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Google lança serviço na Europa que apaga dados pessoais de buscas

Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)

O Google lançou nesta sexta-feira (30) um serviço para permitir que europeus solicitem que seus dados pessoais sejam removidos dos resultados de buscas on-line.

A ferramenta foi criada após o Tribunal Europeu de Justiça, sediado em Bruxelas, na Bélgica, decidir no início deste mês que as pessoas têm o “direito de serem esquecidas”.

Links para dados “irrelevantes” e ultrapassados devem ser apagados a pedido, diz a decisão.

O Google informou que vai avaliar cada pedido e equilibrar “os direitos à privacidade do indivíduo com o direito do público de conhecer e distribuir informações”.

“Ao avaliar o seu pedido, iremos analisar se os resultados incluem informações desatualizadas sobre você, bem como se há um interesse público na informação”, diz o Google no formulário que os requisitantes devem preencher.

Google disse que iria analisar informação sobre “fraudes financeiras, negligência profissional, condenações penais ou conduta pública dos funcionários do governo” ao decidir sobre o pedido.

No início deste mês, a BBC apurou que parte de pedidos feitos àquela época ao Google de pessoas do Reino Unido envolvia criminosos condenados e que cumpriram pena.

Um deles, por exemplo, era um homem condenado por posse de imagens de abuso infantil que queria que links para páginas sobre sua condenação fossem apagados.

Pedidos fraudulentos
O caso original foi levado ao tribunal por um homem espanhol. Ele reclamou que os resultados de buscas do Google que mostravam um aviso de leilão de sua casa por falta de pagamento – uma dívida que depois foi quitada por ele – infringiam seu direito a privacidade.

A decisão do tribunal europeu causou surpresa uma vez que contradiz uma declaração do advogado-geral da União Europeia. No ano passado, ele afirmou que buscadores de internet não eram obrigados a acatar tais solicitações.

Nesta sexta-feira, o Google disse que os cidadãos da União Europeia que solicitarem a remoção de dados privados da ferramenta de busca terão que fornecer os links para o material que desejam remover, seu país de origem e uma razão para seu pedido, ao preencher um formulário on-line.

Os indivíduos também terão que anexar uma identidade válida com foto.

“O Google recebe frequentemente pedidos de remoção fraudulentos de pessoas se passando por outros, tentando prejudicar concorrentes, ou indevidamente buscando suprimir informação legal”, disse a empresa. “Para evitar esse tipo de abuso, é preciso verificar a identidade”.

Menos inovação?
Em uma entrevista concedida ao “Financial Times”, o chefe executivo do Google, Larry Page, disse que a empresa vai cumprir a decisão, mas ressaltou que isso poderia danificar a inovação.

Ele também afirmou que o regulamento daria ânimo a regimes repressivos.

Page disse ainda que se arrependia de não ter “se envolvido mais em um debate real” sobre a privacidade na Europa, e que a empresa agora vai tentar “ser mais europeia”.

Mas, advertiu, “ao regular a internet, acho que não vamos ver o tipo de inovação que temos visto”.

O diretor acrescentou que a decisão iria encorajar “outros governos que não são tão para progressivos como a Europa a fazer coisas ruins”.

Embora a decisão do Tribunal de Justiça da Europa envolva especificamente sites de busca e indique que apenas links – e não a informação em si – possam ser retirados da rede, a imprensa vem relatando um aumento considerável no número de pedidos de remoção após a deliberação da corte.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Serviço de música online Spotify chega ao Brasil por US$ 6 ao mês

Spotfy chega ao Brasil com acervo de 30 milhões de músicas (Foto: Divulgação/Spotfy)Spotify chega ao Brasil com acervo de 30 milhões
de músicas (Foto: Divulgação/Spotfy)

O serviço de música por streaming Spotify (acesse aqui) – uma espécie de Netflix apenas com canções – foi lançado oficialmente no Brasil nesta quarta-feira (28) com mensalidade em dólar. Por US$ 6 ao mês (algo em torno de R$ 15), os brasileiros poderão acessar mais de 30 milhões de músicas disponíveis, acessadas no PC, em tablets e smartphones.

O Spotify chega tarde ao Brasil, e enfrenta concorrentes já consolidados no mercado, como o Xbox Music, da Microsoft, o Deezer, o Rdio e o Napster.

O catálogo de 30 milhões de músicas pode ser acessado por meio do programa para PC gratuitamente, desde que o usuário aceite ouvir e assistir a anúncios publicitários. Também não é possível escutar uma canção escolhida pelo usuário: é necessário incluí-la em uma lista ou escutar o álbum inteiro do artista na ordem ou em forma aleatória. Para ter liberdade de escolha, apenas pagando a mensalidade.

O valor pago, além de permitir escolher qual canção ouvir, dá a possibilidade de se baixar mais de 3 mil canções para escutar offline. Há aplicativos para celulares com sistemas Android, iOS, Windows Phone e Blackberry.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Google Glass poderá pagar contas por meio de serviço online

Google Glass ganha novos designs (Foto: Reprodução/Google)Google Glass ganha novos designs
(Foto: Reprodução/Google)

Os usuários do Google Glass, os óculos de realidade aumentada do Google, poderão pagar as contas em bares e restaurantes usando comandos de voz com o dispositivo. A empresa testa o recurso com o objetivo de facilitar o pagamento de contas dos usuários do Glass e que também usam o serviço online de pagamento Google Wallet, de acordo com o site “Techcrunch”.

No momento, apenas usuários do Glass cadastrados na rede corporativa do Google podem usar o recurso, falando “Ok Glass, send money” (envie dinheiro, em tradução). Usando a área sensível ao toque do aparelho, o usuário deve selecionar a quantia a ser paga e adicionar quem receberá o dinheiro em sua lista de contatos, que também deve usar o Google Wallet.

Não há previsão para o serviço ser disponibilizado para os usuários da versão Explorer, que testam o Google Glass. O “Techcrunch” aponta que o lançamento do recurso para o público deve vir com novos aprimoramentos de segurança como um detector de usuário e uma trava que impede outra pessoa de ver a imagem na telinha do Glass. Assim, evitaria que uma pessoa usasse os óculos para fazer compras sem consentimento do dono.

O Google Glass ainda não tem previsão de venda para os consumidores. A versão Explorer é vendida para desenvolvedores de programas, aplicativos e games e custa US$ 1,5 mil.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Ucrânia reintroduz o serviço militar para enfrentar revolta pró-Rússia

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A Ucrânia reintroduziu nesta quinta-feira (1º) o serviço militar, suprimido há apenas um ano, diante da degradação da situação no leste do país, onde o governo enfrenta uma insurreição armada pró-russa.

Nova arte crimeia 27/03 vale esta (Foto: Arte G1)

O presidente interino, Olexander Turchynov, assinou o decreto que entrou em vigor imediatamente “evando-se em conta a degradação da situação no leste e no sul (…), o aumento das unidades armadas pró-russas, a tomada de controle ou o bloqueio das administrações públicas, de unidades militares, das comunicações e dos transportes nas regiões de Donetsk e Lugansk”, segundo um comunicado da presidência.

“Isto atenta contra a integridade territorial do país”, acrescentou a presidência. O serviço militar afetará os homens de 18 a 25 anos, com exceção dos que tiverem direito a uma isenção.

O Fundo Monetário Internacional, que havia aprovado na quarta um plano de ajuda de 17 bilhões de dólares, admitiu que esse plano deve ser ‘revisado’ em caso de perda de regiões do leste do país.

Pouco antes em Donetsk, principal cidade da região rebelde, a sede da Procuradoria regional foi ocupada em menos de uma hora por uma multidão de manifestantes pró-Rússia, deixando clara, mais uma vez, a impotência das autoridades ucranianas diante das ações de separatistas na província.

Os policiais, que tentavam proteger o prédio, foram atacados antes de deixar o local, desarmados, alguns aos prantos, constataram jornalistas da AFP.

De acordo com a imprensa, homens armados e encapuzados tomaram durante a noite a sede da Procuradoria da cidade de Gorlivka. Eles levaram computadores e queimaram documentos.

Os rebeldes pró-russos, hostis ao governo que assumiu em Kiev após a derrubada do presidente Viktor Yanukovytch, mantiveram o seu avanço nos últimos dias. Eles assumiram o controle de pontos estratégicos (Prefeitura, sedes da Polícia e dos serviços de segurança) em mais de dez cidades.

Blindados mobilizados
A batalha entre Kiev e Moscou é travada nas frentes militar, econômica e diplomática.

Em Kiev, as autoridades realizaram exercícios militares durante a noite de quarta para quinta. Integrantes das unidades especiais da guarda presidencial, a bordo de cerca de dez blindados, cercaram o prédio do Parlamento, e atiradores de elite chegaram ao teto de paraquedas.

Preocupado em eliminar os argumentos dos separatistas, o governo ucraniano anunciou que pretende organizar um referendo sobre a unidade da nação ucraniana e sobre a descentralização junto com a eleição presidencial antecipada de 25 de maio.

A Rússia chamou a ideia de “cínica” e repetiu que Kiev deve parar de “realizar operações militares contra seu próprio povo”, referindo-se à operação “antiterrorista” iniciada pelas autoridades no leste.

Kiev havia anunciado na quarta-feira que suas Forças Armadas haviam sido colocadas em “estado de alerta total” para o combate, diante da ameaça de uma intervenção russa e para tentar impedir o alastramento da insurreição para novas regiões do sul e do leste.

1º de maio
Em Kiev, a mobilização neste Dia do Trabalho foi pequena, apesar da gravidade da crise neste país de 46 milhões de habitantes que deixou a União Soviética e se tornou independente em 1991.

Cerca de 2 mil pessoas se reuniram pacificamente gritando palavras de ordem em favor da unidade da Ucrânia.

Já em Moscou as manifestações reuniram por volta de 100 mil pessoas na Praça Vermelha. “Tenho orgulho do meu país”, “Putin tem razão”, indicavam os cartazes exibidos pelos manifestantes.

O mesmo clamor patriótico podia ser visto em Simferopol, capital da península da Crimeia, anexada à Rússia em março. Cerca de 60 mil pessoas participaram de uma passeata agitando bandeiras russas e exibindo cartazes com frases como “Nós somos a Rússia”, “Putin é nosso presidente”.

Em Kharkiv (leste da Ucrânia), 2 mil pró-russos percorreram as ruas do centro gritando “Ucrânia sem fascistas”, “Russo, língua do Estado”.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Serviço que exibia filmes piratas na web é tirado do ar pelos criadores

Os criadores do Popcorn Time, um software que transmitia filmes por streaming, foi retirado do ar nesta sexta-feira (14) pelos próprios criadores da iniciativa, que se mantiveram anônimos. Os vídeos exibidos pelo app eram aqueles disponibilizados na internet por meio de torrents.

Em comunicado publicado no site “Medium”, os criadores sugeriram que foram ameaçados por terem criado o aplicativo.

“Nossa experiência nos colocou às portas do infindável debate sobre pirataria e direitos autorais, ameaças legais e o maquinário sombrio que nos faz sentir que estamos em perigo por fazer o que amamos. E essa é uma batalha em que nós não queremos um lugar”, escreveram.

Os vídeos exibidos pelo Popcorn eram aqueles distribuídos na internet por meio do protocolo BitTorrent, que permite que um arquivo seja transferido de uma máquina a outra sem ter que partir de um servidor. Essa tecnologia está no cerne dos sites de download de filmes, músicas e vídeos acusados de pirataria com o Pirate Bay.

Apesar disso, os criadores disseram que fazer a transmissão dos filmes transferidos por essa tecnologia não é ilegal. “Como projeto, Popcorn Time é legal. Nós checamos. Quatro vezes.”

“A pirataria não é um problema das pessoas. É um problema dos serviços. Um problema criado pela indústria que quer retratar a inovação como uma ameaça à sua antiga receita de fazer dinheiro. Parece a todos que eles não ligam”, afirmaram.

“As pessoas se arriscam a receber multas, a serem processadas e a quaisquer outras consequências apenas para assistir a um filme. Só para ter o tipo de experiência que merecem. Talvez, pedir gentilmente por alguns trocados por mês para ver qualquer filme que quiser é um pouco melhor do que isso”, completaram.

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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Israel acaba com isenção de serviço militar para ultraortodoxos

Apesar dos protestos e da força política da comunidade ultraortodoxa em Israel, o Parlamento aprovou nesta quarta-feira uma lei que acaba com a isenção do serviço militar para jovens que estiverem cursando seminários rabínicos.

Judeus ortodoxos. (Foto: AP)Judeus ortodoxos. (Foto: AP)

De acordo com a nova ‘lei do alistamento’, a partir de 2017 os seminários rabínicos – frequentados exclusivamente por ultraortodoxos – deverão encaminhar uma cota de seus estudantes para o serviço militar. Até então, os ultraortodoxos eram isentados do serviço militar.

A lei é iniciativa do partido Yesh Atid, liderado pelo ministro das Finanças, Yair Lapid, e tem o objetivo de obrigar os ultraortodoxos a ‘arcar igualmente com a carga’ que cabe aos cidadãos seculares de Israel.

Ao alcançar a idade de 18 anos, judeus seculares de ambos os sexos têm a obrigação de servir ao Exército. Para os homens, o serviço militar é de três anos; para mulheres, de dois anos.

Pela nova lei, apenas 1,8 mil dos cerca de 8 mil jovens estudiosos dos seminários que a cada ano completam 18 anos serão isentados do serviço militar.

‘Oração e clamor’

Faz algum tempo que a iniciativa vinha causando indignação e protestos entre a comunidade ultraortodoxa.

No início do mês, cerca de 500 mil pessoas participaram de uma manifestação em Jerusalém contra a nova lei.

A chamada ‘Assembleia de oração e clamor’ foi uma demonstração de força dos rabinos, que conseguiram, em apenas 4 dias, mobilizar cerca de metade do público ultraortodoxo para o protesto.

Milhares de ônibus transportaram homens, mulheres e crianças, de todo o país para a manifestação, que paralisou Jerusalém durante um dia inteiro.

A cada ano, dezenas de milhares de estudantes ultraortodoxos são liberados do Exército, gerando ressentimento de muitos seculares que, além do serviço militar regular, ainda tem o dever de participar das forças da reserva militar até os 45 anos.

A questão do serviço militar é apenas uma das muitas questões que dividem seculares e ultraortodoxos.

Muitos dos ortodoxos não trabalham, eles estudam a vida inteira nos seminários rabínicos e recebem subsídios do governo para sustentar suas famílias, que geralmente são bastante numerosas.

O fato de muitos ultraortodoxos não participarem do mercado de trabalho e, por isso, não pagarem impostos, gera ressentimento entre os israelenses seculares.

Já para os líderes espirituais dos partidos ultraortodoxos, ‘os estudiosos da Torá (livro sagrado do judaísmo) são os verdadeiros guardiães do povo judeu’.

‘É inconcebível que justamente no Estado judaico, estudiosos da Torá sejam considerados infratores’, afirmou o deputado Itzhak Cohen, do partido ultraortodoxo Shas.

Em Israel não existe casamento civil, o Estado só reconhece os casamentos administrados por rabinos ortodoxos. Nessas circunstâncias, muitos seculares sentem sua liberdade de escolha cerceada.

O mesmo ocorre em relação aos enterros. O Estado não oferece aos cidadãos a possibilidade de um enterro civil.

Famílias que não quiserem que seus entes queridos sejam enterrados segundo os rituais ortodoxos são obrigados a apelar – e a pagar um preço alto – para fazer uso de cemitérios particulares.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Empresas da internet revelam os pedidos do serviço secreto dos EUA

Facebook, Microsoft, Yahoo!, Google e LinkedIn começaram nesta segunda-feira (3) a publicar detalhes sobre o número dos pedidos secretos de informações que eles receberam do governo dos Estados Unidos, na esperança de mostrar que tiveram envolvimento restrito nas ações de espionagem norte-americana.

O setor de tecnologia pressionou por maior transparência nos pedidos de informação feitos pelo governo, para se livrar das suspeitos de estar relacionado a programas de vigilância amplos e clandestinos, revelados no ano passado pelo ex-técnico Edward Snowden.

Em janeiro, os EUA flexibilizaram as normas que restringem o que as empresas podem revelar sobre os pedidos de informações de usuários com base na Lei de Inteligência e Vigilância Estrangeira (Fisa) e em ordens judiciais, que elas recebem. Várias empresas, como Google e a Microsoft, processaram o governo em 2013 para revelarem mais sobre isso.

O conselheiro geral da Microsoft, Brad Smith, disse que os últimos dados mostraram que a informação pedida pelos EUA às empresas não foi tão vasta como se temia.

“Nós não recebemos o tipo de solicitação de dados em massa que se costuma discutir em público, relacionado aos registros telefônicos”, disse Smith.

“Esse é um ponto que temos frisado de modo geral desde o semestre passado, e é bom finalmente ter a capacidade de compartilhar dados concretos.”

Microsoft
Segundo a empresa, de 15 mil a 15.999 contas de usuários da Microsoft foram alvo de ordens judiciais, atendendo ao setor de inteligência, de requisição de conteúdo durante os seis primeiros meses de 2013.

Smith citou reportagens baseadas nos documentos vazados por Snowden que mostram como o governo pode ter interceptado informações dos usuários sem o conhecimento ou cooperação das empresas de tecnologia, por meio do grampos em cabos de comunicação que conectam centros de dados do Google e Yahoo!.

“Apesar dos esforços de reforma do presidente [Barack Obama] e nossa capacidade de publicar mais informação, não houve ainda nenhum compromisso público dos Estados Unidos ou outros governos de renunciarem à tentativa de ter acesso a dados de empresas de Internet”, disse ele no blog da Microsoft.

“Acreditamos que a Constituição requer que nosso governo busque informações de empresas americanas dentro das normas legais.”

Google e Yahoo!
Várias empresas de internet haviam revelado anteriormente um certo número de cartas de segurança nacional, que requeriam dados de clientes sem aprovação legal. Agora, elas têm maior margem de manobra para divulgar detalhes relacionados às ordens recebidas com base na Fisa.

O Google disse que de 9 mil a 9.999 contas de seus usuários foram alvo de tais pedidos durante o período, enquanto o Facebook informou ter recebido requisições de conteúdo pelo Fisa para um número entre 5 mil e 5.999 usuários.

Já o Yahoo! informou que de 30 mil a 30.999 contas receberam pedidos de conteúdo do Fisa, os quais poderiam incluir palavras em um e-mail ou mensagem de SMS, fotos no seu serviço do Flickr e endereços ou entradas de calendário.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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