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Hackers atacam sites de associações de delegados de SP, SC e RN

Hackers invadem páginas das associações de delegados de polícia de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. (Foto: Reprodução/adpesp.org.br/)Hackers invadem páginas das associações de delegados de polícia de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. (Foto: Reprodução/adpesp.org.br/)

As páginas na internet das associações dos delegados de polícia de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Norte foram alvo da ação de hackers na noite desta sexta-feira (30).

As páginas iniciais dos sites dessas entidades foram substituídas por um texto em que os invasores convidavam os delegados a participar das manifestações em dias de jogos da Copa. “Estamos lutando pelos mesmos motivos”, diz o texto. Além disso, os sites passaram a executar um funk. O grupo invasor se autodenomina DK Brazil Hackteam.

O texto inclui o link para um evento no Facebook, chamado “9º Ato Se Não Tiver Direitos Não Vai Ter Copa “Indignação Popular”, marcado para as 15h deste sábado (31) em frente do Teatro Municipal de São Paulo. Até a publicação desse texto, dos 41,6 mil convidados, 3,5 mil haviam confirmado.

“Chega de violência nas manifestações“, diz o texto. Os invasores informam no próprio texto os outros sites invadidos. Citada entre eles, a página da Associação dos Delegados de Polícia da Paraíba, porém, não apresentava alteração.

A Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (Adpesp) confirmou a invasão ao G1 e disse já ter restabelecido a configuração corrente. A página do órgão na internet, no entanto, permanecia modificada até a publicação desse texto. Segundo a entidade, o grupo não chegou a entrar no sistema ou a corromper alguma senha.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Cabo de fibra rompe e deixa acesso lento para sites fora do Brasil

Diversos internautas brasileiros estão com dificuldades para acessar serviços de internet hospedados fora do país. O motivo é o rompimento de um cabo submarino de fibra que liga o Rio de Janeiro a Fortaleza. O cabo é usado pelo provedor Level 3, que presta serviços de conectividade a empresas de telecomunicação brasileiras que queiram levar tráfego de rede para fora do país.

“Nossa rede está atualmente experimentando uma interrupção temporária do serviço devido a um corte de fibra submarina entre Rio de Janeiro e Fortaleza, no Brasil”, afirmou a empresa.

As reclamações começaram a ser feitas na manhã deste domingo (29) na lista “Caiu”, mantida pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) para que internautas troquem informações sobre dificuldades do acesso à internet.

A Level 3 disse que não tem previsão de quando o serviço será restabelecido, mas que está trabalhando para “minimizar os impactos” aos clientes.

O maior número de reclamações envolve a GVT, que faz uso da rede da Level 3 para acesso. A empresa disse que a oscilação atingiu áreas do Sul e Nordeste e que ocorreram “múltiplos rompimentos de cabos de fibra ótica terrestres e submarinos”.

A operadora informou que a expectativa é de o serviço ser normalizado na madruga desta terça-feira, 1° de outubro.

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Netflix olha sites de conteúdo pirata para saber sucesso de filmes e séries

O Netflix, serviço de filmes e seriados por meio de streaming na internet, diz que observa o conteúdo mais compartilhado na internet em sites de conteúdo pirata antes de comprar um novo filme para oferecer aos clientes.

A afirmação foi dada pela vice-presidente de conteúdo do Netflix, Kelly Merryman, durante estreia do serviço na Holanda. “Com a compra de novas séries, nós olhamos o que é mais popular nos sites de conteúdo pirata”, disse. “Na Holanda, por exemplo, vimos que o seriado ‘Prison Break’ era muito compartilhado e por isso o compramos”.

Ela disse que dificilmente ela comprará conteúdos de programas que considera melhor ao vivo, como o musical “The Voice”, por exemplo. O mesmo vale para conteúdos esportivos.

Ainda falando em pirataria, Reed Hastings, presidente do Netflix, disse que gostaria que o seriado de sucesso “Game of Thrones” pudesse ser oferecido aos usuários do serviço, o que, nas palavras dele “diminuiria a pirataria”. O seriado é um dos mais baixados ilegalmente na internet.

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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Invasão em revendedora de domínios permitiu sequestro de sites

A registradora de domínios Melbourne IT confirmou, em comunicado enviado ao G1, que uma revendedora da empresa teve sua senha comprometida e que a senha foi usada para alterar as informações de registro de endereços como o twitter.com, nytimes.com e huffingtonpost.co.uk. A alteração nos sites, que tirou as páginas do ar para alguns internautas, foi reivindicada pelo Exército Eletrônico Sírio.

O Syrian Electronic Army (Exército Eletrônico Sírio, em português) é o mesmo grupo que atacou os perfis no Twitter de veículos de imprensa, como os britânicos “The Guardian” e “BBC”, além do site do jornal “The Washington Post”. Os hackers são ativistas favoráveis ao regime de Bashar al-Assad, ditador sírio que enfrenta uma guerra civil no país.

Para atacar o New York Times, o Huffington Post e o Twitter, o grupo fez uma alteração nas informações de registro de domínio, que define quem é o dono de um endereço na internet. Dessa maneira, eles tomaram posse dos sites e, no caso do New York Times e do Huffington Post, redirecionaram visitantes para uma página diferente da verdadeira.

Essa alteração foi realizada diretamente no provedor de serviço de registro, o australiano Melbourne IT, por meio de uma senha de uma conta de revendedor. O nome do revendedor não foi revelado, mas a empresa disse estar verificando os registros internos para identificar os hackers e a qualquer informação será compartilhada com as autoridades.

O Melbourne IT informou que a senha do revendedor foi obtida por meio de um ataque de phishing.

Na prática, isso significa que os alvos do ataque não tiveram culpa direta no incidente. A registradora de domínios informou, porém, que no caso de sites “.com” há uma proteção adicional que pode ser ativada pelos donos dos sites e que certos alvos da operação foram protegidos por essa segurança adicional.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Sites abrem casas do mundo todo para oferecer comida local a turistas

Integrantes da comunidade on-line 'Meal Sharing' preparando a massa do zero em Minneapolis (EUA). (Foto: Divulgação/Meal Sharing)Integrantes da comunidade on-line ‘Meal Sharing’ preparando a massa do zero em Minneapolis (EUA). (Foto: Divulgação/Meal Sharing)

Provar tapas espanholas em um apartamento, em Barcelona, ou compartilhar histórias e uma massa caseira na casa de uma família italiana, em Roma. Inspirados em momentos como estes, os sites “EatWith” e “Meal Sharing” procuram proporcionar experiências de “vida real” das quais muitos turistas sentem falta. 

Recentemente, o Brasil entrou no circuito destes dois endereços on-line tanto para quem busca experiências gastronômicas no exterior, como para os brasileiros que desejam abrir suas casas e cozinhas a novos visitantes.

Página inicial do 'EatWith' que oferece experiências gastronômicas em 11 países, incluindo o Brasil. (Foto: Reprodução/EatWith)Site do ‘EatWith’ oferece experiências gastronômicas em 20 países, incluindo o Brasil. (Foto: Reprodução/EatWith)

Fazendo uma comparação com sites de hospedagens, o “EatWith” seria um “Air BnB” gastronômico e o “Meal Sharing”, um “Couch Surfing” da cozinha. E foram justamente experiências marcantes à mesa que inspiraram os fundadores de ambos os sites a colocar suas ideias no ar, em 2012.

O “EatWith” surgiu dois anos após seu cofundador Guy Michlin ter sido recebido para jantar no apartamento de uma família grega no subúrbio de Heraklion, principal cidade de Creta. “Eles me deram dicas de lugares para visitar, me falaram de restaurantes onde os locais comem e até me deram uma garrafa da bebida local”, conta Michlin no site da comunidade que fundou ao lado do sócio Shemer Schwartz, em Israel.

Na noite de quarta-feira (21), o site ampliou sua oferta de 11 para 20 países onde pessoas que gostam de cozinhar e têm espaço para receber convidados em casa são selecionadas e cobram uma quantia aos interessados na experiência.

A ideia do ‘Meal Sharing’, cuja comunidade compartilha refeições gratuitamente em 325 cidades do mundo, também partiu de experiências reais. “Tive a oportunidade única de ser recebida por uma família cambojana para uma refeição na casa deles. Foi uma experiência mágica comer pratos típicos do Camboja e contar histórias de nossas terras natais”, conta ao G1 a designer Ainara DelValle, que fundou o ‘Meal Sharing’ ao lado do amigo Jay Savsani.

Perfil da espanhola Ainara DelValle, uma das cofundadoras do 'Meal Sharing' (Foto: Reprodução/Meal Sharing)Perfil da espanhola Ainara DelValle, uma das cofundadoras do ‘Meal Sharing’ (Foto: Reprodução/Meal Sharing)

“Definitivamente eu queria criar um site que ajudasse a facilitar a espontaneidade e a beleza daquela noite no Camboja”, afirma a designer espanhola, que já foi anfitriã de mais de 50 refeições em sua casa, em Berlim, na Alemanha.

Experiência em São Paulo
O G1 acompanhou uma experiência anunciada pelo “EatWith” em São Paulo, no sábado (10). Inicialmente, a degustação de cervejas artesanais harmonizadas com comidas ao preço de R$ 87 por pessoa seria realizada na casa da jornalista e sommelier de cervejas Julia Reis, mas o tamanho do grupo – dez pessoas – superou as expectativas.

Selecionada recentemente para integrar o “EatWith”, Julia adaptou seu primeiro evento para a escola de cervejas artesanais da qual é sócia, no bairro da Pompeia, ao lado do cofundador, Rodrigo Louro, biólogo e doutor em bioquímica.

A sommelier Julia Reis foi a anfitriã de uma degustação de cervejas e comidas para dez americanos, no sábado (10) (Foto: Daniela Braun/G1)A sommelier Julia Reis foi a anfitriã de uma
degustação de cervejas e comidas para dez
americanos, no sábado (10) (Foto: Daniela Braun/G1)

Para definir o preço, Julia explica que procurou estabelecer um valor atrativo para divulgar a experiência – seu ganho por pessoa saiu em torno de R$ 30. “Também não adianta eu querer cobrar o que cobro de honorários para comandar uma degustação. Não tem essa formalidade”, observa.

O menu era composto de três cervejas artesanais – uma delas produzida pela escola – harmonizadas com comidas como ceviche e creme de batata doce com especiarias. Fluente em inglês, Julia fez uma introdução sobre cada cerveja e harmonização aos convidados de forma descontraída. “Não vai ter um propósito tão didático porque as pessoas querem se conhecer, conversar e aproveitar o jantar delas”.

Esta também foi a primeira experiência de um grupo de amigos americanos com o “EatWith”. “Nós vamos a restaurantes o tempo todo, sabe? E os restaurantes aqui são extremamente caros, mas a qualidade nem sempre é ótima para o preço cobrado”, disse Suzana Jones, americana de 31 anos, que veio de San Francisco para o Brasil há três anos e descobriu recentemente que São Paulo estava no circuito do site. “Esta é uma boa alternativa para ter acesso a uma experiência mais pessoal e local. E o preço deste estava muito bom para provar cerveja e comida”, compara.

Suzana Jones (à direita) e a amiga Jana Pearl, que vieram dos EUA para o Brasil há três anos (Foto: Daniela Braun/G1)As americanas Suzana Jones (à direita) e Jana Pearl,
na degustação de cervejas descoberta pelo ‘EatWith’
em São Paulo (Foto: Daniela Braun/G1)

Seleção brasileira
Esta semana,  o “EatWith” contava com mais de dez eventos selecionados e disponíveis no Brasil – a maioria na cidade de São Paulo. A lista de interessados, que preencheram o perfil de ‘host’ no site, supera 200 pessoas informa ao G1 o empresário Fábio Hofnik, que atua como embaixador do serviço no país.

“Procuro ir a um evento de teste, vejo como é o ambiente, como a pessoa se comporta, como é a comida e se o espaço comporta o número de pessoas anunciado”, conta Hofnik. Segundo ele, a seleção também é criteriosa no cardápio. “Não precisa ser nenhum chef famoso, mas se a pessoa já tem tendência de receber gente em casa e cozinhar para os amigos, nos interessa”.

O “EatWith” também está de olho em chefs profissionais que estejam dispostos a receber visitas em casa. O preço do evento por pessoa é estabelecido pelo anfitrião e um percentual da receita (15%) vai para o site. “Apesar de a pessoa ter uma margem, o preço tem que ser convidativo”, afirma o empresário ponderando sobre a relação entre custo e benefício. “Se você tem uma pegada de conhecer gente nova e de estar em um lugar mais tranquilo, nem sempre precisa ser mais barato”.

Gabrielle Oliveira (à esquerda) no apartamento de Ainara DelValle, cofundadora do 'Meal Sharing', em Berlim (Foto: Arquivo Pessoal)Gabrielle Oliveira (à esquerda) e Ainara DelValle, em
Berlim (Foto: Arquivo Pessoal)

Fazendo amigos
Para a brasileira Gabrielle Oliveira, de 26 anos, a rede ‘Meal Sharing’ foi uma forma de fazer amigos e descobrir seu talento na cozinha. A publicitária brasileira conheceu o site em outubro do ano passado quando estava morando sozinha em Berlim, na Alemanha.

“Levei uma sobremesa, mas não precisava. Era mais uma questão de educação nossa, mas o ‘Meal Sharing’ não tem uma proposta de a pessoa levar algo”, conta Gabrielle sobre o primeiro evento do qual participou. O menu foi preparado na casa de Ainara DelValle, cofundadora do site, em Berlim. “Achei a ideia o máximo. Como uma forma de agradecimento acabei fazendo um ‘meal sharing’ na minha casa para ela”, lembra.

Além de gratuita, a proposta do Meal Sharing é mais informal. Basta criar um perfil na rede, contar o que gosta de cozinhar e/ou comer e combinar por mensagens a data para compartilhar uma refeição ou cozinhar com outros integrantes.

“Meu perfil está aberto a solicitações”, diz Gabrielle, que voltou ao Brasil em julho e pretende continuar usando a rede por aqui. “Não necessariamente preciso fazer um evento e convidar pessoas. Acontece muito mais você requisitar uma visita do que criar um evento”, explica.

Em maio deste ano, a brasileira também teve outra experiência marcante com o site quando encontrou uma família disposta a lhe oferecer uma massa italiana, em Roma. “Queria provar uma verdadeira ‘pasta da mamma’. Achei muito legal que o sistema é aberto a conversas”.

Para Gabrielle, a experiência com a família fez toda a diferença na viagem. “Estar na casa de uma pessoa que está disposta a te receber (…), ainda mais na Itália onde as pessoas têm prazer de cozinhar e te contar como é o dia a dia delas, é um contato com pessoas que vivenciam aquela cidade. A experiência foi muito mais intensa do que só conhecer lugares turísticos”, conclui.

Atualmente, o Meal Sharing conta com cerca de 70 usuários no país. “Na verdade, nós não adicionamos o Brasil ao ‘Meal Sharing’. O Brasil se juntou a nós!”, diz o cofundador Jay Savsani, que conheceu o Brasil há alguns anos quando morou em São Paulo. “Entre passear com os locais no Parque do Ibirapuera e ouvir jazz na Rua Teodoro Sampaio aprendi muito sobre o Brasil. São, provavelmente, as pessoas mais amigáveis do planeta!”, conta ao G1.

Savsani se recorda de ter experimentado muitos pratos diferentes feitos pelos brasileiros que o receberam na capital paulista. “A diversidade do país sempre foi muito especial e eu queria dar atenção extra a fazer o trabalho do ‘Meal Sharing’ funcionar no Brasil”, afirma. “Esta foi minha forma de retribuir aos brasileiros”, conclui.

Jay Savsani, cofundador do ‘Meal Sharing’ em um jantar marcado pela rede. (Foto: Divulgação/Meal Sharing)Jay Savsani, cofundador do ‘Meal Sharing’, que já morou em São Paulo. (Foto: Divulgação/Meal Sharing)

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Black Friday 2012: Busca por descontos derruba principais sites de e-commerce

Os dois principais agregadores de ofertas ficaram indisponíveis logo após as 0h, assim como endereços da TAM, Submarino e Americanas

Alguns dos principais sites brasileiros que participam da terceira edição nacional do Black Friday parecem não estar aguentando a demanda pelos descontos. 

Logo após o começo do dia de descontos, dois dos principais agregadores de ofertas, o Busca Descontos e o SaveMe, estão indisponíveis ou com acesso dificultado. O mesmo acontece com os sites da Magazine Luiza, Fast Shop, Submarino e Americanas, que estão com navegação lenta.

O site da TAM, que promete passagens com descontos de até 75%, também está inacessível até o momento.

No Brasil, mais de 40 varejistas prometem descontos de até 70% em promoção coordenada pelo site Busca Descontos. Participam da ação nomes como HP, Dell, Submarino e FNAC. 

Participam da ação promovida pelo SaveMe marcas como Americanas, Carrefour, Extra, Groupon e Dell. 

No ano passado, o Black Friday movimentou mais de 100 milhões de reais em vendas. O chamado ticket médio por consumidor foi de 425 reais. 

De acordo com a consultoria e-bit, o Black Friday de 2011 no País teve 237 mil pedidos, recorde de número de pedidos no comércio eletrônico. O Buscapé prevê vendas até 500% maiores que em 2011.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Uma em cada 10 pessoas afirma que sites de saúde salvaram sua vida

Homens tem mais confiança em informações online ou dados obtidos por meio de aplicativos móveis que mulheres

Uma em cada 10 pessoas nos Estados Unidos acredita que estaria morta hoje, ou severamente incapacitada, se não tivesse recorrido à informações encontradas em sites com relacionados à saúde, de acordo com uma pesquisa realizada pela Philips Healthcare.

O estudo mostrou que 11% dos entrevistados achavam que deviam suas vidas a sites com informações sobre saúde, como o  WebMD, e a aplicativos móveis, como o iTriage. A pesquisa, realizada entre 15 e 18 novembro pela Opinion Research Corp, envolveu uma amostra de 1003 adultos – 503 homens e 500 mulheres – a partir de 18 anos.

Os resultados da pesquisa da Philips estão de acordo com outras pesquisas independentes. Por exemplo, a Pew Research Center publicou os resultados de seu estudo realizado no ano passado, que mostrou resultados semelhantes.

A pesquisa da Pew mostrou que 66% dos usuários de Internet realizam pesquisas online para obter informações sobre uma doença específica ou problema médico.

De acordo com a WebMD, os principais termos médico buscados pelas pessoas na Web são: herpes, vesícula biliar, gota, hemorróidas, lúpus, problemas de pele, alergias, doenças do coração, diabetes e distúrbios do sono.

Os grupos que realizam a maioria das pesquisas online sobre doenças e sintomas eram cuidadoras, mulheres, usuários de Internet com um diploma universitário, e usuários da Internet que vivem com condições crônicas (especialmente aqueles com pressão arterial elevada), de acordo com pesquisa da Pew. Três quartos das pessoas de cada um desses grupos procuram por informações sobre uma doença ou sintoma.

Na pesquisa da Philips Healthcare, 41% dos entrevistados disseram estar familiarizados com os sites que lhes permitam verificar sintomas de saúde. O mesmo número de pessoas afirmou também que se sente “confortável” com as informações que encontram nesses sites.

Um quarto dos entrevistados disse confiar em sites e aplicativos verificadores de sintomas e monitores de sinais vitais caseiros tanto quanto confiam em médicos. Também cerca de um quarto dos entrevistados costuma usar estes recursos em vez de ir ao médico, segundo a Philips.

Enquanto a maioria dos americanos se sente confortável ??com aplicativos móveis que verificam sintomas, poucos gostam da ideia de esses aplicativos compartilharem informações automaticamente com médicos. Cerca de metade dos entrevistados (55%) se sente confortável em ??usar aplicativos móveis para verificar sintomas que enviam os dados coletados ao seu médico. Outros 52%, se sentem confortáveis ??em usar monitores caseiros que medem sinais vitais e que também enviam os dados automaticamente para o médico.

Segundo a pesquisa, os homens são mais propensos que mulheres a confiar em aplicativos online e móveis, tanto quanto confiam no médico e 28% dos homens disseram confiar nas tecnologia, em comparação com 21% das mulheres.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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