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EUA responsabilizam Rússia por ‘perigosa’ situação na Crimeia

A Casa Branca afirmou neste sábado (22) que as informações do ataque de uma base militar ucraniana na Crimeia por parte das tropas russas “mostram a perigosa situação” criada por Moscou com a anexação da península.

Além disso, Laura Lucas Magnuson, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, afirmou que estas ações “contradizem as declarações do presidente russo, Vladimir Putin, de que a intervenção militar da Rússia na Crimeia forneceu segurança a essa parte da Ucrânia”.

Em um breve comunicado, Magnuson reiterou que as “Forças Armadas da Rússia são diretamente responsáveis pelas baixas que suas tropas – sejam regulares uniformizados ou irregulares sem insígnias – causem nos membros dos corpos militares da Ucrânia”.

A base aérea ucraniana, localizada na cidade de Belbek, foi atacada com granadas por membros das chamadas autodefesas da Crimeia, às quais o autoproclamado governo da península, incorporado à Rússia, deu status de unidades militares, indicou a imprensa ucraniana.

A Crimeia realizou no fim de semana passado um referendo, qualificado de “ilegal” pelos EUA e pela União Europeia, no qual foi aprovada por arrasadora maioria a adesão da península à Rússia.

As tensões entre Washington e Moscou se intensificaram nesta semana com a imposição de sanções e proibição de viagem mútuas a congressistas e altos cargos de ambos países.

Precisamente, amanhã o presidente americano, Barack Obama, parte de para a Europa com o objetivo declarado de aumentar a pressão sobre a Rússia para resolver a crise ucraniana.

Junto com Obama viajará o secretário de Estado de EUA, John Kerry, que deve se reunire com seu colega russo, Sergei Lavrov, em Haia (Holanda) na segunda-feira.

Blindado que seria de forças russas é visto na frente da entrada da base área ucraniana de Belbek neste sábado (22) (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)Blindado que seria de forças russas é visto na frente da entrada da base área ucraniana de Belbek neste sábado (22) (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Rússia tem propostas para resolver situação na Ucrânia, diz chanceler

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse nesta segunda-feira (10) que a Rússia elaborou propostas para levar a situação ucraniana a um quadro legislativo que leve em conta todos os interesses do país.

As propostas “apontam para levar a situação aos marcos do direito internacional, tomando em conta os interesses de todos os ucranianos sem exceção”, disse Lavrov em reunião de trabalho com o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

“Confio que depois disso poderemos entregar as propostas a nossos parceiros a fim de continuar o diálogo”, afirmou Lavrov, segundo a agência “Itar-Tass”, que precisou que o encontro do titular das Relações Exteriores e o chefe do Estado foi realizado em Sochi, cidade russa nas margens de Mar Negro.

Lavrov também relatou ter convidado o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Jerry, para visitar a Rússia e continuar as conversas sobre a situação. Kerry, entretanto, disse querer adiar a visita, afirmou Lavrov.

Lavrov e Kerry tiveram vários contatos nos últimos dias para tentar superar suas divergências a respeito da Ucrânia.

O russo indicou que na sexta-feira seu colega americano lhe transmitiu propostas por escrito para uma solução da crise ucraniana que não satisfazem Moscou, pois são formuladas “como se existisse um conflito entre Rússia e Ucrânia”.

Além disso, o chanceler russo acrescentou que a concepção das propostas dos EUA, cujo conteúdo não foi revelado, se baseiam em “fatos consumados” e propõem “tomar como ponto de partida a situação criada pelo golpe de Estado” na Ucrânia, em alusão à revolta popular que varreu o regime do presidente Viktor Yanukovich.

Lavrov comunicou ao chefe do Kremlin que os parceiros europeus da Rússia acreditam que Moscou e Washington devem explorar diretamente e em conjunto vias de regra para situação na Ucrânia “aceitáveis para todos”.

A crise ucraniana, que começou há mais de três meses, foi marcada basicamente pela destituição do então presidente Viktor Yanukovytch, que partiu para a Rússia.

A instabilidade política na região sofreu uma reviravolta recente com os movimentos de tropas russas na Crimeia e o anúncio de um referendo sobre a anexação dessa península autônoma ucraniana à Rússia. O referendo será realizado em 16 de março.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Obama fala por uma hora com Putin sobre a situação na Ucrânia

O presidente americano, Barack Obama, falou por telefone durante uma hora com o russo Vladimir Putin na noite desta quinta-feira (6) a respeito da situação na Ucrânia e pediu com urgência paa que ele aceite uma solução diplomática para a atual crise, informou a agência de notícias Reuters citando como fonte a Casa Branca.

Na segunda conversa entre os dois presidentes por telefone nos últimos seis dias, Obama esboçou os termos de um atalho diplomático, promovido por autoridades americanas, que incluem: o retorno das tropas russas para suas bases, a autorização para a entrada de monitores internacionais que garantam os direitos da etnia russa e a autorização de diálogos diretos com a Ucrânia. Obama teria ainda enfatizado que a incursão russa na região autônoma ucraniana da Crimeia é uma violação da integridade soberana e territorial da Ucrânia.

O Parlamento da Crimeia votou nesta quinta unanimamente a favor de se tornar parte da Rússia. Pouco antes da decisão, o vice-premiê da região afirmou que um referendo sobre o status da Crimeia será realizado em 16 de março. Segundo o texto aprovado pelo Parlamento, foi acertado “entrar na Federação Russa com os direitos de um sujeito da Federação Russa”.

O presidente interino da Ucrânia disse que o referendo previsto era ilegítimo, classificando-o como uma farsa e um crime organizado pelos militares russos. Em um breve discurso televisionado, Oleksander Turchinov afirmou que o Parlamento ucraniano vai iniciar procedimentos para rejeitar a assembleia da Crimeia e bloquear o referendo.

“Não é um referendo, é uma farsa e um crime contra o Estado, que é organizado por militares da Federação Russa”, disse ele diante da bandeira nacional azul e amarela.

A crise na Ucrânia se intensificou em fevereiro, após meses de protestos a favor da Europa e contra assinaturas de contratos do governo com a Rússia. As manifestações se voltaram contra o presidente pró-Rússia, Viktor Yanukovych, que foi derrubado e deixou o país. Enquanto isso, Putin enviou tropas para a região da Crimeia, em uma prova de força contra o governo interino que se formou na Ucrânia.

A Crimeia é uma península que abriga a maioria das bases russas e é histórica e culturalmente ligada à Rússia.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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‘Crise do arroz’ complica situação na Tailândia e eleição é questionada

Líderes dos manifestantyes tailandeses coordenam marcha por Bangcoc nesta segunda-feira (3) (Foto: Damir Sagolj/Reuters)Manifestações contra o governo continuam na
Tailândia (Foto: Damir Sagolj/Reuters)

Problemas em um programa de aquisição de arroz complicaram na terça-feira (4) a situação política da primeira-ministra tailandesa, Yingluck Shinawatra, enquanto a oposição foi à Justiça tentando anular a conturbada eleição geral do fim de semana.

A crise no programa de aquisição de arroz representa um duro golpe para a primeira-ministra, pois esse foi um importante trunfo na campanha eleitoral que a levou ao governo, em 2011, mas desde então enfrenta denúncias de corrupção e crescentes prejuízos.

O ministro do Comércio disse que a China cancelou uma encomenda de 1,2 milhão de toneladas de arroz por causa de uma investigação de corrupção, e o estatal Krung Thai Bank (KTB) se somou a outros credores que decidiram cortar os financiamentos necessários para salvar a operação.

O programa de aquisição de arroz foi uma das políticas populistas adotadas pelo ex-premiê Thaksin Shinawatra, irmão de Yingluck, que foi deposto em 2006.

Os prejuízos aos contribuintes, estimados em 200 bilhões de bahts (6 bilhões de dólares) por ano, têm alimentado os protestos contra o governo de Yingluck, e problemas no pagamento agora ameaçam causar descontentamento entre os agricultores que constituem a base de apoio da primeira-ministra, no norte e nordeste do país.

Paralelamente, no domingo (2), manifestantes de oposição atrapalharam a votação em um quinto dos distritos eleitorais. Como o pleito não foi concluído, Yingluck permanecerá como primeira-ministra interina, incapaz de tomar decisões políticas, enquanto manifestantes continuam bloqueando parte da capital, como ocorre desde novembro.

Legalidade das eleições
O Partido Democrata, da oposição, boicotou a eleição e nesta terça-feira (4) contestou judicialmente sua legalidade. Ele também tenta colocar o partido Puea Thai, de Yingluck, na ilegalidade, por ter promovido uma eleição sob circunstâncias anormais, já que Bangcoc está sob estado de emergência.

Os manifestantes da oposição – concentrados principalmente em Bangcoc e no sul da Tailândia, as regiões mais ricas – acusam Yingluck de ser um fantoche de Thaksin, e dizem que ela está usando verbas públicas para comprar o apoio de eleitores por meio de programas sociais. O Puea Thai venceu todas as eleições que disputou desde 2001.

As autoridades eleitorais vão se reunir na quarta-feira (5) para discutir as denúncias de irregularidades na eleição de domingo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Melhora na situação da infância não é uniforme em países pobres, diz Unicef

Um relatório publicado nesta quinta-feira (30) pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostrou que os países mais pobres não estão obtendo avanços uniformes na tentativa de reduzir os índices de pobreza e melhorar os índices de saúde das crianças do mundo.

O relatório compila estatísticas já divulgadas e se vale de dados novos para mostrar que a melhoria em alguns campos é acompanhada de piora em outros.

Entre os dados apontados está o de que 6,6 milhões de crianças com até 5 anos morreram em 2012 – a maioria delas por causas que poderiam ter sido previnidas.

O país com maior taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foi Serra Leoa, com 182 mortes a cada mil nascidos, ficando em 1º lugar entre 196 países. O Brasil teve 14 mortes a cada mil nascidos, o que o em 120º lugar (quanto mais alta a posição, menor o índice de mortalidade).

O país com maior taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foi Serra Leoa, com 182 mortes a cada mil nascidos, ficando em 1º lugar entre 196 países. O Brasil teve 14 mortes a cada mil nascidos, o que o em 120º lugar (quanto mais alta a posição, menor o índice de mortalidade).

As nações com menor taxa de mortalidade de crianças com menos de 5 anos foram Luxemburgo e Islândia, com duas mortes a cada mil nascidos.

O relatório também aponta que 15% das crianças de todo o mundo são vítimas de trabalho infantil, que prejudica seu desenvolvimento e acesso à educação. Outro dado alarmante é o que aponta que 11% das meninas se casam antes de fazer 15 anos.

O Unicef pediu aos governos de todo o mundo que tenham mais responsabilidade e elaborem melhores estatístivcas e informações, para pode identificar os problemas que fazem que muitas das 2,2 bilhões de crianças do mundo não desfrutem de seus direitos.

O informe denuncia o aumento da disparidade na mortalidade infantil: 75% das mortes de crianças até os 5 anos ocorriam em países pobres e médios em 1990, contra 87% em 2012.

Avanços
Por outro lado, desde 1990 foram salvas as vidas de 90 milhões de crianças por conta da melhora dos índices de mortalidade infantil, um progresso que o fundo atribui essencialmente às vacinas, mas também aos avanços na potabilidade e no saneamento da água.

As mortes por sarampo entre crianças com menos de 5 anos caíram de 482 mil em 2000 para 86 mil em 2012, graças em grande parte à imunização, que teve sua cobertura aumentada de 16% em 1980 para 84% em 2012, segundo o relatório.

A melhoria na nutrição também possibilitou uma queda de 37% no número de crianças com problemas de crescimento.

A matrícula das crianças na escola primária também aumentou em relação aos parâmetros de 1990, quando só 53% delas iam à escola nos países em desenvolvimento, contra 81% em 2011.

“As estatísticas são necessárias para que o invisível se torne visível e para que se possam cobrar responsabilidades”, disse à imprensa Tessa Wardlaw, chefe de estatísticas do fundo.

Os dados do relatório são oriundos do “Multiple Indicator Cluster Services” (MICS), que, criado pelo Unicef, reuniu estatísticas em mais de 100 países ao longo dos anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Arábia Saudita cancela discurso na ONU em protesto contra situação síria

A frustração da Arábia Saudita com a inação internacional em relação à Síria e aos palestinos levou o reino a cancelar nesta semana seu discurso na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) pela primeira vez na história, disse uma fonte diplomática.

O ministro das Relações Exteriores, príncipe Saud al-Faisal, faria um discurso para a assembleia-geral na tarde de terça-feira.

Pelos padrões do maior exportador de petróleo do mundo e berço do Islã, que geralmente expressa os temores diplomáticos apenas em privado, a decisão representou uma declaração de insatisfação inédita.

“A decisão saudita… reflete a insatisfação do reino com a posição da ONU sobre as questões árabes e islâmicas, principalmente a questão da Palestina, que a ONU não foi capaz de resolver em mais de 60 anos, assim como a crise síria”, disse a fonte.

O reino islâmico conservador é um dos principais defensores dos rebeldes que lutam contra o presidente sírio Bashar al-Assad em uma guerra civil que matou mais de 100.000 pessoas em dois anos e meio.

Pediu repetidamente à comunidade internacional que intervenha em nome dos rebeldes, a quem fornece armas, e disse que Assad deve ser derrubado porque as forças do governo sírio bombardearam áreas civis.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Conselho de Segurança da ONU se reúne para discutir situação da Síria

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Os embaixadores dos cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, França, Reino Unido, Rússia e China) se encontram reunidos nesta quarta-feira (28), em Nova York, para examinar um projeto britânico de resolução sobre a Síria, informaram os diplomatas.

O primeiro-ministro britânico David Cameron anunciou nestaa quarta que Londres apresentou uma resolução condenando o ataque químico na Síria e que autoriza medidas necessárias para proteger os civis, incluindo o uso de força militar.

“A reunião do P5 – os cinco membros permanentes – está em curso”, afirmou um diplomata sob anonimato. “Será apresentada a proposta britânica”.

O vice-chanceler russo Vladimir Titov sinalizou que a Rússia se opõe ao projeto, e disse que o Conselho de Segurança da ONU deve esperar que os inspetores de armas da organização apresentem seu relatório sobre o suposto ataque químico na Síria antes de considerar uma possível resposta militar.

A pressão internacional sobre o regime de Assad aumenta, após um suposto ataque químico que, segundo a oposição, matou centenas de pessoas em subúrbios da capital, Damasco, na semana passada, em meio à guerra civil que devasta o país há mais de dois anos.

O governo sírio nega a autoria do ataque.

Cresce a expectativa que os EUA e seus aliados, já preparados, lancem um ataque contra alvos do regime sírio, mesmo sem o aval do Conselho de Segurança, no qual Rússia e China têm poder de veto.

arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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