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Simulador de corrida ‘Project Cars’ sai em novembro para XOne e PS4

O simulador de corrida “Project Cars” será lançado para Xbox One, PlayStation 4 e PC em novembro, de acordo com o estúdio Slightly Mad. O game é aguardado pelos fãs de corrida por apresentar visual realista de carros e de pistas.

Tanto o vídeo ao lado quanto as imagens, segundo o estúdio, são do game rodando em tempo real, sem nenhuma adição de filtro ou efeito especial.

O game foi desenvolvido por meio de doações da comunidade. Por conta do sistema World of Mass Development, os colaboradores também podem testar as diversas fases de desenvolvimento, podendo dar opiniões e sugestões que influenciarão no projeto.

O visual do game é bastante realista. A qualidade das imagens mostra veículos com visual muito superior ao visto em “Gran Turismo 6”, do PlayStation 3, e melhores do que os belos carros de “Forza 5”, do Xbox One. O game teria versões para X360 e PS3, mas a empresa decidiu focar apenas na nova geração de videogames para conseguir um resulado visual mais convincente.

'Project CARS' chega aos consoles e PC no final de 2014 (Foto: Divulgação/Slightly Mad Studios)‘Project CARS’ chega aos consoles e PC no final de 2014 (Foto: Divulgação/Slightly Mad Studios)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Investigações sobre avião que sumiu buscam pistas no simulador de voo

A investigação sobre o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, que sumiu no último dia 8 com 239 a bordo, concentra-se agora no simulador de voo criado pelo piloto em sua própria casa, e também na tentativa de apagar os dados que foram apagados dos treinamentos anteriores do piloto.

“Chamos técnicos internacionais e nacionais para examinar o simulador do piloto. Há certa informação que foi apagada há pouco tempo e estamos tentando recuperá-la”, disse o ministro da Defesa e interino da pasta de Transportes da Malásia, Hishamudin Husein, durante entrevista à imprensa em Penang, a 50 quilômetros de Kuala Lumpur.

Fontes próximas à investigação indicaram â agência EFE que o programa do simulador encontrado na casa do piloto, que era comandante do voo que sumiu, possui treinamentos de aterizagens realizados nas Maldivas, no Sri Lanka, no sul da Índia e em uma base militar dos Estados Unidos em Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico.

Os dados não foram confirmados nem desmentidos durante a coletiva à imprensa.

O simulador foi encontrado pela polícia na casa do piloto, o comandante Zaharie Ahmad Shah, que fazia o voo na semana passada. O avião teve os sistemas de comunicação cortados e mudou de rota deliberadamente.

Arte avião MH370 17/03 sumido malásia (Foto: Arte G1)

O programa não era segredo porque o próprio piloto havia revelado sua criação em um fórum alemão de internet. A polícia da Malásia também investiga o copiloto, Fariq Ab Hamid, de 29 anos. “Todos os passageiros, a tripulação e o pessoal em terra que trabalharam na preparação do avião estão sendo investigados”, disse o ministro.

As Madivas anunciaram que estão investigando relatos de pessoas que viram uma aeronave a baixa altitude sobrevoando o país, mas ainda não há nenhuma confirmação.  A Tailândia

Informações de radares
Vários países enviaram à Malásia dados de radar sobre suspeitas do avião, mas algumas informações, obtidas por radares militares, não podem ser divulgadas, informaram as autoridades malaias.  

Suspeita de suicídio
O líder da oposição na Malásia, Anwar Ibrahim, afirmou ser ilógica a especulação de que o piloto poderia ter cometido suicídio. Anwar, de 66 anos, e ex-vice-premiê, disse que o capitão possuia contatos com seu enteado.

Buscas
Segundo os últimos dados de satélite recolhidos, o avião da Malaysia Airlines pode ter voado rumo ao norte, em uma área compreendida entre o Laos e o Mar Cáspio, ou para o sul, entre a ilha de Sumatra, na Indonésia, e o sul do Oceano Índico.

Mais de 40 aeronaves (inclusive mais de 12 aviões Orion P-3 e Hércules C-130) e 34 embarcações participam das tarefas de rastreamento do Boeing 777.

Os países que colaboram nos trabalhos de buscas são: Malásia, China, Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido, Rússia, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Tailândia, Bangladesh, Mianmar, Brunei, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Quirguistão, Laos, Paquistão, Cingapura, Turcomenistão, Uzbequistão e Vietnã.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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FBI ajuda a analisar simulador de piloto de avião que sumiu na Malásia

As autoridades da Malásia solicitaram maior envolvimento na investigação do avião desaparecido em 8 de março aos Estados Unidos e o FBI ajudará a revisar os dados do simulador de voo encontrado na casa do piloto, o capitão Zaharie Ahmad Shah, informaram nesta quarta-feira (19) fontes do FBI, segundo as agências internacionais. As fontes pediram anonimato porque a investigação é conduzida pelo governo da Malásia.

As emissoras de TV norte-americanas CNN, ABC e CBC também divulgaram a informação citando fontes do FBI. Entre os especialistas forenses que estão participando de uma análise de uma cópia do simulador de voo localizado na casa do comandante estão funcionários do laboratório do FBI de Quantico, na Virginia, diz a CNN. O simulador poderia ser enviado para o laboratório nos EUA.

“Chamos técnicos internacionais e nacionais para examinar o simulador do piloto. Há certa informação que foi apagada há pouco tempo e estamos tentando recuperá-la”, disse o ministro da Defesa e interino da pasta de Transportes da Malásia, Hishamudin Husein, durante entrevista à imprensa em Penang, a 50 quilômetros de Kuala Lumpur.
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Arte avião MH370 17/03 sumido malásia (Foto: Arte G1)

As autoridades malaias divulgaram que alguns dados haviam sido apagados do simulador, que foi produzido pelo próprio comandante do voo, e solicitaram ajuda ao FBI para recuperar essa informação, após registrar a residência do comandante aos arredores de Kuala Lumpur no fim de semana passado.

As equipes consideram que estes dados poderiam lançar alguma pista sobre o paradeiro do avião, um Boeing 777, que levava 239 pessoas a bordo.

O secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder, reconheceu nesta quarta-feira (19) que os dois governos estão “em conversas em andamento sobre como podemos ajudar”. “Estamos trabalhando com as autoridades da Malásia, mas não temos nenhuma teoria”, disse Holder.

Até agora, as autoridades da Malásia tinham aceitado a ajuda de governos estrangeiros em trabalhos de busca do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido no dia 8, quando partia da capital, Kuala Lumpur, para Pequim. No entanto, e embora uma equipe do FBI de cerca de 12 pessoas tenha se deslocado à Malásia, não havia participado das investigações, e só havia sido informado sobre sua evolução.

Fontes próximas à investigação indicaram â agência EFE que o programa do simulador encontrado na casa do piloto, que era comandante do voo que sumiu, possui treinamentos de aterizagens realizados nas Maldivas, no Sri Lanka, no sul da Índia e em uma base militar dos Estados Unidos em Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico.

Ofertas de ajuda
Além disso, a Malásia ainda não respondeu às ofertas de ajuda por parte do Instituto Oceanográfico dos EUA, cuja experiência em rastreamentos submarinos ajudou a localizar os destroços do voo Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em 2009.

Malásia conserva o papel de país coordenador, mas delegou em outras nações parte das operações perante a vasta zona que se deve registrar, de 2,2 milhões de milhas náuticas quadradas ou 5,6 milhões de quilômetros quadrados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Simulador na Campus Party mostra efeitos do álcool sobre motoristas

Um simulador de direção instalado na Campus Party Brasil 2014 coloca os campuseiros em uma situação nada agradável: sentir na pele os efeitos da ingestão de bebidas alcoólicas ao assumir o volante. Assista ao lado.

Levado à maior feira de tecnologia da América Latina pelo Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), o simulador será usado por autoescolas de todo o Brasil nos novos processos de habilitação. A partir de 2014, todos que pleitearem uma carteira de motorista para dirigir carros (categoria B) terão de fazer cinco aulas de 30 minutos na máquina.

Um software instalado no simulador, e que não rodará nos equipamentos das autoescolas, é o responsável por reproduzir os efeitos de embriaguez sobre o motorista. Para tornar ainda mais fiel a experiência, o aparelho conta com um banco de motorista e todo o periférico de direção (volante, marcha e alavanca de freio, além dos pedais de embreagem, aceleração e freio). A visão da pista é gerada por três telas: uma à frente do motorista e duas nas laterais, que reproduzem também as imagens refletidas pelo retrovisor.

Como o álcool reage de forma diferente dependendo das características físicas de cada um, é possível escolher idade, gênero, quantidade ingerida e até o tipo da bebida – cerveja, uísque, vodca e champanhe – para simular diversos níveis de ebriedade.

Com isso, conduzir o veículo no simulador se torna mais difícil. Os reflexos aos eventos da pista ficam mais lentos e os obstáculos são percebidos em câmera lenta, embora a velocidade deles permaneça a mesma. A habilidade para guiar também piora e, em curvas, carros e caminhões que cruzam com o usuário parecem borrões. Notar a aproximação de veículos pelo retrovisor se torna impossível. Desviar de algum deles é tarefa sobrehumana.

Alguns campuseiros fizeram piada com o simulador, dizendo que o efeito do álcool reproduzido pelo sistema é muito exagerado. No entanto, a iniciativa do Detran-SP é claramente mostrar quão inconsequente é beber além da conta e assumir o volante. O departamento paulista aproveita ainda que o evento é dominado por jovens e inicia na Campus Party uma campanha para mostrar os perigos de outro hábito cada vez mais comum ao volante: o uso de celulares.

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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