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Otan diz que não há sinal de retirada de tropas russas na Ucrânia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não viu sinais até o momento de que dezenas de milhares de tropas russas estejam se retirando de locais próximos à fronteira com a Ucrânia, disse um funcionário da Otan nesta terça-feira (29), apesar de uma declaração da Rússia afirmando que soldados tinham voltado para suas posições permanentes.

O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, disse ao secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, em um telefonema na segunda-feira que as forças russas, que iniciaram exercícios perto da fronteira na semana passada, haviam voltado para suas posições, de acordo com o governo russo.

“Atualmente nós não temos nenhuma informação que indique uma retirada das tropas russas da fronteira ucraniana. Continuamos a exortar a Rússia a respeitar o acordo de Genebra e a recuar todas as suas tropas ao longo da fronteira com a Ucrânia, em favor da diplomacia e do diálogo”, disse um funcionário da Otan à Reuters, após ser questionado sobre a afirmação de Shoigu.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Ministro diz que avião malaio emitiu sinal final antes de desaparecer

Dados de satélite que confirmaram que um avião da Malásia desaparecido há mais de duas semanas caiu no Oceano Índico incluem um sinal eletrônico final que ainda está sendo investigado, disse o ministro interino do Transporte da Malásia, Hishammuddin Hussein, nesta terça-feira (25).

“Há evidência de uma comunicação parcial entre a aeronave e uma estação em terra à 0h19 (GMT, 8h19 de 8 de março em Kuala Lampur)”, disse Hishammuddin em entrevista coletiva. “Nesse horário, essa transmissão não é compreendida e está sujeita a mais trabalhos que estão em andamento.”

O voo MH370 saiu de Kuala Lumpur com 239 pessoas a bordo rumo a Pequim na madrugada do dia 8 de março (à 0h41 locais) e desapareceu dos radares civis da Malásia cerca de 40 minutos depois da decolagem.

O primeiro-ministro malaio, Najib Razak, disse que análise de dados de um satélite da empresa britânica Inmarsat revelou que o voo MH370, da Malaysia Airlines, que desapareceu enquanto ia de Kuala Lumpur a Pequim no dia 8 de março, caiu distante de sua rota no sul do Oceano Índico.

vale este mapa malásia MH370 atualiza 24/3 (Foto: Arte G1)

Análises preliminares dos dados do satélite foram capazes apenas de colocar a posição final da aeronave em um dos dois vastos arcos que vão do Mar Cáspio até o sul do Oceano Índico.

Também nesta terça, as autoridades da Malásia descartaram que sejam encontrados sobreviventes da tragédia do avião da Malaysia Airlines.

“Após 17 dias e baseados nas evidências, temos que aceitar a dolorosa realidade da perda do voo MH370 e que não há sobreviventes”, afirmou Nor Yusof, diretor da companhia aérea, em entrevista coletiva em Kuala Lumpur.

Ahmad Jauhari Yahya, executivo-chefe da Malaysia Airlines, reafirmou que as “evidências” indicam que o avião desaparecido caiu no sul do Oceano Índico, mas ainda não foi confirmada a identificação dos destroços da aeronave.

“Este foi um evento sem precedentes, seguido de uma resposta sem precedentes. Continuaremos as buscas e as investigações até encontrar o avião”, disse o diretor, ao reforçar “o grande desafio” que representa recuperar os destroços da aeronave que supostamente caiu em uma área remota do Oceano Índico.

Nesta terça-feira, as autoridades australianas que coordenam as buscas no vetor sul suspenderam a operação devido ao mau tempo no local onde são feitos os trabalhos, a cerca de 2,5 mil quilômetros ao sudoeste da cidade australiana de Perth.

Agência de notícias estatal da China divulgou foto mostrando 'objetos suspeitos' no Oceano Índico (Foto: Huang Shubo/Xinhua/Reuters)Agência de notícias estatal da China divulgou foto mostrando ‘objetos suspeitos’ no Oceano Índico (Foto: Huang Shubo/Xinhua/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin dá sinal verde para incorporação da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu seu sinal verde para a minuta de um tratado para a incorporação da Crimeia à Federação Russa, informou nesta terça-feira (18) o site oficial de informação jurídica do país.

O documento, com data de segunda-feira (17), aprova, “o projeto do Tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a incorporação da República da Crimeia à Federação Russa”.

“Considerar conveniente a assinatura do tratado contemplado na presente resolução ao mais alto nível”, conclui a resolução do chefe do Kremlin.

Comunicado publicado nesta terçano site do Kremlin também indica que Putin está formalmente disposto a ratificar um acordo que prevê a incorporação à Rússia da Crimeia. No documento, o chefe de Estado pede aos poderes públicos russos (governo e Parlamento) que aprovem o acordo e considera “oportuno” ratificá-lo.

Putin se dirigirá ao parlamento russo em uma reunião extraordinária nesta terça, no Kremlin, por ocasião do pedido da Crimeia sobre sua incorporação à Federação Russa.

O discurso do chefe do Estado vai acontecer na sala São Jorge do Grande Palacio do Kremlin às 15h locais (8h de Brasília), no mesmo formato em que apresenta seu relatório sobre o estado da nação uma vez por ano.

Putin reconheceu na segunda, por decreto, à região autônoma ucraniana da Crimeia como um Estado soberano e independente.

“Levando em conta a expressão da vontade do povo crimeano no referendo realizado em 16 de março de 2014, (decreto) reconhecer a República da Crimeia, na qual a cidade de Sebastopol tem um status especial, como um Estado independente e soberano. Este decreto entra em vigor hoje”, diz o documento.

Em termos gerais do direito internacional, o reconhecimento da Crimeia como um Estado independente é uma etapa necessária para a integração, algo que deve ser objeto de um acordo entre dois Estados independentes.

O parlamento da Crimeia aprovou na segunda uma resolução pela qual a república autônoma foi declarada independente da Ucrânia e pediu oficialmente sua incorporação à Rússia depois que mais de 95% de sua população apoiou no domingo (16) em referendo sua reunificação ao país ao qual pertenceu até 1954.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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‘Sinal de chamada’ de celulares de clientes de voo que sumiu é ‘habitual’

O fato de os parentes dos passageiros do voo MH370, desaparecido desde sábado (8) na rota Kuala Lumpur-Pequim com 239 pessoas a bordo, alegarem ter completado ligações para os celulares de seus familiares aumentou a aura de mistério sobre o caso, mas pode não passar de uma peculiaridade técnica e “habitual” das redes de telefonia móvel.

O que acontece é que os celulares precisam trocar sinais com uma Estação Radio Base (ERB) para conseguir se comunicar entre si, explica ao G1 Carlos Nazareth, vice-diretor do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), de Santa Rita do Sapucaí (MG).

Quando dois aparelhos estão tão distantes um do outro a ponto de não serem cobertos pela mesma estação, essa comunicação não é feita instantaneamente. Com isso, a ligação tem de “pular” de central em central telefônica até localizar a ERB correta. Nesse intervalo, para o usuário não ficar com o telefone mudo, o tom de chamada pode ser emitido.

Sendo assim, mesmo que o celular de quem tenha discado emita esses sinais de chamada, o que dá a entender que a ligação foi completada, pode ser que o outro aparelho nem esteja chamando ainda. Segundo o site “China.org.cn”, 19 famílias assinaram um comunicado afirmando que as ligações telefônicas para seus familiares chamaram.

VALE ESTE 2 - mapa avião desaparecido malásia (Foto: Arte/G1)

Nazareth conta que o celular manda “mensagenzinhas para a operadora, dizendo: ‘eu estou aqui'”. A informação é registrada pela ERB que cobre a região em que ele está. No caso de o usuário estar em roaming internacional, a operadora internacional informará a localização do assinante à sua operadora de origem.

Se após “pular” de central em central a ligação chegar até a última ERB em que o celular foi avistado e não conseguir localizá-lo, a chamada não é completada. Em uma ligação como essa, em que os tons de chamada tocam por um tempo, a impressão que fica é que a outra pessoa simplesmente não atendeu.

No entanto, os especialistas ouvidos pelo G1 não descartam totalmente a possibilidade de a chamada ter sido completada. Para Fabrício Lira Figueiredo, engenheiro de telecomunicações do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), de Campinas (SP), a única hipótese nesse caso seria o telefone estar guardado em alguma bagagem e ter sobrevivido ao evento, além de estar dentro da área de cobertura de uma ERB.

“Imagine que ele está próximo à costa. Nesse caso, pode, sim, ter o sinal de uma torre de celular e receber a chamada”, diz.

O boeing 777-200, que ia da Malásia à China, foi visualizado pela última vez nas telas dos controladores de voo entre a localidade malaia de Kota Bharu e a ponta sul do Vietnã na madrugada de sábado (8). Depois de inicialmente focar as buscas no mar do Sul da China, a Malásia ampliou a operação de busca do avião para o Estreito de Malaca.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Sinal amarelo: Discussão na UIT pode acabar permitindo controle da Internet

A Internet Society diz que decisão do presidente da conferência transformou uma consulta informal em voto no processo

A Conferência Mundial das Telecomunicações Internacionais (WCIT) aparentemente colocou um item que coloca a Internet nas regulamentações sendo desenvolvidas na reunião – o que gerou muita controvérsia.

No final das sessões de quarta-feira (12) da WCIT, que continuaram à noite e foram concluídas na manhã desta quinta (13) em Dubai, o presidente da conferência, aparentemente, transformou um processo informal em um voto, de acordo com a Internet Society.

A adoção de uma resolução sobre a Internet violou garantias de que o Regulamento das Telecomunicações Internacionais (ITRs), em discussão no WCIT, não seria sobre a Internet, disse o grupo não-governamental, que defende a igualdade de acesso à Internet. Não ficou imediatamente claro o que a resolução declarou.

Os EUA, a União Europeia e outros países se opuseram a “colocar” a Internet sob o ITR, e este tem sido um dos principais problemas na WCIT. O tratado a ser desenvolvido na reunião deve ser assinado até sexta-feira (14). Vários comentaristas no Twitter manifestaram preocupação com o processo de tomada de decisão, alguns chamando-o de “voto/não-voto.”

“O que foi denominado como a obtenção de uma ‘temperatura ambiente’ pelo presidente da conferência se transformou em um ‘voto’ aparente para incluir uma Resolução de Internet na ITRs”, disse a Internet Society. Essa ação “resultou em muita confusão entre os delegados”, disse o grupo. O órgão expressou preocupação de que a o trecho sobre concorrência, liberalização do fluxo livre de informação e regulação independente havia sido, em grande parte, retirada do texto do tratado.

“Adicionalmente, e ao contrário das garantias de que este tratado não é sobre a Internet, a conferência parece ter aprovado, por maioria, uma resolução sobre a Internet”, disse a sociedade em comunicado. “Alterações aparentemente foram feitas no texto, mas não foram publicadas antes de um acordo. Este é claramente um desenvolvimento decepcionante e esperamos que o amanhã traga uma oportunidade de reconsideração desta abordagem”.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Sinal amarelo: Discussão na UIT pode acabar permitindo controle da Internet

A Internet Society diz que decisão do presidente da conferência transformou uma consulta informal em voto no processo

A Conferência Mundial das Telecomunicações Internacionais (WCIT) aparentemente colocou um item que coloca a Internet nas regulamentações sendo desenvolvidas na reunião – o que gerou muita controvérsia.

No final das sessões de quarta-feira (12) da WCIT, que continuaram à noite e foram concluídas na manhã desta quinta (13) em Dubai, o presidente da conferência, aparentemente, transformou um processo informal em um voto, de acordo com a Internet Society.

A adoção de uma resolução sobre a Internet violou garantias de que o Regulamento das Telecomunicações Internacionais (ITRs), em discussão no WCIT, não seria sobre a Internet, disse o grupo não-governamental, que defende a igualdade de acesso à Internet. Não ficou imediatamente claro o que a resolução declarou.

Os EUA, a União Europeia e outros países se opuseram a “colocar” a Internet sob o ITR, e este tem sido um dos principais problemas na WCIT. O tratado a ser desenvolvido na reunião deve ser assinado até sexta-feira (14). Vários comentaristas no Twitter manifestaram preocupação com o processo de tomada de decisão, alguns chamando-o de “voto/não-voto.”

“O que foi denominado como a obtenção de uma ‘temperatura ambiente’ pelo presidente da conferência se transformou em um ‘voto’ aparente para incluir uma Resolução de Internet na ITRs”, disse a Internet Society. Essa ação “resultou em muita confusão entre os delegados”, disse o grupo. O órgão expressou preocupação de que a o trecho sobre concorrência, liberalização do fluxo livre de informação e regulação independente havia sido, em grande parte, retirada do texto do tratado.

“Adicionalmente, e ao contrário das garantias de que este tratado não é sobre a Internet, a conferência parece ter aprovado, por maioria, uma resolução sobre a Internet”, disse a sociedade em comunicado. “Alterações aparentemente foram feitas no texto, mas não foram publicadas antes de um acordo. Este é claramente um desenvolvimento decepcionante e esperamos que o amanhã traga uma oportunidade de reconsideração desta abordagem”.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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