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Venda de jovens na Nigéria seria crime contra a humanidade, diz ONU

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Arte mapa sequestro Nigéria (Foto: G1)

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou nesta terça-feira a ameaça do grupo nigeriano islamita Boko Haram de vender como escravas mais de 200 estudantes sequestradas, o que pode constituir um crime contra a humanidade.

“Estamos muito preocupados com as declarações indignas divulgadas em um vídeo e atribuídas ao líder do Boko Haram na Nigéria, que descaradamente afirma que venderá “no mercado” as estudantes sequestradas e que vai “casá-las”, referindo-se a elas como “escravas”, afirmou Rupert Colville, porta-voz da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay.

O grupo islamita sequestrou 276 adolescentes estudantes em uma escola de Chibok (nordeste) há três semanas. No total, 53 conseguiram escapar e 223 permanecem em cativeiro.

“Condenamos o violento sequestro destas jovens”, disse Colville.

“Advertimos os autores deste ato de que a legislação internacional proíbe absolutamente a escravidão, sexual ou não. Estes atos podem constituir, sob certas circunstâncias, um crime contra a humanidade”.

“As adolescentes devem ser imediatamente libertadas e devolvidas a suas famílias”, completou.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Homem que seria ‘criador do Bitcoin’ e familiares criticam reportagem

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista “Newsweek” como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit (acesse aqui), acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com “Satoshi Nakamoto” criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

“Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?”, escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.

Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da “Newsweek” de “falsa”. “A reportagem falsa da ‘Newsweek’ tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias”, escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. “Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade”, finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas “nos Estados Unidos e ao redor do mundo”.

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A “Newsweek”, porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia “Ars Technica”, acusou a “Newsweek” de ter uma “arrogância colossal” em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da “Newsweek” apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu “achado” em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. “O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade”, escreveu ele.

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Irã diz que fracasso em negociações nucleares seria um ‘desastre’

Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)

O ministro das Relações Exteriores do Irã teve uma rara reunião com seu equivalente dos Estados Unidos e disse que seria um “desastre” se Teerã não tornar definitivo o acordo provisório para resolver uma disputa que já dura uma década sobre o seu programa nuclear.

“O que posso prometer é que vamos encarar essas negociações com vontade política e boa fé para chegar a um acordo porque seria muito tolo da nossa parte barganhar por apenas seis meses”, disse o iraniano Mohammed Javad Zarif em uma entrevista coletiva após sua reunião com Kerry.

Em um sinal de descongelamento das relações entre a República Islâmica e o Ocidente, Zarif disse que conversou com o secretário de Estado norte-americano John Kerry e com ministros das seis potências que negociam com Teerã, durante uma conferência de segurança de três dias em Munique.

Essas conversas vão ter sequência em Viena, a partir de 18 de fevereiro, quando o Irã e as seis potências vão tentar, em um período de seis meses, construir um acordo provisório sobre as atividades nucleares de Teerã para chegar a um entendimento permanente.

“Seria um desastre para todos começar um processo e encerrá-lo abruptamente em seis meses”, completou.

Zarif afirmou que o Irã e o Ocidente têm uma oportunidade histórica de melhorar suas relações. “Eu acho que precisamos aproveitá-la”, disse.

O Irã insiste que o seu programa nuclear é completamente pacífico, mas os países ocidentais suspeitam há muito tempo que Teerã está tentando adquirir habilidade de desenvolver armas nucleares.

Em um acordo preliminar em novembro, envolvendo Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha, o Irã concordou em suspender partes mais sensíveis das suas operações nucleares em troca de alívios nas sanções internacionais que são impostas a ele.

O acordo diminuiu o risco de Israel ou os Estados Unidos lançarem um ataque militar contra as instalações nucleares iranianas para evitar que Teerã consiga uma bomba nuclear.

Sanções

Kerry sublinhou para Zarif a importância de os dois lados negociarem com boa fé e de o Irã cumprir o que prometeu no acordo de novembro, disse um representante do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos e a União Europeia suspenderam algumas sanções sobre o Irã por causa do acordo provisório, mas Kerry disse para Zarif que os Estados Unidos vão continuar a fazer valer outras sanções.

Kerry e Zarif reuniram-se várias vezes desde a eleição do presidente iraniano Hassan Rouhani, relativamente moderado, em junho do ano passado, que pavimentou o descongelamento das relações com o Ocidente após anos de conflitos e retóricas hostis.

Zarif disse que o Irã estava preparado para tratar de questões importantes nas negociações nucleares, mas disse que ainda falta um pouco de confiança nos dois lados, inclusive entre iranianos a respeito das intenções do ocidente.

Zarif falou para a Reuters em uma entrevista no último sábado, no entanto, que o Irã não estava preparado para abdicar das pesquisas que realiza com centrífugas para purificar urânio em um eventual acordo nuclear permanente.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Criatura misteriosa encontrada na Venezuela seria um gambá

A criatura misteriosa que foi encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela, provocando medo entre os moradores, seria um gambá-comum (Didelphis marsupialis) em decomposição, segundo teorias que circulam na internet.

Criatura teria sido encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela (Foto: Reprodução/Live Leak/mysteryhistorytv e Wikimedia Commons)Criatura teria sido encontrada em San Antonio de los Altos, na Venezuela (Foto: Reprodução/Live Leak/mysteryhistorytv e Wikimedia Commons)

Como perdeu o pelo, o animal aparece irreconhecível no início. No entanto, segundo alguns sites e vídeos publicados no YouTube, o rabo longo, os dedos finos e especialmente os dentes e a parte posterior da mandíbula seriam de um gambá.

Apelidado de chupacabra, criatura mítica que atacaria outros animais em áreas rurais em várias partes das Américas, o animal foi encontrado por Ramón Morales no bairro Los Castores no dia 8 de setembro.

Ele postou a foto em sua página no Facebook e logo a imagem se tornou viral no país.

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Publicado por em 1 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Intervenção militar na Síria seria uma ‘agressão’, diz Putin

O presidente da Rússia,, Vladimir Putin, advertiu nesta segunda-feira (23) que uma intervenção militar na Síria seria uma agressão que violaria o direito internacional e desestabilizaria a situação na região.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Uma intervenção militar seria uma grave violação do direito internacional, uma agressão segundo os termos da Carta da ONU”, declarou Putin à margem da cúpula da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), às margens do Mar Negro.

O presidente russo também saudou o fato de que os membros do OTSC (Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Tadjiquistão) aprovaram a decisão de Moscou de se opor a uma ação militar contra o regime do presidente sírio Bashar al-Assad.

“Os membros do OTSC são unânimes: resolver a situação na Síria só é possível através de meios políticos e pacíficos”, declarou.

Arte Síria 17/09 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Governo sírio diz que ação dos EUA seria como apoio à Al-Qaeda

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Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra são os mais beneficiados, segundo a Síria (Foto: Reuters)Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra
sãoos mais beneficiados, segundo a Síria
(Foto: Reuters)

O governo da Síria disse neste domingo que qualquer ação militar americana contra o país seria equivalente a um apoio dos Estados Unidos à “Al-Qaeda e seus grupos afiliados”.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, Faisal Mekdad, disse em entrevista à BBC que grupos armados apoiados pelos Estados Unidos foram responsáveis pelo uso de armas químicas no conflito interno do país – e não o governo.

No fim de semana, o presidente americano, Barack Obama, prometeu uma resposta contra a Síria, mas disse que qualquer ação depende de aprovação prévia do Congresso.

Mekdad disse que um eventual ataque americano beneficiaria dois grupos ligados à Al-Qaeda: o Jabat al-Nusra e o Estado do Islã na Síria e no Iraque. Ambos vêm desempenhando uma papel importante na insurgência contra o regime de Bashar al-Assad.

O vice-ministro sírio – que é tido como muito influente no governo de Al-Assad – disse que uma intervenção americana no país aprofundaria o ‘ódio aos americanos’ no Oriente Médio e desestabilizaria a região.

Mekdad disse que o fato de Obama ter recuado no fim de semana, pedindo agora aprovação do Congresso americano, é um sinal de que o presidente americano não pensou com cuidado em todas as consequências que uma ação teria.

Mas ele acredita que o recuo de Obama não fará muita diferença.

“Isso não mudou nada, já que ele está decidido a lançar um ataque”.

Ele acredita que a decisão americana será tomada em defesa dos interesses de Israel.

Gás sarin
O fim de semana teve diversos desdobramentos do caso sírio:

 – Ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe, reunidos no Cairo, pediram que a comunidade internacional “adote ações necessárias” contra a Síria. Mas diversos países – como Líbano e Iraque – não apoiaram à manifestação. 
– A Jordânia – um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio – descartou qualquer envolvimento em uma eventual coalizão de forças contra a Síria.
– O primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrult, vai se encontrar com líderes parlamentares para falar sobre planos de uma ação militar francesa. O governo da França está comprometido com os planos americanos na Síria.

No sábado, inspetores da ONU deixaram a Síria. Eles estão agora analisando dados coletados sobre possíveis ataques com armas químicas.

O maior ataque com armas químicas aconteceu no dia 21 de agosto, em subúrbios ao leste da capital Damasco. Os Estados Unidos disseram que mais de 1,4 mil pessoas morreram, incluindo 426 crianças.

Estados Unidos e França acusam o regime sírio de usar armas químicas, e dizem que isso justificaria uma ação militar internacional no país. A Síria nega as acusações, e culpa os insurgentes que há dois anos lutam contra o governo.

No domingo, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse que os Estados Unidos têm provas de que o agente químico nervoso sarin foi usado em um ataque mortal em Damasco no mês passado.

Kerry disse que amostras de cabelo e sangue, reunidas após o ataque de 21 de agosto, apresentaram resultado “positivo para o uso de sarin”.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Governo sírio diz que ação dos EUA seria como apoio à Al-Qaeda

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Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra são os mais beneficiados, segundo a Síria (Foto: Reuters)Combatentes de grupos como Jabat al-Nusra
sãoos mais beneficiados, segundo a Síria
(Foto: Reuters)

O governo da Síria disse neste domingo que qualquer ação militar americana contra o país seria equivalente a um apoio dos Estados Unidos à “Al-Qaeda e seus grupos afiliados”.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, Faisal Mekdad, disse em entrevista à BBC que grupos armados apoiados pelos Estados Unidos foram responsáveis pelo uso de armas químicas no conflito interno do país – e não o governo.

No fim de semana, o presidente americano, Barack Obama, prometeu uma resposta contra a Síria, mas disse que qualquer ação depende de aprovação prévia do Congresso.

Mekdad disse que um eventual ataque americano beneficiaria dois grupos ligados à Al-Qaeda: o Jabat al-Nusra e o Estado do Islã na Síria e no Iraque. Ambos vêm desempenhando uma papel importante na insurgência contra o regime de Bashar al-Assad.

O vice-ministro sírio – que é tido como muito influente no governo de Al-Assad – disse que uma intervenção americana no país aprofundaria o ‘ódio aos americanos’ no Oriente Médio e desestabilizaria a região.

Mekdad disse que o fato de Obama ter recuado no fim de semana, pedindo agora aprovação do Congresso americano, é um sinal de que o presidente americano não pensou com cuidado em todas as consequências que uma ação teria.

Mas ele acredita que o recuo de Obama não fará muita diferença.

“Isso não mudou nada, já que ele está decidido a lançar um ataque”.

Ele acredita que a decisão americana será tomada em defesa dos interesses de Israel.

Gás sarin
O fim de semana teve diversos desdobramentos do caso sírio:

 – Ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe, reunidos no Cairo, pediram que a comunidade internacional “adote ações necessárias” contra a Síria. Mas diversos países – como Líbano e Iraque – não apoiaram à manifestação. 
– A Jordânia – um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio – descartou qualquer envolvimento em uma eventual coalizão de forças contra a Síria.
– O primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrult, vai se encontrar com líderes parlamentares para falar sobre planos de uma ação militar francesa. O governo da França está comprometido com os planos americanos na Síria.

No sábado, inspetores da ONU deixaram a Síria. Eles estão agora analisando dados coletados sobre possíveis ataques com armas químicas.

O maior ataque com armas químicas aconteceu no dia 21 de agosto, em subúrbios ao leste da capital Damasco. Os Estados Unidos disseram que mais de 1,4 mil pessoas morreram, incluindo 426 crianças.

Estados Unidos e França acusam o regime sírio de usar armas químicas, e dizem que isso justificaria uma ação militar internacional no país. A Síria nega as acusações, e culpa os insurgentes que há dois anos lutam contra o governo.

No domingo, o secretário de Estado americano, John Kerry, disse que os Estados Unidos têm provas de que o agente químico nervoso sarin foi usado em um ataque mortal em Damasco no mês passado.

Kerry disse que amostras de cabelo e sangue, reunidas após o ataque de 21 de agosto, apresentaram resultado “positivo para o uso de sarin”.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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