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Venda de jovens na Nigéria seria crime contra a humanidade, diz ONU

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Arte mapa sequestro Nigéria (Foto: G1)

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou nesta terça-feira a ameaça do grupo nigeriano islamita Boko Haram de vender como escravas mais de 200 estudantes sequestradas, o que pode constituir um crime contra a humanidade.

“Estamos muito preocupados com as declarações indignas divulgadas em um vídeo e atribuídas ao líder do Boko Haram na Nigéria, que descaradamente afirma que venderá “no mercado” as estudantes sequestradas e que vai “casá-las”, referindo-se a elas como “escravas”, afirmou Rupert Colville, porta-voz da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay.

O grupo islamita sequestrou 276 adolescentes estudantes em uma escola de Chibok (nordeste) há três semanas. No total, 53 conseguiram escapar e 223 permanecem em cativeiro.

“Condenamos o violento sequestro destas jovens”, disse Colville.

“Advertimos os autores deste ato de que a legislação internacional proíbe absolutamente a escravidão, sexual ou não. Estes atos podem constituir, sob certas circunstâncias, um crime contra a humanidade”.

“As adolescentes devem ser imediatamente libertadas e devolvidas a suas famílias”, completou.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Homem que seria ‘criador do Bitcoin’ e familiares criticam reportagem

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista “Newsweek” como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit (acesse aqui), acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com “Satoshi Nakamoto” criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

“Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?”, escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.

Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da “Newsweek” de “falsa”. “A reportagem falsa da ‘Newsweek’ tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias”, escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. “Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade”, finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas “nos Estados Unidos e ao redor do mundo”.

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A “Newsweek”, porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia “Ars Technica”, acusou a “Newsweek” de ter uma “arrogância colossal” em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da “Newsweek” apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu “achado” em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. “O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade”, escreveu ele.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Irã diz que fracasso em negociações nucleares seria um ‘desastre’

Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)

O ministro das Relações Exteriores do Irã teve uma rara reunião com seu equivalente dos Estados Unidos e disse que seria um “desastre” se Teerã não tornar definitivo o acordo provisório para resolver uma disputa que já dura uma década sobre o seu programa nuclear.

“O que posso prometer é que vamos encarar essas negociações com vontade política e boa fé para chegar a um acordo porque seria muito tolo da nossa parte barganhar por apenas seis meses”, disse o iraniano Mohammed Javad Zarif em uma entrevista coletiva após sua reunião com Kerry.

Em um sinal de descongelamento das relações entre a República Islâmica e o Ocidente, Zarif disse que conversou com o secretário de Estado norte-americano John Kerry e com ministros das seis potências que negociam com Teerã, durante uma conferência de segurança de três dias em Munique.

Essas conversas vão ter sequência em Viena, a partir de 18 de fevereiro, quando o Irã e as seis potências vão tentar, em um período de seis meses, construir um acordo provisório sobre as atividades nucleares de Teerã para chegar a um entendimento permanente.

“Seria um desastre para todos começar um processo e encerrá-lo abruptamente em seis meses”, completou.

Zarif afirmou que o Irã e o Ocidente têm uma oportunidade histórica de melhorar suas relações. “Eu acho que precisamos aproveitá-la”, disse.

O Irã insiste que o seu programa nuclear é completamente pacífico, mas os países ocidentais suspeitam há muito tempo que Teerã está tentando adquirir habilidade de desenvolver armas nucleares.

Em um acordo preliminar em novembro, envolvendo Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha, o Irã concordou em suspender partes mais sensíveis das suas operações nucleares em troca de alívios nas sanções internacionais que são impostas a ele.

O acordo diminuiu o risco de Israel ou os Estados Unidos lançarem um ataque militar contra as instalações nucleares iranianas para evitar que Teerã consiga uma bomba nuclear.

Sanções

Kerry sublinhou para Zarif a importância de os dois lados negociarem com boa fé e de o Irã cumprir o que prometeu no acordo de novembro, disse um representante do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos e a União Europeia suspenderam algumas sanções sobre o Irã por causa do acordo provisório, mas Kerry disse para Zarif que os Estados Unidos vão continuar a fazer valer outras sanções.

Kerry e Zarif reuniram-se várias vezes desde a eleição do presidente iraniano Hassan Rouhani, relativamente moderado, em junho do ano passado, que pavimentou o descongelamento das relações com o Ocidente após anos de conflitos e retóricas hostis.

Zarif disse que o Irã estava preparado para tratar de questões importantes nas negociações nucleares, mas disse que ainda falta um pouco de confiança nos dois lados, inclusive entre iranianos a respeito das intenções do ocidente.

Zarif falou para a Reuters em uma entrevista no último sábado, no entanto, que o Irã não estava preparado para abdicar das pesquisas que realiza com centrífugas para purificar urânio em um eventual acordo nuclear permanente.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Criatura misteriosa encontrada na Venezuela seria um gambá

A criatura misteriosa que foi encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela, provocando medo entre os moradores, seria um gambá-comum (Didelphis marsupialis) em decomposição, segundo teorias que circulam na internet.

Criatura teria sido encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela (Foto: Reprodução/Live Leak/mysteryhistorytv e Wikimedia Commons)Criatura teria sido encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela (Foto: Reprodução/Live Leak/mysteryhistorytv e Wikimedia Commons)

Como perdeu o pelo, o animal aparece irreconhecível no início. No entanto, segundo alguns sites e vídeos publicados no YouTube, o rabo longo, os dedos finos e especialmente os dentes e a parte posterior da mandíbula seriam de um gambá.

Apelidado de chupacabra, criatura mítica que atacaria outros animais em áreas rurais em várias partes das Américas, o animal foi encontrado por Ramón Morales no bairro Los Castores no dia 8 de setembro.

Ele postou a foto em sua página no Facebook e logo a imagem se tornou viral no país.

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Publicado por em 1 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Intervenção militar na Síria seria uma ‘agressão’, diz Putin

O presidente da Rússia,, Vladimir Putin, advertiu nesta segunda-feira (23) que uma intervenção militar na Síria seria uma agressão que violaria o direito internacional e desestabilizaria a situação na região.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Uma intervenção militar seria uma grave violação do direito internacional, uma agressão segundo os termos da Carta da ONU”, declarou Putin à margem da cúpula da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), às margens do Mar Negro.

O presidente russo também saudou o fato de que os membros do OTSC (Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Tadjiquistão) aprovaram a decisão de Moscou de se opor a uma ação militar contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad.

“Os membros do OTSC são unânimes: resolver a situação na Síria só é possível através de meios políticos e pacíficos”, declarou.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Governo sírio diz que ação dos EUA seria como apoio à Al-Qaeda

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Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra são os mais beneficiados, segundo a Síria (Foto: Reuters)Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra
sãoos mais beneficiados, segundo a Síria
(Foto: Reuters)

O governo da Síria disse neste domingo que qualquer ação militar americana contra o país seria equivalente a um apoio dos Estados Unidos à “Al-Qaeda e seus grupos afiliados”.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, Faisal Mekdad, disse em entrevista à BBC que grupos armados apoiados pelos Estados Unidos foram responsáveis pelo uso de armas químicas no conflito interno do país – e não o governo.

No fim de semana, o presidente americano, Barack Obama, prometeu uma resposta contra a Síria, mas disse que qualquer ação depende de aprovação prévia do Congresso.

Mekdad disse que um eventual ataque americano beneficiaria dois grupos ligados à Al-Qaeda: o Jabat al-Nusra e o Estado do Islã na Síria e no Iraque. Ambos vêm desempenhando uma papel importante na insurgência contra o regime de Bashar al-Assad.

O vice-ministro sírio – que é tido como muito influente no governo de Al-Assad – disse que uma intervenção americana no país aprofundaria o ‘ódio aos americanos’ no Oriente Médio e desestabilizaria a região.

Mekdad disse que o fato de Obama ter recuado no fim de semana, pedindo agora aprovação do Congresso americano, é um sinal de que o presidente americano não pensou com cuidado em todas as consequências que uma ação teria.

Mas ele acredita que o recuo de Obama não fará muita diferença.

“Isso não mudou nada, já que ele está decidido a lançar um ataque”.

Ele acredita que a decisão americana será tomada em defesa dos interesses de Israel.

Gás sarin
O fim de semana teve diversos desdobramentos do caso sírio:

 – Ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe, reunidos no Cairo, pediram que a comunidade internacional “adote ações necessárias” contra a Síria. Mas diversos países – como Líbano e Iraque – não apoiaram à manifestação. 
– A Jordânia – um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio – descartou qualquer envolvimento em uma eventual coalizão de forças contra a Síria.
– O primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrult, vai se encontrar com líderes parlamentares para falar sobre planos de uma ação militar francesa. O governo da França está comprometido com os planos americanos na Síria.

No sábado, inspetores da ONU deixaram a Síria. Eles estão agora analisando dados coletados sobre possíveis ataques com armas químicas.

O maior ataque com armas químicas aconteceu no dia 21 de agosto, em subúrbios ao leste da capital Damasco. Os Estados Unidos disseram que mais de 1,4 mil pessoas morreram, incluindo 426 crianças.

Estados Unidos e França acusam o regime sírio de usar armas químicas, e dizem que isso justificaria uma ação militar internacional no país. A Síria nega as acusações, e culpa os insurgentes que há dois anos lutam contra o governo.

No domingo, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse que os Estados Unidos têm provas de que o agente químico nervoso sarin foi usado em um ataque mortal em Damasco no mês passado.

Kerry disse que amostras de cabelo e sangue, reunidas após o ataque de 21 de agosto, apresentaram resultado “positivo para o uso de sarin”.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Governo sírio diz que ação dos EUA seria como apoio à Al-Qaeda

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Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra são os mais beneficiados, segundo a Síria (Foto: Reuters)Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra
sãoos mais beneficiados, segundo a Síria
(Foto: Reuters)

O governo da Síria disse neste domingo que qualquer ação militar americana contra o país seria equivalente a um apoio dos Estados Unidos à “Al-Qaeda e seus grupos afiliados”.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, Faisal Mekdad, disse em entrevista à BBC que grupos armados apoiados pelos Estados Unidos foram responsáveis pelo uso de armas químicas no conflito interno do país – e não o governo.

No fim de semana, o presidente americano, Barack Obama, prometeu uma resposta contra a Síria, mas disse que qualquer ação depende de aprovação prévia do Congresso.

Mekdad disse que um eventual ataque americano beneficiaria dois grupos ligados à Al-Qaeda: o Jabat al-Nusra e o Estado do Islã na Síria e no Iraque. Ambos vêm desempenhando uma papel importante na insurgência contra o regime de Bashar al-Assad.

O vice-ministro sírio – que é tido como muito influente no governo de Al-Assad – disse que uma intervenção americana no país aprofundaria o ‘ódio aos americanos’ no Oriente Médio e desestabilizaria a região.

Mekdad disse que o fato de Obama ter recuado no fim de semana, pedindo agora aprovação do Congresso americano, é um sinal de que o presidente americano não pensou com cuidado em todas as consequências que uma ação teria.

Mas ele acredita que o recuo de Obama não fará muita diferença.

“Isso não mudou nada, já que ele está decidido a lançar um ataque”.

Ele acredita que a decisão americana será tomada em defesa dos interesses de Israel.

Gás sarin
O fim de semana teve diversos desdobramentos do caso sírio:

 – Ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe, reunidos no Cairo, pediram que a comunidade internacional “adote ações necessárias” contra a Síria. Mas diversos países – como Líbano e Iraque – não apoiaram à manifestação. 
– A Jordânia – um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio – descartou qualquer envolvimento em uma eventual coalizão de forças contra a Síria.
– O primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrult, vai se encontrar com líderes parlamentares para falar sobre planos de uma ação militar francesa. O governo da França está comprometido com os planos americanos na Síria.

No sábado, inspetores da ONU deixaram a Síria. Eles estão agora analisando dados coletados sobre possíveis ataques com armas químicas.

O maior ataque com armas químicas aconteceu no dia 21 de agosto, em subúrbios ao leste da capital Damasco. Os Estados Unidos disseram que mais de 1,4 mil pessoas morreram, incluindo 426 crianças.

Estados Unidos e França acusam o regime sírio de usar armas químicas, e dizem que isso justificaria uma ação militar internacional no país. A Síria nega as acusações, e culpa os insurgentes que há dois anos lutam contra o governo.

No domingo, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse que os Estados Unidos têm provas de que o agente químico nervoso sarin foi usado em um ataque mortal em Damasco no mês passado.

Kerry disse que amostras de cabelo e sangue, reunidas após o ataque de 21 de agosto, apresentaram resultado “positivo para o uso de sarin”.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Qual seria o embasamento legal de uma ofensiva na Síria?

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O Reino Unido apresentou nesta quarta-feira (28) aos demais membros do Conselho de Segurança da ONU uma proposta de resolução que autoriza ‘todas as medidas necessárias para proteger civis’ na Síria, depois que o governo do país foi acusado de usar armas químicas seus próprios cidadãos.

A aprovação de tal resolução depende do respaldo dos cinco membros permanentes do conselho (além do Reino Unido, França, Estados Unidos, Rússia e China), mas o governo russo diz que a ONU deve terminar sua investigação sobre o uso de armas químicas no país antes que o documento possa ser debatido.

A Síria acusa países do Ocidente de estar ‘inventando cenários falsos e e álibis fictícios’ para lançar uma ofensiva militar no país, como afirmou o primeiro-ministro, Wael al-Halqi, na TV estatal do país.

A possibilidade de uma ofensiva coloca em debate os mecanismos na lei internacionais que preveem tal tipo de medida.

A própria expressão ‘lei internacional’ evoca uma ideia de regras globais de comum acordo entre nações, facilmente entendidas e aplicadas por elas.

Infelizmente, a realidade está longe disso. Na prática, é difícil – ou impossível – usar jurisprudência internacional em intervenções militares. Não há cortes internacionais para dar o aval a intervenções.

Entretanto, está em desenvolvimento uma estrutura legal para validar intervenções militares por razões humanitárias – a ‘Responsabilidade em Proteger’, ou R2P, idealizada após as tragédias em Kosovo e Ruanda nos anos 1990.

O conceito já é disseminado, mas não possui aceitação universal, e tem três diretrizes principais:

As nações devem proteger seus próprios cidadãos de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade, enquanto, simultaneamente, a comunidade internacional tem a obrigação de ajudar os estados a prevenir esses tipos de crime; Onde haja forte evidência de que esses crimes estejam acontecendo e o estado não possa ou não queira combatê-los, a comunidade internacional deverá utilizar todas as medidas pacíficas necessárias buscando acabar com as atrocidades; Se todas as medidas anteriores forem tomadas e falharem, a comunidade internacional pode utilizar força militar. Com o objetivo de atingir a máxima legitimidade, a intervenção militar deve ser autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU. O Conselho possui um papel único como o árbitro principal da lei internacional.

Entretanto, como no caso da Síria, a falta de consenso entre os membros permanentes (com direito a veto) do Conselho pode dificultar o lançamento de uma ofensiva.

Coalizão
Em situações assim, a R2P ofereceria embasamento legal para uma ação externa – seja por uma coalizão regional ou uma ‘coalizão dos (países) dispostos’ a agir.

Mas tal embasamento também teria certas salvaguardas:

A necessidade de uma prova convincente de que esteja acontecendo uma atrocidade; o fracasso prévio de medidas pacíficas (não militares), tais como o uso da diplomacia e de medidas de sanções comerciais; o uso de força militar com o mandato específico de apenas combater as atrocidades e proteger a população civil. Dessa forma, se todos os critérios forem alcançados, o uso de força militar poderia ser considerado legal pelas regras da lei internacional dentro dos parâmetros R2P. Mas tal intervenção teria um mandato limitado.

Acima de tudo, ações militares nestas circunstâncias são muito mais decisões de governo do que de juristas ou especialistas em leis internacionais.

E serão eles (juristas e demais especialistas) que terão a tarefa de fazer com que a intervenção militar seja lançada dentro dos parâmetros legais.

No caso da Síria, eles devem argumentar que realmente existe uma atrocidade acontecendo, que todas as tentativas pacíficas foram tentadas e que as ações militares poderiam alcançar dois principais objetivos: o fim das atrocidades e a proteção da população civil.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Cingapura quer dobrar capacidade de aeroporto que seria melhor do mundo

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Aeroporto de Changi, em Cingapura, conta com instalações luxuosas e até piscina (Foto: WikiCommons)Aeroporto de Changi, em Cingapura, conta com
instalações luxuosas e até piscina
(Foto: WikiCommons)

O governo de Cingapura anunciou planos para dobrar a capacidade do aeroporto internacional de Changi, considerado um dos melhores do mundo.

O primeiro-ministro do país, Lee Hsien, afirmou que as obras de ampliação, denominadas Project Jewel (‘Projeto Joia’, em inglês), devem começar em breve.

“T5 (Terminal 5) soa como um terminal, mas é, na verdade, um aeroporto inteiro, tão grande como o aeroporto de Changi é hoje”, disse o premiê segundo a agência de notícias AFP.

O novo terminal tem previsão para ficar pronto depois de 2020.

O aeroporto de Changi foi apontado como o melhor do mundo em 2013 pela consultoria britânica Skytrax e é famoso por oferecer uma extensa gama de serviços aos passageiros.

Entre esses serviços estão passeios grátis pela cidade para todos os que permanecem por cinco horas ou mais em Changi. Além disso, o aeroporto conta com piscina, jardins, trilhas arborizadas e cinemas.

O aeroporto também foi um dos primeiros do mundo a introduzir áreas com internet sem fio e já ganhou o mesmo prêmio da Skytrax em 2000, 2006 e 2010.

Custo e mais luxo
Lee Hsien não divulgou qual será o custo da expansão do aeroporto, mas o projeto prevê o uso de uma área de 3,5 hectares (35 mil metros quadrados) para a construção de lojas, um enorme jardim coberto com cachoeira, entre outras atrações.

O premiê afirmou que Changi sofre uma crescente e forte concorrência de outros grandes aeroportos internacionais no sudeste asiático e lembrou que há planos de expansão do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, na Malásia, e do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi, na Tailândia.

Atualmente, o aeroporto de Changi possui três terminais com uma capacidade total para receber 66 milhões de passageiros por ano. Em 2012, o aeroporto recebeu 51 milhões de passageiros, um aumento de 10% em relação a 2011.

Em janeiro de 2013, Changi atendeu mais de 6,5 mil voos por semana com 110 linhas aéreas conectando Cingapura a 240 cidades em 60 países.

Em fevereiro deste ano, o aeroporto iniciou a demolição do terminal para linhas aéreas mais baratas para a instalação de um novo terminal, o Terminal 4, que terá capacidade para receber 16 milhões de passageiros e deve ser aberto em 2017, segundo a AFP.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil, Música, Tecnologia

 

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Opinião: como seria a integração do Facebook com os sistemas da Apple

Em sua participação durante a conferência All Things Digital na última semana, o CEO da Apple, Tim Cook, essencialmente enviou uma solicitação de amizade para o Facebook. “Penso que a relação (entre Apple e Facebook) é muito sólida”, disse o executivo. “Temos muito respeito por eles. Penso que podemos fazer mais com eles.”

Mas essa é a parte dos comentários de Cook que deve ser de interesse específico para os donos de aparelhos iOS – e talvez até de usuários Mac. “Todo mundo com iPhone ou iPad quer ter a melhor experiência com o Facebook em qualquer aparelho”, continuou Cook. “Por isso, fiquem ligados.”

Os usuários iOS estão de olho há algum tempo. Mas só foi a partir do iOS 5, lançado em outubro de 2011, que o iOS viu uma integração social com o sistema inteiro – e isso, obviamente, aconteceu com o Twitter. O microblog é grande e continua crescendo, mas fica pequeno perto da magnitude do Facebook: a rede social de Mark Zuckerberg está próxima de ultrapassar a marca de 1 bilhão de usuários. Isso é muita gente.

Como pode ser a integração do Facebook com o iOS

Demos uma adiantada em imaginar como seria a integração da rede social com os aparelhos móveis da Apple. Quase todos os locais em que o iOS oferece integração com o Twitter, a integração do Facebook também funcionaria bem – se não até melhor.

O lugar mais proeminente em que o iOS poderia se beneficiar de conexões diretas com o Facebook é o app Camera. Tirar uma foto e então postá-la no Facebook marca um local em que o iPhone é repetidamente derrotado pelo rival Windows Phone – principalmente porque o WP oferece a habilidade de compartilhar imagens com o Facebook por meio de um único toque.

Vários outros aplicativos do iOS alavancam sua conta no Twitter, desde que você forneça um (ou mais) em Ajustes: Safari, Telefone, Contatos, Fotos, Mapas, e YouTube. Adicionar pontos de integração do Facebook nesses locais para compartilhar rapidamente URLs, imagens, localizações, vídeos, e outros dados, faz muito sentido.

E a integração com o Facebook também poderia ajudar de outras maneiras. O iOS deixa suas credenciais de login do Twitter disponíveis para outros aplicativos. Isso permite que você conecte esses apps com a sua conta no microblog sem precisar fazer login pela segunda vez, ou informar seu nome de usuário e senha para um app de terceiros. Atualmente, muitos aplicativos oferecem integração com o Facebook, mas cada um deles traz a sua: para autorizar um determinado app a acessar sua conta na rede social, você é retirado do app do Facebook (se tiver ele instalado) ou do Safari, e então enviado de volta para o app original uma vez que tiver dado sua aprovação. Uma integração completa do Facebook com o sistema poderia tornar esse processo mais rápido e simples.

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A Apple até usa o Twitter para atualizar os detalhes dos seus contatos. Isso chega a ser cômico, uma vez que o microblog não é o lugar onde as pessoas costumam ir para verificar se as suas informações estão atualizadas. Ligar os contatos com o Facebook – para que o iOS possa pegar dados fornecidos pelos seus amigos como telefone, e-mal, e fotos – e atualizar seus registros de acordo pode se provar algo especialmente útil. Na teoria, o app Contatos também deve poder retirar os dados de aniversários dos seus amigos no Facebook. Pense em como seus contatos ficarão muito mais agradecidos se você deseja-los feliz aniversário (aparentemente sem ninguém falar nada) por meio do iMessage/SMS, em vez de simplesmente escrever um recado corrido no mural deles no Facebook.

Facebook e OS X Mountain Lion

Ao revelar o Mountain Lion (próxima versão do OS X), a Apple anunciou que o sistema iria incluir integração completa com o Twitter, assim como no iOS. Mas – também igual ao iOS – não há opção para o Facebook. Fazer essa integração do Facebook com o Mac OS também parece uma ação natural e óbvia.

Alguns aplicativos de desktop da Apple já se integram muito bem com o Facebook – especialmente o iPhoto, que pode sincronizar álbuns completos ou fotos individuais com a rede social.

A integração com o Facebook no Mac poderia ser igual ao que fosse feito no iOS de muitas maneiras. Talvez o principal benefício seria oferecer acesso rápido para compartilhar

Facebook integration on the Mac side could mirror the expected iOS integration in several ways. Perhaps the primary benefit would be offering quick access to sharing photos from anywhere on your Mac, and easily sharing URLs from Safari. And an option to update your contacts’ details with their Facebook information would make as much sense on the Mac as it would on iOS.

Por que está demorando tanto?

O Facebook produz um dos apps para iOS mais baixados e oferece outros programas que também foram bem recebidos pelo público. Os próprios esforços da Apple no mundo das redes sociais – como o Ping – se saíram de maneira decepcionante, como Tim Cook reconheceu durante sua apresentação no All Things D.

O Ping chegou ao mercado trazendo integração com o Facebook, mas acabou encerrando essa funcionalidade apenas algumas horas depois de seu lançamento. Na época, Steve Jobs citou os “pesados termos” do Facebook como causa para a rápida separação.

Mas Cook adotou um tom bastante diferente no palco na última semana, e o Facebook está melhorando – lentamente – suas configurações de privacidade. Apesar de o site já ter falhado, de forma pública e repetida, na tentativa de tornar a privacidade do usuário uma preocupação padrão, as coisas parecem estar melhorando.

Apesar de o Twitter ter apenas duas configurações de privacidade – ou todo mundo vê o que você postou, ou apenas as pessoas que você permite que te sigam – as opções do Facebook para isso podem ficar consideravelmente mais complexas. É possível ajustar quem pode ver o conteúdo em uma base de post a post, status por status, e foto por foto. Não seria estranho para a Apple oferecer proteções no estilo Gatekeeper para usuários que compartilham conteúdo em redes sociais no Mac ou iOS. Onde o Gatekeeper pode te avisar antes que você rode um app baixado da Internet, o DignityKeeper pode te alertar sobre quem pode ver uma foto que você está prestes a postar: “Baseado nas suas configurações do Facebook, essa fotografia ficará visível para todos na Internet.”

Como Cook afirmou que os usuários da Apple devem esperar a “melhor experiência” possível para a integração com o Facebook. Isso sugere que qualquer integração com o Facebook que chegue ao iOS ou Mac será tão direta como já acontece com o Twitter.

E a Apple pode facilmente deixar a participação final com tal recurso para seus usuários. Assim como a integração do Twitter com o iOS é opcional, o mesmo muito provavelmente acontecerá com o Facebook. Aqueles que odiarem o serviço, não precisarão se aproveitar dele.

O restante dos usuários de iPhone poderá parar de se preocupar que seus telefones sejam deixados para trás pela concorrência.

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Publicado por em 15 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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