSOS COPA DO MUNDO 2014’, que tem mais de 12 mil membros, ofereceu uma entrada da categoria 4 para a semifinal na Arena Corinthians por R$ 3.000 – 27 vezes mais do que o preço pedido pela Fifa no mesmo ingresso (R$ 110).

Os valores exorbitantes são reflexo do grande motivo que tem levado os ‘torcedores comuns’ a criarem o ‘mercado paralelo da Copa’. Uma oportunidade de ganhar muito dinheiro. É isso que leva grande parte deles a negociar os ingressos nas redes sociais. Alguns entram nos grupos realmente porque não conseguirão ir aos jogos que compraram, mas quando se deparam com o ‘leilão’ no Facebook, acabam sendo tentados a lucrarem um pouco (ou muito) mais com suas entradas.

Uma das pessoas com quem a reportagem da BBC Brasil entrou em contato estava oferecendo o jogo Brasil x México na primeira fase, categoria 3, a R$ 1.800 – 10 vezes mais do que o valor impresso no ingresso. Mas ao negociar a entrega, ela acabou desistindo da tentação de lucrar com a partida: ‘Meu filho está implorando para não vender, vou com ele ao jogo’.

Enquanto uns reclamam do ‘abuso’, outros defendem as ‘leis’ do mercado. ‘Quero ver achar alguém vendendo pelo preço que pagou com um monte de gente pagando mais. É a lei da oferta e da demanda’, comentou um dos membros do grupo em um dos posts de venda com preços muito acima dos da Fifa.

Contra a lei
Uma vez negociado o ingresso, os comerciantes das redes sociais partem para o acordo sobre a entrega. A maioria prefere mandar as entradas pelo correio (Sedex), mas algumas marcam um ponto de encontro na cidade em que moram para efetivarem a venda. O grande problema nesse caso é que existe o risco do flagrante pela polícia.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia do Consumidor (Decon), está empenhada em inibir o comércio de ingressos do Mundial e criou a ‘Operação Torcedor’ justamente para investigar os cambistas. Na terça-feira, uma mulher foi presa vendendo ingressos da Copa do Mundo por R$ 7.000 em um shopping da zona norte do Rio de Janeiro.

Para combater o problema, a Polícia tem adotado ações de inteligência e monitoramento, inclusive em redes sociais, para localizar os ‘torcedores-cambistas’. Segundo o delegado Ricardo Barboza, da Decon do Rio de Janeiro, três pessoas já foram presas em flagrante e outra não foi autuada, mas está respondendo pelo crime de cambismo.

‘Na Copa do Mundo, as pessoas estão vislumbrando uma oportunidade de auferir uma renda extra com a venda de ingressos, o que eu estou denominando de ‘cambista ocasional’. São pessoas que não fazem desta prática um meio de vida, mas como os preços estão altos, vislumbram uma oportunidade financeira’, disse à BBC Brasil.

A Fifa tem trabalhado em parceria com as autoridades brasileiras e também em outros países para acabar com a ação de cambistas na Copa do Mundo. A entidade não quis revelar detalhes das ações que têm tomado para combater o problema, mas explicou que usa ‘estratégias legais, operacionais e educacionais’ para ajudar a resolver a questão. Na semana passada, a Fifa divulgou um comunicado sobre o tema, alertando as pessoas para a venda ilegal e para os ingressos falsos que estão sendo comercializados.

A entidade reforça que disponibiliza uma plataforma de revenda de ingressos para os torcedores que, por algum motivo, não possam ir a algum jogo que compraram. É a única forma autorizada para revender um ingresso. Nesse caso, eles podem retornar a entrada para a Fifa, que revende o tíquete e repassa o valor pago pelo comprador inicial com um desconto de uma taxa de 10%.

Outra medida para diminuir a ação dos cambistas é fazer o ingresso da Copa ser nominal. Mas, nesse caso, a fiscalização na entrada do estádio – com os seguranças conferindo nome impresso no tíquete e documento com foto do dono dele – acaba não acontecendo.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Na Tailândia, redes sociais driblam a censura dos militares golpistas

“Amanhã repetiremos o protesto, queremos que seja pacífico. Vamos divulgá-lo pelo Twitter e pelo Facebook”, diz um tailandês a um círculo de jornalistas em meio a uma manifestação em Bangcoc contra o golpe de Estado na Tailândia.

David, o pseudônimo do manifestante, age com cautela, sabe que os militares detiveram vários dissidentes e intimaram a depor nos quartéis dezenas de acadêmicos e políticos, incluindo a ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra.

A junta militar, que tomou o poder do governo civil em um golpe de Estado no dia 22 de maio, mantém censuradas a TV e o rádio, incluindo a emissão de canais internacionais como a “BBC” e a “CNN”.

No entanto, ao contrário de outros regimes militares onde os primeiros passos são expulsar os correspondentes e pôr uma mordaça na internet, na Tailândia os jornalistas estrangeiros ainda informam sem dificuldades e os comentários contra e a favor do levante fluem nas redes sociais.

“Quero um governo eleito nas urnas”, “por favor, ajudem a Tailândia” ou “Como pode a Tailândia ter estabilidade com tantos golpes de Estado?”, são algumas das mensagens que podem ser lidas no Twitter.

Manifestantes levaram cartazes para protestar contra golpe militar na Tailândia (Foto: Nicolas Asfouri/AFP)Manifestantes levaram cartazes para protestar contra golpe militar na Tailândia neste domingo (25) (Foto: Nicolas Asfouri/AFP)

Internet e telefones celulares também foram decisivos nos protestos da Revolução Açafrão em Mianmar em 2007 e na Primavera Árabe, que disseminou a rebelião civil no norte da África e no Oriente Médio com a ajuda das redes sociais.

Embora os líderes dos “camisas vermelhas”, partidários do governo deposto pelos militares, estejam presos, o coletivo se mantém ativo na rede, onde critica o chefe do exército e líder da junta militar, Prayuth Chan-ocha.

“Onde está a justiça? A primeira-ministra escolhida pelo povo não pode substituir um funcionário, mas os militares podem substituir o chefe da polícia com a velocidade de um raio”, critica no Facebook a Aliança contra a Ditadura e para a Democracia (UDD), nome oficial dos “camisas vermelhas”.

Os ativistas se referem ao fato de que o Tribunal Constitucional forçou a renúncia de Yingluck há três semanas pela troca de um alto funcionário que considerou “inconstitucional”, enquanto o exército exonerou toda a cúpula da polícia no fim de semana passado.

O chefe do exército já afirmou que vigiarão as redes sociais e advertiu aos ativistas que serão julgados de acordo com a rigorosa lei marcial declarada em 20 de maio.

“Por favor, mantenham a calma e sejam pacientes, como sempre foram. Este país esteve em crise durante nove anos”, disse Prayuth em cerimônia após receber o aval do monarca.

O general justificou o pronunciamento militar com o risco de um recrudescimento da violência entre grupos de manifestantes pró e contra o governo interino após meses de protestos antigovernamentais que causaram 28 mortes e mais de 800 feridos.

Os jornalistas estrangeiros, além de muitos nacionais, puderam em geral informar sobre a situação na Tailândia, embora a tensão aumente, sobretudo nos protestos em Bangcoc contra o golpe militar.

No dia 27 de maio, os militares emitiram várias mensagens contra a imprensa estrangeira no protesto que reuniu centenas de dissidentes no Monumento da Vitória, onde por alguns momentos o número de repórteres quase superou o de manifestantes.

“Olhem para os jornalistas em sua frente, são estrangeiros que pegarão seu dinheiro e depois irão embora”, exclamou um soldado pelos alto-falantes montados em um caminhão militar.

“Agora há mais jornalistas que manifestantes. Por favor, vão embora. Nos vemos amanhã”, acrescentou o soldado, quando as centenas de ativistas que haviam se reunido começavam a se dispersar, antes do toque de recolher, que rege das dez da noite às cinco da manhã.

A crise da Tailândia remonta ao levante de 2006 contra Thaksin Shinawatra, irmão de Yingluck que vive no exílio para evitar uma condenação de dois anos de prisão por corrupção.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Na Tailândia, redes sociais driblam a censura dos militares golpistas

“Amanhã repetiremos o protesto, queremos que seja pacífico. Vamos divulgá-lo pelo Twitter e pelo Facebook”, diz um tailandês a um círculo de jornalistas em meio a uma manifestação em Bangcoc contra o golpe de Estado na Tailândia.

David, o pseudônimo do manifestante, age com cautela, sabe que os militares detiveram vários dissidentes e intimaram a depor nos quartéis dezenas de acadêmicos e políticos, incluindo a ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra.

A junta militar, que tomou o poder do governo civil em um golpe de Estado no dia 22 de maio, mantém censuradas a TV e o rádio, incluindo a emissão de canais internacionais como a “BBC” e a “CNN”.

No entanto, ao contrário de outros regimes militares onde os primeiros passos são expulsar os correspondentes e pôr uma mordaça na internet, na Tailândia os jornalistas estrangeiros ainda informam sem dificuldades e os comentários contra e a favor do levante fluem nas redes sociais.

“Quero um governo eleito nas urnas”, “por favor, ajudem a Tailândia” ou “Como pode a Tailândia ter estabilidade com tantos golpes de Estado?”, são algumas das mensagens que podem ser lidas no Twitter.

Manifestantes levaram cartazes para protestar contra golpe militar na Tailândia (Foto: Nicolas Asfouri/AFP)Manifestantes levaram cartazes para protestar contra golpe militar na Tailândia neste domingo (25) (Foto: Nicolas Asfouri/AFP)

Internet e telefones celulares também foram decisivos nos protestos da Revolução Açafrão em Mianmar em 2007 e na Primavera Árabe, que disseminou a rebelião civil no norte da África e no Oriente Médio com a ajuda das redes sociais.

Embora os líderes dos “camisas vermelhas”, partidários do governo deposto pelos militares, estejam presos, o coletivo se mantém ativo na rede, onde critica o chefe do exército e líder da junta militar, Prayuth Chan-ocha.

“Onde está a justiça? A primeira-ministra escolhida pelo povo não pode substituir um funcionário, mas os militares podem substituir o chefe da polícia com a velocidade de um raio”, critica no Facebook a Aliança contra a Ditadura e para a Democracia (UDD), nome oficial dos “camisas vermelhas”.

Os ativistas se referem ao fato de que o Tribunal Constitucional forçou a renúncia de Yingluck há três semanas pela troca de um alto funcionário que considerou “inconstitucional”, enquanto o exército exonerou toda a cúpula da polícia no fim de semana passado.

O chefe do exército já afirmou que vigiarão as redes sociais e advertiu aos ativistas que serão julgados de acordo com a rigorosa lei marcial declarada em 20 de maio.

“Por favor, mantenham a calma e sejam pacientes, como sempre foram. Este país esteve em crise durante nove anos”, disse Prayuth em cerimônia após receber o aval do monarca.

O general justificou o pronunciamento militar com o risco de um recrudescimento da violência entre grupos de manifestantes pró e contra o governo interino após meses de protestos antigovernamentais que causaram 28 mortes e mais de 800 feridos.

Os jornalistas estrangeiros, além de muitos nacionais, puderam em geral informar sobre a situação na Tailândia, embora a tensão aumente, sobretudo nos protestos em Bangcoc contra o golpe militar.

No dia 27 de maio, os militares emitiram várias mensagens contra a imprensa estrangeira no protesto que reuniu centenas de dissidentes no Monumento da Vitória, onde por alguns momentos o número de repórteres quase superou o de manifestantes.

“Olhem para os jornalistas em sua frente, são estrangeiros que pegarão seu dinheiro e depois irão embora”, exclamou um soldado pelos alto-falantes montados em um caminhão militar.

“Agora há mais jornalistas que manifestantes. Por favor, vão embora. Nos vemos amanhã”, acrescentou o soldado, quando as centenas de ativistas que haviam se reunido começavam a se dispersar, antes do toque de recolher, que rege das dez da noite às cinco da manhã.

A crise da Tailândia remonta ao levante de 2006 contra Thaksin Shinawatra, irmão de Yingluck que vive no exílio para evitar uma condenação de dois anos de prisão por corrupção.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Empresa de games sociais Zynga anuncia recuo de prejuízo no 4º tri

Com o novo site da Zynga, será possível jogar FarmVille sem usar os dados do Facebook (Foto: Divulgação)Zynga desenvolve games sociais, como ‘Farmville’
(Foto: Divulgação)

A Zynga, desenvolvedora de jogos para redes sociais, como “Farmville”, antecipou em uma semana a divulgação do resultado do quarto trimestre de 2013 e anunciou um recuo do prejuízo, mais demissões e uma grande aquisição. Em resposta, as ações subiram 23% no pós-mercado da bolsa de tecnologia Nasdaq, cotadas a US$ 4,38.

De outubro a dezembro de 2013, a empresa registrou prejuízo líquido de US$ 25,2 milhões, ante perdas de US$ 48,6 milhões apuradas um ano antes. A receita líquida recuou 43% no trimestre, em bases anuais, para US$ 176,4 milhões.

O faturamento com jogos on-line caiu 44%, para US$ 152 milhões, enquanto a receita com publicidade somou US$ 24 milhões, queda de 35%. Ambas as comparações levam em conta os três meses encerrados em dezembro de 2012 e 2013.

A Zynga apresentou um plano para reduzir em 15% o total de funcionários, ou 314 pessoas, com foco na parte administrativa, de suporte e manutenção. Em junho de 2013, a companhia já havia anunciado um corte de 18% de sua equipe, para se focar em jogos para celular.

Quando abriu capital, em 2011, a maior parte de jogos da Zynga eram projetados para o Facebook. Em meses, o crescimento começou a desacelerar, pois os usuários deixaram de jogar em computadores de mesa para usar aparelhos móveis. Agora, a empresa tenta correr atrás do prejuízo.

Foi anunciada na quinta-feira (30) a aquisição da desenvolvedora de jogos para aparelhos móveis NaturalMotion, por US$ 527 milhões, a serem pagos em ações e dinheiro. A empresa adquirida produz jogos como o “CSR Racing”, de corridas de automóveis, e “Clumsy Ninja”, em que jogadores podem treinar seu personagem para transformá-lo em um mestre de artes marciais.

Para o primeiro trimestre, a Zynga projeta perdas entre US$ 56 milhões e US$ 49 milhões. A receita é esperada entre US$ 155 milhões e US$ 165 milhões, incluídos os resultados da NaturalMotion.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Facebook fecha 2013 com 67,96% da audiência no Brasil em redes sociais

O Facebook fechou 2013 com 67,96% da audiência no Brasil entre as redes sociais em dezembro, segundo dados da Hitwise divulgados nesta segunda-feira (20). O Facebook é líder no levantamento da ferramenta de inteligência em marketing digital da Serasa Experian desde janeiro de 2012.

Apesar da dominância no Brasil, a rede social de Mark Zuckerberg tem registrado uma debandada de usuários jovens ao redor do mundo. De acordo com a consultoria iStrategy, entre janeiro 2011 e janeiro de 2014, o Facebook perdeu nos Estados Unidos mais de 6,7 milhões de jovens com idades entre 13 e 24 anos. Redes como Instagram, Twitter e aplicativos de mensagens como WhatsApp surgem como favoritos, e o Brasil parece seguir a mesma tendência.

Em comparação com dezembro de 2012, a rede social de Mark Zuckerberg teve uma alta de 4,56%, com tempo médio de visitas de 17 minutos e 42 segundos.

Segundo a Hitwise, o YouTube foi a segunda rede social mais acessada pelos brasileiros em dezembro, com 21,11% da audiência – um crescimento de 2,61% em relação a 2012. Os usuários do Brasil passaram, em média, 12 minutos e 57 segundos no site de vídeos do Google.

O Twitter aparece na terceira posição (1,77%), seguido de Ask.fm (1,69%), Yahoo Respostas Brasil (0,97%), Instagram (0,67%), Orkut (0,64%), Yahoo Answers (0,59%), Badoo (0,54%) e Bate-papo UOL (0,52%). O Google+ ficou só com o 11º lugar, com 0,47% de participação.

Idade
De acordo com a Hitwise, a faixa etária entre 25 e 34 anos respondeu pela maior audiência das redes sociais no Brasil no período de 12 semanas terminado em 28 de dezembro de 2013, com 27,45% de participação. O grupo de 18 a 24 anos fica com o segundo lugar com 23,57%, enquanto a faixa de pessoas com idade entre 35 e 44 anos aparece em terceiro (20,46%).

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Suicídio de ‘bom samaritano’ gera comoção nas redes sociais da China

O caso de um chinês que aparentemente cometeu suicídio depois de ser chantageado pela família do homem que ajudou está gerando comoção nas redes sociais do país.

A viúva de Wu Weiqing, lixeiro de 46 anos, contou ao jornal ‘Southern Metropolis Daily’ que o marido andava de moto na véspera do Ano Novo quando viu um idoso que parecia ter sido atropelado.

Segundo a mulher, Wu levou o homem para o hospital e pagou pelas contas médicas. Mas, segundo ela, a família do idoso começou a cobrar de Wu um pagamento de indenização – apesar de ele não ter atropelado o homem.

Além disso, a agência de notícias estatal da China também relatou que a família de Wu recebeu telefonemas de um policial exigindo o pagamento de propina.

Wu teria se suicidado por não ter o dinheiro e por causa da pressão em cima dele.

Versão contestada
Esta versão da história, entretanto, é contestada pela família do idoso, que acredita que Wu teria sido o atropelador do idoso.

‘Se ele não tivesse atropelado meu pai com a moto, por que ele foi tão gentil levando-o para o hospital e pagando as contas?’, questionou a filha mais velha do idoso em uma entrevista ao jornal ‘Guangzhou Daily’.

O que quer que tenha acontecido, a história de Wu Weiqing gerou grande controvérsia nas redes sociais chinesas e mais uma vez levantou discussões sobre os rumos da sociedade do país.

‘O que está acontecendo em nossa sociedade? Como alguém pode ser um homem bom (na China)?’, questionou um usuário do microblog Weibo.

‘Este é o resultado de um sistema sem atendimento médico gratuito. Quem ajudar (outra pessoa) terá problemas’, escreveu outro usuário do Weibo.

O caso de Wu Weiqing não é o primeiro. Já ocorreram outros casos de pessoas que feridas em acidentes que tentaram extorquir dinheiro de chamados ‘bons samaritanos’ – pessoas que tentaram ajudá-las, tendo ou não sido responsáveis pelo ocorrido.

Por outro lado, o atendimento de saúde gratuito fornecido pelo governo é limitado e muitas vezes a conta – alta – do tratamento sobra para a própria vítima do acidente.

Materialismo
Muitos chineses também acreditam que o materialismo substituiu a compaixão e o país perdeu os padrões morais do passado.

O caso mais comovente foi o de uma menina de dois anos, atropelada em 2011.

Um total de 18 pessoas, entre transeuntes e motoristas, passou ao lado da criança ferida e caída no chão sem prestar ajuda. Até que finalmente alguém foi até a menina para levá-la a um hospital.

A criança, chamada Wang Yue, morreu devido aos ferimentos.

Depois da forte reação da opinião pública ao caso, a cidade de Shenzen, próxima de onde ocorreu o incidente, introduziu a lei do ‘Bom Samaritano’, tornando obrigatória a prestação de ajuda a estranhos feridos ou acidentados.

Mas a história de Wu Weiqing pode levar muitos a pensar duas vezes antes de ajudar uma pessoa que esteja com problemas ou aparentemente ferida.

Fonte G1

 
1 comentário

Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , ,

Redes sociais mudam a dinâmica da busca de empregos

Redes sociais Facebook Twitter (Foto: Dado Ruvic/Reuters)Redes sociais ajudam trabalhador a arrumar um emprego (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

O paulista Marcus Aurélio Kouyomdjian trabalhava em uma concessionária de veículos quando seu perfil profissional, postado na rede social LinkedIn, chamou a atenção de uma grande loja de produtos veterinários.

Ele não estava procurando emprego na época, ‘mas quando veio o convite para o processo seletivo, pensei: Vou ver o que acontece’, conta à BBC Brasil.

Marcus Aurélio acabou aceitando o novo emprego. E recomendou a seu filho mais velho, Pedro, que também levasse seu currículo às redes sociais. Pedro, um engenheiro de 25 anos, tampouco pensava em mudar de emprego, mas recebeu uma proposta interessante e acabou aceitando uma vaga como coordenador de obras.

As redes sociais estão trazendo mudanças às dinâmicas de busca de empregos, tanto para profissionais como os Kouyomdjian quanto para empregadoras, apontam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para começar, o contato entre Marcus Aurélio e Pedro e as empresas que os contrataram só ocorreu graças às redes sociais. Nos EUA, esse fenômeno foi batizado de ‘procurar emprego passivamente’ (‘passive job seeking’) – ou seja, alguém que não estava ativamente atrás de um novo trabalho pode acabar aceitando uma oferta atraente que tenha a ver com seu perfil e seus interesses.

‘As redes sociais quebraram paradigmas (no processo) de contratações’, diz à BBC Brasil Milton Beck, diretor de soluções de talento da rede social profissional LinkedIn, que tem 13 milhões de usuários no Brasil e 238 milhões no mundo. A rede usa algoritmos para cruzar pré-requisitos de vagas disponíveis como perfil dos profissionais cadastrados, de acordo com sua experiência e características postadas online.

Segundo Beck, 70% dos usuários não estão no LinkedIn em busca de empregos, mas sim para manter-se visíveis, fazer contatos e participar de grupos de interesse.

‘Eles já estão empregados, mas se surgir uma oportunidade de crescimento profissional, estão abertos a conversas. Antes das redes sociais, essas pessoas não estavam acessíveis em grande escala para as empresas que buscam contratá-los.’

Rapidez e padronização
Outra mudança, diz Marcelo Miguel Raffaelli Filho, diretor da consultoria Great Place to Work, é que ‘a informação de vagas disponíveis e de candidatos interessados fica mais rápida’: torna-se possível filtrar candidatos por formação acadêmica ou cidade onde mora, por exemplo.

‘A padronização dos currículos também facilita a comparação dos candidatos; e temos mais qualidade e quantidade de informações disponíveis sobre eles, como cursos, conquistas profissionais e habilidades que muitas vezes não estão no CV impresso. É uma via de mão dupla: o candidato passa a ter (acesso) a mais conteúdo sobre as empresas’, agrega Raffaelli.

E não é só no LinkedIn. Algumas empresas e recrutadoras buscam informações dos candidatos em outras redes, como Facebook, Google+ e Twitter, ou criam páginas de carreiras no Facebook como um ponto de contato com potenciais novos funcionários.

Um levantamento de abril do grupo Society for Human Resource Management, nos EUA, mostrou que 77% das empresas pesquisadas relataram usar cada vez mais as redes sociais para recrutar funcionários.

Dicas
Como, então, aproveitar o potencial da rede para melhorar sua exposição e seus contatos profissionais? Veja o que sugerem especialistas consultados pela BBC Brasil:

Manter o perfil atualizado e com o máximo de informações relevantes. ‘É bom ser detalhado – isso ajuda headhunters a identificar bons candidatos em potencial’, diz Giuliana Tranquilini Hadade, da empresa de recrutamento GNext.

No caso do LinkedIn, ‘quanto mais detalhado o perfil, melhor será entendido pelos algoritmos, que poderão fazer o melhor cruzamento entre o perfil e as vagas adequadas’, diz Beck. ‘E o perfil não é apenas um currículo: permite detalhar resultados obtidos em trabalhos anteriores, anexar vídeos, apresentações ou palestras feitos pelo profissional e mesmo grupos de interesse e causas que ele defende.’

Beck também sugere ilustrar o perfil com uma foto – de ar profissional, é claro. ‘A foto torna as pessoas mais tangíveis, o que aumenta sua possibilidade de se conectar com outras.’

Limite seus contatos a quem te interessa. Para Beck, não adianta usar redes profissionais para seguir um grande número de pessoas e empresas indiscriminadamente. ‘Siga empresas e grupos que te interessam e pessoas que você conhece. Caso contrário, vai se desviar (de seus objetivos)’, diz.

Segundo Raffaelli, da Great Place to Work, isso significa também se relacionar com empresas que você admira e com as quais se identifica – essa aproximação pode, em algum momento, se converter em oportunidades profissionais.

Prepare-se para a entrevista. Para Hadade, as redes sociais não substituem o contato cara a cara. ‘A rede social é um filtro inicial. Mas a entrevista permite conhecer o candidato e seus valores’, diz ela.

Bom senso, sempre. Muitas empresas de RH dizem que se limitam às redes sociais profissionais e ficam longe de redes de caráter mais pessoal, como o Facebook, quando o assunto é avaliar seus candidatos. ‘Respeitamos a privacidade dos candidatos’, diz Raffaelli, da Great Place to Work. Outras usam Facebook e Twitter para conhecer melhor as pessoas que querem recrutar.

Seja como for, é importante lembrar que o que postamos online pode ser acessado por empregadores em potencial, diz Hadade. ‘Hoje, o que colocamos na internet é como uma tatuagem, que nos acompanha pela vida. É bom ser verdadeiro e transparente, mas também ter bom senso quanto a o que pode te prejudicar profissionalmente.’

Indicações
Claro que a rede não traz só vantagens: muitos podem receber abordagens inconvenientes ou ofertas de vagas que não têm a ver com seus rumos profissionais. E, mesmo antes das redes sociais, já proliferavam sites de empregos e RH.

E, ainda que a internet seja cada vez mais usada para recrutamento, para o engenheiro Pedro Kouyomdjian, ‘ainda não tem nada igual às indicações pessoais’.

‘Mas as redes sociais são boas para você se manter no mercado. Quando precisar, alguém pode ter ouvido falar de você e visto seu perfil online.’

Seu pai, Marcus Aurélio, já trocou o emprego que conseguiu pelas redes sociais por outro, de consultor de vendas corporativas de veículos, obtido graças à sua rede pessoal de contatos. Ele acha que a web é muito boa para fazer ‘networking’ e torná-lo mais visível no mundo corporativo. ‘Mas não dá para depender só dela.’

View the original article here

 
1 comentário

Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,