RSS

Arquivo da tag: setor

Maduro modificará lei para permitir que o setor privado oferte dólares

Nicolás Maduro durante apresentação de relatório sobre sua administração. (Foto: Leo Ramirez/AFP)Nicolás Maduro durante apresentação de relatório sobre sua administração. (Foto: Leo Ramirez/AFP)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quarta-feira (15) que na próxima semana vai modificar de forma “substancial” a Lei de Ilícitos Cambiais, que regulamenta os crimes associados com o manejo ilegal de divisas no país, para que o setor privado possa oferecer dólares através do Estado.

“Vou fazer uma modificação substancial da lei contra os ilícitos cambiais para permitir que os setores privados possam ofertar divisas nos mecanismos dos sistemas complementares de oferta de divisas, coisa que já estamos implementando no (dólar) turismo”, informou o chefe de Estado.

Na Venezuela não existe livre acesso à compra e venda de divisas desde 2003, quando entrou em vigor um sistema de controle do câmbio que impede o livre acesso às moedas estrangeiras e obriga que as pessoas físicas e jurídicas realizem seus pedidos através de vários mecanismos para conseguir dólares a uma taxa de 6,3 bolívares por unidade.

Em março do ano passado, foi criado o Sistema Complementar de Administração de Divisas (Sicad), que realiza leilões semanais de US$ 100 milhões a um preço da moeda americana que costuma ser o dobro da taxa oficial.

A modificação anunciada “deve proporcionar, sem sombra de dúvidas, um fluxo importante para a criação de algo que este ano vamos conformar em uma primeira etapa muito importante para o país, que é um novo sistema cambial”, afirmou Maduro durante a apresentação do relatório de sua gestão de 2013 na Assembleia Nacional (AN).

Com isso, Maduro indicou que os setores se ajustarão a esses sistemas nos quais já estão incluídos o dólar turismo, os investimentos petrolíferos e o ouro.

No caso do setor turístico, o governo fixou uma taxa com base nos leilões que acontecem através do Sicad com a previsão de que esse setor possa gerar entre “US$ 2 e 2,5 bilhões anuais”.

“Vamos para um novo sistema cambial que proteja a economia, que administre corretamente as divisas, que gere novas fontes de divisas e que dê estabilidade e equilíbrio ao desenvolvimento da economia e de todas as potencialidades”, afirmou o líder sobre essas mudanças em matéria cambial.

Para essas modificações, Maduro anunciou que utilizará a Lei Habilitante, que foi aprovada no dia 8 de outubro pelo período de um ano e que permite que governe sem controle parlamentar.

Fonte G1

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , , ,

Obama prepara reforma no setor de inteligência dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, consultou na quarta-feira (8) autoridades do setor de inteligência sobre formas de limitar as práticas de vigilância dos EUA, à medida que se aproxima de concluir uma revisão que levará a mudanças na forma de proceder com dados de telefonemas e também a restrições na espionagem de líderes estrangeiros.

Obama, que pode anunciar as reformas no setor de inteligência na próxima semana, tem agido em busca de restaurar a confiança dos norte-americanos nos serviços de inteligência do país, após os danos causados pelas revelações do ex-prestador de uma agência de espionagem Edward Snowden sobre a dimensão das práticas de vigilância do governo.

O presidente conversou sobre o andamento do processo de revisão em reunião com o diretor de Inteligência dos EUA, James Clapper, o diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), Keith Alexander, o secretário de Justiça, Eric Holder, e o vice-presidente, Joe Biden.

“Essa foi uma chance importante para o presidente ouvir diretamente de sua equipe, quando ele começa a tomar decisões finais sobre como nós vamos seguir em frente com os programas-chave de inteligência”, disse Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Obama também reuniu-se com integrantes do Conselho de Supervisão da Privacidade e das Liberdade Civis, um grupo bipartidário independente que faz uma revisão das práticas de vigilância dos EUA, incluindo a coleta de dados de telefonemas.

Obama deve encontrar diversos parlamentares norte-americanos nesta quinta-feira para voltar a tratar sobre a revisão da inteligência.

As reformas devem incluir algumas restrições à espionagem de líderes estrangeiros, uma questão surgida no ano passado após denúncias de que a NSA teria espionado as comunicações pessoais da presidente Dilma Rousseff e da chanceler alemã, Angela Merkel.

As informações sobre a capacidade de o governo de monitorar o tráfego de telefonemas e emails de norte-americanos e estrangeiros estão entre as principais revelações feitas por Snowden, que atualmente vive em asilo temporário na Rússia. Ele é procurado pelos EUA para enfrentar acusações de espionagem.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , ,

Transição energética na Alemanha já afeta grandes empresas do setor

O plano de transição energética da Alemanha, que pretende substituir usinas poluentes, como as de carvão, ou aquelas consideradas perigosas, como as nucleares, por complexos renováveis já traz consequências negativas para empresas do setor, que têm planos de fechar unidades ou mesmo transferir plantas para outro país.

O futuro das usinas movidas a carvão e gás é um dos grandes pontos de interrogação desta transição, que deve levar a Alemanha a abandonar, em 20 anos, a energia nuclear, e as fontes renováveis a se tornarem 80% da produção elétrica até 2050.

Merkel, que espera se eleger para um terceiro mandato nas legislativas de 22 de setembro, reivindica o popular abandono da energia atômica.

Mas esta política energética vai privar os produtores de eletricidade, EON e RWE em primeiro lugar, de ganhos proveitosos obtidos com suas usinas atômicas. A empresa energética alemã RWE quer fechar seis usinas na Alemanha e a EON pretende se mudar para a Turquia.

E a partir de agora, ela transforma suas usinas de gás e carvão, marginalizadas pela concorrência das renováveis, em fontes de prejuízo. “Muitas de nossas usinas operam no prejuízo”, afirmou recentemente o diretor financeiro da RWE, Bernhard Günther.

Como consequência, a RWE pretende fechar várias usinas na Alemanha e na Holanda, que representam uma capacidade acumulada de 4.300 Megawatts (Mw). E outras podem seguir o mesmo caminho, acrescentou Günther.

A Agência de Redes, que deve avaliar estes fechamentos, recebeu desde o fim de 2012 quinze pedidos de fechamento, segundo um porta-voz. A norueguesa Statkraft, entre outras, anunciou que fechará duas instalações na Alemanha.

Em função do boom de energia solar nos últimos anos, devido a um regime generoso de subsídios, a capacidade instalada das renováveis atualmente é tal que, se o vento soprar ou o sol brilhar, inclusive ao mesmo tempo, a Alemanha pode em algumas oportunidades deixar de usar suas usinas convencionais.

Eólica e solar são prioridades
O apoio às renováveis se traduz, sobretudo, na prioridade dada à própria energia que alimenta a rede. Tudo o que as eólicas e os painéis solares produzem deve passar, enquanto a produção de carbono e gás só serve para tapar buraco.

Em função do boom de energia solar nos últimos anos, devido a um regime generoso de subsídios, a capacidade instalada das renováveis atualmente é tal que, se o vento soprar ou o sol brilhar, inclusive ao mesmo tempo, a Alemanha pode em algumas oportunidades deixar de usar suas usinas convencionais.

Entre abril e maio, algumas usinas da RWE funcionaram a menos de 10% de sua capacidade, explicou Günther. Como o preço do atacado da eletricidade é o mais baixo da Europa, isto se traduz em perdas substanciais.

Recentemente, o problema dizia respeito às usinas a gás, mas, segundo ele, a partir de agora até mesmo o carvão não é mais obrigatoriamente rentável.

A EON brigou durante meses com as autoridades regionais sobre o destino de sua usina a gás de Irshing, na Bavária. Inaugurada em 2010, a central funciona precariamente. O grupo concordou em mantê-la em serviço, como desejavam reguladores e poder público em uma solicitação de garantia de abastecimento, mediante o pagamento de uma compensação.

Garantia de abastecimento
A Agência de Redes advertiu que não aprovará mais fechamentos de usinas no sul do país, onde a demanda é maior. A geração a partir de fontes renováveis é inteiramente dependente do clima e as fontes convencionais precisam garantir o abastecimento quando estas falham. Quando isto ocorre, os operadores pedem compensação.

Atualmente, as usinas do grupo EON “trabalham por nada”, lamentou recentemente o diretor Johannes Teyssen, que estuda outros cenários de fechamento e – por que não? – transferir a empresa para a Turquia, onde o grupo está solidamente implantado. “Eu acredito que é sempre uma ameaça, será muito, muito complicado, e me espantaria que pensassem nisso seriamente’, comentou uma fonte do setor.

Neste período pré-eleitoral, as ameaças fazem parte do jogo. Todo o setor espera do futuro governo uma revisão profunda das modalidades da transição energética. “Todos os problemas são conhecidos e identificáveis, não haverá descanso para o futuro governo”, advertiu Hildegard Müller, presidente da federação do setor, BDEW.

G1 visitou a Alemanha
Em 2011, o G1 visitou o estado de Baden-Württemberg, no sul da Alemanha, e mostrou projetos do país voltados à geração de energia limpa e que terão a responsabilidade de substituir, principalmente, as usinas nucleares em operação por todo o território alemão (veja reportagens).

O emprego das energias renováveis no país, como a solar, eólica e biomassa, saltariam para 80% até 2050, segundo o plano oficial. A potência instalada de fontes renováveis deverá chegar a 163,3 GW.

É como se em quatro décadas a Alemanha construísse o equivalente a mais de 14 usinas com a mesma potência da de Belo Monte, que terá capacidade para produzir 11,2 GWh de energia no Rio Xingu, no Pará.

À esquerda, exemplos de turbinas de energia eólica que funcionam em regiões da Alemanha; à direita, casas sustentáveis que são abastecidas com luz solar em bairro de Freiburg (Foto: Eduardo Carvalho/Globo Natureza)À esquerda, exemplos de turbinas de energia eólica que funcionam em regiões da Alemanha; à direita, casas sustentáveis que são abastecidas com luz solar em bairro de Freiburg (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

Batalha entre novos videogames esquenta e setor mostra otimismo

“Novos heróis estão aqui”, diz um cartaz na entrada da feira Gamescom, realizada em Colônia, na Alemanha, que mostra os videogames de nova geração da Microsoft e da Sony e reflete as expectativas de que a renovação da batalha dos consoles impulsione uma indústria em declínio.

A popularização de jogos online e gratuitos não são os únicos tópicos da maior feira de videogames da Europa, que deve atrair cerca de 300 mil visitantes a Colônia. Ao invés disso, a já clássica batalha de titãs volta a ganhar corpo, e a indústria espera que os novos consoles possam impulsionar o setor antes da importante temporada de compras de fim de ano.

A empresa de pesquisa de mercado NPD afirma que as vendas de hardware e software de videogames têm tido quedas a cada mês desde janeiro de 2012 nas comparações anuais, perdendo terreno para jogos online e gratuitos pela internet, e que podem ser executados em smartphones e tablets.

Mas depois que Sony e Microsoft anunciaram os novos PlayStation 4 e Xbox One, as empresas de jogos passaram a apostar suas fichas nos novos consoles para faturarem.

O otimismo é apoiado pela empresa de consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), que sugere que o mercado global de videogames vá atingir US$ 86,9 bilhões em 2017, ante US$ 63,4 bilhões em 2012, com o gasto dos consumidores com consoles subindo para US$ 31,2 bilhões em 2017, sobre US$ 24,9 bilhões no ano passado.

Dois meses depois da E3, em Los Angeles (EUA), Sony e Microsoft anunciaram os jogos que estarão disponíveis para seus novos aparelhos, esperando convencer os consumidores a gastarem US$ 500 em um Xbox One e US$ 400 em um PlayStation 4.

A Sony informou recentemente que recebeu pedidos antecipados para 1 milhão de unidades do PS4, enquanto as vendas antes da chegada do Xbox One às lojas já superam as registradas pelo modelo antecessor do console, lançado oito anos atrás, disse a Microsoft.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , , ,

Após ano catastrófico, executivos pensam em saídas para setor de TV

Crise econômica está afetando o segmento, o principal dos eletrônicos de consumo; inovação é caminho, apontam analistas

Sardenha – Executivos do setor de tecnologia reunidos aqui na Sardenha para o Encontro Internacional da Imprensa mostraram preocupação com a forte queda enfrentada no segmento de eletrônicos de consumo nos últimos anos.

Em palestra para os jornalistas, Reinhard Zinkann, chairman da associação ZVEI Household Appliances, disse que o segmento teve uma pesada queda de 12 bilhões de euros globalmente ano passado.

Segundo ele, os principais motivos para isso foram uma briga apenas por fatia de mercado, em vez de lucratividade, e o custo crescente das orgranizações – conjunção que prejudica o desempenho do setor. “Isso afetou especialmente o mercado de TVs, o maior entre os eletrônicos de consumo”, disse.

Zinkann negou que a indústria tenha feito previsões erradas ou produzido em excesso nos anos de crises financeira na europa e nos EUA

Ele apontou que a competição entre as empresas está minando a lucratividade do negócio. O preço médio das TVs de tela fina, por exemplo, despencou de 790 euros em 2007 para 590 euros em 2012 – mesmo com a adição de novos recursos, como acesso à Internet. Mesmo a tendência atual de telas maiores, além de mais TVs or lar, não foi o suficiente para aliviar o impacto da crise. “Isso acaba afetando os investimentos em publicidade e comunicação com a imprensa, além de pesquisa e desenvolvimento, aponta. 

Inovação necessária
Ele disse que a indústria de TVs que se focar em inovação nos próximos anos para retomar os trilhos. Ele apntou os principais desafios para o setor: 

Telas maiores e mais finas – Na Europa, o tamanho médio preferido pelos consumidores está migrando dos atuais 42 polegadas para 48, 49. Ele acredita que essa tendência irá se intensificar nos próximos anos

Resoluções muito acima do HD – Com o aumento do tamanho das telas, a indústria terá de oferecer aparelhos capazes de exibir imagens mais detalhadas, como os padrões 4K e 8K. Isso envolve tecnologias melhores, como as telas OLED.

3D sem óculos – Principal barreira para a adoção dessa novidade, as TVs 3D que não precisam de acessórios ainda não estão perto da viabilidade comercial.

Reconhecimento de fala e de gesto – Para o executivo, esse recurso trará uma nova gama de recursos para um aparelho que, essencialmente, não mudou muito desde seu lançamento.

“Apenas inovacao irá salvar esse mercado”, avisa. “No entanto, P&D custa dinheiro, por isso é importante a busca pelo retorno da lucratividade”.

Envenamento do mercado
Para o consultor Paul Gray, diretor de pesquisa de TV e Eletrônicos da consultoria Display Search, os desafios para o segmento não são poucos. Em sua apresentação, ele apontou que as TVs com tecnologia OLED enfrentam um problema de produção “terrivelmente dificil de resolver” – fazer telas maiores a custos razoáveis.

Além disso, as novas TVs de alta resolução (4k2K), ainda muito incipientes, podem sofrer desde e o começo com a participação dos fabricantes chineses, que “chegam forte”, derrubando preços -e, novamente, afetando a lucratividade do segmento.

Para Gray, também há o perigo de a geração de TVs 4K não oferecer uma experiência satisfatória para os consumidores, levando ao mesmo processo de “envenenamento”do mercado causado pela tecnologia 3D com óculos.

Um ponto contra as 4K é a quase inexistência de conteúdo atualmente. Enquanto as emissoras não transmitirem nessa resolução (o que envolve uma barafunda de acertos técnicos e padronização), o jeito será depender do conteúdo online – a Netflix, por exemplo, tem planos para oferecer filmes e seriados no padrão.

* o jornalista viajou a convite da Messe-Berlin International

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Após ano catastrófico, executivos pensam em saídas para setor de TV

Crise econômica está afetando o segmento, o principal dos eletrônicos de consumo; inovação é caminho, apontam analistas

Sardenha – Executivos do setor de tecnologia reunidos aqui na Sardenha para o Encontro Internacional da Imprensa mostraram preocupação com a forte queda enfrentada no segmento de eletrônicos de consumo nos últimos anos.

Em palestra para os jornalistas, Reinhard Zinkann, chairman da associação ZVEI Household Appliances, disse que o segmento teve uma pesada queda de 12 bilhões de euros globalmente ano passado.

Segundo ele, os principais motivos para isso foram uma briga apenas por fatia de mercado, em vez de lucratividade, e o custo crescente das orgranizações – conjunção que prejudica o desempenho do setor. “Isso afetou especialmente o mercado de TVs, o maior entre os eletrônicos de consumo”, disse.

Zinkann negou que a indústria tenha feito previsões erradas ou produzido em excesso nos anos de crises financeira na europa e nos EUA

Ele apontou que a competição entre as empresas está minando a lucratividade do negócio. O preço médio das TVs de tela fina, por exemplo, despencou de 790 euros em 2007 para 590 euros em 2012 – mesmo com a adição de novos recursos, como acesso à Internet. Mesmo a tendência atual de telas maiores, além de mais TVs or lar, não foi o suficiente para aliviar o impacto da crise. “Isso acaba afetando os investimentos em publicidade e comunicação com a imprensa, além de pesquisa e desenvolvimento, aponta. 

Inovação necessária
Ele disse que a indústria de TVs que se focar em inovação nos próximos anos para retomar os trilhos. Ele apntou os principais desafios para o setor: 

Telas maiores e mais finas – Na Europa, o tamanho médio preferido pelos consumidores está migrando dos atuais 42 polegadas para 48, 49. Ele acredita que essa tendência irá se intensificar nos próximos anos

Resoluções muito acima do HD – Com o aumento do tamanho das telas, a indústria terá de oferecer aparelhos capazes de exibir imagens mais detalhadas, como os padrões 4K e 8K. Isso envolve tecnologias melhores, como as telas OLED.

3D sem óculos – Principal barreira para a adoção dessa novidade, as TVs 3D que não precisam de acessórios ainda não estão perto da viabilidade comercial.

Reconhecimento de fala e de gesto – Para o executivo, esse recurso trará uma nova gama de recursos para um aparelho que, essencialmente, não mudou muito desde seu lançamento.

“Apenas inovacao irá salvar esse mercado”, avisa. “No entanto, P&D custa dinheiro, por isso é importante a busca pelo retorno da lucratividade”.

Envenamento do mercado
Para o consultor Paul Gray, diretor de pesquisa de TV e Eletrônicos da consultoria Display Search, os desafios para o segmento não são poucos. Em sua apresentação, ele apontou que as TVs com tecnologia OLED enfrentam um problema de produção “terrivelmente dificil de resolver” – fazer telas maiores a custos razoáveis.

Além disso, as novas TVs de alta resolução (4k2K), ainda muito incipientes, podem sofrer desde e o começo com a participação dos fabricantes chineses, que “chegam forte”, derrubando preços -e, novamente, afetando a lucratividade do segmento.

Para Gray, também há o perigo de a geração de TVs 4K não oferecer uma experiência satisfatória para os consumidores, levando ao mesmo processo de “envenenamento”do mercado causado pela tecnologia 3D com óculos.

Um ponto contra as 4K é a quase inexistência de conteúdo atualmente. Enquanto as emissoras não transmitirem nessa resolução (o que envolve uma barafunda de acertos técnicos e padronização), o jeito será depender do conteúdo online – a Netflix, por exemplo, tem planos para oferecer filmes e seriados no padrão.

* o jornalista viajou a convite da Messe-Berlin International

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Setor de tecnologia lidera lista mundial de pedidos de patentes

Solicitações de patentes de design de produto também estão crescendo – e a Apple, apesar de envolvida na maioria das brigas, está longe de ser a líder nesse quesito

A tecnologia da computação é o setor responsável pelo maior número de pedidos de patentes nos últimos anos, mais do que qualquer outro setor da indústria monitorado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) – embora o número de pedidos de patentes de comunicação digital tenha crescido rápido.

O número de pedidos de patentes em todo o mundo bateu a marca de 2 milhões pela primeira vez em 2011, disse a OMPI, em um relatório sobre registros mundiais de propriedade intelectual, divulgado na terça-feira (11/12). A organização observou que os pedidos de registros de direitos de desenhos industriais também aumentou bastante durante o ano – e enquanto a Apple defente seus direitos sobre designs em tribunais, a gigante de Cupertino não representa a maioria dos pedidos para esse tipo de patente.

A OMPI reuniu dados de pedidos de patentes feitos por escritórios e marcas em todo o mundo, separados por setor da indústria e país. Uma fonte, o banco de dados do Escritório Europeu de Patentes PATSTAT, não havia separado os dados de 2011 por setor quando realizou sua última atualização, em abril, então a análise da OMPI por indústria termina com o ano de 2010.

Segundo o relatório da organização, pedidos de patentes de tecnologia da computação aumentaram cerca de 2% ao ano, entre 2006 e 2010, atingindo um pico de 129.952 em 2009, antes de cair para 126.897 em 2010. Pedidos de patentes sobre tecnologias de comunicação digital cresceram mais rápido (8%), subindo para 71.499 solicitações em 2010.

Além de pedidos de patentes, a OMPI também também analisou os pedidos de patentes de desenhos industriais feitos por empresas de tecnologia. Os direitos sobre o design estão intimamente ligados a patentes e foram tema de numerosos processos em 2012, disse a OMPI.

“Muitas vezes, essas disputas se concentram em violação de patentes e as invenções tecnológicas subjacentes. No entanto, alguns dos conflitos de maior destaque relacionados a smartphones e tablets têm como foco principal o design dos produtos”, disse a organização.

Os tribunais em todo o mundo estão realizando julgamentos decisivos em que o design pode ser protegido e o que constitui a violação de um direito de design, acrescentou.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,