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Angelina Jolie condena sequestro de meninas nigerianas

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Angelina Jolie lança 'Malévola' em Paris na noite de terça-feira (6) (Foto: Reuters/Charles Platiau)Angelina Jolie lança ‘Malévola’ em Paris na noite
de terça-feira (6) (Foto: Reuters/Charles Platiau)

A atriz Angelina Jolie chamou a atenção nesta quinta-feira (8) para a luta contra a “impunidade” ao comentar o  sequestro de mais de 200 meninas na Nigéria.

“Estes homens pensam que podem abusar destas meninas desta forma, vendê-las, estuprá-las, considerá-las como se fossem sua propriedade, porque muitas pessoas fizeram o mesmo no passado sem serem punidas”, disse a estrela norte-americana ao canal de televisão britânico Sky News.

As menores foram sequestradas em meados de abril de uma escola em Chibok, no estado de Borno, no norte do país. A polícia anunciou a recompensa um dia após os Estados Unidos terem oferecido ajuda para a Nigéria solucionar o crime.

“É horrível que tenha chegado a este ponto”, lamentou a atriz, ao ser questionada sobre o sequestro das garotas nigerianas pelo grupo islamita Boko Haram. “É enfurecedor e vai além do entendimento que alguém possa fazer isso. Acho que é parte de um problema maior, por causa da falta de impunidade, as pessoas acreditam que podem cometer esse tipo de crime”.

Angelina Jolie estava em Londres para o lançamento do filme “Malévola”, nova produção da Disney estrelada por ela.

A estrela, que é embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), deve presidir ao lado do secretário de Relações Exteriores britânico, William Hague, a “Cúpula Mundial para o fim das violências sexuais em conflitos” em Londres, de 10 a 13 de junho.

“Uma das coisas pelas quais nós trabalhamos incessantemente é não só fazer tudo o que for possível para levar essas meninas de volta para suas casas, mas fazer com que crimes como este não se reproduzam”, declarou Angelina Jolie.

A reunião, apresentada pelo Foreign Office como a mais importante já organizada sobre o tema, reunirá representantes de governos, ONGs, especialistas militares e jurídicos, assim como membros da sociedade civil.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Juiz chileno condena 75 ex-policiais por sequestro na ditadura de Pinochet

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Um juiz chileno condenou à prisão um grupo de 75 ex-agentes da polícia secreta do ditador Augusto Pinochet envolvidos no sequestro de um dirigente do Movimento de Esquerda Revolucionária (MIR), em 1974, no Chile.

Segundo nota Poder Judiciário divulgada nesta quinta-feira (8), “o juiz Hernán Crisosto condenou a penas de entre 4 e 13 anos de prisão 75 ex-agentes da Direção de Inteligência Nacional (Dina) por sua responsabilidade no sequestro de Jorge Grez Aburto, preso desaparecido desde 23 de maio de 1974”. A sentença é em primeira instância e cabe recurso.

O processo revela que os agentes da temida Dina capturaram Grez – líder e fundador do MIR – e o levaram a um local clandestino de detenção no centro de Santiago, onde o refém foi torturado durante interrogatórios sobre “suas atividades e o paradeiro de seus companheiros políticos”.

Grez Aburto foi visto com vida pela última vez em julho de 1974.

Segundo o processo, o líder do MIR seria um dos alvos da chamada “Operação Colombo”, uma armação midiática organizada pela ditadura para encobrir o desaparecimento de 119 pessoas em 1975, pela qual foram condenados seis destacados ex-agentes da Dina, incluindo o então chefe do organismo, Manuel Contreras.

O regime militar chileno deixou 3.200 mortos e 38 mil detidos e torturados.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Meninas contam como escaparam de sequestro coletivo na Nigéria

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Há um mês, numa ação rápida e coordenada, o grupo islamita Boko Haram sequestrou cerca de 200 meninas, todas estudantes.

Algumas delas tiveram sorte e conseguiram fugir do cativeiro.

Uma das meninas conta que os sequestradores disseram que matariam todas as garotas se elas corressem. Mas ela diz que preferia ser morta a ser capturada. Ela afirma que pulou um muro e se escondeu atrás de um muro durante toda a noite. Assista.

Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)

Outra adolescente diz que os rebeldes do Boko Haram tiraram as meninas à força da escola e a queimaram. Em seguida, dez caminhões carregaram as garotas floresta adentro. Ela diz que conseguiu fugir e correu até alcançar a casa de uma pessoa.

Na capital da Nigéria, Abuja, um protesto pedindo pela libertação das meninas ocorre todos os dias.

Os manifestantes acreditam que a pressão interna e externa está tirando o governo da Nigéria da inércia.

A ativista Hadiza Bala Usman diz que a ação do Boko Haram é inaceitável e que pessoas de todo o mundo tem demonstrado apoio pela libertação das meninas. Usman acrescenta que essa pressão tem feito provocado uma reflexão no governo nigeriano que, segundo ela, ignorou inicialmente o caso.

Fórum Econômico Mundial
Nem mesmo o Fórum Econômico Mundial, que está sendo realizado em Abuja, foi capaz de tirar as atenções internacionais para o sequestro das meninas.

Durante o evento, houve um minuto de silêncio em homenagem às estudantes.

Em entrevista à BBC, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que “o terrorismo não impedirá o mundo, nem a África nem a Nigéria de seguir o curso”.

Ele diz acreditar que os investimentos feitos pelo país agora vão poder acabar com o terrorismo.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Americano se declara culpado de sequestro de avião até Cuba em 1984

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William Potts fala com repórteres no aeroporto de havana, em foto do dia 6 de novembro (Foto: Reuters)William Potts fala com repórteres no aeroporto de havana, em foto do dia 6 de novembro (Foto: Reuters)

O americano William Potts se declarou culpado de sequestrar em 1984 um avião de passageiros e desviá-lo para Cuba, após conseguir um acordo com a promotoria dos Estados Unidos nesta quinta-feira (1º).

Potts, de 57 anos, voltou a Miami em novembro para se entregar às autoridades americanas, após passar 13 anos nas prisões cubanas, e assim colocar um ponto final em seu caso, ainda pendente nos EUA.

Apesar de na época ter se declarado inocente em um tribunal de Miami, ele decidiu finalmente mudar sua declaração e confessar o sequestro para tentar flexibilizar a sentença, após chegar a um acordo com a promotoria.

Potts enfrentaria acusações de sequestro e de pirataria aérea, que têm penas de até 20 anos de prisão, mas a de pirataria foi retirada no acordo. O tribunal do sul da Flórida fixará a pena em audiência no dia 11 de junho.

Em 1984, Potts, então membro dos Panteras Negras, sequestrou um avião no aeroporto de Newark e, armado, obrigou o capitão a desviá-lo de seu destino, Miami, até Havana.

Segundo a acusação, Potts “ameaçou fazer o aparelho voar e atirar nos passageiros se o avião aterrissasse em Miami”. Além disso exigiu a entrega de US$ 5 milhões.

Após as ameaças, o piloto decidiu voar até Havana, onde as autoridades da ilha entraram no avião e escoltaram o americano, que foi detido e condenado a 13 anos de prisão, apesar de Potts ter acreditado que seria recebido na ilha como um herói.

Depois de cumprir a pena imposta pela justiça cubana e trabalhar como agricultor, Potts, que viveu 29 anos em Cuba, onde se casou e teve duas filhas, decidiu em novembro de 2013 retornar voluntariamente aos Estados Unidos após receber um passaporte da Escritório de Interesses (SINA) americano na ilha.

Antes de sair da ilha, Potts, que chamava a si mesmo de “Tenente Espartaco”, disse a um jornal americano que sua intenção era encerrar o caso, e que esperava convencer as autoridades americanas de levarem em conta os 13 anos que passou nas prisões cubanas.

No entanto, chegou a alegar inocência em uma corte federal dos EUA. Potts, que permanece preso sem direito a condicional nem fiança, ainda deve ser julgado por por um roubo à mão armada no estado de Nova Jersey em 1984.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Três evidências indicam sequestro do avião desaparecido, diz especialista

Especialistas em segurança aérea dizem que três evidências indicam que o avião da Malaysia Airlines desaparecido no dia 7 de março com 239 pessoas foi sequestrado por alguém que tinha conhecimentos sobre como o avião funcionava.

Uma pista é que o transponder do avião – um sistema de sinais que identifica o avião para o radar – foi desligado a cerca de uma hora de voo. Para fazer isso, alguém na cabine do piloto teria que pressionar e girar um botão com seleções múltiplas para a posição “off”, diz John Goglia, um ex-membro do Conselho Nacional de Segurança no Transporte dos Estados Unidos. Isso é algo que um piloto saberia fazer, mas que também pode ser aprendido por alguém que pesquisou o avião pela internet, segundo ele.

Outra pista é que uma parte do sistema Acars, que transmite (mensagens de anomalias, falhas ou desligamento, do Boeing 777 foi desligada. O sistema, que tem duas partes, é usado para enviar mensagens curtas via satélite ou frequência de rádio para a base da companhia aérea. A parte de informação do sistema foi desligada, mas não a parte de transmissão.

Na maioria dos aviões, a parte de informação do sistema pode ser desligada acionando interruptores da cabine do avião para acionar uma tela de computador onde uma opção deve ser selecionada usando um teclado, dize Goglia, que é especialista em manutenção de aeronaves. Isso também é algo que um piloto saberia fazer, mas que também pode ser descoberto por pesquisas, afirma ele.

Mas para desligar a outra parte do Acars, seria necessário ir a uma baia eletrônica abaixo da cabine do piloto. Isso é algo que um piloto normalmente não saberia como fazer, diz Goglia, e que não foi feito no caso do avião da Malásia. Por isso, o transmissor Acars continuou a mandar “pulsos” que foram gravados pelo satélite Inmarsat a cada hora, por quatro a cinco horas depois que o transponder foi desligado.

Os “pulsos” não contêm nenhuma mensagem ou dado, mas o satélite pode dizer, de uma maneira muito ampla, de quais regiões os sinais vêm e ajusta o ângulo de sua antena para estar pronto para receber a mensagem no caso de o Acars enviar. Investigadores agora tentam usar os dados do satélite para identificar a região onde o avião estava quando o último pulso foi enviado.

A terceira evidência é que depois que o transponder foi desligado e o radar civil perdeu o controle do avião, um radar militar da Malásia conseguiu continuar a acompanhar o Boing quando ele virou para oeste.

O avião foi então monitorado ao longo de uma rota de voo conhecida na península, até que voou centenas de quilômetros além da costa e fora do alcance do radar. Normalmente, companhias aéreas entre pontos que podem ser vistos pelos controladores de tráfego aéreo que exigem espaço para não haver colisão. Estas pistas no céu não são em linha reta. Para seguir aquele percurso, alguém deveria estar guiando o avião, afirma o especialista.

Goglia diz que está muito cético em relação a relatos de que o avião estava voando de forma irregular enquanto estava sendo monitorado pelo radar militar, inclusive fazendo subidas íngremes para altitudes muito altas e depois rápidas descidas. Sem o sinal do transponder, a capacidade de monitorar aviões não é confiável em altitudes muito elevadas ou com mudanças bruscas de altitudes, diz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Não se pode descartar sequestro de avião da Malaysia, diz investigador

O eventual sequestro do avião da Malaysia Airlines que desapareceu com 239 pessoas a bordo não pode ser descartado e todas as possibilidades estão sendo investigadas a respeito do voo que sumiu na rota de Kuala Lumpur para Pequim, informou o chefe das investigações na Malásia nesta segunda-feira.

O investigador disse que as autoridades vietnamitas não confirmaram ter avistado qualquer destroço do avião.

“Infelizmente nós não encontramos nada que pareça fazer parte da aeronave, e muito menos a aeronave”, disse Azharuddin Abdul Rahmanm, chefe da Autoridade de Aviação Civil da Malásia. “Temos que encontrar a aeronave, encontrar um pedaço dela, se possível.”

O voo MH370 desapareceu no sábado cerca de uma hora após decolar de Kuala Lumpur, depois de ter atingido altitude de 10.600 metros. Ele levava 239 pessoas a bordo.

Até o momento, as operações de busca, que têm a participação de Austrália, China, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia, Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Nova Zelândia ainda não encontraram restos do aparelho.

O Boeing 777-200 decolou de Kuala Lumpur às 00h41 de sábado (hora local, 13h41 de sexta-feira no Brasil) e deveria aterrissar em Pequim seis horas mais tarde. Seu sinal no radar da Malásia foi perdido uma hora depois da decolagem.

Investigações
O governo da Malásia abriu no domingo (9) uma investigação por terrorismo pelo desaparecimento do avião, no qual dois passageiros viajavam com passaportes roubados (um italiano e outro austríaco).

“Se (o desaparecimento) foi provocado por um problema mecânico ou por um erro do piloto, a responsabilidade é da Malaysia Airlines. Se foi um atentado, os controles de segurança do aeroporto de Kuala Lumpur devem ser punidos”, afirma o Global Times.

Para o jornal oficial China Daily, “não é possível descartar a hipótese terrorista”. Ao mesmo tempo, lamentou que as autoridades malaias e internacionais não tenham informado ainda a identidade dos passageiros com passaportes falsos.

Abdul Rahman confirmou que tem informações de que cinco passageiros despacharam a bagagem, mas não embarcaram na aeronave.

Mas a companhia aérea informou que, quando as ausências foram registradas, as bagagens foram isoladas, de acordo com o procedimento habitual.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Com medo da esposa, homem finge sequestro para sair com os amigos

Rogelio Andaverde, de 35 anos, foi preso em Edinburg, no Texas (EUA), após forjar o próprio sequestro para que pudesse sair para beber com os amigos, já que teria medo da reação da esposa.

De acordo com o jornal “San Antonio Express-News”, colegas de Andaverde entraram em sua casa por volta das 22h30 e, para tornar a experiência o mais real possível, apareceram com armas e levaram o homem para um carro, tudo na frente da esposa.

Rogelio Andaverde fingiu ser sequestrado para que pudesse sair com os amigos para beber (Foto: Divulgação/Hidalgo County Sheriff's Office)Rogelio Andaverde fingiu ser sequestrado para que pudesse sair com os amigos para beber (Foto: Divulgação/Hidalgo County Sheriff’s Office)

Em pânico, a mulher chamou a polícia, que começou a procurar os “bandidos” pela região. Ao não encontrar nenhuma pista, a polícia começou a criar suspeitas a respeito do sequestro, principalmente quando Rogelio reapareceu depois, sem qualquer ferimento.

O americano contou primeiramente que os sequestradores tinham sido “piedosos” e libertado Rogelio, no entanto, ele confessou em seguida que havia forjado todo o sequestro para que pudesse sair com os amigos, pois tinha muito medo da mulher.

Andaverde acabou preso e acusado de reportar falso crime. Ele foi levado para a cadeia do condado de Hidalgo.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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