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EUA espionaram servidores de empresa chinesa, diz ‘NYT’

A Agência Nacional de Inteligência (NSA) dos Estados Unidos teve acesso aos servidores da gigante tecnológica chinesa Huawei, que Washington considerou nos últimos anos como uma ameaça para a segurança, segundo informou neste sábado (22) o jornal “The New York Times”.

A informação, publicada na edição digital do jornal, cita como fonte documentos facilitados pelo ex-analista da CIA Edward Snowden.

Segundo esta publicação, a NSA penetrou nos servidores da Huawei em sua sede de Shenzhen, na China, obtendo informações sobre as operações da empresa e controlando as comunicações de seus diretores.

Um dos objetivos da operação, batizada de “Shotgiant”, era tentar localizar possíveis vínculos entre a Huawei e o Exército Popular de Libertação, segundo um documento datado em 2010.

Os planos, no entanto, iam além e passavam também por explorar a tecnologia da empresa para poder controlar comunicações em seus aparatos exportados a outros países, afirma o “The New York Times”.

“Muitos de nossos objetivos se comunicam com produtos produzidos pela Huawei”, assinala o documento da NSA citado pelo jornal, que acrescenta: “Queremos assegurar que sabemos como explorar estes produtos” para “conseguir acesso às redes de interesse”.

Nos últimos anos, os EUA acusaram em várias ocasiões a China de atos de ciberespionagem e roubo de dados de empresas do país.

Além disso, as autoridades americanas trataram de frear a expansão da Huawei e outras empresas chinesas em seu território, alegando que ameaçam a segurança nacional.

Assim assinalava um relatório do Congresso aprovado em 2012, que recomendava ao governo não utilizar produtos da companhia e pedia às empresas americanas não se associar com ela ao considerar que poderia oferecer uma porta à espionagem chinesa.

O movimento produziu então um forte conflito entre Washington e Pequim.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Número de servidores sem concurso cresce 9,9% em um ano nos estados

O número de cargos comissionados na administração pública dos estados aumentou 9,9% em 2013 em relação a 2012, segundo Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), divulgada nesta quinta-feira (13) com base nos dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. O quadro total registrado em 2013 é de 115,5 mil servidores comissionados, sendo 83,9 mil na administração direta e 31,6 mil na indireta. O número representa 10.386 novos servidores que foram contratados sem concurso público em um ano.

A pesquisa tem por objetivo traçar um perfil sobre as gestões estaduais em áreas prioritárias. Este ano, foram abordados recursos humanos, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e inclusão produtiva.

Ainda segundo o estudo, de 2012 para 2013, diminuiu em 23,7% o número de funcionários atuando na administração indireta dos estados, que correspondem àqueles que trabalham em autarquias, empresas públicas e fundações que fornecem serviços de interesse público. Se em 2012 havia 510.554 pessoas atuando nesse setor, em 2013, esse número foi reduzido para 389.417. Já o número de servidores públicos estaduais, que atuam na administração direta dos estados, aumentou, passando de 2.618.369 para 2.731.182.

Levando em conta o  quadro total dos funcionários estaduais, tanto da administração direta quanto indireta, houve uma redução de 0,3% nos recursos humanos: em 2013, havia ao todo 8.324 servidores a menos do que em 2012.

Saúde
A pesquisa também concluiu que os estados brasileiros que mais destinaram recursos à saúde foram Tocantins, que reservou para a área 16,9% do orçamento total do estado, Minas Gerais (16,3%) e Pernambuco (16,2%). Os que menos investiram em saúde foram Paraná (9%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e Rio de Janeiro (7,2%).

A pesquisa mostrou que, em 2013, mais da metade das unidades federativas tinham contratos com organizações sociais para prestação de serviços de saúde. No total, 17 unidades federativas contrataram as organizações sociais, que são entidades privadas que prestam serviços de interesse público.

Meio ambiente
Em nove estados brasileiros, não existia em 2013 uma secretaria estadual exclusiva para tratar dos temas relativos ao meio ambiente, de acordo com a Estadic. Nessas unidades, a gestão do meio ambiente é feita em secretarias que também tratam de áreas como ciência e tecnologia, planejamento, recursos hídricos e desenvolvimento sustentável.

As principais atividades desses órgãos no ano passado foram as de gestão de recursos florestais (exercida por 77,8% dos órgãos), de recursos hídricos (exercida por 66,7%) e de recursos pesqueiros (exercida por 33,3%). Das 27 unidades federativas, 14 possuem um órgão destinado a produzir estatísticas ambientais.

Nove das unidades federativas firmaram contratos de terceirização para a realização de atividades relativas à gestão ambiental, como fiscalização e monitoramento.

A média de repasse de recursos financeiros dos estados para o meio ambiente foi de 2,24% dos orçamentos totais das unidades federativas. O repasse proporcionalmente mais baixo foi o de Goiás, que correspondeu a 0,13% do orçamento estadual. Já o repasse mais alto foi o de Minas Gerais, de 7% do orçamento estadual.

Política de Gênero
Em 11 unidades federativas brasileiras, as políticas de gênero são tratadas por uma secretaria estadual exclusiva, segundo informações coletadas pelo IBGE. Nesse sentido, houve um avanço em relação a 2012, quando apenas nove estados tinham essa estrutura.

Se, em 2012, São Paulo era o único estado que não apresentava nenhuma estrutura voltada para a gestão do tema no âmbito estadual, em 2013, todas as unidades federativas contemplavam o tema, tendo São Paulo criado um setor com esse objetivo subordinado à Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania.

Porém, quanto aos recursos destinados à área, a situação piorou. Oito unidades da federação não tiveram nenhum orçamento específico em 2013. No ano anterior, apenas quatro estados apresentaram essa situação. Pernambuco foi o estado com maior orçamento para a área no período analisado: R$ 21,7 milhões.

Quanto às políticas de enfrentamento da violência contra a mulher, em 2013, havia 421 delegacias especializadas no atendimento à mulher em todo o país. Estados como Rondônia, Amazonas e Roraima possuíam apenas uma delegacia do tipo. Quatro unidades federativas não apresentavam nenhum Centro Especializado em Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Ceam).

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Japão pode taxar downloads em servidores internacionais em 2015

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Ataque hacker derruba servidores de ‘League of Legends’ e outros games

'League of Legends' ganha servidor no país (Foto: Divulgação)‘League of Legends’ sofreu ataque que derrubou
servidores em todo o mundo(Foto: Divulgação
/Riot Games)

Um grupo hacker chamado DERP afirma ter conseguido derrubar servidores de jogos on-line populares como “League of Legends”, “Dota 2”, “Club Penguim”, além dos serviços de jogos pela internet da Blizzard, o Battle.net, e o site “EA.com”, da Electronic Arts. O ataque aconteceu na madrugada desta terça-feira (31) no Brasil, noite de segunda-feira (30) nos Estados Unidos e impossibilitou a realização de partidas destes games.

Os serviços já foram restabelecidos, de acordo com o site “IGN” e com a “Forbes”.

Os hackers usaram realizaram um ataque de negação de serviço em todos os servidores dos games, impedindo qualquer pessoa de se conectar em uma partida on-line. Este tipo de ataque sobrecarrega o servidor criando um número artificial de solicitações simultâneas, fazendo-o ficar indisponível.

De acordo com Altieres Rohr, colunista de segurança digital do G1, a sofisticação desses ataques não é muito alta. “Às vezes existem pontos de falha na infraestrutura que, quando atacados, derrubam o acesso a outros servidores, mesmo que eles ainda estejam on-line. As próprias medidas de defesa também podem deixar os serviços indisponíveis após o ataque ter terminado, mas com o tempo o serviço normalmente volta ao ar.”

Segundo a “Forbes”, o ataque aos servidores começou com uma briga com um usuário popular do serviço de transmissão de jogos ao vivo Twitch chamado James Varga, que usa o apelido de PhantomL0rd. Além de avisar quais os servidores que seriam derrubados, o grupo DERP ameaçou Varga, que jogava “Dota 2”. Caso ele perdesse a partida, eles derrubariam o servidor do game, o que aconteceu.

Todos os games que Varga tentava jogar como “Club Penguim” e “League of Legends” o grupo derrubava os servidores. No caso do game de batalhas on-line, todos os servidores ao redor do mundo ficaram indisponíveis, deixando os 30 milhões de usuários sem poder realizar partidas. Até mesmo o serviço Battle.net, da Blizzard, e o site oficial da Electronic Arts ficaram fora do ar, e o DERP assumiu a autoria do ataque.

Quando os dados pessoais do jogador foram publicados na internet, a polícia foi acionada, segundo a “Forbes”.

Embora os serviços tenham voltado ao ar, a Riot Games, dona de “League of Legends”, Blizzard e Electronic Arts ainda não se manifestaram sobre o incidente.

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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Novos servidores da HP prometem reduzir consumo de energia em 89%

Linha é a Moonshot, projetada para aplicações sociais, móveis, de nuvem e Big Data.

A HP anunciou hoje (08/04) a linha de servidores HP Moonshot, que promete reduzir em 89% o consumo de energia e custar 77% menos que os equipamentos servidores tradicionais da categoria, além de ocupar menos espaço físico.

O novo sistema foi projetado para atender a necessidade dos grandes data centers, que enfrenta o desafio de expandirem a infraestrutura de TI de forma mais eficiente.  

“Com quase dez bilhões de dispositivos conectados à internet e previsões de crescimento exponencial neste sentido, chegamos a um ponto em que as demandas de espaço, energia e custo das tecnologias tradicionais já não são mais sustentáveis”, afirma Meg Whitman, presidente e CEO da HP. 

Meg acrescenta que “o HP Moonshot marca o início de um novo estilo de TI que irá otimizar a infraestrutura e criar a base para os próximos 20 bilhões de dispositivos”, completa.

O novo sistema é um servidor de segunda geração do Projeto Moonshot da HP. A nova classe de servidores foi projetada para vencer os desafios de TI criados por aplicações sociais, móveis, de nuvem e Big Data. 

Os servidores HP Moonshot são construídos a partir de chips encontrados, mais frequentemente, em smartphones e tablets, o que permite aos equipamentos oferecer um consumo de energia reduzido e uma ocupação de espaço de alta densidade, com custos significativamente menores. 

A nova plataforma consiste no sistema Moonshot 1500 e em servidores HP ProLiant Moonshot otimizados para aplicativos. Essas máquinas virão com processadores de diversos parceiros da fabricante, cada um destinado a uma carga de trabalho específica. A linha de equipamentos está disponível com o processador Intel Atom S1200 e suporta cargas de trabalho orientadas à web-hosting.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HP amplia fabricação de servidores no Brasil

Empresa passa a montar em Campinas os três modelos de missão crítica da linha Integrity série 9500.

Para reforçar a presença no mercado de servidores no Brasil e ter preços mais competitivos, a HP está ampliando a produção local nessa área. A fabricante começa a montar no País a linha de missão crítica da família Integrity série 9500, baseada em processadores Itanium da Intel para ambiente Unix.

A HP fabrica servidores no Brasil desde 1998, em centro fabril instalado na cidade de Campinas (SP). Os primeiros equipamentos de missão crítica começaram a ser montados aqui em 2011 e agora a empresa decidiu investir na produção local também dos equipamentos Integrity da série 9500.

Nesta fase serão montados no País os três modelos blade i4 lançados recentemente que são os BL860c, BL870c e BL890c, projetados para gabinete HP BladeSystems c-Class. A produção inicia em fevereiro e os primeiros produtos com selo nacional estarão à venda entre março e abril, segundo cronogramas da HP.

Segundo Marcos Gaspar, diretor de vendas de servidores de missão crítica da HP Brasil, a produção local desses equipamentos faz parte de um plano da companhia para enfrentar a concorrência com mais agressividade.

As novas máquinas que serão montadas no Brasil deverão custar 20% menos que as importadas, que hoje têm preço médio de 40 mil dólares.  “Seremos mais competitivos por causa das vantagens do PPB [Processo Produtivo Básico]”, promete Gaspar.

Os servidores Integrity da série 9500 são para aplicações de missão crítica em ambiente de alta disponibilidade Unix, como sistemas de gestão empresarial (ERP), Big Data, billing de operadoras de telecom e processamento na nuvem.

O principal alvo da HP com os novos servidores Integrity é a base de clientes dos modelos antigos. “Queremos que eles se beneficiem dos novos recursos”, conta Gaspar informado que o braço HP Financial Services pode ajudá-los na migração, apoiando na recompra das máquinas obsoletas.

Mesmo com o avanço de cloud computing, o executivo da HP constata que muitas empresas estão comprando servidores para processar aplicações de missão crítica em casa ou em nuvem privada. Ele observa que as vendas estão mais aquecidas nos segmentos de manufatura, telecom e de finanças. Os data centers também são grandes apostas da companhia.
Mercado brasileiro de servidores

Não é à toa que a HP está investindo em produção local de servidores no Brasil. As vendas desse produto movimentaram 1,4 bilhão de dólares em 2012, com crescimento de 2,9% em comparação com o ano anterior. Esse valor representou 2,6% dos negócios globais que foram de 56 bilhões de dólares, segundo estudos da IDC.

Para 2013, a consultoria de pesquisas prevê que essa indústria terá uma performance melhor no Brasil. As projeções são de um incremento da receita de 6,4%, caso o Brasil encerre o ano com Produto Interno Bruto (PIB) de 3,5%.

Alexandre Vargas, analista da IDC para o mercado de servidor e storage na América Latina, avalia que essa indústria foi impactada no ano passado porque algumas compras foram adiadas. Ele cita como exemplo o setor de governo que segurou suas encomendas e que as propostas deverão ser colocadas na rua este ano.

Hoje o mercado de mainframe representa cerca de 30% das compras totais de servidores no Brasil, segundo a IDC. Essa plataforma demonstra longevidade no mercado local, apesar de ter registrado uma queda de 0,77% em 2012, enquanto no mundo o declínio foi de 2,81%.

Já as perspectivas de negócios para servidores Unix são otimistas. A IDC prevê que as vendas de máquinas com essa plataforma crescerão 7,46% entre 2012 e 2016, enquanto que a tecnologia x86 alcançará taxas expansão de 4,31%.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Virtualização e nuvem puxam mercado de servidores

Novas demandas abrem oportunidades, mas Gartner afirma que inovação e redução de margens desafiam indústria.

O mercado de servidores está maduro e concentrado nas marcas tradicionais do setor. O Gartner avalia que o segmento continuará crescendo e oferecendo oportunidades de negócios para indústria. Data centers e as pequenas e médias empresas (PMEs) estão entre os principais compradores, mas fornecedores têm desafios a vencer.

“O mercado de servidores vendeu 52,8 milhões de unidades no mundo em 2011 e, embora seja maduro, irá proporcionar oportunidades significativas de crescimento nos próximos anos”, diz o analista do Gartner Kiyomi Yamada. A demanda por maior capacidade de processamento, virtualização e soluções para eficiência energética são alguns dos fatores que vão gerar novos negócios para essa indústia.

Jeffrey Hewitt, vice-presidente de pesquisa do Gartner, observa que, apesar de o mercado de servidores ser atualmente muito competitivo, oferece uma margem de lucro pequena. A prevalência de plataformas padrão (x86) também torna a vida dos fornecedores mais difícil na hora de diferenciar seus produtos.

Para mudar esse quadro, as empresas têm feito esforços significativos, criando linhas para equipar infraestrutura convergente, baseadas em sistemas integrados. Porém, Hewitt afirma que as fabricantes de servidores têm o desafio de inovar e responder rapidamente às demandas dos clientes.

Três fatores de crescimento

O Gartner destaca três motores que vão puxar esse mercado. O primeiro é a demanda pelos data centers de máquinas escaláves. Empresas como Google, Amazon e Facebook têm grandes centros de dados para atender seus clientes externos e precisam de um grande número de servidores hyperscale.

A procura por essa máquinas já representam 11% das vendas de servidores, de acordo com a Gartner. As projeções da consultoria são de que esse índice subirá para 17% em 2015.

O segundo fator que impulsionará esse mecado é o aumento crescente de virtualização de servidores. O Gartner estima que os servidores físicos virtualizados representarão em três anos 17% das vendas do setor. A consultoria aponta que esses equipamentos serão procurados especialmente por empresas públicas. As pequenas e médias empresas (PMEs) também devem apostar nesta tecnologia, estimulando este mercado.

A preocupação dos data centers por implantar tecnologias que melhorem a eficiência e gastos energéticos é o terceiro driver desse mercado.

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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